Título original: (Saraband)
Lançamento: 2003 (Áustria, Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Itália, Suécia)
Direção: Ingmar Bergman
Atores: Liv Ullmann, Erland Josephson, Börje Ahlstedt, Julia Dufvenius.
Duração: 112 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
A advogada Marianne (Liv Ullmann), 30 anos após estar divorciada, decide visitar impulsivamente seu ex-marido, Johan (Erland Josephson). Ele alcançou a independência financeira em razão de ter recebido uma grande herança, assim deixou a universidade e agora vive isolado em uma casa no interior. Ao chegar, ela testemunha o relacionamento atormentado entre Johan, seu odioso filho Henrik Börje Ahlstedt) e uma neta de 19 anos, Karin (Julia Dufvenius). Incapaz de lidar com a morte da esposa, que faleceu há 2 anos, Henrik expressa sua dor através de uma nada saudável obsessão com Karin, sua filha adolescente. Ignorando os protestos de Henrik, Johan oferece mandar Karin para um prestigiado conservatório de música, forçando-a a escolher entre ficar com seu atormentado pai ou ter um futuro promissor como uma violoncelista.
roberto mauro zebral da silva em 09/04/2011
É muito difícil dizer qual é o melhor filme de Bergman. Cada filme é uma obra-prima. Em Saraband, destaque para a personagem Anna, personagem viva no filme, embora apareça apenas em fotografia (no filme a personagem está morta, mas é de uma presença incrível, até mesmo para o desenlace entre todas as outras personagens). O final do filme é muito dramático, com um toque de muita humanidade. Filme imperdível.
agathe em 30/06/2010
Relato em relação ao filme Saraband de Bergmam.
Saraband de Ingmar Bergman
Os olhos ebúrneos azuis de Liv Ullmann, imã celeste no sete de filmagem. A sua personagem representa uma papisa de rara sabedoria em busca da saudade, do equilíbrio imprescindível da existência. E com exemplar maestria vai envolvendo os personagens, perdoando aquelas pessoas. Com paciência, e com espécie de mimo, oferecem sua sabedoria para resolução dos problemas daquelas pessoas, suas mazelas. A heroína que retorna ao umbral, para sacralizar aquele vendaval psicológico; com direito a todo tipo de teoria Freudiana, complexo de Electra, complexo de Édipo, esquizofrenia causada por distúrbio familiar, até que chega ao clássico sintoma, o vazio existencial suíço-alemão.
E ao mesmo tempo, eu comparo seus lábios carnudos e famosos, com a Liv Ullmann de Persona, aquela menina trágica e sensual, desvendando os desejos mais íntimos de Bibi. E essas duas deusas européias se revelarão ainda mais em preto e branco, com seus atributos artísticos e suas sensualidades psicóticas. Com suas tiaras que enlaçam sensivelmente seus cabelos prateados impregnados da luz reveladora na ótica penetrante de Bergman. É difícil não se apaixonar por Liv Ullmann; a cada giro de sena, sua beleza fica mais aparente, além de ser uma grande atriz.
Voltando a Saraband; foi difícil e emocionante ver a fase senhora Liv Ullmann, difícil por causa de Persona, emocionante por causa daquele olhar erbúneo azul que nunca mudou. São aqueles olhos que vagam e navegam pela câmera de Bergman, e que são para sempre. A fase senhora Ullmann me remete a alguém que soube envelhecer com dignidade, beleza, maestria, e isso, é para poucos; seus gestos de delicadeza ainda permanecem feito um mistério, para meu olhar de cinéfilo, é por isso, que ela é, e sempre será, uma das Grandes Damas do Cinema de todos os tempos.
Ass, Biosas
Este filme é horrivel. Quando vc acha que ele vai começar de verdade ele acaba. AFF
por JEH, 14/02/2012 às 03:36
Muito bom! O maiss curioso deste filme foi a escolha de um diretor até então especialista ...
por Fernando Schiavi Leite, 14/02/2012 às 00:25
Esse filme é simplesmente uma obra-prima do David Fincher, genial. Não me deu sono, não a...
por carlos_alberto_09, 14/02/2012 às 00:22
História original e ao mesmo tempo previsível, entretanto eu adorei o filme, fiquei torcen...
por B.Boy Jc, 14/02/2012 às 00:18