Título original: (Separações)
Lançamento: 2003 (Brasil)
Direção: Domingos de Oliveira
Atores: Domingos de Oliveira, Priscilla Rosenbaum, Fábio Junqueira, Ricardo Kosovski.
Duração: 116 min
Gênero: Comédia Romântica
Status: Arquivado
Cabral (Domingos de Oliveira) é casado com Glorinha (Priscilla Rosenbaum), sendo muito mais velho que ela. Insatisfeitos com o casamento, eles resolvem dar um tempo, que se transforma numa verdadeira separação quando Glorinha se apaixona por Diogo (Fábio Junqueira), um arquiteto da sua idade. Cabral, de quem partiu a idéia de dar um tempo, percebe o erro que cometeu e, corroído pelo ciúme, usa de todos os meios para reconquistar a esposa. Nesse processo envolvem-se as pessoas próximas ao casal: Ricardo (Ricardo Kosovski), ex-namorado de Glorinha; Maribel (Nanda Rocha), namorada de Ricardo; Júlia (Maria Ribeiro), filha de Cabral e também em crise no casamento; e Laura (Suzana Saldanha), velha amiga e confidente de Cabral. Todos agindo por impulso e guiados pela máxima, nem sempre correta, de que é melhor se arrepender de ter feito do que de não ter feito.
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Roger Correa em 21/08/2010Nota: 5
Adorei o filme, muito bom mesmo, queria ter visto antes mas só ví hoje na TV, no Canal Brasil, ahhh quantos filmes bons temos. Deveria era ter um canal aberto com esses filmes para o povo desse país desfrutar dessas riquezas.
Roger Correa em 21/08/2010Nota: 5
Adorei o filme, muito bom mesmo, queria ter visto antes mas só ví hoje na TV, no Canal Brasil, ahhh quantos filmes bons temos. Deveria era ter um canal aberto com esses filmes para o povo desse país desfrutar dessas riquezas.
Daniel em 12/01/2003Nota: 5
É comovente, como se conduz o texto e principalmente quando se encontram na mesa, onde se passam os melhores comentários sobre a vida. "A verdadeira liberdade de um homem não é seguir seus impulsos, é seguir as suas escolhas."Ou melhor ainda quando se fala sobre lucidez. O homem lúcido sabe que a vida é uma carga tamanha de acontecimentos e emoções que nunca se entusiasma com ela...
Lívia Mendesa em 08/01/2003Nota: 5
Um dos melhores momentos do cinema brasileiro.Uma aula de roteirização.Atuação deslumbrante de Priscilla Rozembaum e de Domingos de Oliveira. A mais bela declaração de amor que eu já vi.Imperdível mesmo!
Cristian Moraes em 04/01/2003Nota: 5
Trago abaixo uma sugestão. Julgo imperdível a todos aqueles que querem assistir a um filme criativo e inteligente, com temática que a todos alcança. Paulo amava Dora que amava Léia que amava Dito que amava Paulo que amava toda a família... O antigo bordão foi utilizado até por Chico com maestria e, agora, com genialidade semelhante, através de Cabral, Glorinha, Diogo, é adaptado às telas a partir das lentes e direção de Domingos de Oliveira. Assim, de desencontros, mas também de belos e confusos encontros, são os passeios e possibilidades do amor propostos por Separações. Aficionado pelo tema das relações humanas, sobretudo quando elas envolvem homem e mulher, e dono de uma construção narrativa que reproduz a ansiedade e intensidade de seus personagens, Domingos de Oliveira se supera pela sofisticação e profundidade que dá à discussão amorosa. O autor e diretor é também protagonista da trama, que reúne um grupo de amigos ligados pela arte do teatro em um cenário de puro charme que é o bairro do Leblon, no Rio de Janeiro. Oliveira é Cabral, veterano e marrom dramaturgo e professor que tem uma relação moderna e liberal com a atriz Glória. O vai-e-vem da paixão dos dois baseia os conflitos, descobertas e perturbações afetivas dos outros personagens que, descobre-se aos poucos, coincidem com os desejos de felicidade que todos buscam. A abordagem de sexo, fidelidade, rotina e família como contingências de um casamento (ou qualquer outro tipo de união entre duas pessoas que se gostam) suscita a reflexão do que ainda é tabu em muitos relacionamentos, e a maturidade e naturalidade como são tratados, então, injetam otimismo e humanidade na questão. Assim se aprende que as "separações" do título nem sempre vêm para o mal: elas podem ser porta para um novo encontro (que seja consigo mesmo) ou reencontro (o que chega a parecer mais sensato e inteligente, diante da mostra de que recomeçar pode dar certo). Já acordado que o amor é orgânico e vital, atenção para a metáfora: o sujeito que vive a separação é comparado a um doente terminal que atravessa as quatro fases do processo que leva ao fim. Negação, negociação, revolta e aceitação conduzem a um novo estágio da vida, sempre melhor que o anterior. Isso sem dizer na agonia ou estado de graça que arremata o final do filme com brilhantismo. Terapia de casal das boas, Separações vem para mostrar que o amor é simples e profundo como a vida e guarda surpresas deliciosas àqueles que se aventuram a vivê-lo corajosamente. Ademais, demonstra sutilmente que os homens tendem a se entregar com mais profusão à honestidade que o sentimento apregoa em detrimento das melosas e nem sempre sinceras demonstrações que o sexo feminino tanto reclama. O filme ainda demonstra descaradamente, em diversas passagens, com ironia e humor, a parca produção à qual se submeteu para a criação de uma obra de primeira qualidade. Em tempos de salas lotadas para assistir ao fantasioso, bobo e milionário Matrix, assistir a Separações, numa Cinemateca vazia, a preço de R$ 5,00, e com uma boa carga de lição e citações intelectuais, invariavelmente, conduz o espectador, na saída, a uma reflexão de orgulho patriótico e de valoração à verdadeira arte. Imperdível! Se puderem, após assisti-lo, repassem a sugestão. O incentivo ao cinema nacional de qualidade é uma obrigação quase cívica em tempos de Senhor dos Anéis, Matrix Reload e uma série de patifarias bilionárias e imperialistas que nos empurram goela abaixo.
Alexandre Cunha em 06/01/2003Nota: 5
Senhoras e senhores. Gostaria de parabenizar a todo o elenco deste maravilhoso filme. Um parabéns especial ao mestre Domingos de Oliveira, que conseguiu verbalizar tudo o que aqueles que já trairam e por sua vez, também já foram traidos sentem. Este maravilhoso mestre, consegue exteriorizar todos os sentimentos que habitam em nós nessas específicas situações. Estão todos de parabéns, nota 10 para o trabalho e nota 10 também para o cinema brasileiro. Um viva a cultura. Viva!
Roberto em 11/01/2003Nota: 4
Primeiro não concordo com o colega que comparou Domingos com wood Allen, acho o segundo muito chato e cansativo, ao contrário de Domingo.Separações provou que o filme nacional não precisa ser sem "pé nem cabeça", muito leve e com um texto extremamente inteligente, adorei, também gostaria de poder ter o texto completo. Parabéns.
Ângela Santosa em 07/01/2003Nota: 5
O filme além de interpretações majestosas de todo o elenco, retrata a dura e fria realidade do convívio entre pessoas que apesar de amarem-se, ocasionalmente sentem necessidade de um esmpaço para avaliações internas. A fotografia do Rio é belíssima e os textos são dignos de anotações.
Alexei em 03/01/2003Nota: 5
Esse filme merece a nota 10 pelo trabalho do Domingos Oliveira, que se revela um mestre do cinema à altura de um Woody Allen, dominando todo o processo de produção do filme e imprimindo sua marca pessoal em tudo. Ele precisa ser valorizado por seus méritos artísticos neste país. Priscilla Rozembaum, atriz cuja existência eu desconhecia totalmente, também é excelente, bem como os demais atores. Destaco as jovens Maria Ribeiro e Nanda Rocha.
Camila dos Anjos Barrosa em 09/01/2003Nota: 4
O filme não cria grandes expectativas nas primeiras cenas, mas pouco a pouco se revela um trabalho interessante sobre a dinâmica dos relacionamentos amorosos. E é especialmente siginficativo para quem já viveu alguma situação parecida. Tem toda razão quem critica a dicção de Domingos de Oliveira. Eu, por exemplo precisei assistir ao filme com legendas! Mas, de qualquer forma, é um belo trabalho!
Outro bom filme dos irmãos Coen, o tipo de comédia que só eles sabem fazer. Pra mim os c...
por carlos_alberto_09, 13/02/2012 às 01:59
Filmaço!! Tem uma linda mensagem, mostra o quanto estamos habituados ao nosso mundinho, ...
por wesleyaxe, 13/02/2012 às 00:18
Muito bom e intrigante o filme, o melhor que eu assisti até agora dentre os indicados ao os...
por Filipe, 13/02/2012 às 00:14
Uma excelente sequeência! Para este filme temos que fazer algumas análises fundamentais. A...
por Fernando Schiavi Leite, 13/02/2012 às 00:06