Título original: (Lakposhtha Hâm Parvaz Mikonand)
Lançamento: 2004 (Irã, Iraque)
Direção: Bahman Ghobadi
Atores: Soran Ebrahim, Avaz Latif, Saddam Hossein Feysal, Hiresh Feysal Rahman.
Duração: 95 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Em uma vila de curdos no Iraque, na fronteira entre o Irã e a Turquia e pouco antes do ataque americano contra o país, os moradores locais buscam desesperadamente uma antena parabólica, na intenção de ter notícias via satélite.
Guilherme Reichwald Jr. em 05/01/2004Nota: 4
Filme que toca pela capacidade cênica das crianças, as donas do pedaço na trama e tb como atores! Saber mais da história, de como foi filmado o longa e qual a trajetória dos atores mirim é algo q. também nos estiga esta obra. Saímos do cinema e continuamos a pensar na história do filme e na destruição da vida de milhões de pessoas provocada pelo egocentrismo de "Senhores" do mundo como Sadan e Bush, mas que também meninos como satélite existem e dão a volta por cima apesar deles. Imagem precisa, trilha interessante, história q. prente, atores mirins q. fazem muito bem seus personagens... serão personagens mesmo?
Duarte em 04/01/2004Nota: 5
Vejam esse filme e não se arrependerão. É muito triste, porém bastante elucidativo, mostrando a realidade dos órfãos da guerra, sem a maquiagem de hollywood. Lindo o filme!
Hugo Kitanishi em 07/01/2004Nota: 5
Um cenário cuja realidade é muito distante da brasileira. Entre guerras de forças políticas e a busca pelo poder econômico, a infância perdida. Leva-nos a refletir sobre nosso modo de vida. Será o Estados Unidos o "way of life" da modernidade proclamada? O trabalho infantil, neste filme, se mostra da forma mais cruel: a busca pela sobrevivência, pura e crua, através da cultura de guerra. Em nossos dias a busca incessante pelo fator monetário e rentário faz-se prescindir o ideal de igualdade e busca horizontal de decisões políticas. Pois, os Estados Unidos se colocam como força hegemônica e puritana de hoje em dia, como salvadores e libertadores, quando o que ocorre é o contrário. Suas políticas de invasão territorial impõe a cultura da guerra e do terror a muitos países do Oriente Médio e América Latina pelo neoimperialismo econômico. Mostra-se urgente, através desta película, a insurgência contra o neoliberalismo americano e suas formas de dominação sócio-cultal, econômico e político, e buscar formas humanas de controle social e participação popular.
Liaa em 03/01/2004Nota: 5
Tartarugas podem voar, filmes não americanos devem ser divulgados,vidas e culturas longinquas estão mais próximas da nossa realidade do que estes filmes americanos babacas que jorram nas telas. imperdível e tocante. Cinema com sensibilidade e inteligência.
Sidnei Vieira em 08/01/2004Nota: 5
Denso e perpassado por uma visão infantil da crueldade da guerra. Mas, enquanto excelente obra cinematográfica, e muito humana, leva-nos, ao mesmo tempo, às lágrimas e à reflexão.
Felipe Coelho em 02/01/2004Nota: 5
Melhor filme do ano! Eu pensei que era o japonês "Ninguém pode saber", depois pensei que seria o coreano "Oldboy", mas me enganei. Não existe filme mais triste e mais bonito que esse neste ano de 2005! É um filme que lhe bota cara a cara com as crianças num mundo em transe dentro da Guerra do Iraque. No qual faz você pensar e repensar, faz questionar o tipo de vida que leva, enquanto tartarugas voam, choram e sangram junto com tantas e tantas crianças.
Juliano Zanottelli em 06/01/2004Nota: 5
ÓTIMO!um filme que vale a pena conferir e ser discutido, em sutis e verdadeiras cenas, o diretor nos conta uma história verdadeiramente real. as tartarugas(as minas) não só podem como fazem as pessoas voar!
Vou assistir apenas pelos efeitos especiais q estão elogiando aí, mas sem grandes expectat...
por Joe Cortez, 12/02/2012 às 07:00
Excelente filme! Javier Bardem em uma atuação marcante, mereceu o Oscar na época tanto el...
por Renan, 12/02/2012 às 02:10
Adorável.Um tema tão complicado explorado com delicadeza.
por Livia, 12/02/2012 às 01:41
Eu realmente gostei de ter assistido,fotografia maravilhosa.É o tipo de filme que tem o cli...
por Livia, 12/02/2012 às 01:33