Título original: (Simone)
Lançamento: 2002 (EUA)
Direção: Andrew Niccol
Atores: Al Pacino, Catherine Keener, Rachel Roberts, Tony Crane.
Duração: 117 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Após a principal estrela de seu mais novo trabalho desistir do projeto, o produtor Viktor Taransky (Al Pacino) entra em desespero. Sem ter como deixar tudo a perder, Taransky decide criar secretamente Simone, uma atriz digital criada especialmente para o trabalho, substituindo uma de carne e osso. Mas o que Taransky não esperava era que Simone iria se tornar um sucesso mundial, sendo que todos desejam conhecê-la pessoalmente.
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Laerte Brenha em 15/05/2011Nota: 10
Um grande filme - Al Pacino brilhou como sempre, mas todo mundo amou mesmo foi S1m0ne. 10.
allyson em 03/11/2010Nota: 2.5
Olha na minha opiniao o filme é bom, o final é exelente, e a historia é interessante mas o filme chega a ser um pouco chato por ser muito parado em algumas partes. A musica que a simone canta é boa e fica na cabeça. Se a historia do filme fosse na vida real eu juro que seria fã da Simone personagem, apesar da atriz ser muito boa.
Antonio de Paula Rocha Lima em 17/04/2010
O filme é válido somente para ser visto como uma diversão sem compromisso. A narrativa consegue envolver em vários momentos, mas é o tipo do filme que não se torna memorável. É ver e esquecer logo adiante.
pedro1asakura em 05/01/2002Nota: 3
Apesar de tudo, o ponto forte do filme ainda é o roteiro. A originalidade e criatividade do roteiro (idéia central) poderiam render muito mais do que resulta o filme. A idéia de mostrar o sensacionalismo hollywoodiano e toda uma obsessão é quase jogada fora em exageros e numa evolução e desenvolvimento de roteiro ruim. Deu pra perceber que o filme tinha potencial pra ser melhor. Tanto é que a tal da Simone não fica muito artificial (nem falsa de efeitos especiais, nem muito real por falta deles). A direção é muito razoável e deu um foco discutível ao roteiro (também poderiam render mais). Al Pacino está bem em cena mas não consegue brilhar e Catherine Keener tem um papel básico e fica abaixo da média. Todo o resto do elenco estão apenas medianos, tirando Rachel. Mesmo assim, não deixa de ser um bom filme. Não é drama e não é tão comédia assim (dei umas duas risadinhas no filme). Trata-se de um filme a ser visto e que serve como um bom passatempo."
Wesley Pereira de Castro em 09/01/2002Nota: 2.5
Na obra de alguns autores cinematográficos comprometidos com a ousadia estilística, é comum recorrer à tática perigosa de se fazer confundir o tema de sua verve artística com o sentimento reinante na interação com o espectador. Por essa razão, vários são os filmes em que a monotonia/agilidade do roteiro é propositadamente vinculada à imanência narrativa da trama ou fazem com que as reações sensórias do público (medo, tristeza, excitação sexual) sejam manobradas pelo enredo para validar elementos composicionais que são postos diante dos sentidos físicos e psíquicos do espectador. "S1m0ne" tenta se utilizar desse tipo de técnica autoral para criticar o fanatismo mediocrático que pulula na configuração ideológico-produtiva da artes na atualidade, mas atinge apenas o envilecimento qualitativo. Azafamado pela dignificação de seu pequeno, porém consagrado, currículo fílmico de abordagens futuristas intrigantes [que, entre outros assuntos, analisa as conseqüências pessimistas da clonagem e do panopticismo], o diretor e roteirista Andrew Niccol se deixa contaminar pela mediocridade contumaz e pelo deslumbramento infantil de seus personagens, dando origem a um filme naturalmente ultrapassado, em que a precariedade investigativa do enredo fomenta certos preconceitos analíticos na postura receptiva de quem assiste à produção. As primeiras cenas talvez expliquem melhor esse dilema: ao som do maravilhoso "Adagio for Strings"[composto por Samuel Barber], vemos a imagem azulada de uma passagem costeira ser substituída pelo Primeiro Plano inferior de uma tigela com jujubas, onde o protagonista, um cineasta complexado de nome Viktor Taransky, retira balas com sabor de cereja do utensílio vítreo para não desagradar os caprichos excêntricos de sua atriz preferida, que está insatisfeita com a mutualidade irrecompensável do relacionamento entre eles. Apesar dos esforços inomináveis de Taransky, a diva Nicola Anders vai embora. Excessivamente frustrado e sob a ameaça de perder seu emprego, Taransky encontra um engenheiro cibernético monocular que lhe apresenta a um projeto de elenco informático, denominado Simulation One ["Simulação Um] . A princípio, Taransky reluta em aceitar a validade aplicativa de seu admirador tresloucado, mas a morte súbita desse segundo personagem faz ele mudar de idéia. Desse modo, a Simone do título encontra um contexto favorável para o seu "nascimento", alavanca a carreira estelar de forma surpreendente e, após ser rotulada como "indestrutível", transforma-se num instrumento marcante de apologia ao star system' hollywoodiano, posição esta que será repetida de maneira inconveniente até a distante e insatisfatória seqüência final. Como se pode perceber nesta breve sinopse, o maior problema de "S1m0ne" está na sua insistência forçada em uma única e reiterativa situação humorística: a idolatria patológica que algumas pessoas destinam à atriz virtual monopolizada por Viktor Taransky, comportamento doentio que, apesar de sua trágica comprobação verossímil, parece bastante comprometida com a difusão hipócrita de um elogio subentendido à importância sistematizada de fãs-clubes para a continuidade vitoriosa do capitalismo cinematográfico. Percebemos isto de maneira tri-departamentalizada: 1º- A elipse temporal embutida no intervalo que separa o recebimento da herança de Taransky e o lançamento do filme "Sunrise, Sunset" corresponde a exatos nove meses, não por acaso o tempo de gestação de um indivíduo humano; 2º - Apesar de ser notoriamente inspirada no corpo da atriz canadense Rachel Roberts, a personagem Simone é anunciada nos créditos como sendo interpretada por "ela mesma"; 3º - Um dos primeiros epitáfios pronunciados por Simone após a sua emergência é "eu sou a morte do real", o que demonstra a inquestionabilidade certeira de seus propósitos personalísticos. De fato: ela é tão artificial e enfadonha que a compulsão vangloriosa que é destinada à sua existência só torna o filme ainda mais prejudicado no que se refere à irresolução de paradoxos internos. Destaca-se nesse sentido a discrição de alguns detalhes tramáticos que não deixam de ser originais: a citação providencial ao nome do cineasta hiper-realista John Cassavetes como sendo uma das influências pessoais de Viktor Taransky; a presença do rosto viril e peculiar de Ernest Borgnine dentre as musas orgânicas de Simone; e o quadro gigantesco que passa por detrás da imagem convalescente de Hank Aleno (Elias Koteas) quando este é inicialmente abandonado por Taransky. Tais esboços de criatividade demonstram uma maior pretensão científica por parte do enredo, mas chafurdam quase que completamente na precariedade genérica da trama. Do ponto de vista técnico, chama a nossa atenção o excesso premeditado de cenários desérticos [leia-se propícios para o uso de chroma-key'], em que a pequeneza dimensional dos personagens intensifica a opacidade transbordante das paisagens ecológicas e arquitetônicas mostradas no filme, remetendo metaforicamente às idéias bio-filosóficas do físico austríaco Fritjof Capra, que defende em suas teorias a maleabilidade louvável do esvaziamento ubíquo que circunda o núcleo atômico. Além disso, o trabalho fotográfico do filme corrobora para o sucesso dessa distinção real(vazio)/virtual(preenchido) através da tonalidade sépia que predomina nos interiores da Amalgamated Studios, empresa onde Taransky exerce suas funções profissionais. A genialidade do músico Carter Burwell e a excentricidade do elenco secundário (em especial, as figuras de Jay Mohr, Catherine Keener e Jason Schwartzman) são também desperdiçados por causa desse reducionismo comparativo, mas ainda assim Al Pacino, Evan Rachel Wood e Winona Ryder conseguem injetar uma compacta elevação interpretativa nos personagens estereotípico-referenciais que assumem enquanto chamarizes astrais. Ao ser concluído, "S1m0ne" determina a periculosidade auto-destrutiva da fecundidade interesseira como sendo ineludível para quem se dispõe a criar um mito. Correndo o risco de ser executado, preso ou internado como insano, Viktor Taransky é obrigado a casar e constituir família com a imaginária personagem que fica sob sua tutela. Chip é o nome do primeiro filho da parelha que, após os créditos de encerramento, aparece realizando compras em um supermercado. Na trilha sonora, ouvimos Mary J. Blige entoar "(You Make me Feel Like) A Real Woman", executada momentos antes pela própria Simone em um estádio de futebol lotado, onde Taransky confirma que "é mais fácil enganar às massas do que a uma só pessoa". Isso nos faz recorrer a uma enumeração conhecida pelos teóricos da Comunicação, que subdivide categoricamente as principais funções do discurso midiático, todas elas aqui presentes: pedagógica, representada pelo desagradável conceito que o filme atribui ao que se convencionou (erroneamente) chamar "filme de arte"; tradicional, equivalente ao modo oportuno como o filme celebra os sistemas norte-americanos de produção cultural; simbólica, imbuída no caráter iconográfico que perpassa a totalidade do enredo; mobilizadora, figurada na maneira pouco inventiva como o filme transforma a adesão gaiata do espectador em indícios de contaminação/legitimação behaviorista (vale lembrar que as platéias intra-fílmicas sempre aplaudem as produções de Taransky antes da conclusão finalizada dos créditos); e reparadora, explicitada cinicamente no sorriso conformista que Viktor troca com o espectador em frente a um fundo infinito' exageradamente esverdeado. A satisfação masoquista que inunda o personagem durante esta cena é particularmente assombrosa devido à crença enganosa e peremptória de que o esoterismo poético do cinema pode ser substituído pelo exoterismo maquiavélico da exploração perpetrada assiduamente pela Industria Cultural. Enquanto ainda houverem espectadores cônscios de que somente as virtudes humanas (e/ou teístas) merecem ser reverenciadas positivamente através dos substratos materiais arquitetados pela inteligência personalizante, podemos assistir a filmes como este de maneira tranqüila. O espírito remunerador da iluminação egocêntrica e religiosa elimina o montante reversível de eventuais concussões condutivas engenhadas por nossa sujeição momentânea à hipnose fílmica ditatorial!
Cláudiaa em 15/01/2002Nota: 5
Gostei muito do filme pois nos faz abrir os olhos perante uma nova realidade que se nos apresenta hoje em dia, de imagens e sensações virtuais e/ou reais. Também interessante destacar o papel que a mídia e os meios de massa promovem algo ou alguém, levando o público a seguirem/ou mudarem certos hábitos de vida. É a prova de que algumas pessoas ainda só acreditam no que realmente podem tocar, no que consideram concretamente real. O filme apresenta uma perspectiva de tamanha influência dos meios, que nos prova a existência de um ser, mesmo que não o toquemos, incitando o público por outros sentidos que não o do tato. Achei que todo o filme foi uma grande boa idéia , muito interessante e discutível.
Tiago Gonçalves em 03/01/2002Nota: 5
Vi o filme nos Estados Unidos! Nem sei porque o gênero do filme é drama, pois o filme na minha opinião é a comedia do ano!!! E muito ilario como Al Pacino (Viktor Taransky) vai se enrolando nas proprias mentira!!O filme explora muito o fanatismo das pessoas por artistasSimone so e vista nos filmes e em uma unica vez ne um Show onde sou imagem e olografica, não dando para ninguem perceber e claro! Rachel Roberts (Simone) é uma das atrizes mais lindas que ja vi na telinha do cinema, e tem muito potencial. Pode ter certeza que ao assistir o filme você não vai se decepcionar com o final!!!
Rafael Linhares em 08/01/2002Nota: 5
Diversão e satisafação garantidas! O filme além de contar com a rara boa atuação de Al Pacino aborda um tema muito polêmico e para se pensar muito... Mas mesmo com tudo isso acada surpreendendo a cada segundo ao desenrolar da complicada trama em que segue. Proporcionando boas risadas e fazendo-nos questionar alguns valores a muito esquecidos... Simone toca cada espectador de uma maneira diferente!"
Rafael em 13/01/2002Nota: 4
"SIMONE" é um filme completamente diferente de tudo o que existe hoje em dia e o diretor foi bastante criativo em deixar certo suspense nas partes finais do filme. Sinceramente, "SIMONE" é um dos poucos filmes que assisti e posso dizer "valeu a pena".
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...muito legal,a história interessante te prende do começo ao fim e a animaçao tb é muit...
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...gostei,não é dos mais divertidos,mas é engraçado.
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