Tapete Vermelho

Tapete Vermelho 2010-05-22 Francisco

Título original: (Tapete Vermelho)

Lançamento: 2006 (Brasil)

Direção: Luiz Alberto Pereira

Atores: Matheus Nachtergaele, Vinícius Miranda, Gorete Milagres, Rosi Campos (Maria) Aílton Graça.

Duração: 100 min

Gênero: Comédia

Status: Arquivado

5           10 9 5

(9 votos)

                   

Sinopse

Quinzinho (Matheus Nachtergaele) mora em uma roça bem distante de qualquer cidade grande. Decidido a cumprir uma promessa, ele decide levar seu filho Neco (Vinícius Miranda), de 9 anos, para assistir a um filme estrelado por Mazzaropi em uma sala de cinema, assim como fez seu pai quando era garoto. Desejando cumprir a promessa a qualquer custo, Quinzinho, sua esposa Zulmira (Gorete Milagres), Neco e o burro Policarpo viajam pelas cidades em busca de um cinema que possa exibir o filme.

 

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Elenco

Matheus Nachtergaele

(Quinzinho)

  • Vinícius Miranda (Neco)
  • Gorete Milagres (Zulmira)
  • Rosi Campos (Maria) Aílton Graça (Mané Charreteiro)
  • Jackson Antunes (Gabriel)
  • Paulo Betti (Aparício)
  • Débora Duboc (Sebastiana) Paulo Goulart (Caminhoneiro) Cássia Kiss (Tia Malvina)
  • Cacá Rosset (Dono de cinema)
  • Yassir Chediak (Seu Renato)

Comentários

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jhonyborba em 12/12/2011Nota: 6     

eu achei um filme sensacional, que mostra a vida sofrida do povo da roça que quer ver um filme do Mazzaropi.E uma interpretação fantástica do Matheus Nachtergaele.

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selmazwarg em 28/01/2011Nota: 9     

Filme q emociona e nos convida a resgatar a história do nosso cinema através da procura incessante de Quinzinho por um cinema em q esteja projetando seu ídolo Mazzaropi. Mostra o q se perdeu e o q não teve continuidade para as gerações q buscam suas referências culturais.Memorável atuação de Matheus.Maravilhoso!

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chicanjos em 08/01/2011

...a sequencia em que o violeiro renato convida quinzinho para fazer um pacto pra tocar bem a viola, lembra a lenda do bluesman estadunidense robert johnson. reza a lenda que ele tb fizera tal pacto.

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eba em 28/02/2010

"TAPETE VERMELHO" Creio que o Brasil, precisa divulgar melhor seu próprio Brasil, cultura esta que a muito ficou alijada, em benefício de culturas estrangeiras(não que não possamos tê-las em nosso País); não concordo que devamos criticar a população por não ter interesse pelo que é nosso; o imperialismo estrangeiro sempre possuiu e ainda possui grande influência em nosso País e não será de uma hora para outra que estaremos desintoxicados do que veio e continua vindo de fora.   

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Magdaa em 04/01/2006Nota: 4.5     

Para quem gosta de Mazzaropi este filme tras boas lembranças. Um filme leve, gostoso de assistir. Poderia ter menos 10 minutos de cenas. Mas é um bom filme.

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Susanaa em 08/01/2006Nota: 5     

Ótimo filme, que retrata em apenas 2 horas a vida das pessoas que moram no interior através de sua crença, hábitos, linguagem e comportamento, além de também retratar os conflitos diretos entre fazendeiros e sem-terra e a luta de um pai para poder mostrar a sua família um pouco de cultura.

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Vítor Santos em 06/01/2006Nota: 5     

Belo, terno, singelo, excepcional! Uma merecida homenagem a Mazzaropi e ao próprio cinema, ao mesmo tempo que denuncia o desprezo aos nossos próprios valores. Show de Nachtergaele e Gorette Milagres.

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Luc Patrick em 03/01/2006Nota: 3.5     

Matheus Nachtergaele é a escolha certa, daquele que poderia ser um filme memoravel do resgate de Mazzaropi. A ideia genial de colocar uma familia de caipiras, ligitimamente jecas, que sai em busca de um cinema que passe um filme de Mazzaropi poderia tonar este filme em classico, porem o roteiro, deixa a direção limitada. O excesso de criatividade neste caso, fez as outras historias paralelas tirarem o brilho da ideia original... O MST e o excesso de crenças poupulares bagunçam o filme... Matheus até tenta segurar, mas é o roteiro que não deixa.. o ponto alto do filme é quando o nucleo central se separa, apesar de fugir a logica e o racional.. os personagens ganham força, e o filme volta a ser como deveria ser... é uma pena o texto não ter explorado mais o jeito de como Quinzinho ve o mundo, fica evidente que seria rico isso, como na cena que ele brinca com o sotaque do velho turco, seria otimo se fosse mais explorado, essa visão dele da cidade grande e do homem urbano e dos diferentes esteriotipicos... mas o melhor de tudo esta na frase proximo do fim do filme... "Passam tanta porcaria aqui nesse cinema, porque não podem passar um filme de Mazzaropi".... um alerta não só ao donos de cinema e distribuidores, mais principalmente ao publico que ainda tem preconceito ao cinema nacional... a ideia não foi bem explorada, mas Matheus Nachtergaele sim, o ator faz o filme valer o ingresso.

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Fernando Almança em 07/01/2006Nota: 5     

Cinema de verdade. Isto define Tapete Vermelho, uma história singela que relembra e mostra o Brasil que ficou pra trás. A brejerice da familia jeca que luta pra realizar um sonho - ver o filme do Mazzaropi. Num tempo onde os cinemas não dão mais espaço a produções locais, num tempo onde o importado é o mais importante. Uma lição de cinema define Tapete Vermelho, coroado com elenco grandioso e atuações impecáveis.

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Francisco Russo em 02/01/2006Nota: 4     

Se o Brasil tivesse mais salas de cinema no interior era bem provável que "Tapete Vermelho" fosse sucesso de bilheteria. Trata-se de um filme muito divertido, que resgata com bom humor o brasileiro interiorano e também critica o estado atual do país. A viagem de Quinzinho e família em busca de um cinema para exibir um filme de Mazzaroppi é, ao mesmo tempo, uma crítica à própria falta de salas no país e também à falta de memória da população. A cena, já no final, em que Quinzinho diz que "o gerente nem sabe quem é Mazzaropi" é um retrato fidelíssimo do que acontece atualmente, onde nomes importantes da nossa história e cultura são quase que ignorados. A viagem mostra também um pouco das mudanças pelas quais o interior passou, especialmente ao comparar as lembranças de Quinzinho quando garoto com o momento atual, e ainda algumas crendices populares, como as subtramas do tocador de viola e da cobra que invade o quarto. Todas de forma bem leve, sem perder o ritmo da trama. Vale ressaltar também o belo desempenho do trio protagonista, especialmente Matheus Nachtergaele, que capta todas as atenções assim que surge em cena pela 1ª vez. Gorete Milagres, em uma interpretação contida, e Vinícius Miranda, que transmite a vibração de uma criança por conhecer algo novo, também estão muito bem. Um filme muito bom, dos melhores do cinema brasileiro deste ano, que merece atenção maior por parte do público em geral.

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