Título original: (Soom)
Lançamento: 2007 (Coréia do Sul)
Direção: Kim Ki-Duk
Atores: Chen Chang, Ha Jung-Woo, Park Ji-a, Kim Ki-Duk.
Duração: 84 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Yeon (Park Ji-a) vive uma vida confortável, mas vazia. Seu marido (Ha Jung-Woo) a trata com indiferença. Quando ele confessa sua infidelidade, Yeon decide ir até a prisão para encontrar Jin (Chen Chang), um assassino que está esperando a execução. Mesmo sem conhecer o prisioneiro, Yeon trata-o como um velho amigo. De início ele não se abre, mas logo as coisas mudam. Os dois então começam um estranho e apaixonante relacionamento. Mas não resta muito tempo para Jin encontrar seu destino final, e Yeon não se conforma em despedir-se dele dessa forma.
Erika Liporaci, Colunista em 02/01/2007Nota: 4
O coreano Kim Ki-Duk tem um estilo bem particular. Seus personagens são sempre pessoas comuns que, motivadas por sentimentos avassaladores, partem para atitudes nada convencionais. Foi assim como o belo Casa Vazia e o confuso Time. Esse seu novo trabalho talvez seja o mais bem-resolvido de todos, por ter a poesia do primeiro e a ousadia do segundo. Sem Fôlego é de um lirismo e criatividade que encantam, mesmo nas passagens em que a história poderia soar incoerente. O encontro da jovem desiludida com o assassino (também ele uma pessoa que abandonou todas as esperanças) e a força do sentimento desesperado que nasce entre esses dois condenados é de uma beleza comovente. O modo como Yeon se empenha em tornar os últimos dias de Jin um resumo de tudo que ela poderia lhe oferecer se a vida os tivesse reunido em condições mais favoráveis é algo que traz a salvação dela também, pois encontrou alguém que aprecia e precisa da sua imaginação que até então estava estagnada. Yeon transforma a penitenciária e os poucos minutos de visitação num universo mágico, a ponto de recriar as estações do ano e suas sensações. É um filme cheio de simbolismo e delicadeza, marcado por uma comunicação mais sensorial do que verbal entre os dois personagens centrais. Também o título é bastante apropriado, já que a respiração está sempre em destaque: ofegante, prazerosa, assustada, enfim, como um termômetro do estado espírito de cada um. E o fôlego - ou a falta dele - é assunto para uma das mais belas cenas que ocorrem entre os personagens.
Adorei o filme, achei um pouco confuso, mas no desenrolar do filme, fui entendo e achando a ...
por Cilânia, 13/02/2012 às 10:10
Bom suspense, uma história sustentável, porém, dirigida com mão pesada e sem nenhuma sut...
por ADEMAR, 13/02/2012 às 09:57
BESTEIROL em alto estilo. Uma apologia do mau-caratismo, levando-nos a acreditar que ser MAU...
por ADEMAR, 13/02/2012 às 09:22
otimas atuaçoes,mas não gostei do filme e acho que é muito fora da realidade. como é que...
por Luciano R...., 13/02/2012 às 08:38