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O Escorpião Rei

titulo original: (The Scorpion King)

lançamento: 2002 (EUA)

direção: Chuck Russell

atores: Dwayne Johnson , Steven Brand , Kelly Hu , Michael Clarke Duncan , Scott L. Schwartz

duração: 89 min

gênero: Aventura

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:The Scorpion King
  • gênero:Aventura
  • duração:01 hs 29 min
  • ano de lançamento:2002
  • site oficial:http://www.the-scorpion-king.com/
  • estúdio:Universal Pictures / Alphaville Films
  • distribuidora:Universal Pictures / UIP
  • direção: Chuck Russell
  • roteiro:David Hayter, William Osborne e Stephen Sommers, baseado em estória de Stephen Sommers e Jonathan Hales
  • produção:Sean Daniel, James Jacks, Linda McMahon, Vince McMahon e Stephen Sommers
  • música:John Debney
  • fotografia:John R. Leonetti
  • direção de arte:
  • figurino:John Bloomfield
  • edição:Michael Tronick
  • efeitos especiais:Rhythm & Hues

imagens - 13

O Escorpião Rei O Escorpião Rei O Escorpião Rei O Escorpião Rei O Escorpião Rei O Escorpião Rei O Escorpião Rei O Escorpião Rei O Escorpião Rei O Escorpião Rei O Escorpião Rei O Escorpião Rei O Escorpião Rei

sinopse:

Em uma época bem remota, na cidade de Gomorra, Memnon (Steven Brand), um governante maligno, estava determinado em massacrar todos que fossem contrários a ele. As poucas tribos sobreviventes, que nunca foram aliadas, se viram obrigadas a se unir pois senão iriam perecer. Sabendo que seu inimigo depende das visões de um feiticeiro contrataram Mathayus (The Rock), um eficaz mercenário, para eliminar o vidente. Após ter se infiltrado no campo inimigo, Mathayus descobre que o feiticeiro é na verdade Cassandra (Kelly Hu), uma linda mulher. Ao invés de eliminá-la ele a leva para o meio do deserto, sabendo que os servidores de Memnon fariam qualquer coisa para resgatá-la e levá-la de volta. É exatamente isto o que acontece, pois Memnon ordenou que um alguns guerreiros comandados por Thorak (Ralph Moeller) o eliminassem, mas Mathayus conseguiu suplantar a todos. No entanto foi ferido com uma flecha, que tinha veneno de escorpião, ficando então entre a vida e a morte.

elenco:

  • Dwayne Johnson (Mathayus)
  • Steven Brand (Memnon)
  • Kelly Hu (Cassandra)
  • Michael Clarke Duncan (Balthazar)
  • Scott L. Schwartz (Torturador)
  • Sherri Howard (Rainha Isis)
  • Sole Alberti (Harem)
  • Summer Altice (Kai)
  • Amy Hunter (Ariel)
  • Adoni Maropis (General)
  • Ralph Moeller (Thorak)
  • Andrei Sterling
  • Peter Faccinelli
  • Grant Heslov

comentários

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Taís
02/01/2002
nota:Rate02
O filme embora exiba músculos e mais músculos durante os seus 93 minutos é uma das produções mais fracas, no gênero, dos últimos tempos. Não salva nada. As atuações estão abaixo do limite tolerável, mesmo para uma "rocha". A música não ajuda em nada, está totalmente desambientada. Restava como esperença que os efeitos especiais impressionassem, mas nem isso. O filme ficou devendo..."
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Renato Rosatti
04/01/2002
nota:Rate05
O cineasta Stephen Sommers escreveu e dirigiu as aventuras com elementos de horror e fantasia "A Múmia" (1999) e sua sequência "O Retorno da Múmia" (2001), onde ambos os filmes se transformaram em grande sucesso de bilheteria. Repletos de efeitos especiais de qualidade e com histórias no estilo das aventuras da trilogia de "Indiana Jones", de Steven Spielberg, traziam no elenco Brendan Fraser, Rachel Weisz e John Hannah se envolvendo com antigas lendas e maldições de uma múmia egípcia que retorna à vida em busca de vingança. "O Escorpião Rei" (The Scorpion King), que entrou em cartaz nos cinemas brasileiros em 26/04/02, dirigido por Chuck Russell e co-escrito novamente por Sommers, é um filme originário de um personagem que aparece rapidamente na trama de "O Retorno da Múmia" onde o astro da luta livre americana Dwayne "The Rock" Johnson interpreta o "Escorpião Rei", uma criatura híbrida de homem e escorpião com poderes sobrenaturais malévolos que foi designado para proteger um local sagrado. Ganhando dessa vez um filme inteiro só para desenvolver seu personagem, o lutador "The Rock" faz agora um papel de herói, um mercenário guerreiro acadiano chamado Mathayus que é contratado para ajudar um grupo de tribos que ainda resistem à dominação de um sanguinário tirano, Memnon (Steven Brand), um líder implacável que mantém prisioneira a jovem feiticeira Cassandra (Kelly Hu), que o auxilia em suas ações de guerra, uma vez que a vidente repassa a ele informações vitais para suas estratégias de combate. Mathayus segue então para o palácio de Gomorrah para se confrontar com Memnon, mas é traído pelo príncipe Takmet (Peter Facinelli) e quase morre numa emboscada sendo capturado e enterrado no deserto apenas com a cabeça para fora para ser devorada por formigas assassinas. Mas consegue fugir e leva Cassandra consigo como refém. A bela feiticeira acaba tornando-se sua aliada e eles se juntam com o engraçado ladrão de cavalos Arpid (Grant Heslov) e com o líder de uma tribo rebelde, Balthazar (Michael Clarke Duncan) para combater o ditador Memnon e tentar reestabelecer a paz entre os povos. "O Escorpião Rei" é uma grande aventura com elementos de fantasia na figura da feiticeira com seus poderes de premonição, repleta de correrias, lutas corporais e combates de espadas, lembrando filmes similares como "Conan" com Arnold Schwarzenegger. O roteiro tem os habituais clichês do gênero, como as inevitáveis piadas e momentos de humor (nesse caso com o personagem Arpid, um ladrão trapaceiro barato), a coragem e bravura do herói protagonista principal em defesa da mocinha, a violência das batalhas numa época onde a humanidade exercitava seu poder de liberdade na base do aço da espada (atualmente continuamos iguais, só trocando a obsoleta espada por uma tecnologia bélica mais adequada ao nosso tempo), e outras situações características das histórias ambientadas nesses períodos da antiguidade. Um fato a se notar é a completa ausência de sangue nas batalhas, pois as espadas rasgam a carne dos inimigos e estão sempre limpas, para tornar o filme acessível para uma audiência mais jovem (atitude desnecessária pois os adolescentes americanos costumam ir armados na escola e fuzilar seus colegas). Outro momento curioso que só o cinema pode proporcionar é quando o herói Mathayus foge de um grupo de soldados através de uma catapulta que o arremessa pela janela do alto de um castelo, "voando como um pássaro" até cair num harém de lindas mulheres e lógico, sem nenhum arranhão, ou quando em outra tentativa de fuga salta do alto de uma fortaleza de pedra e se espatifa no chão também sem se machucar. Na verdade, o herói é tão forte que sobrevive até a uma mortal dose de veneno de escorpião, o qual correrá por suas veias para sempre, vindo daí sua posterior denominação como "Escorpião Rei". Porém, o filme tem também suas atrações reservando alguns bons momentos de diversão, com o carismático lutador "The Rock" iniciando sua carreira no cinema de forma bem natural e espontânea, a despeito de sua já consagrada fama de campeão fora das telas, podendo se tornar agora também um astro do cinema de aventura e ação."
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Rafael Batista
05/01/2002
nota:Rate02
O filme é péssimo. Se você tiver com vontade de ver esse filme ou vai ver esse filme obrigado, escolhe outro filme porque esse é ruim. Esse é filme muito cabuloso, se prestar atenção você vai ver muitos erros nesse filme. Esse filme mata de raiva. Você acha que o filme vai explicar alguma coisa sobre "O Retorno da Múmia" esqueça."
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Fernanda Campestrini e Silva
06/01/2002
nota:Rate08
Um bom filme para quem gosta de ver pancadaria (como eu)! The Rock mostra que tem talento para se tornar um dos grandes astros dos filmes de ação. É um bom ator, sabe fazer cara de bonzinho e até é simpático. Enfim, vale o ingresso. Mas tem a profundidade de uma poça d'água..."
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Gláucio Santos dos Reis
07/01/2002
nota:Rate06
"A Múmia" era até original, ao trazer um monstro de filmes de terror para uma aventura divertida, mesmo que seu herói fosse um Indiana Jones mais bobo. Com um ritmo alucinante, "O Retorno da Múmia" foi ainda mais aventuresco, mais exagerado, e até melhor. E apresentava o tal Rei Escorpião (ou Escorpião Rei, como quer o equivocado título nacional). O filme dele já estava planejado, e sua aparição naquele foi uma esperta jogada publicitária. E aí termina a relação entre os dois filmes, pois este aqui segue a linha espada-e-feitiçaria de "Conan, o Bárbaro", situando-se num passado não definido.No início, pensei que seria meio difícil torcer pelo personagem, já que o conhecemos como um vilão em "O Retorno da Múmia" - mais ou menos como torcer para o garotinho Anakin Skywalker, sabendo que ele viria a se tornar Darth Vader. O fato de Mathayus (matai-os?!) ser um assassino mercenário não ajuda muito. Mas logo ele acaba se revelando um sujeito bonzinho que só é implacável com os inimigos, todos maus, é claro.A história é simples, até demais. Mathayus é contratado por tribos bárbaras para matar o feiticeiro e vidente que trabalha para um tirano. Mas descobre que seu alvo é um uma bela mulher e acaba fugindo com ela, para depois buscar vingança contra o malfeitor, que matou seu irmão do herói. E é só.O resto são seqüências de ação que ditam o ritmo do filme. Nenhuma surpresa, nenhum grande momento, só uma aventura ligeira recheada de clichês, cenas absurdas e lembranças de outros filmes. Há o ladrão covarde de "Conan, o Destruidor", como o "alívio cômico" de praxe que se mete no caminho do herói, mas sem nenhuma cena realmente engraçada. Há também uma guerreira negra, como a Grace Jones do mesmo “Conan”, mas aparece tão pouco que talvez eu nem devesse mencioná-la. Rambo vem à memória na seqüência em que Mathayus enfrenta perseguidores numa caverna e os vai eliminando um a um, com direito a uma cena em que sai de uma cachoeira de areia. E Rambo volta mais tarde, quando o herói empunha o arco e demora meia hora para atirar. Mas o clima geral é dos seriados "Hércules" e "Xena", onde o contexto histórico tem pouca ou nenhuma importância e as mulheres são todas lindas e maravilhosas (algumas nem tanto, mas vale a intenção). Por um motivo óbvio, a história termina sem qualquer menção ao pacto com Anúbis e os acontecimentos posteriores que aparecem em "O Retorno da Múmia": a continuação já está a caminho!O astro atende pela alcunha de The Rock, que usa nos ringues de luta livre - daquele tipo cheio de presepadas, cujo público pouco dotado intelectualmente acha que é para valer. E, para ser justo, ele até dá conta do recado, visto que o personagem não exige muito mais que um monte de músculos bombados e algumas caretas de raiva. Kelly Hu, a feiticeira, é o grande destaque do elenco, não pela atuação, mas pela beleza mostrada fartamente ao longo da projeção. Michael Clarke Duncan, o gorilão braço-direito do vilão em "O Planeta dos Macacos", não leva muito a sério seu papel aqui, o do líder guerreiro que a princípio antipatiza com o herói, para depois acabar ajudando. E um irreconhecível Ralph Moeller, o Conan da série de TV, participa como o líder dos soldados que caçam Mathayus no deserto.O filme é impossível de ser levado a sério - como, aliás, seus dois antecessores. Em favor de uma classificação branda da censura, não se vê sangue nas batalhas, nem os mamilos de Kelly Hu nas pretensas cenas de nudez. Diverte bastante, desde que o espectador não se importe com a falta de "detalhes" como roteiro e bons diálogos. Só não dá para ficar até o fim dos créditos, como costumo fazer, porque estes sobem ao som de insuportável heavy metal - o que mostra bem o público-alvo que os produtores tinham em mente. O que mais incomoda é que as duas "Múmias" tinham um certo padrão de qualidade, enquanto este "Rei", quer só encher os bolsos. Custou bem menos, com poucos efeitos e nem mesmo um único monstro. E a curta duração acentua a impressão de embuste.Ainda comparando, o que é até covardia: para chegar a Conan, esse Rei Escorpião ainda tem que comer muito açaí na tigela. Mas "Conan Rei" ainda vai demorar, e enquanto isso é melhor se contentar com esse rei aí, que dá para o gasto. Ou pegar na locadora "Kull, o Conquistador" ou "O Senhor das Feras", que são melhores.
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Isadora H. Prospero
08/01/2002
nota:Rate010
Quando eu assisti "O Retorno da Múmia" eu achei que era um dos melhores filmes que já tinha visto, mas "O Escorpião Rei" superou-o e também superou as expectativas que eu tinha para o filme. Conseguiram por um pouco de comédia e romance no meio das cenas de ação, além da história, que ficou muito boa. Parabéns para o filme, realmente muito bom, que prende você a tela não querendo perder uma cena!"
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Francisco Russo
09/01/2002
nota:Rate04
Uma aventura de filme B que pode ser até considerada como comédia incidental. Assim pode ser classificado este "O Escorpião Rei", que apesar de ser até bem movimentado em suas cenas de ação não consegue em momento algum passar qualquer tipo de emoção ou adrenalina ao público. O personagem-título teve sua síntese totalmente modificada em relação ao seu primeiro surgimento no cinema, em "O Retorno da Múmia", sendo que o que antes era um cruel mercenário acaba se transformando em alguém até mesmo interessado no bem-estar de seu povo. The Rock até consegue convencer como protagonista, em muito ajudado pelas poucas falas de seu personagem e também por não exigir muito dele, dramaticamente falando. No geral trata-se de um filme que até serve para ocupar o tempo durante pouco mais de 1:30 h, mas totalmente esquecível após seu término."
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Jorge Ernesto Couto
10/01/2002
nota:Rate05
Resolvi assistir a esse filme porque esse personagem é citado no filme "O Retorno da Múmia". Gostei do filme, tem boas cenas de lutas, personagens cativantes e porque esclarece sobre a origem e quem era o "Escorpião Rei"."
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Rui Fernandes
11/01/2002
nota:Rate03
O filme foi uma grande desilusão para mim! Não querendo deitar as culpas para 'The Rock', que até nem esteve mal, tudo o resto está mal! O filme é demasiado previsível, fácil e tem partes muito mal contadas! A parte final, quando ele tira a seta das contas para matar Memnon, é simplesmente RIDÍCULA! E outra coisa é o titulo: porque é que ele é o Rei Escorpião se a única alusão que durante o filme se faz ao escorpião é a seta com o seu veneno? O que safa este filme é a banda sonora. O videoclipe está melhor elaborado do que o próprio filme. Não gostei!"
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Róger
12/01/2002
nota:Rate010
MUITO BOM O FILME. É AÇÃO DO COMEÇO AO FIM, COM UMA HISTÓRIA MUITO FÁCIL DE ENTENDER E COM CENAS DE BATALHAS INCRÍVEIS. ESSE FILME ENTRA COMO O MELHOR DO ANO NESTE ESTILO. COM CERTEZA VOCÊ NÃO PERDERÁ SEU INGRESSO."
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marcelo
14/01/2002
nota:Rate04
O filme possui um figurino bom, entretanto parece muito previsível. Na luta entre Mathayus e Balthazar, Mathayus começa apanhando e, como bom mocinho, não mata Balthazar no fim da briga (clichê). Na cena da tempestade de areia, Mathayus, além de sincronizar perfeitamente a tempestade com o ataque aos soldados, conhece perfeitamente a caverna onde se esconde. Ainda nesta cena é óbvio que ele está escondido atrás da cachoeira de areia. Na cena quando ele cai do castelo e Memnon, obviamente, existe um buraco no telhado para ele não se estatelar (coisa que não acontece com os soldados inimigos). Na cena final (ohhhh) que lua linda atrás de Mathayus e Cassandra. No mais, estava +-."
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Marcio
15/01/2002
nota:Rate01
O filme causa constrangimento a quem se sujeita a pagar para assisti-lo. O que foi o meu caso. Ao final da projeção cheguei a lembrar com carinho da bomba que John Travolta fez, "A Reconquista". Difícil saber qual dos dois filmes é o pior. Rombos, ou melhor, crateras no roteiro, diálogos para lá de vergonhosos. "O Escorpião Rei" é tão ruim que a interpretação de The Rock é o ponto alto do filme. Se você, leitor, tiver mais de onze anos, abstenha-se do sofrimento. Fique em casa assistindo novela que você ganha mais."
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André Luiz Soares da Silva
17/01/2002
nota:Rate08
Ainda que inferior aos seus predecessores, "O Escorpião Rei" se apresenta como um filme bom e divertido, mas como "Conan" e não como "A Múmia". Talvez aqueles que não tenham visto "A Múmia" e seu "Retorno..." até saiam menos decepcionados, por não nutrirem tanta expectativa.Chegamos então a primeira falha do filme. A história, talvez por esperar conquistar os cinéfilos que não estão familiarizados com os filmes anteriores, é totalmente independente. Totalmente MESMO. Não espere quaisquer referências ao futuro macabro do Rei em seu filme. Isso aliás, é um tanto estranho, já que o "happy end" (marca da franquia) acaba enganando aqueles que não sabem que logo depois da festa de coroação o Rei Rock vai decidir dar uma de Alexandre e tentar conquistar o mundo, perecendo na batalha em Karnak, para então ser amaldiçoado a viver como um monstro por 5 mil anos. A metade "Anti" do Anti-Herói Mathayus é pouco explorada, para não dizer esquecida. Outro balde de água fria é a ausência de grandes efeitos especiais (outra marca da franquia). Até mesmo no final, que apresenta sim grandes batalhas, mas não uma cena realmente apoteótica. Afinal, por quê usar Gomorra como foco central absoluto da história (o que apontarei como outra falha, mais adiante) se não se pretende aproveitar as lendas a respeito de sua até hoje mítica destruição?O que nos leva a falha número três. Quando surgiram os primeiros fatos a respeito do roteiro de Escorpião Rei, bem como seus trailers, anunciando uma história passada milênios antes da Múmia, esperava-se (bem, ao menos eu esperava) que o filme mostrasse, ao menos um pouco, do esplendor dos antigos impérios. Nada. Como disse antes, Gomorra é a única cidade a aparecer no filme, nada mais é visto. Apenas citado, logo no princípio. Talvez um dos responsáveis por isso seja o roteiro extremamente curto. O filme tem menos de uma hora e meia de duração, na qual se vê muito pouco da ascensão de Mathayus a sua futura condição de rei. Sinceramente, acaba soando um tanto estranho o modo como ele consegue isso. Fácil demais, talvez. Nem mesmo o bem interpretado vilão Memnon, ainda que muito bem construído (quem sabe ganha o próprio filme, ano que vem :-) ?), se mostra um grande desafio. Um roteiro 20 minutos mais longo poderia muito bem se dar ao luxo de criar um problema um pouco mais complexo para Mathayus, quem sabe mostrando-o unificando tropas ao redor do mundo antigo (mostrando enfim, sua capacidade como comandante), para aí sim dar cabo de Memnon em uma cena marcante para sua saga. A batalha entre os dois até que é bem legal, mas se encerra sem qualquer "tchan". Em resumo, ficamos sem entender como a mente de um assassino de aluguel consegue após o filme, realmente comandar dezenas de milhares de homens em uma campanha para a conquista total.Mas se pesarmos na balança, tudo isso se releva quando nos deparamos com a estonteante beleza da atriz Kelly Hu, que interpreta a profeta Cassandra (suspiros). Por sinal, mulheres lindas são outra (e melhor, diga-se de passagem) marca registrada desses filmes. Ela, Balthazar (interpretado pelo excelente Michael Clark Duncan) e o já citado Memnon acabam sendo os únicos coadjuvantes de destaque na trama. O ladrão de cavalos, o menino, a rainha Isis (que não diz a que veio) e o cientista louco pouco acrescentam. Só tapam buracos mesmo. E fazem você rir, uma vez ou outra. Enfim, um filme bem divertido. Legal, como costumamos dizer quando as luzes se acendem. Mas, se você é fã da série original, vá ao cinema alerta aos pontos que apresentei acima. Se não, sente-se e se divirta ! Rei Conan Rock Escorpião está na área para detonar!"
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Simonea
18/01/2002
nota:Rate05
O filme tem seus altos e baixos. Adorei O Retorno da Mumia,mais o personagem Escorpiao Rei,ficou um pouco sem titulo. Nao se sabe direito se ele e um mocinho ou um vilao,pois em um filme ele aparece como o grande vilao,e no outro,como o grande heroi,sem q digam nada sobre o porque,dessa mudança repentina.
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Ivan
19/01/2002
nota:Rate010
Filmaço.....Um dos melhores filmes que já assisti, gostei de tudo no filme, mas a Kelly Hu é que é o melhor do filme...ela é linda..O filme é muito bom mesmo, para quem gosta de filmes de aventura e ação, recomendo, pois é um dos melhores que já assiti.
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Taís Vialia
20/01/2002
nota:Rate09
Achei o filme muito bom apesar de haver uma incoerência na sequência que o liga ao filme " a múmia" pois nesse fime ele aparece mau e no escorpião rei ele é bom ... mas a atuação do the rock foi uma das melhores nesse gênero de filme , macho que pode-se comparar à Conan ou coisas parecidas.
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Hilkaa
21/01/2002
nota:Rate09
Dwayne Douglas Johnson é um gato e, interpretou muito bem. Mais é bom ser lembrado que o filme passo em uma época da antiguidade e o diretor fez isso certinho - passo a passo, pois, até hoje não ouvi e/ou vi erros de filmagem e/ou algo que não fazia parte do contexto do filme.
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Thiago Tanabe
22/01/2002
nota:Rate08
Esse é um filme para quem gosta de ação, é um filme divertido, pois é aventura do começo ao fim! Aquele que fala que o filme é ruim, que assista novela mexicanas melodramáticas..... Eu recomendo esse filme!
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Marcus Souza
23/01/2002
nota:Rate02
Um filme de pessima qualidade, com um roteiro fraco, onde só se veem lutas e mais lutas, nada compativel a serie Mumia, onde se falava tanto no escorpião rei, para mim deixou muito a deseja, principalmente no enredo e na musica.
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Cleyton Lucas
24/01/2002
nota:Rate05
Sinceramente eu esperava mais do filme, foi um filme totalmente previsivel, um artista fortão e seu pucha saco. No começo do filme até pensei que fosse legal, mas com o decorrer da história voce ja sabia o que ia acontecer. A Múmia tem mais efeitos especiais e é bem melhor que esse filme.
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Márciaa
25/01/2002
nota:Rate010
Adorei o filme, é um pacote completo, ação, um pouco de aventura, comédia e romance, repito adorei! só que mostra um Rei escorpião do bem, ao contrário do que vemos no filme O retorno da Múmia!
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