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Sem Fôlego

titulo original: (Soom)

lançamento: 2007 (Coréia do Sul)

direção: Kim Ki-Duk

atores: Chen Chang , Ha Jung-Woo , Park Ji-a , Kim Ki-Duk ,

duração: 84 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Soom
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 24 min
  • ano de lançamento:2007
  • site oficial:
  • estúdio:Cineclick Asia / Sponge / Kim Ki-Duk Film
  • distribuidora:Tartan USA
  • direção: Kim Ki-Duk
  • roteiro:Kim Ki-Duk
  • produção:Sung Jong-Moo
  • música:
  • fotografia:
  • direção de arte:
  • figurino:
  • edição:Wang Su-An
  • efeitos especiais:

imagens - 4

Sem Fôlego Sem Fôlego Sem Fôlego Sem Fôlego

sinopse:

Yeon (Park Ji-a) vive uma vida confortável, mas vazia. Seu marido (Ha Jung-Woo) a trata com indiferença. Quando ele confessa sua infidelidade, Yeon decide ir até a prisão para encontrar Jin (Chen Chang), um assassino que está esperando a execução. Mesmo sem conhecer o prisioneiro, Yeon trata-o como um velho amigo. De início ele não se abre, mas logo as coisas mudam. Os dois então começam um estranho e apaixonante relacionamento. Mas não resta muito tempo para Jin encontrar seu destino final, e Yeon não se conforma em despedir-se dele dessa forma.

elenco:

  • Chen Chang (Jin Jang)
  • Ha Jung-Woo (Marido)
  • Park Ji-a (Yeon)
  • Kim Ki-Duk

comentários

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Erika Liporaci, Colunista
02/01/2007
nota:Rate08
O coreano Kim Ki-Duk tem um estilo bem particular. Seus personagens são sempre pessoas comuns que, motivadas por sentimentos avassaladores, partem para atitudes nada convencionais. Foi assim como o belo Casa Vazia e o confuso Time. Esse seu novo trabalho talvez seja o mais bem-resolvido de todos, por ter a poesia do primeiro e a ousadia do segundo. Sem Fôlego é de um lirismo e criatividade que encantam, mesmo nas passagens em que a história poderia soar incoerente. O encontro da jovem desiludida com o assassino (também ele uma pessoa que abandonou todas as esperanças) e a força do sentimento desesperado que nasce entre esses dois condenados é de uma beleza comovente. O modo como Yeon se empenha em tornar os últimos dias de Jin um resumo de tudo que ela poderia lhe oferecer se a vida os tivesse reunido em condições mais favoráveis é algo que traz a salvação dela também, pois encontrou alguém que aprecia e precisa da sua imaginação que até então estava estagnada. Yeon transforma a penitenciária e os poucos minutos de visitação num universo mágico, a ponto de recriar as estações do ano e suas sensações. É um filme cheio de simbolismo e delicadeza, marcado por uma comunicação mais sensorial do que verbal entre os dois personagens centrais. Também o título é bastante apropriado, já que a respiração está sempre em destaque: ofegante, prazerosa, assustada, enfim, como um termômetro do estado espírito de cada um. E o fôlego - ou a falta dele - é assunto para uma das mais belas cenas que ocorrem entre os personagens.
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crítica do adorocinema

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