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Separações

titulo original: (Separações)

lançamento: 2003 (Brasil)

direção: Domingos de Oliveira

atores: Domingos de Oliveira , Priscilla Rosenbaum , Fábio Junqueira , Ricardo Kosovski , Maria Ribeiro

duração: 116 min

gênero: Comédia Romântica

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Separações
  • gênero:Comédia Romântica
  • duração:01 hs 56 min
  • ano de lançamento:2003
  • site oficial:http://www.separacoes.com
  • estúdio:Caradecão Filmes / Raccord Produções
  • distribuidora:Riofilme
  • direção: Domingos de Oliveira
  • roteiro:Domingos de Oliveira e Priscilla Rosenbaum
  • produção:Clélia Bessa e Luiz Leitão
  • música:
  • fotografia:Paulo Violeta
  • direção de arte:Ronald Teixeira
  • figurino:Ronald Teixeira
  • edição:Natara Ney e José Rubens
  • efeitos especiais:

imagens - 9

Separações Separações Separações Separações Separações Separações Separações Separações Separações

sinopse:

Cabral (Domingos de Oliveira) é casado com Glorinha (Priscilla Rosenbaum), sendo muito mais velho que ela. Insatisfeitos com o casamento, eles resolvem dar um tempo, que se transforma numa verdadeira separação quando Glorinha se apaixona por Diogo (Fábio Junqueira), um arquiteto da sua idade. Cabral, de quem partiu a idéia de dar um tempo, percebe o erro que cometeu e, corroído pelo ciúme, usa de todos os meios para reconquistar a esposa. Nesse processo envolvem-se as pessoas próximas ao casal: Ricardo (Ricardo Kosovski), ex-namorado de Glorinha; Maribel (Nanda Rocha), namorada de Ricardo; Júlia (Maria Ribeiro), filha de Cabral e também em crise no casamento; e Laura (Suzana Saldanha), velha amiga e confidente de Cabral. Todos agindo por impulso e guiados pela máxima, nem sempre correta, de que é melhor se arrepender de ter feito do que de não ter feito.

elenco:

  • Domingos de Oliveira (Cabral)
  • Priscilla Rosenbaum (Glorinha)
  • Fábio Junqueira (Diogo)
  • Ricardo Kosovski (Ricardo)
  • Maria Ribeiro (Júlia)
  • Nanda Rocha (Maribel)
  • Suzana Saldanha (Laura)

comentários

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Clack
02/01/2003
nota:Rate010
Sinceramente esse é o melhor filme que já vi na minha vida!!!!! "Separaçoes" é tão bom que já vi 3 vezes e quero ver mais. Fiquei tão fã do trabalho do Domingos que aproveitei uma maratona no Odeon e vi "Edu, Coraçao de Ouro", outro filme dele, de 68, e amei também!!!!!! ÓTIMOOOOOO."
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Alexei
03/01/2003
nota:Rate010
Esse filme merece a nota 10 pelo trabalho do Domingos Oliveira, que se revela um mestre do cinema à altura de um Woody Allen, dominando todo o processo de produção do filme e imprimindo sua marca pessoal em tudo. Ele precisa ser valorizado por seus méritos artísticos neste país. Priscilla Rozembaum, atriz cuja existência eu desconhecia totalmente, também é excelente, bem como os demais atores. Destaco as jovens Maria Ribeiro e Nanda Rocha.
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Cristian Moraes
04/01/2003
nota:Rate010
Trago abaixo uma sugestão. Julgo imperdível a todos aqueles que querem assistir a um filme criativo e inteligente, com temática que a todos alcança. Paulo amava Dora que amava Léia que amava Dito que amava Paulo que amava toda a família... O antigo bordão foi utilizado até por Chico com maestria e, agora, com genialidade semelhante, através de Cabral, Glorinha, Diogo, é adaptado às telas a partir das lentes e direção de Domingos de Oliveira. Assim, de desencontros, mas também de belos e confusos encontros, são os passeios e possibilidades do amor propostos por Separações. Aficionado pelo tema das relações humanas, sobretudo quando elas envolvem homem e mulher, e dono de uma construção narrativa que reproduz a ansiedade e intensidade de seus personagens, Domingos de Oliveira se supera pela sofisticação e profundidade que dá à discussão amorosa. O autor e diretor é também protagonista da trama, que reúne um grupo de amigos ligados pela arte do teatro em um cenário de puro charme que é o bairro do Leblon, no Rio de Janeiro. Oliveira é Cabral, veterano e marrom dramaturgo e professor que tem uma relação moderna e liberal com a atriz Glória. O vai-e-vem da paixão dos dois baseia os conflitos, descobertas e perturbações afetivas dos outros personagens que, descobre-se aos poucos, coincidem com os desejos de felicidade que todos buscam. A abordagem de sexo, fidelidade, rotina e família como contingências de um casamento (ou qualquer outro tipo de união entre duas pessoas que se gostam) suscita a reflexão do que ainda é tabu em muitos relacionamentos, e a maturidade e naturalidade como são tratados, então, injetam otimismo e humanidade na questão. Assim se aprende que as "separações" do título nem sempre vêm para o mal: elas podem ser porta para um novo encontro (que seja consigo mesmo) – ou reencontro (o que chega a parecer mais sensato e inteligente, diante da mostra de que recomeçar pode dar certo). Já acordado que o amor é orgânico e vital, atenção para a metáfora: o sujeito que vive a separação é comparado a um doente terminal que atravessa as quatro fases do processo que leva ao fim. Negação, negociação, revolta e aceitação conduzem a um novo estágio da vida, sempre melhor que o anterior. Isso sem dizer na agonia ou estado de graça que arremata o final do filme com brilhantismo. Terapia de casal das boas, Separações vem para mostrar que o amor é simples e profundo como a vida e guarda surpresas deliciosas àqueles que se aventuram a vivê-lo corajosamente. Ademais, demonstra sutilmente que os homens tendem a se entregar com mais profusão à honestidade que o sentimento apregoa em detrimento das melosas e nem sempre sinceras demonstrações que o sexo feminino tanto reclama. O filme ainda demonstra descaradamente, em diversas passagens, com ironia e humor, a parca produção à qual se submeteu para a criação de uma obra de primeira qualidade. Em tempos de salas lotadas para assistir ao fantasioso, bobo e milionário Matrix, assistir a Separações, numa Cinemateca vazia, a preço de R$ 5,00, e com uma boa carga de lição e citações intelectuais, invariavelmente, conduz o espectador, na saída, a uma reflexão de orgulho patriótico e de valoração à verdadeira arte. Imperdível! Se puderem, após assisti-lo, repassem a sugestão. O incentivo ao cinema nacional de qualidade é uma obrigação quase cívica em tempos de Senhor dos Anéis, Matrix Reload e uma série de patifarias bilionárias e imperialistas que nos empurram goela abaixo.
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José Carlos Cardoso
05/01/2003
nota:Rate010
Não é muito difícil justificar este filme, é fácil! A marca pessoal impressa, o mundo "Dominguiano" que nos cativa e nos dá orgulho de ser carioca. As relações sempre extremadas e poéticas, características bem observadas da nossa gente aqui do Rio que adora amar, ser amado e, se puder, tomar todas! Enfim, é uma atmosfera cativante que só um grande diretor e bom ator consegue criar e nos envolver nela.
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Alexandre Cunha
06/01/2003
nota:Rate010
Senhoras e senhores. Gostaria de parabenizar a todo o elenco deste maravilhoso filme. Um parabéns especial ao mestre Domingos de Oliveira, que conseguiu verbalizar tudo o que aqueles que já trairam e por sua vez, também já foram traidos sentem. Este maravilhoso mestre, consegue exteriorizar todos os sentimentos que habitam em nós nessas específicas situações. Estão todos de parabéns, nota 10 para o trabalho e nota 10 também para o cinema brasileiro. Um viva a cultura. Viva!
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Ângela Santosa
07/01/2003
nota:Rate010
O filme além de interpretações majestosas de todo o elenco, retrata a dura e fria realidade do convívio entre pessoas que apesar de amarem-se, ocasionalmente sentem necessidade de um esmpaço para avaliações internas. A fotografia do Rio é belíssima e os textos são dignos de anotações.
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Lívia Mendesa
08/01/2003
nota:Rate010
Um dos melhores momentos do cinema brasileiro.Uma aula de roteirização.Atuação deslumbrante de Priscilla Rozembaum e de Domingos de Oliveira. A mais bela declaração de amor que eu já vi.Imperdível mesmo!
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Camila dos Anjos Barrosa
09/01/2003
nota:Rate08
O filme não cria grandes expectativas nas primeiras cenas, mas pouco a pouco se revela um trabalho interessante sobre a dinâmica dos relacionamentos amorosos. E é especialmente siginficativo para quem já viveu alguma situação parecida. Tem toda razão quem critica a dicção de Domingos de Oliveira. Eu, por exemplo precisei assistir ao filme com legendas! Mas, de qualquer forma, é um belo trabalho!
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Washington Karam
10/01/2003
nota:Rate010
Excelente trabalho de Domingos de Oliveira, um dos melhores filmes nacionais que assisti. Indiquei a um grupo de estudos de psicologia, no qual discutimos as relaçoes humanas atraves de filmes.
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Roberto
11/01/2003
nota:Rate08
Primeiro não concordo com o colega que comparou Domingos com wood Allen, acho o segundo muito chato e cansativo, ao contrário de Domingo.Separações provou que o filme nacional não precisa ser sem "pé nem cabeça", muito leve e com um texto extremamente inteligente, adorei, também gostaria de poder ter o texto completo. Parabéns.
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Daniel
12/01/2003
nota:Rate010
É comovente, como se conduz o texto e principalmente quando se encontram na mesa, onde se passam os melhores comentários sobre a vida. "A verdadeira liberdade de um homem não é seguir seus impulsos, é seguir as suas escolhas."Ou melhor ainda quando se fala sobre lucidez. O homem lúcido sabe que a vida é uma carga tamanha de acontecimentos e emoções que nunca se entusiasma com ela...

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crítica do adorocinema

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