Título original: (The Sum of All Fears)
Lançamento: 2002 (EUA)
Direção: Phil Alden Robinson
Atores: Ben Affleck, Morgan Freeman, James Cromwell, Liev Schreiber.
Duração: 124 min
Gênero: Aventura
Status: Arquivado
Após encontrarem uma velha bomba nuclear israelense, um grupo de neo-nazistas europeus pretende usá-la bem no dia do Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano dos Estados Unidos. Prevendo as consequências desastrosas de tal detonação, que pode detonar até mesmo a 3ª Guerra Mundial, o agente da CIA Jack Ryan (Ben Affleck) usa de todos os meios possíveis para evitar o ataque terrorista.
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Você se lembra de Jack Ryan? Sucesso nos livros de Tom Clancy, o personagem saltou para as telas na pele...
Kherian em 20/06/2011Nota: 10
Diferente de outros comentários, o filme é uma ótima adaptação do best-seller homônimo de Tom Clancy. Houve participação de Clancy na produção do filme, todavia a história foi modificada. No livro os terroristas não são neo-nazistas, mas sim uma organização antiamericana, que engloba desde índios norte-americanos descontente com o tratamento do governo em assuntos indígenas, até organizações terroristas do oriente médio. No livro Jack Ryan é o vice-diretor da CIA, um homem com seus 50anos. Estas modificações alteraram bastante a história original, mas não muda a essência do que deseja passar: O medo de uma guerra nuclear.
Para aqueles que acharem o filme entediante, chato, ou mesmo "perdido", isto são questões psicológicas e não obtemos nada de objetivo acerca do filme. A produção, direção musical e geral foram muito bem feitas. Os atores são convincentes e a trama é intrigante. Contudo, se for assistir o filme, cuidado! Não perca uma cena, e fique esperto para todo e qualquer detalhe.
Sidney em 23/04/2011Nota: 5
Chato muito chato, a trama não dissolve legal, as vezes até perdido. E peca nas cenas de ação, nada convincente. Um filme mediano.
Marcus em 02/01/2002Nota: 5
Na década de 70 os USA estavam se aproximando da Alemanha, que se reerguia após a guerra. E fizeram o seriado comédia "Guerra, Sombra e Água Fresca", minimizando os campos de concentração alemães. Hoje os "inimigos" de Hollywood são outros - Haider da Áustria, Le Pen na França - e novos aliados, como a Rússia. E o filme faz bem seu papel político. Filme excelente, imperdível, mesmo para quem não concorda!"
Carlos Massari em 04/01/2002Nota: 3.5
Após os atentados terroristas ocorridos no último dia 11 de Setembro, pouquíssimas pessoas ainda apostavam que esse `A Soma de Todos os Medos`, que tem como tema geral o terrorismo, fosse sair do papel. Ainda mais com a postura anti-americana que a obra original mantém. Mas o diretor Phil Alden Robinson, conhecido por seus thrillers psicodélicos, bateu o pé e resolveu levar outra história do agente Jack Ryan às telas. Com o raro trunfo da manutenção de igualdade entre as nações abordadas (Descontando alguns excessos com a bandeira estadunidense), Robinson construiu um filme tenso e inteligente, embora com alguns furos estratosféricos em seu roteiro. Jack Ryan (Aqui interpretado por Ben Affleck) é o agente da CIA que está com a missão de investigar a situação (E as pretensões) da Rússia, e suas chances de causar uma nova guerra. Seu superior (Morgan Freeman) é amigo do presidente e desconfia da possibilidade da existência de uma bomba prestes a ser detonada nos EUA. O problema máximo da obra está na construção de Jack Ryan, não sei se pelo livro original ou pelo próprio Ben Affleck. Explico: Ele é um intelectual incrível (Que sabe, inclusive, falar ucraniano!), porém com um corpo definido, namorando uma linda médica bem-sucedida! Continuando a história, os agentes descobrem que a tal bomba realmente existe, mas que não foi construída pelos russos, que sequer possuem conhecimento dela - Se trata de um grupo néo-nazista que pegou cientistas russos insatisfeitos com a postura de seu governo, e resolveu fazer a guerra entre as duas potências. O líder do tal grupo explica que `Hitler não era louco, e sim burro - Não é possível lutar contra a Rússia e os EUA, é necessário fazer um lutar contra o outro` Vários dos diálogos do filme são bem construídos, já que o roteiro, escrito por Paul Attanasio, Daniel Pyne e o próprio Tom Clancy, se baseia mais na ação inteligente e elegante que na supremacia visual. Ainda assim, quando as explosões acontecem, os efeitos dão conta do recado. O roteiro falha na hora de montar a coerência da trama - Muitos personagens mudam de ação do nada, feitos se desmancham e questões ficam no ar - O mais evidente são erros de continuidade geral, como os agentes (E o próprio presidente) russos, que no início da projeção, usam auxílio de intérpretes, para logo em seguida, falar inglês fluente e no final, voltarem a usar intérpretes! Destaca-se também a eficiente trilha sonora de Jerry Goldsmith e a fotografia de John Lindley - A tomada aérea inicial é de cair o queixo. `Quando um amante se intromete em um casamento, sempre acha que está certo e não prejudica nada, e depois reclama quando isso gera um crime ou assassinato - É exatamente isso que os EUA fazem ao se intrometer na guerra dos outros` `Vocês bombardearam Hiroshima e Nagasaki e ninguém falou nada por que não tinha nada a ver com isso - Por isso, vocês não têm o direito de se intrometerem na Chechênia` Realmente, o mais notável de `A Soma de Todos os Medos` é a postura crítica que assume contra os EUA e contra a guerra em geral. Essas frases, ditas pelo presidente russo, exprimem com precisão a idéia que os roteiristas têm da intromissão estadunidense na guerra alheia - Exatamente a contrária da maioria das produções atuais, que são extremamente ufanistas e maniqueístas. Na visão do filme, EUA e Rússia são iguais (Claro, tirando os maneirismos com a bandeira e o hino do país, que aparecem na conclusão do filme). No geral, `A Soma de Todos os Medos` está longe de ser um filme excepcional ou grandioso - É um thriller de espionagem internacional que cai como uma luva na situação atual do mundo - Principalmente após os atentados de 11 de setembro, onde os EUA tentam passar a falsa imagem de pobres-coitados e de justos injustiçados (!)."
Renato Rosatti em 03/01/2002Nota: 3
Mais um filme de ação que retrata terrorismo e o perigo de uma guerra nuclear entrou em cartaz em nossos cinemas em 14/06/02. Trata-se de "A Soma de Todos os Medos" (The Sum of All Fears), dirigido por Phil Alden Robinson e trazendo novamente o personagem Jack Ryan, um agente da CIA criado pelo escritor Tom Clancy, interpretado agora por Ben Affleck, e que curiosamente já apareceu em outros filmes como em "Caçada ao Outubro Vermelho" (com Alec Baldwin fazendo o papel de Ryan) e em "Jogos Patrióticos" e "Perigo Real e Imediato" (em ambos o agente foi interpretado por Harrison Ford). Em "A Soma de Todos os Medos", Jack Ryan é ainda jovem em início de carreira como um historiador da CIA que é recrutado por um diretor do secreto órgão governamental, Bill Cabot (Morgan Freeman), para uma missão de acompanhamento do desarmamento do arsenal nuclear da Rússia. Ele foi escolhido por seus conhecimentos através de uma pesquisa do perfil do novo Presidente russo, Nemerov (Ciaran Hinds), que tomou o poder repentinamente após a morte por problemas de saúde de seu antecessor. Ryan tem uma namorada (Bridget Moynahan), médica do setor de emergência de um hospital em Baltimore, a quem conheceu há pouco tempo, e o convite inesperado para uma missão especial na Rússia, acabou transformando sua até então pacata vida numa sucessão agitada de novos eventos. Na Rússia, eles descobrem o desaparecimento de três cientistas envolvidos com fabricação de bombas atômicas e tomam contato com um perigosa trama internacional liderada por um simpatizante do antigo Nazismo, o rico empresário Dressler (Alan Bates), que pretendia detonar uma bomba nuclear comprada no mercado negro, a qual foi encontrada intacta num deserto próximo à queda de um avião israelense em 1973, tendo como alvo o ginásio lotado de futebol americano na cidade de Baltimore, com um espectador ilustre entre os presentes, o Presidente dos Estados Unidos (interpretado por James Cromwell). Numa trama paralela, um incidente internacional envolvendo a Rússia e um ataque rebelde com armas químicas em uma das antigas repúblicas soviéticas, com a participação dos Estados Unidos como interessados na "paz mundial", contribuiu para uma forte crise política entre os dois principais países do mundo. O objetivo dos terroristas ao detonarem a bomba em Baltimore era justamente provocar o confronto direto entre Estados Unidos e Rússia, tendo como resultado uma guerra nuclear. A bomba explode e varre do mapa tudo que se encontrava pelo menos num raio de 400 metros ao redor do estádio de futebol, e nesse momento de crise internacional o agente Jack Ryan tenta num esforço do típico herói americano, impedir uma guerra atômica sem proporções no planeta. A primeira metade do longo filme de 125 minutos é bastante complicada e monótona em vários momentos e somente a partir da explosão da bomba em Baltimore, com alguns bons efeitos especiais mostrando o poder de devastação de um artefato nuclear, é que a ação se inicia realmente numa correria desenfreada do agente Ryan em tentar impedir um desastre nuclear entre as maiores potências do planeta, refletindo bem o título do filme, pois certamente "A Soma de Todos os Medos" resultaria numa guerra atômica que poderia exterminar a Terra. Dentro desse tema assustador, vale a pena registrar uma inteligente paródia produzida em preto e branco em 1964, um período bem turbulento no relacionamento entre as principais nações, "Dr. Fantástico", dirigida por Stanley Kubrick e estrelada por Peter Sellers que interpreta vários papéis; e o filme catástrofe "O Dia Seguinte", dirigido por Nicholas Meyer e produzido em 1983, uma época onde a guerra fria estava movimentada e havia ainda um forte medo da humanidade por uma guerra atômica, e o filme retratava justamente o dia posterior à explosão de uma poderosa arma nuclear, com uma devastação parcial imediata e os efeitos seguintes da radiação nos sobreviventes do desastre. "A Soma de Todos os Medos" é bem mais confuso e burocrático, numa trama complexa e cheia de clichês com situações duvidosas, mas a movimentação a partir da metade final pode garantir um pouco de diversão para o público e certamente também e em doses maiores, uma somatória de medos quanto à possibilidade de uma guerra nuclear, que seria o início do fim..."
pedro1asakura em 05/01/2002Nota: 4
Adoro os livros do Tom Clancy e adoros seus filmes, apesar de ser pior que os outros filmes baseado em seus livros e um ótimo filme. Os produtores poderiam ter contratado um ator melhor para interpretar Jack Ryan, Morgan Freeman está ótimo!
Envolvente,bonito,uma história que vale a pena.
por Livia, 11/02/2012 às 01:15
Envolvente,bonito,uma história que vale a pena.
por Livia, 11/02/2012 às 01:15
Assistir a um filme dos Irmãos Coen é sempre muito gratificante e esse filme não decepcio...
por carlos_alberto_09, 11/02/2012 às 01:02
Cada Um Tem a Gêmea que Merece
ah... o filme é engraçado, com uma comédia leve e divertida. É para se ver em família!
por rvasconceloscampos, 11/02/2012 às 00:53