Título original: (54)
Lançamento: 1998 (EUA)
Direção: Mark Christopher
Atores: Ryan Phillippe, Salma Hayek, Neve Campbell, Mike Myers.
Duração: 100 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Na época áurea do "disco", Studio 54 foi a discoteca idealizada por Steve Rubell (Mike Myers), que agitava a vida de Nova York com todo o frenesi que lhe deu uma reputação internacional. Lá Rubell tentava transformar seu sonho em realidade ao dar as melhores festas que o mundo tinha visto e fazer com que elas durassem para sempre, com toda a decadência e excessos da época. Rubell criou um lugar onde a fantasia era a realidade, pois não haviam nem rótulos, nem regras. Diversos acontecimentos que envolvem esta discoteca são narrados pela ótica de Shane O'Shea (Ryan Phillippe), um jovem frentista de Nova Jersey que, em 1979, quando tinha dezenove anos, não estava satisfeito com a mesmice da sua vida. Foi até Nova York, conseguiu entrar na discoteca e em pouco tempo trabalha como barman. Shane tem a oportunidade de ver a ascensão e decadência desta famosa casa noturna.
Henrique Miura em 03/01/2001Nota: 2
Que diabos Mike Myers está fazendo neste filme? Ele se dá bem em comédias, - principalmente vivendo o agente Austin Powers -, mas aqui colocaram-no para viver um personagem sarcástico, rabugento e homossexual. O inevitável aconteceu: o personagem acabou ficando brega e ultrapassado, tendo formas caricatas e exageradas. Mas não é somente ele que está perdido no meio da confusão, Neve Campbell tem uma personagem que ao mesmo tempo em que é importante para o começo é inútil para a conclusão. É impressionante como uma atriz no nível dela se enfia em cada projeto, ela se nega a fazer outros "Pânico"'s (não que eu queira, mas...) para perder tempo fazendo filmes como este ou "Caindo na Real". Ela precisa urgentemente trocar de agente. Ryan Phillippe e Salma Hayek ainda conseguem se salvar no meio da história.Pelo filme ser passado na década de 70, o trabalho da produção foi irretocável. O filme conseguiu o clima, o visual e o estilo da década. Com certeza os trabalhos mais ricos foram o da trilha sonora de Marco Beltrami, que resgata hits e o trabalho de figurino de Elen Lutter. O grande problema foi o diretor inseguro e insensível, mas varia entre bons e maus momentos durante a curta duração do filme. Mark Christopher perde o bom sendo em diversas passagens do filme, perde a naturalidade inicial da trama, e é então que o filme começa a mostrar a verdadeira cara e não passa de uma chanchada moderninha.O filme retrata a ascensão e decadência de uma famosa casa noturna chamada Studio 54, que fez bastante sucesso mundialmente na década de 70, onde estrelas e pessoas importantes freqüentavam. Na realidade a boate é um pano de fundo para contar a história de Shane (Ryan Phillippe), um jovem de Nova Jersey que se anima ao ver uma conterrânea fazendo sucesso em Nova York. Ele decide ir com alguns amigos para a boate mais movimentada e disputada atrás de diversão e da garota. Chegando lá, o dono do local, o desdenhoso Steve Rubell (Mike Myers) oferece para Shane a oportunidade de ser um barman.Em meio à história rola muita droga, sexo, intrigas, amizades, tráficos, entre outras coisas. Shane começa a fazer sucesso, a fama começa a lhe subir a cabeça, humildade não faz mais parte de seu dicionário. Sua família não lhe dá mais atenção, ele tenta trair o melhor amigo seduzindo a esposa cantora. Por infelicidade do roteiro, tudo não passa de uma boa intenção. A história nunca decola de verdade e passa sua uma hora e meia, do mesmo jeito que começou. Mark Christopher se mostra um roteirista limitadíssimo e um diretor inexperiente, mas por momentos bem criativo e competente."Studio 54" é um filme que não chega a ser ruim, mas sua limitação é transmitida para o espectador, o que acaba deixando um filme vazio e calculado. Para quem gosta do estilo, recomendo uma conferida em "Boogie Nights", de Paul Thomas Anderson, ou no clássico "Os embalos de sábado à noite", com John Travolta. Garanto que a sensação será bem melhor e sincera do que com este "Studio 54". Para finalizar, relatar a história de uma das boates mais conhecidas até hoje poderia render um grande filme, mas para isso precisa de alguém mais acordado e estético. "Studio 54" não passa de um filme cheio de superficialismo.
Éder Leonardo Garrido em 02/01/2001Nota: 0.5
O filme não é nada além de um festival multicor de situações ridículas e estapafúrdias. Os atores são muito bons, mas eu gostaria de saber como foram se meter numa furada dessa. Dá mais desespero ver a Neve Campbell sentada naquela cadeira com aquele copo na mão do que fugindo do assassino mascarado na série PÂNICO."
Outro bom filme dos irmãos Coen, o tipo de comédia que só eles sabem fazer. Pra mim os c...
por carlos_alberto_09, 13/02/2012 às 01:59
Filmaço!! Tem uma linda mensagem, mostra o quanto estamos habituados ao nosso mundinho, ...
por wesleyaxe, 13/02/2012 às 00:18
Muito bom e intrigante o filme, o melhor que eu assisti até agora dentre os indicados ao os...
por Filipe, 13/02/2012 às 00:14
Uma excelente sequeência! Para este filme temos que fazer algumas análises fundamentais. A...
por Fernando Schiavi Leite, 13/02/2012 às 00:06