|
|
|
||||||
|
Eu gostei muito desse filme, além do mais sou militar tbm, ficou perfeito as cenas de recrutamento ate as cenas de combate. Mas axei os soldados c muita liberade c seus superiores hierarquico. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Sam Mendes mostrou ser um competente diretor em "Beleza americana" seu primeiro longa já rendeu o seu primeiro Oscar de melhor diretor. Qualquer critico tiraria o chapéu para ele,mas como o trabalho de um critico e criticar o trabalho duro dos outros vamos esperar as criticas que podem mudar o conceito de qualquer filme, mas pelo que eu vi em "Soldado Anonimo" umas semelhanças com o filme de Stanley Kubrick "Nascido para matar" (Full metal jacket)só que o cenario não e o Vietnã que já se tornou cenario de centenas de filmes de guerras, agora o cenario e o Iraque (As vezes ficamos na duvida de qual guerra no Iraque que o filme se refere talvez ele queria transmitir essa ideia de um conflito do passado ou atual). O humor negro e um dos grandes topicos do filme pois além de contar a historia do filme faz com que simpatizamos com os personagens e a paisagem desertica do Iraque. Mas deve-se lembrar que o filme mostra um detalhe importante na guerra do Golfo onde o inimigo não e visto pelos combatentes e era uma guerra que a presença dos soldados não haviam tanto efeito quando as maquinas tecnologicas de guerra computadorizadas com alto poder de fogo e prescição essa e uma boa desculpa para que os telespectadores que adoram uma violenciazinha de vez em quando para acabar com a monotonia. O soldado anonimo (Jarhead) não e um filme para ser entendido e um filme para ser sentido na pele o que realmente foi a guerra do Golfo. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Um bom filme de Sam Mendes, não decepcionando depois do fantástico "Beleza Americana". O filme rende cenas fantásticas e belas num deserto, onde, à primeira vista, o nada prevalece. Não é só mais um filme de guerra é uma história de que podemos correr atrás do sonhos, abdicando de muitas atribuições de nossas vidas e tudo pode dar errado, mas no fim veremos que tudo pode valer a pena. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Soldado Anônimo poderia ser mais um filme que ressalta o exacerbado ufanismo tão cansativo e comum nos filmes americanos. Poderia, mas nao é! De cara, vemos um sarcasmo através de uma narrativa seca, porém inteligente. Pra que ir à guerra? Lutar por quem? Se sacrificar por quem? Esses são só alguns questionamentos que um jovem faz ao ter que passar por essa experiência. Com ironia e uma bela fotografia, Sam Mendes conduz o filme como ninguém. O caráter agoniante, os ângulos intimistas e uma seleção musical pra lá de inesperada (e esperada também) afirmam a marca do diretor. O talento do Jake Gyllenhaal, passa, na dose certa, as aspirações, ironia e a pergunta: "o que eu estou fazendo aqui?". E é essa pergunta que não cala ao final da película: "pra que guerra?", "por que tanta estupidez?". Soldado Anônimo não é um filme de guerra. É um filme qustionador, interessante e particularmente bonito. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Tornou-se um lugar comum do gênero dos assim chamados "filmes de guerra" ou uma postura política clara como o Nascido em 4 de Julho de Oliver Stone ou de um enfoque nas batalhas e ação de guerra propriamente dita como em O Resgate do Soldado Ryan. O novo filme de Sam Mendes foge completamente destes lugares comuns. Em Jarhead que em português ficou com o título de Soldado Anônimo, o filme se desenvolve a partir das angústias e dilaceramentos psicológicos dos envolvidos na guerra, extraídos do livro de memórias de Anthony Swofford. O filme narra a experiência de Swoff (Jake Gyllenhaal) nos snipers marines ou batalhão de atiradores da conhecida companhia de fuzileiros do exército americano. Leitor de Albert Camus (cujo livro "O Estrangeiro" aparece em suas mãos) Swoff descobre até a mais prufunda realidade o significado do apelido jarhead ou "cabeça-de-jarro". Este apelido não se refere apenas ao penteado dos fuzileiros, uma cabeça toda raspada com a exceção do topo, que fica como a tampa de um jarro. Mas o jarro mesmo, a cabeça, é vazia e assim precisa ficar enquanto a guerra persistir. O medo de perder a vida que deixou para trás é onipresente nos fuzileiros quando estes vão para a primeira guerra contra o Iraque no início dos anos 90, quando Saddam Hussein invadiu o Kwait. A parede da vergonha, onde os fuzileiros pregam as fotos e as cartas da esposas e namoradas infiéis é uma mostra bastante significativa dos efeitos psicológicos e banais do ponto de vista tradicional dos filmes de guerra mas que, humano demasiado humano que são, são retomados como tema principal de Mendes, que consegue costurar um grande filme de guerra com estes retalhos. Como sendo de uma terceira geração de soldados que foram à guerra Swoff tem, além disso, uma enorme dificuldade em encontrar sua própria forma de expressão. a "sua" guerra. Numa das cenas um helicóptero no deserto sobrevoa Swoff tocando "Break on Through" do The Doors e o fuzileiro grita "esta é a música de outra guerra, nós queremos a música da nossa guerra". Este vazio de identidade, essa sensação de não conhecer aquilo que os caracterizam como geração não é só dos combatentes no Iraque mas de nossa geração mesma. Talvez essa dificuldade de caracterizar-se a si mesma como geração não é a característica desta geração? A excelente fotografia e direção de arte do filme transformaram o deserto e os poços de petróleo flamejantes em uma imagem cinematograficamente histórica. O banho de petróleo dos fuzileiros é antológica, marca nosso período de guerras tanto como Marlon Brandon louco nas florestas asiáticas de Apocalispse Now marcaram a Guerra do Vietnã. Mas mais do que isso, Sam Mendes também quer mostrar o quanto sendo diferente o presente de guerra é exatamente igual a todos os outros, como uma história que não cessa de se repetir. "Todo guerra é diferente, toda guerra é igual" diz-nos Swoff. Sam Mendes volta com um filme tão corrosivo quanto seu Beleza Americana que lhe rendeu o prêmio da Academia, corrosivo pois não permite uma leitura fácil, instrumentalizado por clichês, mas nos mostra a partir da complexidade da ficção, de personagens tão difíceis de serem compreendidos e perdoados o quanto é complexo o nosso presente de guerras: Mendes mostra a crueza deste lado do gatilho, onde se por uma lado há sempre uma desumanização, resta ainda sempre algo de humano a se perder. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
O ano cinematográfico começou bem. SOLDADO ANÔNIMO é um dos melhores filmes da última década. Tudo o que um adolescente precisa saber sobre a guerra é brutalmente jogado em sua cara. Enquanto estava em casa, o personagem central tinha uma namorada e fazia amor quando queria. Após vários meses no Oriente Médio sem fazer nada ele se masturba e pensa na namorada. A exemplo das companheiras e esposas de vários outros soldados, a amada do herói não consegue ficar sozinha e arruma outro. Um diálogo irônico demonstra como ele e seus colegas foram vítimas da promessa do exército de uma vida de ação e muito sexo. O desenrolar do filme confirmou minhas suspeitas de que os soldados americanos são onanista armados, cornos infelizes que defendem causas que desconhecem. A metalinguagem ocupa um lugar importante no filme. Durante o treinamento a tropa assiste Apolcalyse Now e entra em delírio enquanto é exibida a ontológica cena em que os helicópteros atacam uma aldeia vietnamita. Após o fim da Guerra do Golfo o soldado reformado assiste pela TV a cena de FALCÃO NEGRO EM PERIGO, filme que já analisamos nesta revista. O primeiro filme citado explora o surrealismo da guerra iniciada por Kennedy, o segundo retrata realisticamente a guerra absurda de Bill Clinton. Enquanto narra o treinamento das tropas, SOLDADO ANÔNIMO é realista. Os soldados são brutalizados pelos oficiais e brutalizam-se uns aos outros para compensar a frustração. A partir do momento em que o herói e seus colegas entram em ação, o filme se torna surrealista. Eles acampam próximos aos poços petrolíferos em chamas, cavam abrigos na areia molhada pela chuva oleosa que cai do céu. Andam de um lado para outro em busca de ação mas só conseguem encontrar cadáveres. O único ataque que sofrem são dos aviões americanos. A cena na estrada da morte é tocante. Durante a verdadeira guerra do golfo a USAF bombardeou um comboio de veículos particulares e militares que se retiravam do Kuait eliminando centenas de milhares de iraquianos. Até hoje não sabemos exatamente o que ocorreu. Há quem não descarte a hipótese de perfídia americana. A retirada teria sido negociada entre os generais de Saddan e de Bush. Quando tiveram garantia de que poderiam abandonar o Kuait em segurança, as tropas iraquianas pegaram a estrada e foram covardemente despedaçados e incinerados pela força aérea dos EUA. O filme endossa de maneira sutil esta tese na medida em que os personagens chegam e ultrapassam a estrada da morte sem enfrentar o inimigo. Alguns diálogos entre os soldados são bastante comprometedores. No país da liberdade os soldados sofrem a mais abjeta censura. É impossível o expectador perceber que não há diferença qualitativa entre o regime político americano e o iraquiano. Nesse sentido, o filme sabota abertamente as campanhas em curso. Pela abordagem que deram à Guerra do Golfo, percebe-se claramente que os produtores e roteiristas do filme não estão comprometidos com a escola estética nacional-socialista que ganhou força no cinema americano desde os atentados às Torres Gêmeas. Isto é excelente, pois demonstra que a sociedade americana ainda não está completamente doente. Já está mais do que na hora dos americanos perceberem que estão sendo sistematicamente enganados por republicanos, democratas e produtores culturais. O filme tem pelo menos duas cenas que merecem entrar para a história do cinema. A primeira é a do soldado se masturbando. A outra é a do protagonista completamente bêbado dançando somente com duas toquinhas, uma na cabeça e outra no pênis. Não tenho certeza, mas suspeito que a última cena foi inspirada no Geraldão e seu bimbolover. O filme é simplesmente imperdível. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Um belíssimo filme, que retrata de maneira direta os males da guerra. Cconstruindo um filme de guerra sem guerra sam mendes traça todo um painel da loucura ianque no que concerne à violência. Nno fundo, a verdadeira guerra é a dos soldados com eles mesmos; lutando para sobreviver num quase-inferno, eles se deparam com seus próprios medos, suas angústias e frustrações afloram, mostrando que mais do que apenas guerreiros, aqueles que lá estão são homens com sentimentos, frágeis, mas ao mesmo tempo extremamente fortes e decididos do que fazer, pena que tenham que liberar toda energia que acumulam matando, ferindo, lutando por um mal que eles nem sabe qual é. Oo grande achado do filme é descontruir o tradicional filme de guerra ao não mostrar a guerra, dessa forma, o que sobressai são os homens que fazem parte da história. Ppoético e melancólico, soldado anônimo é um grito contra as alucinações estadunidenses, um país histérico e esquizofrênico, que luta consigo próprio, ferindo os outros, na busca de uma identidade. simplesmente ducaralho! de bom. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Soldado Anônimo, filme sobre a Guerra do Golfo, não é somente mais um filme sobre guerra. O ponto forte do filme são as relações humanas entre os soldados envolvidos no conflito. Destaque para o Sargento Sykes, interpretado por Jamie Foxx, que se mostra como o mais humano dos militares no filme. Dificilmente Soldado Anônimo será um clássico. Mas em alguns momentos, chega perto de Apocalipse Now. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Soldado anônimo é um filme sensível, bom, engraçado, irônico e muito, muito bom! Acabei de ver e poxa! Como ele constroi o personagem principal e a s coisas ao seu redor é simplesmente magnífico! |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Sam Mendes mais uma vez consegue cutucar a platéia, e faz de Soldado Anônimo um drama divertido sobre comportamento humano e sobre a sobrevivência das pessoas diante de problemas banais que levam ao estremo da loucura. Soldado Anônimo não agrada a muitos, é chato em certo ponto, mais é um filme com uma grandiosidade importante, para muitos ao ver certas cenas do filme, uma sensação de culpa pode aparecer, e outros podem até se sentirem ofendidos (talvez) por fazerem o mesmo na vida real. Dos três filmes de Sam Mendes acho que esse fica em segundo lugar, pois em matéria de comportamento humano o diretor arrasou em Beleza Americana. Mas Soldado Anônimo não fica atrás, e para ter uma compreensão por inteiro do filme, basta vê-lo não somente como mais um filme de guerra, mas sim como um filme de problemas normais que podem afetar a vida de qualquer um em qualquer lugar, seja em casa, no trabalho, na igreja ou na guerra. Entendeu? |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Filme extremamente enviesado. Trazendo a apologia à guerra, tenta convencer aos que assistem a importância dela. Se não bastasse a ocupação em países árabes atualmente, parece haver um movimento nos estúdios de Hoolywood - principalmente naqueles fracos intelectualmente - em glorificar o horror. Salva-se, no entanto, a fotografia, a trilha sonora e as atuações de Jake Gyllenhaal, Jamie Foxx e Peter Sarsgaard. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
O Filme é muito interessante.. Trás um dos melhores temas pra se fazer filmes! Além de ter cenas de tirar o fôlego é muito inteligente e muito bem estruturado! Só que podia ter mais cenas de guerra.Fora isso merece uns 8 a 8.5 mesmo. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Gosto desse estilo de filme de guerra, sem grandes tragédias. Mas ainda prefiro Nascido pra Matar... aliás, acho que esse é uma bela cópia de Nascido pra Matar. |
|||||||
|
|
|
||||
|
Ridicularmente ridículo! mas se vc tiver coragem, pode tentar se emocionar com o drama do jovem que foi para o iraque, perdeu a namorada e voltou triste por não ter matado ninguém... quanto tempo ainda vai levar para assistirmos um filme que mostre algo real (e util) sobre a guerra do iraque? depois de ver uma porcaria inutil dessas eu fico com medo de achar que a resposta seja nunca.... enquanto isso, melhor é se contentar com o "Fahrenheit 11 de Setembro". |
|||||
|
|
|
||||||
|
Mostra a realidade do que se trata ser um soldado dos Estados Unidos. Seria aquele que vê uma coisa e encontra outra bem diferente principalmente se tratando da guerra do Iraque. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Filme bom, retrata fielmente o tédio da espera de uma guerra que nunca começa...e quando finalmente vem, rapidamente termina, frustrando os degradados jovens soldados. Jake Gylenhaal mais uma vez mostra seu talento, ao lado de Jammie Fox, numa boa interpretação depois de seu Oscar. Destaque para a bela fotografia e trilha sonora do filme, além da homenagem a dois clássicos de guerra: Nascido Para Matar e Apocalypse Now. |
|||||||
|
|
|
||||
|
Que porcaria! Um filme de guerra sem nenhum combate! Não sei qual a mensagem que o filme tentou deixar. Não me julgo burro, mas confesso que não entendi o que o diretor e o roteirista quiseram mostrar nesse filme. No início pensei que queriam mostrar a camaradagem entre os fuzileiros, mas no decorrer do filme a trama foi ficando cada vez sem sentido e quando o expectador pensa que terão cenas de ação que mostrassem um pouco do que foi a Guerra do Golfo (nos últimos 40 min.), nova decepção. |
|||||
|
|
|
||||||
|
É um ótimo filme, conta a vida de um fuzileiro dentro do exército americano, quem gosta de filmes do gênero, assista, pois é um filme que não deixa nada a desejar, não fala própiamente de guerra. Jamie Foxx e Jake Gyllenhaal fazem um ótimo par neste filme, Jake já atuou em O Dia Depois de Amanhã e Foxx atuou em Ray e Miame Vice dois ótimos filmes. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Ótimo filme. Percebe-se que o recomendo, o conteúdo faz juz a nota. Adoro os filmes com Gyllenhaal, um dos melhores atores que conheço e que atua muito bem nesse filme. Para quem gosta de guerrilha, ação, e de filmes reais que não nos fazem sonhar com um mundo melhor mas sim enter o agora, assistam. |
|||||||
|
|
|
||||
|
Nossa!Adorei esse filme,ate que enfim JAKE conseguiu agradar no cinema,porque ele estava deixando a desejar em suas atuaçoes.Filme poderoso em roteiro e atuaçoes.RECOMENDO. |
|||||
| 1 - | Percy Jackson e o Ladrão de Raios | 6 | 39 |
| 2 - | Simplesmente Complicado | 6 | 9 |
| 3 - | Avatar | 8 | 141 |
| 4 - | Idas e Vindas do Amor | 6 | 31 |
| 5 - | O Amor Acontece | 8 | 2 |
| 6 - | Toy Story 2 | 9 | 7 |
| 7 - | O Lobisomem | 5 | 30 |
| 8 - | Alvin e os Esquilos 2 | 8 | 47 |
| 9 - | Um Olhar do Paraíso | 7 | 40 |
| 10 - | Entre Irmãos | 8 | 5 |