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O Show de Truman

titulo original: (The Truman Show)

lançamento: 1998 (EUA)

direção: Peter Weir

atores: Jim Carrey , Ed Harris , Laura Linney , Noah Emmerich , Natascha McElhone

duração: 102 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:The Truman Show
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 42 min
  • ano de lançamento:1998
  • site oficial:http://www.truman-show.com
  • estúdio:Paramount Pictures
  • distribuidora:Paramount Pictures / UIP
  • direção: Peter Weir
  • roteiro:Andrew Niccol
  • produção:Edward S. Feldman, Andrew Niccol, Scott Rudin e Adam Schroeder
  • música:Philip Glass e Burkhart von Dallwitz
  • fotografia:Peter Biziou
  • direção de arte:Richard L. Johnson
  • figurino:Marilyn Matthews
  • edição:William M. Anderson e Lee Smith
  • efeitos especiais:The Computer Film Company / Cinesite Hollywood / EDS Digital Studios

imagens - 12

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sinopse:

Pacato vendedor de seguros (Jim Carrey) tem sua vida virada de cabeça para baixo quando descobre que o astro, desde que nasceu, de um show de televisão dedicado a acompanhar todos os passos de sua existência.

elenco:

  • Jim Carrey (Truman Burbank)
  • Ed Harris (Christof)
  • Laura Linney (Meryl)
  • Noah Emmerich (Marlon)
  • Natascha McElhone (Lauren Garland / Sylvia)
  • Holland Taylor (Mãe de Truman)
  • Brian Delate (Pai de Truman)
  • Blair Slater (Jovem Truman)
  • Peter Krause (Lawrence)
  • Heidi Schanz (Vivien)
  • Ron Taylor (Ron)
  • Don Taylor (Don)
  • Paul Giamatti (Diretor da Sala de Controle)
  • Philip Baker Hall (Executivo)

comentários

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Marcos Júnior
02/01/2001
nota:Rate08
Um filme com um início meio chato, masque empolga do meio pro fim. Nos faz perceber que não somos nada neste universo tãogigantesco, ainda mais se você pensar como se o estúdio onde o show de Truman eragravado fosse a Terra, e no caso, colocasse o Ed Harris como Deus. Um filme beminteressante, e vale algumas boas horas na frente da televisão.
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Fabio
03/01/2001
nota:Rate010
Um Jim Carrey diferente e fenomenal."O Show de Truman" é uma aula de cinema! Um filme inteligente, divertido ecativante. O maior injustiçado do Oscar em 99, com a ausência de indicações,principalmente de melhor filme e de melhor ator para um Jim Carrey simplesmentefantástico!!!
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Pablo Bazarello
04/01/2001
nota:Rate010
Simplesmente o melhor de Carrey atéagora! Ele mostra ser um ator de verdade e não um careteiro, como muitos pensavam. Umretrato sufocante da perda de privacidade.
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marcelo
05/01/2001
nota:Rate010
Filme genial de Peter Weller, que nãofazia um filme bom deste "A Testemunha". Sem contar a atuação perfeita de JimCarrey, que prova ser um excelente ator e não só um comediante. Um filme que dá umalição para esses programas que fazem de tudo para ter audiência, principalmentedesrespeitar o próximo. Filme emocionante e inteligente. Vida longa a filmes deste tipo.
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Daniela Antonellia
06/01/2001
nota:Rate010
Eu adorei este filme! É muito lindo, éuma lição de vida! Jim Carrey provou mais uma vez que é um grande ator! E eu sou FÃ doJim Carrey! Adoro ele! E este filme fez com que eu me tornasse muito mais fanática porele! Esse filme foi demais!
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Marcelo Santiago
07/01/2001
nota:Rate010
Metáfora de Deus? Crítica ao poder deinfluência da Mídia? Questionamento sobre os limites da invasão de privacidade?Metáfora sobre o próprio cinema? "O Show de Truman" não decepciona quemprocura um filme intrigante sobre qualquer dessas temáticas. O único senão é Carrey,mais fraco que o resto, mas não o suficiente para fazer o filme desmerecer nota 10.
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Wendell D. Andrade
08/01/2001
nota:Rate09
Jim Carrey deixa o humor pastelão delado (aliás, nada contra) e se supera como ator dramático, nesse filme que questionaaté onde vão os limites de privacidade impostos pela mídia. Apenas o final deixa umpouco a desejar, mas não tira os méritos deste ótimo filme, o melhor de Jim Carrey,apesar de ainda não ter visto "O Mundo de Andy".
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Lívia Dantas
09/01/2001
nota:Rate010
Esse filme não é apenas bom, éespetacular. Lembro da primeira vez que fui vê-lo no cinema, no início sem saber direitosobre o que se tratava e achando que seria uma comédia. Claro com Jim Carrey no papelprincipal, é a primeira coisa a se pensar. Mas depois que saí do cinema percebi o quãoemocionante, inteligente, e bem feito e escrito ele era. A história, muito maisdramática do que engraçada, é a maior crítica à vida moderna e ao poder demanipulação dos meios de comunicação sobre a sociedade. Jim Carrey está excelente,mas sempre do jeito canastrão. O filme não deixa de ter cenas engraçadas, como a damulher dele fazendo propagandas para as câmeras. A sincronia perfeita dos"atores" da cidade cinematográfica. Este filme deve ser visto deste ponto devista e não achar que é uma comédia, provavelmente não vai ser atingido por ele. Atrilha sonora é demais e dá mais um toque ao filme.
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Henrique Miura
10/01/2001
nota:Rate08
Olha, este filme é muito bacana, mas ofinal é meio tonto. O negócio é que o filme tem um ator que sabe como levar um filmenas costas. Jim Carrey vem a cada dia ganhando mais prestígio!!!
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Breno Moura
11/01/2001
nota:Rate010
Sinceramente, a atuação fantástica de Jim Carrey e a direção minuciosa de Peter Weir nos fazem mergulhar na história espetacular e cheia de detalhes impressionantes. Sem palavras para descrever um dos melhores filmes que já vi!
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Wendell
12/01/2001
nota:Rate010
A reviravolta na carreira do comediante Jim Carrey, que provou ser um bom ator neste drama com toques de humor e feito com inteligência. É um filme pra ver e rever e que faz o espectador pensar. Todos nós vivemos em uma espécie de estúdio e com certeza tem alguem espionando nossas vidas, interferindo nela sem que saibamos. Este "O show de Truman" é com certeza um grande filme e foi injustiçado no ano por não ter concorrido ao Oscar de melhor filme, o que foi uma pena.
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Thiago de Assis
13/01/2001
nota:Rate010
Transformar a vida particular e privativa das pessoas em um negócio lucrativo parece mesmo ser uma tendência da televisão moderna. Basta observarmos programas brasileiros, como "Casa dos Artistas". E o mito da privacidade vai desaparecendo em meio a esses verdadeiros zoológicos humanos. É uma constatação triste!
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Anderson Freire
14/01/2001
nota:Rate010
Uma frase de Christof resume, para mim, a que veio "O Show de Truman". Quando perguntado pelo entrevistador como Truman havia permanecido dentro do show por tranta anos, Christof responde que "ele não questiona a realidade que lhe é apresentada". E não somos assim todos nós? Vejo meus vizinhos aqui ao lado entretidos com o tradicional churrasco de domingo, e percebo que eles também não questionam a realidade que lhes é oferecida. Somos todos assim, nossas vidas hoje resumidas ao trabalho e ao consumo. Nenhum tempo gasto com o que realmente vale a pena na vida, qualquer um de nós facilmente permaneceria no show por 60 anos. Mas não Truman. Ele é o herói, desses que só aparecem no cinema. O único personagem verdadeiro do show (Truman = True Man?) é o menos real de todos, quando derruba a máxima de Christof e rejeita o mundo que o cerca. Talvez uma lição a ser aprendida. Um filme obrigatório, para ser visto e revisto!Em tempo, parabéns à Paramount pelo descaso de lançar o filme em formato Widescreen não anamórfico!
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Gustavo
15/01/2001
nota:Rate06
É até interessante, o melhor com Jim Carrey, justamente porque este filme não chega a ser uma comédia declarada e então este ator não fica fazendo aquelas "caras e bocas" ridículas e sem graça que ele costuma fazer naquelas suas comédias sofríveis em que ele tenta imitar descaradamente o Jerry Lewis(quem dera ele!!!). O final também é muito previsível e bobo.
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Fernando Dias Campos Neto
16/01/2001
nota:Rate09
Há certas obras de arte, e o cinema é a sétima arte, que uma avaliação inicial pode não fazer justiça. Mas o tempo, que tudo desgasta, vai peneirando as coisas e, depois de crescido, colhe-se o trigo, não o joio. Truman era autêntico, talvez múltiplo, menos que unigênito. E a sua angústia alimentada paulatinamente envolve, menos o lado trágico do seu psiquismo edípico, que a dimensão de uma denúncia social, um alerta. Sim, Truman tem os seus irmãozinhos, como por ex. o Winston Smith de George Orwells e o Selvagem de Aldous Huxley. Contudo, cada um deles também difere entre si, sendo que o que eu coloquei em pauta foi o primeiro e é sobre ele que eu quero pensar. O mundo de Truman do ponto de vista do autor será um apelo a se libertar de um universo fechado e alienante por uma atitude demasiado .. verdadeira ? A "true" de Truman parece ser uma "lie" ( mentira) para o resto do mundo que o assiste de suas telinhas. O Éden que lhe é imposto à sua revelia, uma utopia de Christoph, que o dirige secretamente num estilo que Foucault diria panoptical, vai se mostrar acanhado com o tempo. A cumplicidade de todos os moradores da ilha Seahaven, um imenso cárcere privado para ele, estimulava a ambivalência de ter o produtor do programa um dia derrotado, como acontece finalmente. A ilha não era um Estado, mas uma gaiola dourada do capital, um "marketting" de cada coisa que se usava e consumia. Caso não fosse irreal, seria caracterizável como um "ghetto" e objeto da lei. Robinson Cruzoé estava bem melhor que Truman em sua solidão. Exceto por Sylvia Lauren que lhe revelou a farsa de 30 anos : a ilha era uma ficção que o colocava, desde o nascimento no centro de um palco, aliás a tela da TV que editava o "reality show"de sua vida para todo o mundo ! Todos o traíam e Sylvia é logo afastada dele à força como se fora uma louca. E é o amor à ela que, correspondido, vai lhe dar forças para lutar e se libertar do seu cativeiro. Christoph sim, era um ensandecido que, não se sabe como, mantém - no aprisionado naquele lugar por tanto tempo sonhando com Fiji no outro lado do mundo, a simbologia de escapar para o mais longe possível dali. Estuda-se, pois, a questão da alienação social mantida pela má-fé de uma superestrutura que lhe nega o direito de escolha, admitindo que sabe o que lhe é melhor. E isto envolveria todo o seu ciclo vital do nascimento à morte passados ao vivo pela TV como numa novela da nossa Rede Globo. Ao tentar fugir, enfrenta uma tempestade fictícia em alto mar e os seus controladores alarmados com a persistência de Cristoph quase ao afogá-lo, exclamam :" Não podemos deixá-lo morrer ao vivo. " Mas não era o que iria acontecer ? O valor que estava em jogo aliás, não era só a vida biológica, mas a existência de Truman confinado àquela situação-limite. Truman, em outra circunstância qualquer, quando não adotado por uma empresa – ele era filho de uma empresa ! - poderia ter escolhido aquela ilha para viver. Mas, ele era uma excluído em sua própria terra, habitante de uma "caixa preta" que o deixava transparecer para todo o planeta. Há apenas um momento de liberdade no fim do filme quando atinge com um barco a parede da cúpula que o encerrava em seu mundo artificial. Cristoph tenta convencê-lo a ficar. Mas ele, voltando-se para as câmaras, inclina-se como um ator e se despede da platéia e do seu algoz que nem se interessa por conhecer. Vai para a sua Sylvia que assistindo o "show" pela TV o esperava além da porta. Mas se alguém me disser que este filme aborda o mesmo tema de Shangri-lá, talvez às avessas, eu discordaria. O tema exclusão social é abordado nos dois, admito. Mas em, Shangri-lá, uma minoria supostamente melhor e mais inteligente, debanda de sua responsabilidade de compartilhar com toda humanidade do destino por ela escolhido. Com Truman é o oposto. Como os grandes benfeitores da humanidade, citemos apenas Madre Teresa de Calcutá e Albert Schweitzer, Truman não sabe o que vai encontrar além da porta de seu casulo. Está mais desamparado que o príncipe Sidarta após conhecer a doença, a miséria e a morte. Vai "True –man" ! Além do teu mundo há outro mundo. E o seu apelo é o mesmo do amor que buscavas nos olhos de Sylvia laboriosamente procurados através de recortes de revistas, como se estivesse compondo um retrato- falado. E sob às lágrimas delas, assistindo-te pela TV.
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Ana Tereza Scuzziatoa
17/01/2001
nota:Rate010
É o melhor filme que já vi, narra fantasticamente a vida de Truman manipulada e assim é a nossa (mas poucos enchergam isso) somos manipulados pelo domínio do poder!Este filme simboliza a manipulação do poder conosco pelo consumismo, o markting,e a propria construção do desenvolvimento á nos indiciada através dos grupos dominantes!
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Lucilene
29/09/2009
nota:Rate010

Na minha opinião, um dos melhores filmes da década. Um filme envolvente que poderia ser classificado como drama, comédia, ficção científica... Um filme que fala da vida. Da vida de uma pessoa comum, como todos nós. Alguém dirige aquela vida (livre arbítrio) onde tudo é planejado. Nos leva a pensar se nossa vida tb não faz parte de algum roteiro... E ainda mostra o poder de manipulação da mídia. É realmente um filme fantástico que ainda conta com o talento de Jim Carrey. Nota: 10


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Priscila
04/01/2010

Esse filme é muito legal, como sempre o Jim Carrey arrasa com força, dessa forma fica impossível do filme não ficar bom...


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