Título original: (What's Love Got to Do With It)
Lançamento: 1993 (EUA)
Direção: Brian Gibson
Atores: Angela Bassett, Phyllis Yvonne Stickney, Sherman Augustus, Chi McBride.
Duração: 118 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Anna Mae Bullock (Angela Bassett), o verdadeiro nome de Tina Turner, nasceu em 26 de novembro de 1938 em Nutbush, Tennessee, e desde criança mostrava inclinação para a música no coro da igreja, apesar de seu estilo não ser muito apropriado para o local. Ela também muito cedo foi abandonada pela mãe e criada pela avó até a morte dela, quando tinha 16 anos. A partir de então ela foi morar com a mãe em St. Louis e logo trabalhava como cantora de R&B em uma banda liderada por Ike Turner (Laurence Fishburne). Logo os dois estão envolvidos, têm um filho e vão se casar no México. Em 1960 ela já se chamava Tina Turner e, junto com Ike, vão para Nova York, começam a se apresentar e subir no hit parade. Mas nos anos seguintes Ike passa a agredir Tina sistematicamente. Ela tenta agüentar a situação e manter as aparências, mas após uma violenta briga decide se divorciar e abre mão de todos os bens, mas para isto exige continuar usando seu nome artístico. Ela então direciona sua carreira como cantora de rock & roll e sua ascensão é vertiginosa, mas Ike é uma ameaça que ronda sua vida.
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poliany em 30/12/2011
Acabei de rever essa obra prima,depois de quase 10 anos!como da primeira vez tiro meu fôlego em cada cena e em cada diálogo entre Angela e Laurence!Merecido Globo de ouro para Angela,que pena els ter concorrido na época com outras atrizes memoráveis.muito bom!
Ricardo de Souza Lobo em 08/01/2001Nota: 5
Este filme é um dos melhores que já vi na vida, eu já era fã da Tina Turner, mas quando o assisti fiquei fanático por ela, este filme tem um realismo impressionante, o triste é o sofrimento que Tina teve em sua vida com Ike Turner! Na minha opinião, merecia pelo menos uns 8 oscars, inclusive de melhor filme.
Felipe Jr. em 06/01/2001Nota: 5
Para mim que pratico a mesma religião de Tina, o filme, na verdade é um sensacional relato de comprovação do budismo em sua vida. Simplesmente demais!
Patrícia Marcantonioa em 07/01/2001Nota: 5
Não consegui assistir uma vez só, mas sim duas vezes no mesmo dia, o filme é muito bem feito e os atores que interpretam o Ike e a Tina são excelentes, uma realidade cheia de amor, música, exploração, inveja, abandono, amizade e com muita fé e justiça. Se admirava como uma voz maravilhosa, hoje admiro também como uma mulher de fibra. Infelizmente ainda existem muitos casos de homens que não aguentam o sucesso de sua esposa e cometem erros que não tem salvação. O filme é demais!
Beatricea em 04/01/2001Nota: 5
Já assisti ao filme diversas vezes, e cada vez mais, ele me sesperta muitos sentimentos, como coragem, força, determinação.Além de uma história dramática e forte, nos faz refletir. Sinto-me mais forte sempre que me recordo da história de Tina Turner. Ela é realmente uma diva. O filme é muito bem dirigido, com ótimos atores, interpretações muito convincentes. Angela Basset está perfeita como Tina. Vale à pena vê-lo e revê-lo!
Jean Ferreira em 02/01/2001Nota: 4.5
Quem diria que a história de uma das rainhas da música americana daria um filme espetacular? A cinebiografia de Tina Turner é bem narrada neste belo trabalho do diretor Brian Gibson. Angela Bassett e Laurence Fishburne foram escolhas perfeitas para viver o casal Turner. Um bom filme, indicado principalmente para os fãs de Tina. Curiosidades: Angela usa mais de vinte perucas no filme e é dublada pela própria Tina Turner em todas as cenas em que aparece cantando.
Simone Ciprianoa em 03/01/2001Nota: 5
Pratico o Budismo de Nitiren Daishonin, assim como a Tina Turner e, para mim, o filme revela a transformação da vida dela. Esse é o propósito desta religião. Acredito que o filme apresente o Budismo a muitas pessoas que talvez passem por problemas iguais ou semelhantes aos dela. É uma grandiosa experiência de vida."
Décio Só em 05/01/2001Nota: 5
Mais uma prova de que autobiografias podem ser de qualidade! Com um sensacionalismo coerente e nada piegas, dramático, mas sem exageros... Angela Basset, entra para hall das estrelas de primeira grandeza assim como Tina entra para a Billborard! Fascinante!
O Filme é bom! Muito emocionante. Recomendo.
por Victor Tavares Alves, 14/02/2012 às 06:44
Capitão América: O Primeiro Vingador
Dessa série dos vingadores, o Capitão América não é o pior, achei o Thor mais fraco, e ...
por Marlon_SS, 14/02/2012 às 05:38
É um roteiro extremamente americano, mas passa uma mensagem bonita. A atuação marcante de...
por Marlon_SS, 14/02/2012 às 05:33
Eu nunca vi um título representar tão bem um filme.
por Marlon_SS, 14/02/2012 às 05:30