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O Sorriso de Mona Lisa

titulo original: (Mona Lisa Smile)

lançamento: 2003 (EUA)

direção: Mike Newell

atores: Kirsten Dunst , Julia Stiles , Maggie Gyllenhaal , Ginnifer Goodwin , Dominic West

duração: 125 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Mona Lisa Smile
  • gênero:Drama
  • duração:02 hs 05 min
  • ano de lançamento:2003
  • site oficial:http://www.sonypictures.com/movies/monalisasmile/
  • estúdio:Columbia Pictures Corporation / Revolution Studios / Red Om Films
  • distribuidora:Columbia Pictures / Sony Pictures Entertainment
  • direção: Mike Newell
  • roteiro:Lawrence Konner e Mark Rosenthal
  • produção:Elaine Goldsmith-Thomas, Paul Schiff e Deborah Schindler
  • música:Rachel Portman
  • fotografia:Anastas N. Michos
  • direção de arte:Patricia Woodbridge
  • figurino:Michael Dennison, Carmen Hawk e Milla Jovovich
  • edição:Mick Audsley
  • efeitos especiais:

imagens - 10

O Sorriso de Mona Lisa O Sorriso de Mona Lisa O Sorriso de Mona Lisa O Sorriso de Mona Lisa O Sorriso de Mona Lisa O Sorriso de Mona Lisa O Sorriso de Mona Lisa O Sorriso de Mona Lisa O Sorriso de Mona Lisa O Sorriso de Mona Lisa

sinopse:

Katharine Watson (Julia Roberts) é uma recém-graduada professora que consegue emprego no conceituado colégio Wellesley, para lecionar aulas de História da Arte. Incomodada com o conservadorismo da sociedade e do próprio colégio em que trabalha, Katharine decide lutar contra estas normas e acaba inspirando suas alunas a enfrentarem os desafios da vida.

elenco:

  • Kirsten Dunst (Betty Warren)
  • Julia Stiles (Joan Brandwyn)
  • Maggie Gyllenhaal (Giselle Levy)
  • Ginnifer Goodwin (Connie Baker)
  • Dominic West (Bill Dunbar)
  • Juliet Stevenson (Amanda Armstrong)
  • John Slattery (Paul Moore)
  • Marcia Gay Harden (Nancy Abbey)
  • Topher Grace (Tommy Donegal)
  • Laura Allen (Susan Delacorte)
  • Marian Seldes (Presidente Jocelyn Carr)
  • Terence Rigby (Dr. Edward Staunton)
  • Donna Mitchell (Sra. Warren)
  • Ebon Moss-Bachrach (Charlie Stewart)
  • Jordan Bridges (Spencer Jones)
  • Taylor Roberts (Louise)
  • Julia Roberts (Katharine Watson)

comentários

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Marinaa
02/01/2003
nota:Rate07
O assunto eh muito bem retratado, a mulher de antigamente. O elenco eh bom, as atuacoes tb. so que a roberts nao ta com nada. nao sei ficou faltando algo nao sei dizer o que. se desse para voltar atras eu esperaria chegar nas locadoras para assistir, iria ao cinema ver outro filme mais excitante ou merecedor de tal prestigio.
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Marcus
03/01/2003
nota:Rate08
É o tipo de filme que você tem que assistir e se deixar levar pelas emoções da trama, caso contrário não irá gostar. A proposta é boa e lembra o estilo de Beleza Americana, em que "nada é o que parece". Interessante a frase, que aparece no filme, citada por Kirsten Dunst: "Ela (Monalisa) está sorrindo, mas será que ela está feliz?".
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Natashaa
04/01/2003
nota:Rate05
Achei o filme muito fraquinho....chegaram a dizer que é parecido com Sociedade dos Poetas Mortos, mas em versão feminina. Até concordo que o enredo é parecido...mas dizer que é tão bom quanto SDPM é um sacrilégio!
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tiago
05/01/2003
nota:Rate04
O filme é só drama, drama, drama. Fala sobre a revolução feminista, é bem parado o filme, é o tipo de filme feito só pra mulheres, pq mulheres gostam de tudo. Ainda mais de um filme que falam delas. Se vc for mulher pode assistir, se for homem acho melhor procurar outra opção.
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Fernando Torres
06/01/2003
nota:Rate07
O Sorriso de Monalisa não é nenhuma obra-prima, mas funciona como instrumento de reflexão. A platéia é estimulada a pensar desde a discussão inicial sobre os valores artísticos até os questionamentos sobre o sentido da vida e a felicidade. Mas o grande mote do filme é o antagonismo entre tradição e liberalismo, concluindo que nenhum desses opostos é absoluto. Um filme atual, apesar de ser ambientado nos anos 50.
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Alexandre Mazzola Lehrbach
07/01/2003
nota:Rate01
Eta filminho bobo.! um filme totalmente previsivel, onde tentam mostrar uma realidade que acredito nunca ter acontecido. Júlia Roberts deveria ter recusado este papel. enfim, gosto é gosto. Eu não recomendo.
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Catarina Florindoa
08/01/2003
nota:Rate09
Este filme é excelente. Consegue fazer-nos olhar para as coisas de outra forma, faz-nos repensar naquilo que já tinhamos como adquirido e encoraja os indecisos a escolherem o seu próprio caminho e não aquele que lhes é (subtilmente ou não) "impigido" por outros, seja a família ou a própria sociedade. Julia Roberts desempenha o papel de uma professora inteligente, entusiasmante, lutadora, corajosa, idealista (e os adjectivos poderiam continuar), que qualquer um de nós gostaria de ter ou de ter tido.
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Andréaa
09/01/2003
nota:Rate05
Versão feminina de A sociedade dos poetas mortos. Nem mesmo com um elenco como Julia Roberts, Kirsten Dunst e Julia Stile colaboraram para um filme melhor. Eu esperava mais mas infelizmente foi decepcionante. Seria melhor ver A sociedade dos poetas mortos na Sessão da tarde do que pagar para ver um filme que não vale a pena.
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Leandro Gantois
10/01/2003
"O Sorriso de Mona Lisa" (Mona Lisa Smile, 2003) é o terceiro filme protagonizado por Julia Roberts depois de a atriz ter ganhado o Oscar pelo excelente "Erin Brockovich - Uma Mulher de Talento", e o pior de tudo é saber que a carreira de Roberts entrou em um periodo tenebroso depois do prêmio, dizem que isto é comum em acontecer, talvez seja pela vaidade do profissional em questão, que se acha o tal e acaba entrando em qualquer projeto rídiculo, é assim deste modo que a tão talentoso Julia Roberts vem enterrando sua fama, primeiramente como o insuportável "Os Queridinhos da América", até o banal "A Mexicana", e agora temos este péssimo draminha, ou seja, parece que cada vez mais ela faz um filme ruim, e pelo menos os dois últimos fizeram sucesso nas bilheterias, coisa que nem este aqui conseguiu. O roteiro de Lawrence Konner e Mark Rosenthal é uma das piores coisas vistas nestes últimos tempos no cinema, eles tentaram fazer uma crítica à sociedade das aparência, e nos transportaram para a década de 50, onde mulheres com grande potencial acabavam tendo que se casarem, e viravam donas-de-casa, e assim mostram que uma mulher pode viver independente, ou seja, tem toda aquela ladainha pseudo-feminista, e o que é ainda pior, hoje em dia, ainda podem existir mulheres submissas, mas o que mais se ve mesmo são mulheres que dirigem empresas, ganham mais que o marido entre outras coisas, que foram sendo alcançadas pelo "ex sexo frágil" nestas últimas década, e assim sendo, a temática do filme acaba sendo banal e, completamente, batida, de modo que qualquer crítica ou denúncia que o roteiro faça é em vão, afinal de contas, a quem eles esperavam atingir? Na direção temos o Mike Newell, que parecia ser um grande diretor, estorou sua carreira no excelente "Quatro Casamentos e Um Funeral", e ainda teve tempo de fazer o grandioso "Donnie Brasco", considerado "O Poderoso Chefão" da década de 90, depois caiu no fraquíssimo "Alto Controle", e aqui volta a cair em um projeto fraco, de modo que seu trabalho é muito mediocre, Newell não sabe ao certo em que gênero fique, o péssimo roteiro já não ajuda muito e ele acaba ficando perdido mesmo, pois a comédia não funciona, o romance é uma geladeira e o drama não emociona de forma alguma, além do mais, o ritmo do filme é bem devagar, parece que a projeção dura bem mais de duas horas, deste modo vemos que Newell também anda passando por maus momentos em sua carreira, mas nada que um filme realmente bom resolva, é apenas ele não cair mais em desastres como este. No elenco, todas as atenções são voltadas para a Julia Roberts, que sempre foi uma atriz muito carismatica, sendo que nesses últimos tempos vem se repetindo muito em cena, ela não consegue segurar mais um filme como fazia em filmes como "Uma Linda Mulher", por exemplo, Roberts precisa ter cuidado, seus projetos tem sido decepcionantes, espero que ela volta a fazer boas peliculas; Julia Stiles esta muito bem, talvez em um de suas melhores performances, o mesmo serve para a Kirsten Dunst, que se destaca muito, mas ambas são prejudicas devido ao roteiro fraco, que acaba deixando-as bastante caricatas, o que já não acontece com a Maggie Gyllenhaal, que também tem uma personagem mal contruida, mas que acaba roubando a cena de todas as atrizes principais, como certeza, de todas as meninas ela é a melhor em cena. "O Sorriso de Mona Lisa" é um péssimo filme, que jamais deveria ter sido feito, seus valores são completamente batidos, e não se podem servir como crítica a nossa sociedade atual, talvez, se tivesse sido feito há quarenta anos atrás, poderia ter causado alguma polêmica, mas nos dias de hoje fica reduzido a uma "Sessão da Tarde" comum e banal, que consegue a façanha de juntar todos os clichês de filmes que tem professores como protagonistas, não é à toa que muitos vem comparando-o a "Sociedade dos Poetas Mortos", logicamente em uma versão feminina, mas "O Sorrido de Mona Lisa", obviamente, não chega aos pés da obra-prima do Peter Weir, pois o objetivo do professor interpretado por Robbin Williams é abrir a cabeça dos alunos para terem uma opnião própria, aqui, Julia Roberts apenas tenta convencer suas estudantes de que casamento não é uma coisa boa.
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Eduardo Santos
11/01/2003
nota:Rate05
Sou fã da Julia Roberts, mas para mim esse filme mais parece uma versão feminina de Sociedade dos Poetas Mortos, sem o charme e inovação do original, o que é uma pena, pois conta com um bom elenco desperdiçado num roteiro previsível do começo ao fim. Enfim, um filme mediano, para se ver em casa num dia de chuva.
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Kátiaa
12/01/2003
nota:Rate07
O filme em si é um pouco cansativo porém o telespectador deslubra-se ao ver atrizes tão boas em cenas.é um contraste muito grande ver Roberts contracenando com Stiles, porem um prazer enorme em ver que um filme pode ser bom apenas pelo talento das atrizes.
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William Ricardo Grilli Gama
13/01/2003
nota:Rate010
Está muito enganado quem diz que esse filme é mais tropeço de Julia. Esse é um filme onde realmente vemos a Julia Roberts atriz, não apenas a mocinha brigando pelo amor. Um filme que foge da mesmice dos filmes que retratam escolas. Tendo também as brilhantes interpretações de Julia Stiles, Kirsten Dunst, Maggie Gillenhaal e Marcia Gay Harden. Nota 10.
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Larissaa
14/01/2003
nota:Rate010
Ótimo filme. A atuação de Julia Roberts está excelente. Mostra como as mulheres dos anos 50 deram um grande passo: seguir uma carreira e ao mesmo tempo cuidar da casa. O filme é uma graça e você se sente presa o tempo todo. Realmente muito bom.
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Amandaa
15/01/2003
nota:Rate09
Eu gostei bastante do filma, pois achei a história com um bom enredo, mostrando como se observarmos além do que vemos podemos enxergar muito melhor. Foi assim que se pode percerber que o sorriso de monalisa era um pouco falso. Gostei ainda mais que o filme teve a participação de Julia Roberts, uma atriz que admiro muito.
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Stefanie Francine Pensaa
16/01/2003
nota:Rate010
Um filme inteligente,com certeza você termina de assistir sabendo mais sobre história da arte, além de uma impressionante atuação das atrizes Julia Roberts(que não é novidade)e Julia Stiles, vale a pena ver...saí do cinema emocionada com o que vi....recomendo!
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Marcos
17/01/2003
nota:Rate09
O filme não conta a história da antiguidade como algo monstruoso, chocante e aterrador(como existe em muitos filmes), e sim nos mostra a passagem da repressão em que viviam, atráves dos olhos dos personagens. A força manipuladora que a sociedade tinha e a falta de coragem que tinham para lutar contra ela. Julia Roberts entra em cena como uma professora altamente compreensiva, mas uma compreensão que não perdoa aquelas que querem ser fracas e deixarem as coisas passar batido diante de seus olhos!
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EDSON
18/01/2003
nota:Rate06
Um bom filme embora de enredo e temática nada originais. Trata-se da velha temática professor engajado x alunos resistentes com o primeiro se esforçando para despertar nos segundos a necessidade de enxergar o conhecimento de forma mais humana e construtiva. Vale pela boa atuação de Roberts (embora com muitos recursos bastante parecidos com o de outros filmes seus), música e fotografia.
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Luana Moreira de Souzaa
19/01/2003
O filme não presta! é simplismente uma decepção aos fãs de Julia Roberts... sem contar com as apiriçoes constantes de microfones de audio!! Nao percam tempo nem gastem seu dinheiro com essa porcaria a qual deram nome de O Sorriso de Monalisa.
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Márciaa
20/01/2003
nota:Rate09
O filme parece meio confuso até vc entender, do que ele trta de questões sociais, gostei da atuação de Julia Roberts onde ela faz um papel de intetectual.Recomendo este filme pra todos que querem abrir suas mentes, onde o conservadorismo é pura hipocrisia da sociadade.
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Mateus Hueb
21/01/2003
nota:Rate010
Eu amei o filme,é um dos melhores filmes dramáticos que eu já assisti! É um filme inesquecível! Se você está em dúvida de qual filme assistir,não perca tempo e assista "O Sorriso de Monalisa".
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Fabíolaa
22/01/2003
nota:Rate07
O filme é muito bom, apesar de não trazer coisas novas, ele emociona e traz uma questão interessante, muito discutida nos dias de hoje: a mulher, a sociedade machista da epoca de 50 nos Estados Unidos, e todo um contexto de moral e costumes da época.
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Junior Maschio
23/01/2003
nota:Rate06
Tudo parecia crer que o filme seria espetacular do começo ao fim, já que começou com uma trilha sonora e uma fotografia muito bonitas e uma história que prometia. Porém, novamente, na minha opinião, ocorreu nesse filme o mesmo de outros filmes da atriz, tornou-se monótono da metade pra frente.
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Rebecca Christinaa
24/01/2003
nota:Rate010
É realmente polêmico,ainda nos dias de hoje..em que já conseguimos tantas coisas mencionar na evolução das mulheres..!! O filme retratou esta parte porém, não se ateve apenas a esse gancho...o que deu mais vida e ao mesmo tempo simpatia ao filme que ainda teve a brilhante participação da Julia Roberts e das outras artistas(a eterna namorada do homem aranha MJ ahuiaha também)!!! Enfim..não acho que tenha sido a versão feminina da Sociedade dos Poetas mortos ,como já ouvi dizerem..mas também acho que o filme foi de total impacto que não foi esperado,o que supreendeu ainda mais!
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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
25/01/2003
nota:Rate07
Elizabeth (Julia Roberts), a possuidora do sorriso que do título, consegue uma vaga como professora de História da arte no tradicional colégio Wellesley em 1953, na Nova Inglaterra. As filhas das famílias mais tradicionais dos EUA estudavam naquela escola. Elizabeth possuía dois aspectos que ao longo de sua trajetória naquele ano iriam incomodar a direção da escola. Ela era liberal demais para a época e vinha da Califórnia. Nada impedirá dela propor uma nova visão sobre as artes para aquelas adolescentes, que na sua maioria estava ali com o objetivo único de conseguir um bom casamento. Da mesma forma que o personagem de Robin Williams em "Sociedade dos poetas mortos", Elizabeth será o pivô de uma revolução na vida de algumas de suas alunas, particularmente Joan (Julia Stiles) e Betty (Kirsten Dunst). Não há nada de soberbo na película, exceção feita à época que é retratada. Em mim o efeito foi de um saudosismo paradoxal, na medida em que eu nem havia nascido na década de 50. A educação das pessoas em geral, e dos jovens em particular, os bailes "regrados" ao som das big bands de jazz, enfim, um mundo bem diferente do que vivemos atualmente. Dá a impressão que o filme cairá no agrado dos "velhinhos" de Hollywood, e deverá receber uma enxurrada e indicações ao Oscar. O saudosismo deles é mais justificável que o meu. Não significa que o filme seja ruim, muito pelo contrário, porém, está longe de ser tão bom quanto a fama que o precedeu.
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tiago
26/01/2003
nota:Rate04
Pô esse filme foi feito pras mulheres ver, fala sobre a revolução feminista, o filme é parado chegando a ser chato, tu ve o filme e sai com a sensação de tempo perdido. É um filme típico para mulheres assistir, só mulheres, mas também, a maioria das mulheres gostam de tudo, e um filme feito pra elas, elas vão no minimo amar.
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Allan Moniz
27/01/2003
nota:Rate010
É um filme que consegue expressar a total idéia da mulher na década de 50. A luta da mulher pra se libertar dos costumes, opressões e discriminação aos setores gerais da sociedade! Um filme espetacular!
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Naiaraa
28/01/2003
nota:Rate06
Assisti ao filme em sala de aula e goste, so que o filme torna- se enjuado, pois não te prende na frente de tv. seria melhor se falasem mais de Mona Lisa, pois minha professora quis trabalhar com nosco sobre a Mona Lisa, mais so mostra o retrato dela. Pelo titulo do filme deveria falar um pouco mais sobre ela, e de sua vida.
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Ana Carolina Sandesa
29/01/2003
nota:Rate09
Simplesmente tocante! É incrivel pensar que realmente as mulheres passaram por uma fase assim antes. Pensar que mesmo infelizes e insatisfeitas elas apenas colocavam em seu rosto um sorriso, um sorriso de monalisa.
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Maraa
30/01/2003
nota:Rate010
O filme é extremamente tocante, as cenas onde a atriz Julia Roberts tem que enfrentar a " turma do saber" fizeram com que a atriz brilhasse ainda mais...amei!
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Danielaa
31/01/2003
nota:Rate010
O filme é bom, principalmente os extras do DVD, mas vejo Meryl Streep no papel de Julia Roberts. Este tipo de filme não é a cara dela. Ela acabou deixando o papel um pouco superficial, não mostrando a profundidade que ele exerceu numa época como aquela.
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Alvaci Gerent Schmidta
01/02/2003
nota:Rate010
O filme é realmente excelente,faz com que professores repensem seu fazer pedagogico, e que tudo é possivel, basta ter boa vontade. E que as mulheres de hoje que não viveram esta época pensem nas facilidades de hoje.
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Evelinea
02/02/2003
nota:Rate09
Digamos que esse filme seja uma versão feminina do filme "Sociedade dos Poetas Mortos". E é tão bom quanto. Adorei. Apesar de ter um ar "hollywoodiano", a história é ótima. E não é qualquer filme que fala sobre arte como esse!
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Rosan Aparecido da Silva
03/02/2003
nota:Rate01
Não gostei do Filme,porque tem uma ideologia ultra- feminista.Não vejo nada demais em uma moça ser preparada para ser mãe, esposa e do lar.
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Vanessaa
04/02/2003
nota:Rate010
Este filme, foi um dos que eu mais gostei... A historia, do casamento, de mulheres independentes, eh muito real... Depois que eu assisti este filme, mudei muito pensamenos que tinha... Vale a pena assistir... Principalmente meninas que pensam em se casar cedo.
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Rutea
05/02/2003
nota:Rate010
Sim, gostei muito e recomendo, porque fala muito de arte e tudo que é arte, acho que tambem faz grande parte de nossa vida. um filme que é muito feminino e mexe com muita gente que as vezes para no tempo.
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Ariana Carlaa
06/02/2003
nota:Rate010
Apesar de ser a versão feminina de "Sociedade dos poetas mortos", esta obra possui uma temática muito crítica onde podemos perceber o quanto somos mediocres e hipocritas críticando algo q aconteceu nos anos 50 sem se dar conta de muitas dessas ações costumamos fazer em nosso dia-a-dia e olhe q estamos em pleno século XXI, mas muitas vezes com pensamentos retogrados.
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Vivian Keitty Mouretta
07/02/2003
nota:Rate010
Enquanto educadora posso dizer categoricamente que é um brilhante filme, não por "A" ou "B" que tenham atuado, mas em especial pela mensagem implicita no enredo, que é o repensar de atitudes não só perante a prática docente mas também perante a vida.
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Cleonicia Farias da Silvaa
08/02/2003
nota:Rate010
O filme é ótimo, alem de nos retratar a sociedade totalmente opressora, como nos diz o filme "uma escola disfarçada de aulas de boas maneiras".Podemos ver que o professor é capaz nos dar conhecimento não só na sala de aula, mas são capazes de trans mitir seu conhecimento inato,que esta alem das apostilas.
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Joel Vieira Caldas
09/02/2003
nota:Rate08
O filme não mostra apenas a mensagem direta sobre as pessoas terem suas próprias opiniões e buscarem aquilo que realmente querem e desejam pra si. O filme retrata também uma visão tradicionalista da crítica em relação ás artes. Infelizmente, como todos sabem, Van Gog não vendeu sequer um de seus quadros em vida, mas está eternizado pela crítica contemporânea como um gênio da pintura.É isso aí, a crítica de artes vê o valor que ela atribui ser relevante para os valores da época, mas quase nunca vê uma obra como os olhos do artista, não procura descobrir o que o artista pensava ou sentia no momento que produziu aquela arte. Se for um renomado artista, automaticamente, a crítica já diz ser uma obra-prima, se for um anônimo ou com pouca expressão no meio, é uma obra inexpressiva. Essa é a forma como a crítica atua, de uma forma muito subjetiva.
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