Título original: (The Shipping News)
Lançamento: 2001 (EUA)
Direção: Lasse Hallstrom
Atores: Kevin Spacey, Julianne Moore, Judi Dench, Rhys Ifans.
Duração: 124 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Quoyle (Kevin Spacey) é um jornalista que resolve retornar à sua cidade natal, a pequena cidade pesqueira de Newfoundland, após passar por uma experiência traumática, em que sua ex-esposa Petal (Cate Blanchett) vendeu a filha do casal para uma agência ilegal de adoção de crianças. Lá ele e sua filha buscam reconstruir sua vida, sendo que Quoyle aceita um emprego para trabalhar no jornal local, assinando uma coluna própria. Com o passar do tempo a coluna de Quoyle faz sucesso junto à população local, sendo que ele próprio acaba descobrindo segredos de sua família e se envolve com Wavey Prouse (Julianne Moore), uma mãe solteira que guarda seu próprio segredo.
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR em 04/01/2001Nota: 4.5
O diretor sueco que vem filmando nos EUA há vários anos indubitavelmente gosta de dramas vertiginosos. É o mínimo o que se pode dizer da saga de Quoyle (Kevin Spacey no seu papel mais contido ao longo de sua carreira), um perdedor. As explicações vêm desde o início do filme quando o seu pai o humilhava e o obrigava a aprender a nadar jogando-o na água. A cena que leva Quoyle da sua infância até a idade adulta, na qual ele está se afogando, é brilhante. O anódino Quoyle teve sua existência quando um "meteoro" que atendia pelo nome de Petal (Cate Blanchett) choca-se contra ele. Ela o leva para a cama, engravida, tem uma menina para a qual nunca ligou e morre num acidente de carro. Apesar de ter sofrido o pão que o diabo amassou na companhia de Petal e dos amantes que ela costumava levar para casa, Quoyle era apaixonado por ela, talvez pelo fato de não se imaginar capaz de conseguir outro amor em sua vida. A chegada de sua tia Agnis (Judi Dench) vai causar uma reviravolta em sua vida. Esta o convida a vir morar junto com ela na terra de onde partiram os Quoyle para o resto do continente americano, a gélida Newfoundland. Quoyle saberá sobre o passado de sua tia e de sua família, e, acima de tudo, ganhará em termos de amor próprio (será um jornalista e se apaixonará por Wavey (a bela Julianne Moore). Filme que priveligia a visão psicológica do personagem principal, com atores sublimes e nas mãos de um diretor que sabe das coisas. Quer mais?
Guilherme Silveira em 02/01/2001Nota: 4.5
Apesar de o filme ser meio parado, eu gostei da mensagem do filme. Judi Dench está ótima e merecia uma indicação no globo de ouro. Não vamos esquecer da fotografia, que merece uma indicação ao oscar. Só não dou 10 pela atuação de Kevin Spacey que achei comum demais!"
Celma Badaróa em 09/01/2001Nota: 5
Precisei ver duas vezes, quando fui então surpreendida. É um filme que se apresenta de uma maneira sutil e de tão sutil as vezes deixamos passar. Mas Chegadas e Partidas é um filme que traz uma pergunta que podemos considerar como fundamental para os que se sentem estranhos no ninho, "será que eu nasci na família certa, ou será que existe outra família que realmente me ama, que está a minha procura....". O filme nos mostra de uma maneira lenta, porque cada um tem um tempo para compreender a vida, que não existe certo ou errado, não precisamos ser o que tentaram fazer de nós, podemos apesar de todas as limitações, fazer a diferença, escrever uma nova página, dando um novo sentindo as nossas velhas histórias, histórias que foram escritas antes mesmo do nosso nascimento, é nossa herança, boa ou má, vai depender do que vamos fazer com ela. E o Quoyle a medida que escreve as matérias para o jornal reescreve a sua própria história, colorindo e aquecendo o frio da pequena cidade pesqueira de Newfoundland.
Cyrano A.G.M. de Oliveira em 06/01/2001Nota: 4
Achei um filme muito interessante, que mostra diversos problemas que as pessoas de uma maneira geral artravessam em sua vida, mas que sempre é possível superar as dificuldades de alguma meneira. O importante é lutar e transformar de alguma forma a realidade pré-estabelecida.
Miriam Luvisetia em 07/01/2001Nota: 4.5
Um filme simples que passa uma mensagem ótimo, pois nos mostra os traumas que uma pessoa carrega devida as atitudes de seus antepassados...e que é possível superar tudo isso.Maravilhoso.
Gilberto Avelino Mendes em 08/01/2001Nota: 4
O filme é muito bom, apesar de a crítica quase como um todo ter desancado a película. A trilha sonora é envolvente, o local das filmagens é belissimo, os atores estão muito bem e a estória central contendo varias camadas de sub-estórias é uma jogada interessante. Deixa uma mensagem viva e muito interessante. Recomendo para aqueles que estão com baixa auto-estima.
Janaína Depinéa em 05/01/2001Nota: 5
Muito além do drama psicológico, e do "final feliz"...o filme tem uma fotografia bela e original ( já que foi uma das exigências do autor), e além de tudo, não deixa de ser uma ótima oportunidade para os jornalistas refletirem sobre sua atuação e comportamento ( a cena do editor ensinando o aprendiz de jornalista a criar uma manchete é uma alfinetada e tanto).
Harry Potter e a Pedra Filosofal
O ruim desse filme é que ele é escuro, já que não usam lâmpadas. Mas vamos lá, foi o p...
por CinemaAdoro, 14/02/2012 às 16:05
Filme muito bom! A história é tão dinâmica que você nem vê a hora passar! As cenas com...
por Leo290385, 14/02/2012 às 15:54
Ridículo, tanto o Daniel Craig, como o filme como um todo...sempre quando muda o ator, muda...
por Donato, 14/02/2012 às 15:42
BOMBA!!!Fuja desse picaretagem ,tudo é mau feito, mais um troféu abacaxi para a coleção ...
por Benedito, 14/02/2012 às 12:42