Título original: (Jarhead)
Lançamento: 2005 (EUA)
Direção: Sam Mendes
Atores: Jake Gyllenhaal, Jamie Foxx, Tyler Sedustine, Jacob Vargas.
Duração: 123 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Swoff (Jake Gyllenhaal) é a terceira geração de sua família a servir ao exército. Ele passa pelo campo de treinamento antes de ser designado para lutar no Iraque, onde precisa carregar seu fuzil e cerca de 50 quilos de equipamento nas costas através de desertos escaldantes. Estando em local que não entende, lutando contra um inimigo que não consegue ver e sem entender direito o porquê de estar ali, Swoff e seus companheiros de batalhão sobrevivem à adversidade local usando o humor negro e o sarcasmo.
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Fê Sanches em 31/05/2011Nota: 8
Muito bom.Eu particularmente gosto de filmes de guerra,e o interessante deste é que apesar de ter violência,o foco do filme foi mostrar o outro lado:O lado humano,mostra como a guerra enlouquece até o soldado mais forte,que até o soldado mais preparado chora em algum momento.Nota 10 para os atores,e muito bom também a trilha sonora,o que deixa o filme melhor ainda.Vale a pena ver.
Luiz@o em 01/09/2010Nota: 5
Peerfeito.Jake Gyllenhaal e Peter Saasgard estão perfeitos.Sam Mendes retorna com força total após "Beleza Americana".A vida dentro dos campos de batalha é retratada de maneira chocante,com a grande ambição dos soldados de irem para casa.Mas não é um filme de guerra.É algo novo e diferente.RECOMENDO A TODOS.
Senhor Ivan em 17/07/2010Nota: 3
Um grande filme de guerra,totalmente diferente de qualquer outro que já assisti.ASSISTA.
Sidney em 12/07/2010Nota: 5
Muito bom filme, uma hisória diferente do qual ja estamos acustumados a ver, RECOMENDO.
Paty em 07/03/2010
Nossa!Adorei esse filme,ate que enfim JAKE conseguiu agradar no cinema,porque ele estava deixando a desejar em suas atuaçoes.Filme poderoso em roteiro e atuaçoes.RECOMENDO.
Tiago Gomes em 04/01/2005Nota: 4.5
Um bom filme de Sam Mendes, não decepcionando depois do fantástico "Beleza Americana". O filme rende cenas fantásticas e belas num deserto, onde, à primeira vista, o nada prevalece. Não é só mais um filme de guerra é uma história de que podemos correr atrás do sonhos, abdicando de muitas atribuições de nossas vidas e tudo pode dar errado, mas no fim veremos que tudo pode valer a pena.
Fábio de Oliveira Ribeiro em 07/01/2005Nota: 5
O ano cinematográfico começou bem. SOLDADO ANÔNIMO é um dos melhores filmes da última década. Tudo o que um adolescente precisa saber sobre a guerra é brutalmente jogado em sua cara. Enquanto estava em casa, o personagem central tinha uma namorada e fazia amor quando queria. Após vários meses no Oriente Médio sem fazer nada ele se masturba e pensa na namorada. A exemplo das companheiras e esposas de vários outros soldados, a amada do herói não consegue ficar sozinha e arruma outro. Um diálogo irônico demonstra como ele e seus colegas foram vítimas da promessa do exército de uma vida de ação e muito sexo. O desenrolar do filme confirmou minhas suspeitas de que os soldados americanos são onanista armados, cornos infelizes que defendem causas que desconhecem. A metalinguagem ocupa um lugar importante no filme. Durante o treinamento a tropa assiste Apolcalyse Now e entra em delírio enquanto é exibida a ontológica cena em que os helicópteros atacam uma aldeia vietnamita. Após o fim da Guerra do Golfo o soldado reformado assiste pela TV a cena de FALCÃO NEGRO EM PERIGO, filme que já analisamos nesta revista. O primeiro filme citado explora o surrealismo da guerra iniciada por Kennedy, o segundo retrata realisticamente a guerra absurda de Bill Clinton. Enquanto narra o treinamento das tropas, SOLDADO ANÔNIMO é realista. Os soldados são brutalizados pelos oficiais e brutalizam-se uns aos outros para compensar a frustração. A partir do momento em que o herói e seus colegas entram em ação, o filme se torna surrealista. Eles acampam próximos aos poços petrolíferos em chamas, cavam abrigos na areia molhada pela chuva oleosa que cai do céu. Andam de um lado para outro em busca de ação mas só conseguem encontrar cadáveres. O único ataque que sofrem são dos aviões americanos. A cena na estrada da morte é tocante. Durante a verdadeira guerra do golfo a USAF bombardeou um comboio de veículos particulares e militares que se retiravam do Kuait eliminando centenas de milhares de iraquianos. Até hoje não sabemos exatamente o que ocorreu. Há quem não descarte a hipótese de perfídia americana. A retirada teria sido negociada entre os generais de Saddan e de Bush. Quando tiveram garantia de que poderiam abandonar o Kuait em segurança, as tropas iraquianas pegaram a estrada e foram covardemente despedaçados e incinerados pela força aérea dos EUA. O filme endossa de maneira sutil esta tese na medida em que os personagens chegam e ultrapassam a estrada da morte sem enfrentar o inimigo. Alguns diálogos entre os soldados são bastante comprometedores. No país da liberdade os soldados sofrem a mais abjeta censura. É impossível o expectador perceber que não há diferença qualitativa entre o regime político americano e o iraquiano. Nesse sentido, o filme sabota abertamente as campanhas em curso. Pela abordagem que deram à Guerra do Golfo, percebe-se claramente que os produtores e roteiristas do filme não estão comprometidos com a escola estética nacional-socialista que ganhou força no cinema americano desde os atentados às Torres Gêmeas. Isto é excelente, pois demonstra que a sociedade americana ainda não está completamente doente. Já está mais do que na hora dos americanos perceberem que estão sendo sistematicamente enganados por republicanos, democratas e produtores culturais. O filme tem pelo menos duas cenas que merecem entrar para a história do cinema. A primeira é a do soldado se masturbando. A outra é a do protagonista completamente bêbado dançando somente com duas toquinhas, uma na cabeça e outra no pênis. Não tenho certeza, mas suspeito que a última cena foi inspirada no Geraldão e seu bimbolover. O filme é simplesmente imperdível.
Carlos Henrique dos Santos em 08/01/2005Nota: 4.5
Um belíssimo filme, que retrata de maneira direta os males da guerra. Cconstruindo um filme de guerra sem guerra sam mendes traça todo um painel da loucura ianque no que concerne à violência. Nno fundo, a verdadeira guerra é a dos soldados com eles mesmos; lutando para sobreviver num quase-inferno, eles se deparam com seus próprios medos, suas angústias e frustrações afloram, mostrando que mais do que apenas guerreiros, aqueles que lá estão são homens com sentimentos, frágeis, mas ao mesmo tempo extremamente fortes e decididos do que fazer, pena que tenham que liberar toda energia que acumulam matando, ferindo, lutando por um mal que eles nem sabe qual é. Oo grande achado do filme é descontruir o tradicional filme de guerra ao não mostrar a guerra, dessa forma, o que sobressai são os homens que fazem parte da história. Ppoético e melancólico, soldado anônimo é um grito contra as alucinações estadunidenses, um país histérico e esquizofrênico, que luta consigo próprio, ferindo os outros, na busca de uma identidade. simplesmente ducaralho! de bom.
Vou assistir apenas pelos efeitos especiais q estão elogiando aí, mas sem grandes expectat...
por Joe Cortez, 12/02/2012 às 07:00
Excelente filme! Javier Bardem em uma atuação marcante, mereceu o Oscar na época tanto el...
por Renan, 12/02/2012 às 02:10
Adorável.Um tema tão complicado explorado com delicadeza.
por Livia, 12/02/2012 às 01:41
Eu realmente gostei de ter assistido,fotografia maravilhosa.É o tipo de filme que tem o cli...
por Livia, 12/02/2012 às 01:33