Título original: (Witness for the Prosecution)
Lançamento: 1957 (EUA)
Direção: Billy Wilder
Atores: Tyrone Power, Marlene Dietrich, Charles Laughton, Elsa Lanchester.
Duração: 114 min
Gênero: Ficção
Status: Arquivado
Quando Leonard Vole (Tyrone Power) é preso sob a acusação de ter assassinado uma rica viúva de meia-idade, Sir Wilfrid Robarts (Charles Laughton), um veterano e astuto advogado, concorda em defendê-lo. Sir Wilfrid está se recuperando de um ataque do coração quase fatal e "supostamente" está em uma dieta, que o proíbe de ingerir bebidas alcoólicas e de se envolver em casos complicados. Mas a atração pelas cortes criminais é algo muito forte para ele, especialmente quando o caso é bem difícil. O único álibi de Vole é o testemunho da sua esposa, Christine Vole (Marlene Dietrich), uma mulher fria e calculista. A tarefa de Sir Wilfrid fica praticamente impossível quando Christine Vole concorda em ser testemunha, não da defesa, mas da acusação.
Katia Simões em 23/09/2011
Amei, vou assistir de novo, recomendo a todos. Um filme sem efeitos especiais,em preto e branco, com um roteiro brilhante, inteligente, atores fantástico,final surpreendente.
Katia Simões em 23/09/2011
Adoro filmes antigos, esse é um dos meus preferidos, roteiro perfeito, Marlene divina, recomendo.
Arthur em 30/03/2011Nota: 10
O filme é brilhante e partindo de um roteiro básico se conseguiu fazer um thriller fantástico de tribunal, confira sem medo, além de direção segura atores para lá maravilhosos e cenários belíssimos.
Plínio em 07/03/2010
AGATHA CRHISTIE_ è o grande segredo desta obra brilhante! por um acaso estava mudando de canais qdo vi o título de um livro conheido no canal telecine premium.O filme é em prto e branco, e nem assim deixou de chamar a minha atenção.Uma hstoria inicialmente ingenua se transforma numa trama sensacional. Eu acertei q é o assassino (a), mas sei q muita gente nao acertaria... pois é surpreendente!
Fernando Vasconcelos em 27/12/2009Nota: 5
PERFEITO, em todos os sentidos. Corra até a locadora para locá-lo.
Gabriel Wirz em 05/01/2001Nota: 5
E que filme! Sensacional roteiro adaptado da obra da grande Agatha Christie, demonstrando que algumas adaptações podem ser muito bem feitas e criativas.Personagens cativantes,atores excelentes,e destaque para a bela e admirável Marlene Dietrich numa impecável atuação e para Sir Wilfrid Robarts,que conseguiu ser um personagem para ser aplaudido de pés.Assista o mais rápido possível.
Pablo em 03/01/2001Nota: 5
Um ótimo suspense, que combina a criatividade da autora Agatha Christie (o filme é baseado em peça sua); a grande direção de Billy Wilder; e atuações de Tyrone Power e Marlene Dietrich. Cinema do mais alto nível. Clássico obrigatório.
Carlos Varella em 06/01/2001Nota: 5
Um dos maiores filmes de todos os tempos. Todos os seus ingredientes foram dosados na medida certa por Billy Wilder. Quando o assisti pela primeira vez, já conhecia o final. Mesmo assim fiquei surpreso: até poucos segundos antes da cena final, eu não acreditei que o final fosse mesmo aquele.
Marcelo Zambon em 02/01/2001Nota: 5
Antes da fase maravilhosa das comédias "Quanto Mais Quente Melhor" (59), "Se Meu Apartamento Falasse" (60), "Cupido não tem Bandeira" (61), "Irma La Douce" (63), "Uma Loura por um Milhão" (66), Billy Wilder fez o magnífico Testemunha de Acusação em 1957, uma verdadeira aula de cinema , adaptado da obra de Agatha Christie. Leonard Vole ( Tyrone Power ) é um homem boa pinta que faz amizade inusitada com uma senhora viúva e muito rica que começa a demonstrar apreço por sua amizade e ambos passam a se ver com freqüência. Acreditando ser ela o objeto de desejo de Leonard, altera o seu testamento deixando grande fortuna para Vole. Com a morte misteriosa da viúva, Vole preocupado por ser o principal suspeito e a chance de ser indiciado, resolve procurar o melhor advogado de defesa em ação e chega a Wilfrid Robarts ( Charles Laughton ), que em convalescença está proibido de aceitar casos de tanta exigência física e mental. Wilfrid está entregue aos cuidados da implacável enfermeira Plimsoll ( Elsa Lanchester ) que como um carrapato não desgruda do advogado e não o deixa fumar e beber. Após conversar com a mulher de Leonard Vole, Christine Helm ( Marlene Dietrich ) Robarts decide mesmo impossibilitado pelo médico aceitar o caso para desespero da senhorita Plimsoll. Charles Lauhgton, então com 58 anos e fazendo um de seus últimos papéis está soberbo numa atuação inesquecível. O seu "time" para comédia é incrível e hilariante, como demonstrou no delicioso A Vida Privada de Henrique VIII que lhe valeu um Oscar. As cenas de Laughton com Lanchester, sua mulher na vida real, são engraçadíssimas e os truques utilizados por ele para enganá-la são um capítulo à parte. Todo o elenco principal está muito bem, inclusive Power, que geralmente em papéis de galã, está bem interpretando o acusado. Repare na impagável cena do julgamento em que a governanta Janet ( Una O'Connor ) depõe contra Leonard Vole; além de muito engraçada, a forma que Wilfrid encontra para o júri desacreditá-la é fenomenal. Mas, o grande nome do filme é Marlene Dietrich, numa atuação memorável e, na minha opinião, uma das maiores atuações coadjuvantes da história do cinema. Desde sua primeira aparição que é deslumbrante e voluptuosa engrandecendo o filme, passando por praticamente três personagens que interpreta ao longo do filme com incrível desenvoltura ( a cantora de cabaré, a mulher casada e ...você vai descobrir !! ), Marlene demonstra que talento e versatilidade não falta para ela, que logo no ano seguinte estaria igualmente marcante em A Marca da Maldade de Orson Welles. Apesar de ser basicamente um filme de tribunal, não é nem um pouco tedioso e sonolento, talvez pela grande parte cômica do roteiro que em momento algum pretende roubar a cena da dramaticidade da história, apenas está presente nas cenas do personagem de Laughton. O difícil é saber a quem cabe maior mérito pelo filme, se a obra de Agatha Christie, se a adaptação de Larry Marcus ou ainda, o roteiro de Billy Wilder e Harry Kurnitz, principalmente na antológica cena final em que é impossível o espectador não abrir um gostoso sorriso de satisfação. Testemunha de Acusação concorreu a seis Oscars ( som, edição, filme, diretor, ator para Charles Laughton e atriz coadjuvante para Elsa Lanchester ) e perdeu todos. Em 1982 foi feita uma adaptação para a TV que contava com Deborah Kerr, Ralph Richardson, Beau Bridges, Wendy Hiller, entre outros. Uma vez a atriz Anne Bancroft disse como era possível que "Crepúsculo dos Deuses" e "Quanto Mais Quente Melhor" tivessem saído do mesmo cérebro, se referindo à genialidade de Billy Wilder, um dos poucos e talvez o melhor a realizar dramas e comédias com a mesma categoria. Nesse caso ele fez os dois num filme só. Coisa de mestre.
Marcos Hayun em 04/01/2001Nota: 5
Para mim é o roteiro mais bem elaborado da história do cinema. Onde a trama é inteligente, Charles Laughton dá um show de interpretação e que só o brilhantismo de Agatha Christie conseguiria finalizar com tanta precisão. Resumindo: é brilhante!
Excelente, nunca tinha ouvido falar, vi uma vez no intercine...e achei incrível!!! Nota ...
por Renan, 13/02/2012 às 15:05
Vi em 2010...simplesmente é o melhor filme e a melhor atuação desse século 21...IMPACTAN...
por Renan, 13/02/2012 às 15:03
Até que é legal, se propõe a prender a sua atença e consegue. Nota 7
por Renan, 13/02/2012 às 14:54
Gostei, um bom filme policial com ótimo elenco. Nota 8
por Renan, 13/02/2012 às 14:51