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Os efeitos especiais são fora de série , melhores que os de hoje em dia.As maquetes bem elaboradas e um grupo de atores fantásticos. |
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É o melhor filme-catástrofe da safra da década de 70. Terremoto soube passar o que as pessoas sentiram com tamanha catástrofe. Os destaques foram Charlton Heston, Lorne Greene e o brilhante Walter Matthau que soube interpretar, como ninguém, um papel pequeno e cômico num filme altamente dramático. |
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AO CONTRÁRIO DE OUTRAS PRODUÇOÕES DO CINEMA-CATÁSTROFE (COMO "INFERNO NA TORRE" E "O DESTINO DO POSEIDON") ESTE FILME ENVELHECEU MAL. ALGUNS EFEITOS SÃO RIDÍCULOS MESMO PARA A ÉPOCA (A CENA DA QUEDA DO ELEVADOR, SÓ PARA CITAR UMA)E A HISTÓRIA NÃO CHEGA A SER EMPOLGANTE. MAS VALE COMO CURIOSIDADE, SÓ NÃO ESPERE DEMAIS. |
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Realmente um daqueles velhos filmes de tragédia que nao se faz mais hoje em dia com tamanha competencia. Um elenco magestoso liderado por Chalton Heston e com a participaçao hilariante de Walter Mattheu. Fantastico, vale cada um de seus minutos. |
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Trata-se um um clássico do cinema catástrofe. A cenas da represa se rompendo e do grande terremoto são sensacionais. Um ótimo elenco + uma ótima produção = um ótimo filme como é o caso de Terremoto. |
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Um grande (e sonoro!) filme que marcou uma década, e, talvez, uma geração. Nossa turma do Colégio Roberto Simonsen - Senai Bras, foi em peso ao Cine Comodoro para mais que assistir, "ouvir" os efeitos sonoros instalados na sala de exibição, especialmente para este filme. Era 1974. Foi marcante! |
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O filme é um classico do cinema catastrofe, efeitos esses pra época nota 10!ava gardner apesar ja da idade estava em otima atuação!destaque para o garoto no filme q sofre akele acidente na barragem q esta pra se romper e o choque da agua com cabos de alta tensao!mark robson foi muito competente! |
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Os comentários já são bem antigos mas como somente achei o site hoje, falo aqui da minha experiência "sísmica" cinematográfica. O filme foi exibino nas salas do Rio em 75 e não em 74 conforme alguém falou aí. Ava Gardner, mesmo veterana, estava deslumbrante e o mais importante: o som. Tratava-se da primeira incursão do som que hoje conhecemos como Dolby nos cinemas, e o nome dado foi Sensorround. Eram apenas caixas espalhadas pela sala de exibição, com alta definição mas apenas com o som ligado em alto volume. Ainda não tinha aquela coisa de vários canais como veio a ocorrer depois com o sistema Dolby (chegou pouco tempo depois mesmo, aposentando o precursor Sensorround). E o filme foi sensacional. Assisti no cine Vitória, na Senador Dantas, e lembro que a sensação de estar o cinema prestes a virar um monte de entulho era real. |
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