Título original: (Swimming Pool)
Lançamento: 2003 (França)
Direção: François Ozon
Atores: Charlotte Rampling, Ludivine Sagnier, Charles Dance, Marc Fayolle.
Duração: 102 min
Gênero: Suspense
Status: Arquivado
Sarah Morton (Charlotte Rampling) é uma escritora inglesa cujos romances policiais conciliam sucesso de vendas e prestígio junto a crítica. A convite de seu editor, ela viaja para a casa de campo dele, na Provence francesa, onde supostamente vai encontrar a tranqüilidade necessária para escrever seu mais novo livro. Mas a paz de Sarah é interrompida com a chegada de Julie (Ludivine Sagnier), a filha do editor, uma adolescente linda e cheia de vida por quem a escritora sentirá uma grande e estranha atração.
Marcospl em 25/01/2012
...Apesar da protagonista do filme ser britânica e os dois personagens principais serem bilíngues, a quase totalidade do enredo se desenvolve na França e os diálogos são nas duas línguas.
À Beira da Piscina foi lançado no Festival de Cannes em maio de 2003[1] e estreou para o público em geral alguns dias mais tarde.
Bem recebido pela crítica e público, o filme lançou controvérsias a respeito de sua natureza ambígua e final nebuloso que pode ser interpretado de várias maneiras. Sobre isto, o próprio diretor declarou:
“ O personagem de Charlotte mistura fantasia com realidade. Apesar de no filme tudo relativo à fantasia seja parte do ato de criação, ele é mais sugerido do que mostrado concretamente, causando confusão. Em termos de direção, eu tratei tudo que possa ser imaginário no filme de uma maneira realista, assim você pode ver tudo - fantasia e realidade - no mesmo plano" [2] ”
Uma das interpretações dadas ao filme é que na verdade Sarah está o tempo todo solitária na casa, e que Julie é apenas uma criação de sua mente, baseada em sua própria juventude. No fim do filme, fica claro que Julie não é, pelo menos, realmente filha do editor.
ericcampos em 20/01/2012Nota: 8
Eu amei.
Eu não achei imprevisível, sabia que o rumo dos acontecimentos levariam ao final mas gosto dos enredos do Francois Ozon, acho os diálogos reais, os personagens bem dirigidos. Filme francês faz você rir pelo absurdo dos acontecimentos, gosto MUITO disso.
Josias Ribeiro em 08/01/2003Nota: 5
Acredito que esse eh um daqueles filmes que fazem nossa imaginação fluir. o que teria acontecido eh somente criação literária ou descoberta do passado. É um filme muito bom que todos devem assistir e soh assim poderemos discutí-lo.
Anita Pereiraa em 10/01/2003Nota: 3
Não sei se me fez bem um filme que tenta ser e não é. Com um elenco arrebatador e leves sacadas psicológicas, ele engana, mas não passa de um amontoado de clichês sem destaque artístico nenhum. As personagens principais tentam passar por bem construídas, mas são ridiculamente inverossímeis, representando apenas dois esteriótipos. Alguns aspectos técnicos, como fotografia e figurino, também deixam muito a desejar. O filme diverte, prende a atenção, mas, no fim, não é grande coisa.
Gabriela Gomes Brazila em 02/01/2003Nota: 5
Fui ver o filme meio por obrigação, para um trabalho de faculdade.Nos primeiros 10 minutos não imaginava que o filme ia ser tão bom.O enredo e a maneira como ele é colocado brincando constantemente com a o processo de criação de uma história é maravilhoso.Se quisermos ir mais a fundo podemos dizer que se trata de psicologia pura .é preciso ver para entender o que estou dizendo , se vc não viu tá perdendo o que?
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR em 09/01/2003Nota: 3.5
Uma escritora inglesa de livros policiais, Sarah Morton (Charlotte Rampling), goza de todo o sucesso de sua literatura. Chega ao ponto de negar para uma fã no metrô que ela era a escritora Sarah Morton. Ela tenta convencer o seu editor (Charles Dance) de mudar a temática do seu próximo livro. Resumo da ópera: dar uma guinada radical, ao menos no seu próximo livro. É óbvio que o editor não aprecia muito a idéia, pois já imagina a queda no seu faturamento financeiro. Oferece, então, a ela sua casa de campo na França para que Sarah desfrute de alguns dias e recupere a sua "inspiração", em outras palavras, volte a se dedicar à literatura policial. A princípio Sarah ficaria sozinha na casa. No entanto, eis que surge surpreendentemente a belíssima e jovem Julie (Ludivine Sagnier), filha do editor, para balançar o quadro de obsessiva ordem e metodismo que dominam a vida de nossa escritora. O sossego de Sarah acaba, pois Julie traz um namorado diferente a cada noite, transa com eles, se embebeda, fuma maconha e faz muito barulho durante toda a noite. O diretor Ozon soube mostrar a beleza das duas atrizes, com cenas em que as mamas exuberantes de Julie hipnotizam a platéia masculina, como também a nudez da cinquentona Sarah não é comprometedora, muito pelo contrário. Será na piscina da casa que parcela importante das ações ocorrerão daí em diante. O lado policialesco da literatura se tornará realidade. Verdade ou fantasia? É nesse aspecto, no tênue limite entre o real e o imaginário que transita o filme deste francês que já nos ofereceu "8 mulheres". Não é um filme espetacular, mas está muito acima da produção média atual, o que já é uma grande coisa. E a beleza de Ludivine Sagnier é ludivina.
César Nadal Souza em 07/01/2003Nota: 4.5
Charlotte Rampling depois de madura confirma ser uma grande atriz. Uma bela e segura direção em um filme sensual e misterioso e que nas cenas finais desafaz um nó e cria outros, valorizando o processo criativo e fazendo com que o espectador tenha vontade de refletir ou de rever o filme para tentar elucidar os enigmas que ficaram no ar (ou à beira da piscina...).
Marianaa em 03/01/2003Nota: 5
Nossa, muito bom o filme. Tem que pensar no final, ver o que realmente aconteceu, isso é o mais legal do filme! O elenco é absurdamente bom, Ludivine Sagnier está fantástica nesse filme! Nota 10 para o filme juntamente para o elenco. Quem gosta de suspense deve assistir Swimming Pool, ele te prende atenção do começo ao fim!
Leonardo Braynner em 04/01/2003Nota: 5
Excelente filme, que mistura investigação, suspense e relacionamentos pessoais. Mostra a forma que as coisas acontecem no dia-a-dia de forma direta e objetiva. Filme muito claro, que retrata o estilo de vida de muitos jovens no mundo, que pensam que podem tudo, mas na verdade são pessoas frustradas e inseguras. Todos os acontecimentos são lógicos e não deixam a desejar. Excelente atuação de todos os atores, principalmente da "Julie", que é linda!
Felipe Mendonça em 05/01/2003Nota: 3
Sinceramente, eu esperava mais do filme (até porque é do mesmo diretor de 8 Mulheres). Ele não é ruim não, mas, na minha opinião, também não é bom. Não achei o roteiro interessante e não tem nenhum aspecto técnico ou artístico que chame a atenção. Para se ter idéia, o que mais chama a atenção no filme é o corpo da personagem Julie.
Confuso e estranho,embora aos poucos mostre oque realmente propõe.No inicio,Kable(vivido po...
por Lukas Henrier, 14/02/2012 às 11:13
...Minha mãe vira e mexe fala nesse filme, ela gostou mais do que eu. Nesse e no O Maskara....
por Debora Christie, 14/02/2012 às 11:03
O título diz literalmente tudo.Você pode encontrar nesse filme apenas estes três substant...
por Lukas Henrier, 14/02/2012 às 11:02
Cada Um Tem a Gêmea que Merece
Sinceramente nao entendo como filmes imbecis com atores imbecis ainda rendem tanto!
por William, 14/02/2012 às 09:36