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Os Trapalhões e o Rei do Futebol |
Após uma disputa entre dirigentes de um clube, um faxineiro é contratado para assumir como técnico do time. Com a ajuda de seus amigos, ele tem sucesso em seu novo trabalho. Dirigido por Carlos Manga (Matar ou Correr) e com Renato Aragão, Dedé Santana, Mussum, Zacarias, Pelé, Luíza Brunet e José Lewgoy no elenco.
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Ficha
Técnica
Título Original: Os Trapalhões e o Rei
do Futebol
Gênero: Infantil
Tempo de Duração: 90 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 1986
Estúdio: Embrafilme / Pelé-Saad Comunicações
e Empreendimentos / Renato Aragão Produções
Artísticas
Distribuição: Embrafilme
Direção: Carlos Manga
Roteiro: Ricardo Linhares e Aguinaldo Silva, baseado em
argumento de Renato Aragão e Pelé
Música: Sérgio Saraceni
Fotografia: Edgar Moura
Desenho de Produção: Irenio Maia
Figurino: Madu Penido e Carlos Rangel
Edição: Marco Antônio Cury
Elenco
Renato
Aragão (Cardeal)
Mussum (Fumê)
Dedé Santana (Elvis)
Zacarias (Tremoço)
Pelé (Nascimento)
Luíza Brunet (Aninha)
Maurício do Valle (Edésio)
Marcelo Ibrahim (Sansão)
José
Lewgoy (Dr. Velhaccio)
Mílton Moraes (Dr. Barros Barreto)
Older Cazarré
Sinopse
Os amigos Cardeal (Renato Aragão), Elvis (Dedé
Santana), Fumê (Mussum) e Tremoço (Zacarias) trabalham
como faxineiros e roupeiros do Independência Futebol Clube.
Devido às disputas de poder entre os cartolas Velhaccio (José
Lewgoy) e Barros Barreto (Mílton Moraes), o técnico
da equipe é demitido. Por acidente, o escolhido para assumir
o cargo é Cardeal. Para surpresa de todos o time começa
a vencer seus jogos, o que não agrada a alguns cartolas da
equipe. Com a ajuda do repórter esportivo Nascimento (Pelé)
e de Aninha (Luíza Brunet), que trabalha no bar do clube,
Cardeal e seus amigos lutam contra a desonestidade dos dirigentes.
Pôsters
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Imagens
- Sem fotos.
Premiações
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Curiosidades
- Último filme dirigido por Carlos Manga.
- Teve um público
de 3.650.000 espectadores nos cinemas brasileiros.
Críticas
| nota |
Resumo |
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Frederico (Crítica do Leitor): "Um dos clássicos do cinema contemporâneo, a única nota a dar é 10. Didi é o melhor, sua atuação é brilhante."
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Anderson Peçanha (Crítica do Leitor): "O filme foi uma obra-prima do cinema brasileiro." Texto completo |
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