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Syriana - A Indústria do Petróleo

titulo original: (Syriana)

lançamento: 2005 (EUA)

direção: Stephen Gaghan

atores: George Clooney , Matt Damon , Amanda Peet , Nicholas Art , Luke Barnett

duração: 126 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Syriana
  • gênero:Drama
  • duração:02 hs 06 min
  • ano de lançamento:2005
  • site oficial:
  • estúdio:Warner Bros. / Section Eight Ltd. / Participant Productions
  • distribuidora:Warner Bros.
  • direção: Stephen Gaghan
  • roteiro:Stephen Gaghan, baseado em livro de Robert Baer
  • produção:George Clooney, Georgia Kacandes, Michael Nozik, Jeff Skoll e Steven Soderbergh
  • música:Alexandre Desplat
  • fotografia:Robert Elswit
  • direção de arte:Daran Fulham, Alan Hook, Andrew Menzies e Laurent Ott
  • figurino:Louise Frogley
  • edição:Tim Squyres
  • efeitos especiais:Hydraulx

imagens - 9

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sinopse:

Há 21 anos Robert Baer (George Clooney) trabalha para a CIA investigando terroristas ao redor do planeta. À medida que os atos terroristas se tornaram mais constantes, Robert nota que a ação da CIA passa a ser deixada de lado de forma a favorecer a politicagem. Com isso vários sinais de ataque foram ignorados, devido à falta de tato dos políticos para lidar com terroristas.

elenco:

  • George Clooney (Robert Baer)
  • Matt Damon (Bryan Woodman)
  • Amanda Peet (Julie Woodman)
  • Nicholas Art (Riley Woodman)
  • Luke Barnett (Tyler)
  • David Clennon (Donald Farrish)
  • John Higgins (Carl)
  • Steven Hinkle (Max Woodman)
  • Max Minghella (Robby Baer)
  • William Charles Mitchell (Bennett Holiday, Sr.)
  • Jeffrey Wright (Bennett Holiday)
  • Tim Blake Nelson (Danny Dalton)
  • Keveh Sari (Ali Naimi)
  • Greta Scacchi (Margaret Baer)
  • Alexander Siddig (Príncipe Nasir)
  • Bob Fajkowski (Secretário de Defesa Chris Cooper)

comentários

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Karla Mouraa
02/01/2005
nota:Rate010
Syriana, é um filme maravilhoso! Matt Damon dá um show de atuação, sem contar que o roteiro do filme é excelente. Com certeza Syriana merece ganhar o Oscar nas suas 2 indicações.
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Raphael Passos
03/01/2005
nota:Rate010
Um filme excelente, apesar da trama não apresentar nenhuma novidade. Denso, foi extremamente bem feito. As músicas e tomadas de câmera são perfeitamente sincronizadas. Ótima atuação de Clooney. Um dos melhores filmes do ano.
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Fabio
04/01/2005
nota:Rate08
É um roteiro inteligente, mas um pouco direto demais. O filme é sem ritmo, maçante. Clooney está maravilhoso. A fotografia é muito boa. Fiquei contente em descobrir Cris Cooper num papel menor. Apesar de direto, o filme não é sensacionalista. Trata de forma imparcial o terrorismo e a corrupção. Aconselho a assistirem.
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Rodrigo
05/01/2005
nota:Rate03
Pô, precisava o cara engordar 13 quilos para fazer esse filme? Primeiro que o filme só começa na segunda metade e termina sem novidades, apenas com uma história que já conhecemos há anos! Bem sem graça.
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Josué
06/01/2005
nota:Rate08
Aborda a perspectiva de vários personagens em torno da indústria do petróleo, mostrando como uma (ainda) potência como os EUA move suas forças políticas e industriais para manter-se no controle. Muibo bom! Para quem espera romance, ação, como a maioria de outros filmes, esqueça. Mas para aqueles que estão interessados em entender o como se mobilizam forças em função de um bem energético (petróleo) concentrado nos países árabes, é uma ótima dica. O terrorismo não é o único lado desta "guerra".
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Babia
07/01/2005
nota:Rate09
Mais atual que nunca. Não só pela temática, mas pela maneira de abordar os temas propostos. Clooney deveria ganhar algum prêmio só pela cena da tortura. Só não é perfeito porque gostaria que desenvolvesse mais as histórias que apresentou. O mundo já não é mais dividido entre bons e maus, mocinhos e bandidos. Está muito mais complexo e peigoso. Muito, mas muito bom mesmo!! É a volta do cinema político mas sem aquela didatismo chato.
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Robledo Milani
08/01/2005
nota:Rate09
Apesar de ser parcialmente baseado no romance See No Evil , de Bob Baer , SYRIANA foi indicado ao Oscar 2006 na categoria de Melhor Roteiro Original. Isto porque, apesar de ter o livro como ponto de partida, o filme se propõe ser uma visão muito mais ampla de um dos maiores problemas atuais: a questão do petróleo e toda a situação sócio-política-econômica que ela engloba. E o homem responsável por este trabalho definitivamente não é um qualquer: o diretor e roteirista Stephen Gaghan já tem um Oscar em casa, pelo intrincado enredo do multi-premiado TRAFFIC (2000), de Steven Soderbergh . Pode-se perceber a influência do relato de Baer no personagem interpretado com muita garra por George Clooney (indicado ao Oscar como Ator Coadjuvante, apesar de ser protagonista desta parte da trama, além de ser também um dos produtores do filme), curiosamente batizado como Bob Barnes. Ele é um agente da CIA em missão pelo Oriente Médio, que ao ser descoberto acaba virando peça-chave entre as relações desta parte do mundo com os Estados Unidos. Noutra ponta temos um analista de energia ( Matt Damon , num dos seus melhores desempenhos desde O TALENTOSO RIPLEY, 1999) que após um drama familiar se torna consultor de um importante sheik asiático. Há ainda o advogado ( Jeffrey Wright , no seu segundo bom trabalho do ano, após FLORES PARTIDAS) que investiga a fusão de duas companhias petrolíferas e dois rapazes muçulmanos que vêem suas vidas e oportunidades sendo cada vez mais esvaziadas, até que não lhes sobre nenhum outro caminho senão deixar-se levar pela força do terrorismo. E, claro, como pano de fundo de todas estas diferentes movimentações, a força do petróleo e dos milhares de dólares que o combustível gera. O termo "syriana" é empregado pelo governo dos Estados Unidos para definir um Estado hipotético que seria formado por todo o Oriente Médio. Ou seja, os problemas ali não são da Arábia Saudida, do Iraque ou do Líbano, são sempre da "Syriana". E esta nominação serve bem ao filme, pois todas as linhas de desenvolvimento de ação fazem referência, se passam ou são influenciadas por esta região específica. Abençoado com preciosa fonte de reservas energéticas, este cenário é igualmente palco de conflitos, guerras e batalhas inesgotáveis desde o início dos tempos. Mas uma hora isso terá que acabar – a não ser que o próprio petróleo finde antes. Problema premente de toda e qualquer sociedade civilizada atual, este debate merece ser olhado com mais cuidado e respeito, e SYRIANA é uma excelente, pertinente e emergencial ocasião para trazer esta discussão à tona. Por vezes complicado e de difícil acesso, como um daqueles quebra-cabeças gigantes que somente quando completado oferece algum sentido, este longa pode e merece ser recebido, acima de tudo, como um alerta sobre um assunto que não deve mais ser ignorado.
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César Martins
09/01/2005
Esse já é o pior filme que podiam ter feito, não estou tirando o mérito dos atores, mas é uma perca de tempo muito grande. Mas olhando pelo lado positivo se você entender de geografia, política e relações internacionais, acho que talvez valha a pena você ir ver o filme.
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Glória Castroa
10/01/2005
nota:Rate09
Um bom filme, mostra por detrás dos bastidores da indústria petrolífera americana, o jogo de poder que rola. A forma como agem os poderosos sem medir consequências, estes nunca sofrem qualquer dano no jogo sujo e articulado que envolve as grandes corporações. Somente aqueles que tentam desvendar e denunciar toda esta rede de crimes sofrerão as consequências. O pior de tudo isto, é que nada se torna público, ou quando acontece não possue a força necessária para por fim a esta trama. O filme retrata exatamente o que relatei.
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Weslley
11/01/2005
nota:Rate03
Assisti ao filme no cinema e NÃO GOSTEI, é extramente chato!Assim como não gostei, houve pessoas na sala de cinema que abandonaram o filme. Eu nunca havia visto isso, foi uma decepção, a única coisa que salva o filme é a boa atuação de Clooney!Não recomendo o filme a ninguém!
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Sávio Bromberg
12/01/2005
nota:Rate05
Filme muito parado e história extremamente complicada. Dificilmente entende-se o filme vendo-o apenas uma vez. Muito complicada a história porém o que salva é a atuação de George Cloney.
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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
13/01/2005
nota:Rate07
A indústria do petróleo é investigada nas vertentes mais distintas: os países árabes produtores, a força política dos EUA para conseguir os melhores acordos financeiros, a disputa pelo poder nas famílias reais árabes e os interesses das grandes corporações mundiais. Até mesmo o fundamentalismo islâmico é investigado por Stephen Gaghan, que também foi o roteirista de "TRAFFIC". As semelhanças entre este último, que fez um raio X do tráfico de drogas, e "SYRIANA" são inúmeras. Não se trata de um filme fácil de ser digerido. Está longe de ser uma diversão hollywoodiana. As chagas do capitalismo globalizado são expostas sem anestesia para o espectador. Como diz o príncipe de um país fictício do golfo pérsico: "Um país que possui apenas 5% da população mundial e gasta 50% do maior PIB do mundo em armamentos só pode estar em plena decadência", referindo-se aos EUA. Esse mesmo príncipe pretende colocar o seu país num nível social compatível com as suas riquezas naturais. Para conseguir tal objetivo teria de se desgarrar da influência nefasta dos EUA. As idéias humanitárias e patrióticas do príncipe são rechaçadas pelos interesses das grandes corporações do petróleo, que querem ganhar dinheiro e deixar os árabes no mesmo estado de atraso social que vem ocorrendo nos últimos séculos. Os grandes nomes que fazem parte do elenco não atuam para adular os seus egos. Eles fazem um trabalho de equipe. George Clooney como um agente da CIA, Matt Damon como um conselheiro econômico de uma firma alemã, Chris Cooper como um empreendedor da indústria de petróleo texana, cujas semelhanças com o atual presidente dos EUA não são mera coincidência. Vários outros atores famosos fazem ponta em "SYRIANA". William Hurt, Gretta Scacchi, Amanda Peet fizeram parte deste projeto. Se você fizer uma leitura política do filme, irá argumentar que toda esta trupe está ligada ao partido democrático americano. É verdade e ainda bem. A preocupação com os menos favorecidos neste mundo dominado pelas corporações e suas teias ardilosas, ainda bem que existem pessoas dispostas a trazer à baila as distorções que a globalização trouxe no seu âmago.
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César de Aguiar
14/01/2005
nota:Rate08
Um filme com roteiro complicado e que exige atenção. Um roteiro muito original. Um filme para quem sabe apreciar uma trama inteligente. Devia ser visto nas faculdades e virar tema de tese de formatura.
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Viviane de Cássiaa
15/01/2005
nota:Rate08
Tive a oportunidade de assistir oa filme Syriana - A Indústria do Petróleo e devo confessar que pensei que era um daqueles filmes monótonos, porém muito pelo contrário o elenco é muito bom e dá conta do recado. Amanda Peet está ótima e George Clooney nem se fala, está bem mais gordo e bastante diferente do que costumamos ver nas telas. As garotas nem pensem que vão encontrar um homem bonito, charmoso ele está bastante diferente bem mais gordo, barbudo e concentrado no personagem. Louvável atuação.
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Marco Paiva
16/01/2005
nota:Rate06
Mosaico conturbado Muitos personagens, informações a todo minuto e diversas tramas paralelas fazem de Syriana um filme bastante confuso O diretor Stephen Gaghan queria que Syriana – A Indústria do Petróleo refletisse os problemas e a complexidade dos dias atuais em relação ao mercado petrolífero. De acordo com o cineasta, ele queria que seu novo longa fosse um retrato fiel do mundo pós - 11 de setembro. Através de tramas paralelas, seus personagens não seguiriam a tradicional curva de crescimento. Gaghan queria também acabar com o estereótipo de "mocinho e vilão". Todos esses métodos foram utilizados para apresentar ousadias em relação a sua narrativa em comparação com a mesmice que habita as recentes produções cinematográficas. Até então essa foi uma boa idéia. O problema foi o exagero do diretor. Ao incluir nada menos que 70 personagens, todos com a mesma importância, Gaghan dificulta o envolvimento do espectador com o filme. Ao quebrar esse paralelo, o cineasta, praticamente, dá um tiro no próprio pé. O que poderia ocorrer nesse thriller político é esclarecer mais as coisas, justamente para poder enfatizar o que ocorre por trás do mercado de petróleo. Mas o que acontece é exatamente o contrário. A audiência passa o filme inteiro tentando adivinhar quem está fazendo o que, com quem e por que. Felizmente, os atores dão um show à parte. George Clooney, na melhor fase de sua carreira, interpreta um ex-agente da CIA. As seqüências em que aparece são fortes, convincentes e impactantes. Matt Damon também surpreende ao mostrar a sua melhor atuação em uma produção. Não são poucas as cenas em que o público deixa de ver o ator especializado em filmes comerciais e começa a enxergar um analista econômico. Até o novato Mazhar Munir é forte na sua atuação de um futuro homem-bomba. Apesar de ser difícil de resumir, a história de Syriana – A Indústria do Petróleo se resume a fusões de empresas corporativas, suspeitas de espionagem, corrupções, tomada de poder, homicídio e nascimento de suicidas. Ao informar o espectador, a produção não hesita em apresentar informações, discursos complexos, dados, estatísticas e jargões econômicos a todo o momento. Ao concluir as diversas tramas paralelas, Gaghan se justificou por deixar as questões em aberto para incomodar as pessoas e fazer com que elas se lembrem da produção. É bem provável que o longa vá incomodar os espectadores, mas não pelo sentido que ele queria. Para os mais curiosos, será necessário uma segunda conferida ao filme, o que pode não ser muito agradável quando o tema do longa é de natureza política econômica. Entretanto, o cineasta já merece os parabéns por ter a ousadia de trabalhar com um tema tão difícil e elaborado quanto esse. O problema foi, justamente, complicar ainda mais essa abordagem. Em tempo: o filme não menciona o significado de syriana, mas, pesquisando, pode-se achar que o termo remete a uma nação que possa se assemelhar com um determinado país, algo como uma nação-cópia.
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Marcelo Pinheiro
17/01/2005
nota:Rate010
Excelente!!! O filme mostra como a ganância e o poder corrompe as pessoas a ponte de deixá-las cegas quanto ao certo e errado. Não há clichês e nenhuma tentatica de rotular as pessoas envolvidas na questão. Esse filme merecia uma divulgação maior para que as pessoas entendam o que está realmente acontecendo no mundo de hoje, onde só se vê terroristas de um lado e os americanos bonzinhos do outro.
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Felipe Harder
18/01/2005
nota:Rate010
Filme excelente. Exige um raciocínio e trata de todas as verdades da corrida petrolífica sem se posicionar.Um filme americano que finalmente não participa da tão comum lavagem cerebral que tantos outros filmes americanos fazem. Excelente, recomendo a todos.
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Rogério de David
19/01/2005
nota:Rate07
Um pouco complicado. Muitas tramas ocorrendo ao mesmo tempo, muitas informações cruzadas, mas é um bom filme. Consegue nos transmitir bem essa rede de interesses que é a indústria do petróleo.
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Leonardo Janczak
20/01/2005
nota:Rate02
Que filme é esse? Trama confusa... no início as histórias parecem paralelas e depois, no final, a coisa toda se junta. Não sei se fiquei sem entender ou se o filme é realmente ruim. O fato é que não recomendo.
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Danielea
21/01/2005
nota:Rate010
Simplesmente maravilhoso! Mais para pessoas que se interessam nos acontecimentos atuais e em como uma açao no outro lado do mundo influencia a tds mais do que imaginamos. No final do filme ha um aviso de que os personagens sao ficticios. Na minha opiniao nunca houve personagens ficticios mais reais do que desse filme.
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Daniel
22/01/2005
nota:Rate010
O OSCAR É SÓ POLITICAGEM!! NÃO SABE DE NADA!!Indiscutivelmente o melhor filme do ano!! Roteiro alucinógeno e conteúdo totalmente anti-americano!! George Clooney finalmente vira um ator de verdade!
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Leandro
23/01/2005
nota:Rate010
Syriana é um filme quente e explosivo que exige nervos a flor da pela.George Clooney provou que é um dos melhores atores na atualidade com a melhor performace do ano, num filme que na verdade o ator principal e o roeiro.um filme que obriga o espctador nao piscar os olhos.
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Edmilson
24/01/2005
nota:Rate07
Apesar do filme ser confuso (para entende-lo é necessário assistir mais de uma vez)com muitos personagens aparecendo na trama,não deixa de ser um bom filme que retrata a industria do petróleo,visto sob angulos diferentes e também o relacionamento entre pais e filhos que se misturam nos personagens. Ao final do filme fica a pergunta: Será que faltou alguma coisa na trama para o filme ser mais simples?
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Beto Zaranella
25/01/2005
nota:Rate010
Um filme que vai além das tão escondidas tramas que envolvem o mundo antes e depois do 11/09. Talvez aqueles que estranharem situações de terrosismo mundial, após o filme terão outra visão. Os podres negócios do petróleo, as vendas de armas (inclusive no Brasil) o fanatismo religioso e o atraso em que alguns países vive -isso é Syriana, uma denúncia dos porões da CIA.
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Luís Édson
26/01/2005
nota:Rate07
Filme bem realizado, com boas atuações (exceto Matt Damon, apático como sempre). Clooney, realmente, fez por merecer seu Oscar, embora ele seja o ator principal, e não o coadjuvante. Porém, a trama é extremamente confusa, devido ao excesso de informações e de personagens. Ou seja: o filme é bom, e no dia em que eu o entender plenamente, vou achá-lo ainda melhor!
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Fabio
27/01/2005
nota:Rate08
Filme complicadíssimo! Talvez pelo excesso de informações, mas bem educacional acerca do assunto. Creio que poderiam fazer de forma que seria melhor interpretado. De certo que nem todos teriam a oportunidade de ver mais do que uma vez, sendo assim as pessoas saíriam das salas de cinema sem entendê-lo.
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Leonardo Cézar
28/01/2005
nota:Rate05
Filme confuso com vários personagens e tramas paralelas. O que fica no filme é apenas uma conclusão do que seja a indústria do petróleo, porque identificar os caminhos que seguem no filme é quase impossível.
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Adriano Barbosa da Silva
29/01/2005
nota:Rate08
Syriana é um filme com um roteiro inteligente, estruturado com talento e que exige que o público pense, em vez de serem apenas espectadores comuns. Talvez para muitos este filme não ira agradar pois não é um filme fácil de se entender mais vendo com bastante atenção você consegue captar o que o filme quer nos mostrar. George clooney esta ótimo no filme e achei merecido ele ter ganho o Oscar de melhor ator.
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Rony
30/01/2005
É o filme mais chato e patético de toda a gloriosa carreira de Clooney. nada acontece, nada se encaixa, tudo é monótono e parece que foi realmente feito apenas para executivos da Indústria de petróleo, pois talvez só eles sejam capazes de entender um filme tão medíocre!
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Paulo de Tarso Rodrigues
31/01/2005
nota:Rate04
Realmente não gostei do filme. Muitos personagens, muito confuso, não sei se foi baseado em fatos reais, mais o filme deveria ser mais ágil, vibrante, no meio do filme dá um sono daqueles, a morte do filho do personagem de matt demon, só se justifica se aconteceu na realidade, se não, foi uma cena cruel.
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Rafael Vespasiano
10/01/2010
nota:Rate08

Syriana – A Indústria do Petróleo:

"Syriana - A Indústria do Petróleo", dirigido e roteirizado por Stephen Gaghan ("Traffic"), concorreu por "Syriana" ao Oscar 2006 de melhor roteiro original. "Syriana" é o filme que deu a George Clooney o Oscar 2006 de melhor ator coadjuvante, merecidamente, num trabalho rico e pessoal, de grande intensidade, como um agente da CIA, no Oriente Médio. O filme tem um roteiro inteligente, intrigante e instigante, que mostra a obscura indústria do petróleo, os complôs políticos do governo norte-americano (CIA, Casa Branca, FBI, etc.), que fazem de tudo para conseguir e ter preferência no mercado de petróleo; mostra também a política, as guerras, conflitos, miséria, etc., do e no Oriente Médio, por isso tudo, é um filme atualíssimo, basta ver os últimos acontecimentos envolvendo Israel e Líbano. O filme conta também com as excelentes atuações de: Chris Cooper, Matt Damon, Amanda Peet, Christopher Plummer e Jeffrey Wright. Clooney que nunca participara de um Oscar, em 2006, foi a grande estrela dele, concorrendo logo a três prêmios, o que ele faturou, e também tiiveram as indicações a melhor diretor e melhor roteirista por "Boa Noite e Boa Sorte"; Clooney é a grande revelação do cinema americano na virada dos anos 90 do século XX para o século XXI! E grande contestador da política imperialista e opressora de George W. Bush, vide "Syriana". Ótimo filme! Nota: 8.


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