Rollerball - Os Gladiadores do Futuro

Rollerball - Os Gladiadores do Futuro 2010-05-22 Francisco

Título original: (Rollerball)

Lançamento: 1975 (EUA)

Direção: Norman Jewison

Atores: James Caan, John Houseman, Maud Adams, John Beck.

Duração: 118 min

Gênero: Ficção Científica

Status: Arquivado

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Sinopse

Em uma sociedade do futuro na qual não há mais guerra e os países foram substituídos por corporações existe Rollerball, um violento jogo criado para aliviar as tensões e controlar a população, demostrando a futilidade do individualismo. É um jogo extremamente difícil, criado para não ter ídolos. No entanto, Jonathan E. (James Caan), o maior astro deste jogo, desafia as normas estabelecidas pelo poder e recusa a se aposentar. Então as regras do jogo são drasticamente mudadas, para destruí-lo ou matá-lo.

 

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Elenco

James Caan

(Jonathan E.)

  • John Houseman (Bartholomew)
  • Maud Adams (Ella)
  • John Beck (Moonpie)
  • Moses Gunn (Cletus)
  • Pamela Hensley (Mackie)
  • Barbara Trentham (Daphne)

Comentários

Nome do Usuario

Carlos Eduardo em 01/04/2010

Clássico do cinema

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Darwin Frick em 04/01/2001Nota: 4.5     

Um filme bom que nos mostra como seria no futuro se a "Nova Ordem Mundial" fosse implantada. Uma sociedade sem brilho e esperança, porque alem de abolirem as guerras, violencia e a miseria tambem aboliram a liberdade onde um pequeno grupo comandam o mundo e decidem invadir a vida privada das pessoas. Cuidado isso pode acontecer nos dias de hoje.

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Samuel em 03/01/2001Nota: 4     

Este foi um dos filmes que marcaram minha infância. Assisti apenas duas vezes na TV e, muitos anos depois, adquiri em VHS. Históia interessante, cenas bem feitas e boas atuações são o resumo para esta obra.

Nome do Usuario

Francisco Russo em 02/01/2001Nota: 3     

O mais interessante em "Rollerball" é o contexto no qual o jogo em si foi criado e é realizado, em que gigantescas corporações decidem o destino de milhões de pessoas. O jogo em si não tem nada de mais: é violento, sem graça e atrai mais pela curiosidade em saber como ele funciona. Por outro lado, o questionamento do personagem de James Caan sobre uma empresa decidir seu futuro sem sequer consultá-lo leva a alguns debates interessantes sobre o valor da liberdade, não exatamente no filme mas após assisti-lo. Um bom filme, sem sombra de dúvidas."

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