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O Sétimo Selo

titulo original: (Det Sjunde Inseglet)

lançamento: 1956 (Suécia)

direção: Ingmar Bergman

atores: Max Von Sydow , Gunnar Björnstrand , Bengt Ekerot , Nils Poppe , Bibi Andersson

duração: 100 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Det Sjunde Inseglet
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 40 min
  • ano de lançamento:1956
  • site oficial:
  • estúdio:Svensk Filmindustri
  • distribuidora:Janus Films
  • direção: Ingmar Bergman
  • roteiro:Ingmar Bergman, baseado em peça de Ingmar Bergman
  • produção:Allan Ekelund
  • música:Erik Nordgren
  • fotografia:Gunnar Fischer
  • direção de arte:
  • figurino:Manne Lindholm
  • edição:Lennart Wallén
  • efeitos especiais:

imagens - 12

O Sétimo Selo O Sétimo Selo O Sétimo Selo O Sétimo Selo O Sétimo Selo O Sétimo Selo O Sétimo Selo O Sétimo Selo O Sétimo Selo O Sétimo Selo O Sétimo Selo O Sétimo Selo

sinopse:

Após dez anos, um cavaleiro (Max Von Sydow) retorna das Cruzadas e encontra o país devastado pela peste negra. Sua fé em Deus é sensivelmente abalada e enquanto reflete sobre o significado da vida, a Morte (Bengt Ekerot) surge à sua frente querendo levá-lo, pois chegou sua hora. Objetivando ganhar tempo, convida-a para um jogo de xadrez que decidirá se ele parte com a Morte ou não. Tudo depende da sua vitória no jogo e a Morte concorda com o desafio, já que não perde nunca.

elenco:

  • Max Von Sydow (Antonius Block)
  • Gunnar Björnstrand (Jöns)
  • Bengt Ekerot (Morte)
  • Nils Poppe (Jof)
  • Bibi Andersson (Mia)
  • Inga Gill (Lisa)
  • Maud Hansson (Bruxa)
  • Inga Landgré (Esposa de Antonius Block)
  • Gunnel Lindblom (Garota)
  • Bertil Anderberg (Raval)
  • Anders Ek (Monge)
  • Gunnar Olsson (Pintor da igreja)
  • Erik Strandmark (Jonas Skat)
  • Åke Fridell

comentários

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Alysson
02/01/2001
nota:Rate010
É um filme que vale a pena ver. Principalmente pela parte em que o Cavaleiro tenta vencer a morte por intermédio do conhecimento, metáfora do dilema do ser humano. O Cavaleiro não consegue ver Deus, só a Morte lhe é conhecida.
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Jorge Malcher
03/01/2001
nota:Rate010
Um belo filme - talvez o mais genial e finamente bem-humorado - sobre desafios, negociações e as eternas dúvidas e curiosidades em torno de questões metafísicas que atormentam, atormentaram e atormentarão o ser humano. Só não é a obra-prima de Bergman porque ele também fez "Persona".
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Sérgio Almeida
04/01/2001
nota:Rate09
Impressionante os diálogos dos personagens, sempre pontuados por uma ironia como pano de fundo para uma reflexão existencialista. É possível enxergar Bergman na angústia do cavaleiro que descobre uma vida destituída de sentido e mesmo no ateísmo ilustrado de seu ajudante. Certamente seria incompreendido pelas platéias doutrinadas no cinema norte-americano. Paciência...
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Francisco Russo
05/01/2001
nota:Rate08
Muito bom filme, mas que demora um pouco para realmente capturar o espectador. O início de "O sétimo selo" é lento e desconexo, sendo que o filme apenas consegue encontrar um rumo realmente interessante quando Block e Jöns chegam ao bar e encontram a família de artistas. A partir de então o filme ganha tons claustrofóbicos, cada vez mais tensos até seu final. Além disto, o filme é pontuado por diálogos filosóficos e extremamente inteligentes, que põem em questão a existência de Deus e diversas outras questões, como o relacionamento entre homens e mulheres.
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Talita Santiago Chaluba
06/01/2001
nota:Rate010
Ingmar Bergman! Quem sou eu para tentar analisar uma obra de meu mestre? Apenas uma estudante de cnema com 19 anos que descobre o mundo com filmes que ajudam formar minhas ideias e conceito.porque não dar um 10 para o filme,quanto mais sei, mais descubro o quão é dificil dizer o que sabe, mas para I.B isto não é problema,pelo contrário um prazer talvez doloroso, mas sutil aos olhos de quem vê."
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Cláudio Grande Junior
07/01/2001
nota:Rate09
Só não é perfeito porque o começo, salvo a cena antológica de xadrez na praia, é um tanto lento. As conexões do filme demoram a se formar e por isso o filme inicialmente não prende a atenção. Curiosamente, é o mesmo e único defeito de Cidadão Kane."
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Márcio Eduardo Alves
08/01/2001
nota:Rate010
Somente um gênio como Ingmar Bergman para tecer um história tão envolvente,e com os mais apurados diálogos.Sem cair em uma linha acadêmica e pretensiosa,o filme a todo momento,nos faz refletir e tentar,como o protagonista,a resposta para os questionamentos existenciais.Certamente uma aula de cinema,uma somatória para compreendermos uma determinada questão de outro ângulo!"
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Róger Oleniski
09/01/2001
nota:Rate010
Filme magnífico que deve ser assistido diversas vezes com a reverência que se tem diante das obras de arte. Bergman não faz concessões às respostas fáceis e constrói um relato belo e profundo da dúvida e da condição humana.
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Lauraa
10/01/2001
nota:Rate010
Obscuro, belo e enigmático da primeira à última cena,as imagens possuem a mesma intensidade poética que os diálogos encantadores!Com essa obra,o mestre suéco é superado apenas por si memso em Fanny e Alexander.
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Enzo
11/01/2001
nota:Rate010
Existencialista, profundo e realista. Destaque para a discussão sobre o inevitável da morte, a importância da arte e a beleza absolutamente hipnotizante de Bibi Andersson.
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Vivian Malozzia
12/01/2001
nota:Rate010
O Sétimo Selo não é um filme de fácil compreensão (como todos de Bergman),pois sua conclusão não termina com o "the end". Bergman sempre trata de temas complexos da existência humana -neste caso, Deus/Morte - e sempre propõe uma análise crítica de suas obras. Nesta obra ele faz uma afirmativa subentendida de que a única verdade que conhecemos -'em carne e osso'- é a da morte, e que a crença em qualquer outra coisa além dela não passa de fé e imaginação (céu, inferno...). Além do tema central existem bons diálogos no filme. Não é um filme para se assistir apenas uma vez, mas tantas quantas forem necessárias até que cada espectador possa tirar a SUA conclusão. Bergman não nos dá nada "de bandeja", exige que raciocinemos um pouquinho para que compreendamos sua mensagem - os maus acostumados terão preguiça de assisti-lo - mas vale a pena experimentar! Para os que já conhecem, um abraço.
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Cayo Cândido Rosa
13/01/2001
nota:Rate010
O filme é espetacular! Um retrato da Idade Média quase que perfeito, as crises existenciais de Antonius Black nos fazer pensar na vida, diálogos inteligentes satirizando a vida e as pessoas que fazem dela um fato qualquer... Vale a pena não só assisitir mas sentir o filme! Técnicas de filmagem e atuações fantásticas... Um filme antigo que será sempre atual... É isso, um cássico.
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Flávio Machado
14/01/2001
nota:Rate010
Poucas vezes o cinema se aproximou tanto daquilo que costumeiramente chamamos de arte. Assistir a O Sétimo Selo é assistir a um dos maiores filmes da história da Sétima Arte. Arte de verdade.
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Joelmo Oliveira
15/01/2001
nota:Rate09
Denso. Recheado de simbolismos mas ao mesmo tempo direto e objetivo. É assim que o mestre Ingmar Bergman aborda a inquietação humana diante da morte. Sua trilha sonora é um pouco exagerada em algumas cenas, daí o pontinho que falta para um majestoso dez. Um filme obrigatório para quem gosta de ver e estudar Cinema.
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Edemílson Dantas
16/01/2001
nota:Rate09
O filme conta a estória de um cavaleiro, Antonius Block ( Max Von Sydow ), que retorna ao seu país natal, a Suécia, após anos combatendo nas cruzadas. Ao chegar em sua terra atacada pela peste negra que devastou a Europa medieval ao longo do século XIV, Block, encontra-se perseguido pela Morte; que é, então, desafiada para uma partida de xadrez na tentativa de adiar por mais tempo a sua sentença. A abertura do filme chama logo a atenção do espectador com o tocar de uns instrumentos antes mesmo da primeira imagem do filme aparecer e logo depois surge um céu nublado com o sol encoberto seguido de um coral de vozes que é silenciado instantes depois com a imagem de uma águia no mesmo céu fechado e sombrio. Esse silêncio predomina nos enquadramentos que se seguem guiados apenas pelo relato do personagem principal sobre essa ausência de ruídos no ambiente em que ele se encontra. Tudo isso sugere um tom de mistério ou medo já no início do filme e isso é exaltado ainda mais pelo tom preto-e-branco da película. No fim do seu relato, o local onde Block está é mostrado por vários enquadramentos diferentes, guiados apenas pelo som das ondas do mar e pelo vento na praia, dando uma boa noção do espaço em que ele se encontra. Esses quadros mostram o relevo que cerca a praia, o cavaleiro ao lado do tabuleiro de xadrez olhando para o céu calado, o seu escudeiro, Jons, deitado nas pedras, e dois cavalos bebendo água. No final da seqüência Block ajoelha-se no chão como quem faz uma prece e levanta-se em seguida com a câmera lhe acompanhando até enquadrar o tabuleiro de xadrez mais abaixo, a partir daí o barulho das ondas no mar é trocado pela imagem da Morte vestida por um manto negro e com apenas a face do rosto à mostra. E como quem veio pra buscar alguém ela levanta parte do manto com a mão e a câmera passa a enquadrar a parte de trás da Morte como se fosse encobrir ou capturar Block que se encontra mais à frente; então, surge a proposta de se jogar xadrez, ganhando um pouco mais tempo de vida. O enquadramento seguinte que chama mais atenção, antes do fim dessas cenas na praia, mostra a Morte de um lado e Block do outro, com a imensidão do mar no meio do quadro, e eles separados apenas pelo único objeto que daria uma chance de Block continuar vivo, o tabuleiro de xadrez. Esse início marcante do filme mostra em sua grande parte a sua essência, que consiste na fuga e no medo da Morte por um simples ser humano que sabe que a vida é passageira, isso é mostrado quando Block fala que seu corpo está preparado para partir, porém ele não está; e ao mesmo tempo a coragem desse homem ao desafiar a Morte pelo menos numa última tentativa de sobrevivência ou apenas para ter uma conversa com ela sobre Deus, fé e a própria existência é outro assunto mostrado no filme. No desenvolver do filme encontram-se vários outros momentos que podem ser citados devidos aos seus enquadramentos ou expressões dos atores que sugerem muito mais do que a própria representação do real. Um primeiro exemplo marcante são as feições do ator, Jof, de surpresa, entusiasmo ou espanto ao contar que viu a Virgem Maria para sua mulher, Mia, no inicio do filme, e também no final ao dizer que via a dança da morte dos seus companheiros no alto da colina. Outra situação interessante da qual Jof faz parte diz respeito ao enquadramento feito dele quando ele dança em cima de uma mesa com o rosto de medo e as sombras das chamas do fogo em sua frente são enquadradas por trás dele como se fosse o fogo do inferno. Outros enquadramentos interessantes são os que são feitos quando Block entra numa igreja para se confessar; tais planos focam o rosto de Jesus na cruz extremamente triste; o rosto de raiva do personagem principal olhando fixamente para o de Cristo ao se questionar da existência de Deus; e por último o quadro feito pela frente de Block se agarrando na grade como se estivesse desesperado ou querendo sair daquela situação durante a confissão com a própria Morte se passando por um padre. Por último, uma seqüência que é bastante expressiva devido aos planos feitos é o momento em que um padre ladrão agoniza perto da morte devido a peste negra; nela esse homem é enquadrado saindo de trás da floresta e focado de corpo inteiro sozinho falecendo, dando uma impressão de solidão; logo em seguida Block é mostrado ao lado do seu jogo de xadrez com uma expressão no rosto que sugere que ele já esperava a Morte sabendo que ela estava por perto para o seu último jogo de xadrez. Tudo isso são detalhes ou o punctum a qual Roland Barthes se refere em seu livro A Camera Clara como sendo o elemento que salta da imagem e chama a atenção do espectador para uma idéia existente na composição, tal idéia vai além de uma representação puramente verdadeira da imagem que se é captada, o analogon.
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Marcus Aurelius
17/01/2001
nota:Rate010
O Sétimo Selo é um daqueles filmes que nos fazem pensar sobre nossa existência. Bergman, como sempre, incrementa em seus filmes com a arte e literatura. O Sétimo Selo remete o expectador para o questionamento de Deus, da vida e o vazio da Morte. Filme espetacular que nos deixa, principalmente no final, com o sentimento de impotência diante da existência, pois somos todos iguais quando a morte nos convida para sua dança rumo ao desconhecido.
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André Dias Cavalcanti
18/01/2001
nota:Rate010
Um jogador de xadrez que desafia a morte para uma partida decisiva. O objeto da aposta é a própria vida, se perder a partida perde também a vida. O jogador não contava que a morte poderia ser traiçoeira e descobrir qual era o segredo que opermitiria vencê-la. Alguém poderia no jogo da vida vencer a morte? Filme excelente para quem reflete sobre a vida, para quem gosta de jogar xadrez e para quem adora cinema.
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Cláudio Stacciarini
19/01/2001
nota:Rate010
O filme leva o expectador a um profundo quenstionamento de valores e sobre o papel da morte em nossas vidas. A mistura de enredo x ambiente x atuação é feita de forma muito coesa, passando um clima que leva a uma introspecção profunda. Isso sim, é sétima arte!
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Demontier de Araújo Chaves
20/01/2001
nota:Rate010
Nunca assisti a um filme em que os dialógos fossem tão significativos e tivessem uma força filosofica tão grandes.Bergman conseguiu nos colocar numa atmosfera surreal e ao mesmo tempo íntima, em que os personagens atuam de forma sublime durante todo o filme.Um filme maravilhoso de um diretor fundamental na história do cimema.
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Renato Guerra
21/01/2001
nota:Rate010
PERFEITO! Um tratado existencialista! O autor acerta ao mostrar o desespero do Cavelheiro na busca por Deus. Diverte com as ironias religiosas e existenciais do Fiel Escudeiro para com a vida e a alma feminina. Para mim o momento mais contundente, ocorre quando surge aquelas pessoas atingidas pela peste negra. Os desgraçados vão passando em agonia rumo à morte, enquanto o responsável para guiar o grupo alerta aos que apenas observam. O caminho entre o útero e o nada. P.S.: A sacada do jogo de xadrez com a morte para "esticar" a vida do Cavalheiro é muito phoda!
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André Curtiz
22/01/2001
nota:Rate09
Falar de Bergman é um jogo de lógica sem nexo...o cara é um gênio disfarçado de gente. Falando de o sétimo selo, tenho que dizer que todo o texto é de um viscocidade açucarada...de bom apetite. Considero um dos melhores que já vi, tendo lido os textos de a hora do lobo, " do amor, gritos e sussuros e morangos silvestres. Uma ba indicação essa película berguiana, a delicadeza com que cavalga e digna de um clássico hipismo. Gostei muito do jogo com a morte.
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Daniel Martins Ferreira
23/01/2001
nota:Rate010
Um grande filme, pois cada um carrega seu proprio julgamento. E o filme retrate isso, sendo que aquela era a visão se sua época e hoje conhecemos nossos carrascos e anciedades. Cada época tem seus infernos e deuses, por isso a sociedade evolui, mas não se transmuta, estamos sempre enviando julgamentos jocosos em nossas eras, portanto nunca chegaremos em um fim de mundo, mas sim no fim de cada existência de cada personagem da vida para asssim, so apos evoluirmos.
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Daniele Bertuzzia
24/01/2001
nota:Rate010
Obra de maestria impecável, onde Bergman com a colaboração de sua equipe introduz uma nova dúvida no coração dos homens: talvez nem mesmo a morte possua o conhecimento sobre o mistério divino.
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SERGIO
25/01/2001
nota:Rate010
Este filme é daqueles socos na boca do estômago. Faz-nos ver o quanto somos ignorantes e impotentes diante da única coisa certa em nossa vida: a morte. Uma dessas obras-primas fundamentais.
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Rafael Vespasiano
04/01/2010
nota:Rate010

O sétimo selo:

Filme que reflete sobre o medo e desespero ante a morte iminente, a história é de uma criatividade e originalidade ímpares, as reflexões que Bergman sempre nos propõe, são impossíveis de não serem feitas, pois essas questões existenciais são comum a todos e atemporais. Daí a genialidade de Bergman! Sydom está excelente no papel de cavaleiro. Nota: 10.


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