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Gostei mais ou menos do filme. Num primeiro momento a história me prendeu a atenção, chegando a criar tensão, mas depois o filme me decepcionou, esperava bem mais. O desfecho é razoável e Robin Williams também deixou a desejar." |
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Após alguns fracassos, Robin Williams resolveu dar uma guinada em sua carreira e interpretar vilões em seus filmes seguintes. Um deles aparece em "Retratos de uma Obsessão", onde o principal destaque é justamente a interpretação de Williams. Com uma atuação minimalista, onde uma simples expressão ou ação indica claramente a situação do personagem naquele momento, Robin Williams consegue se sair muito bem em cena, em especial após descobrir os problemas da família Yorkin, quando sua obsessão deixa de ser passiva e se torna mais ativa. Outro ponto bastante interessante do filme é sua fotografia, principalmente a utilização das cores de acordo com os cenários e roupas dos personagens. No geral um bom filme, que vale ser visto principalmente pela atuação de Robin Williams." |
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Filmaço. Estréia de um diretor de clipes, poderia-se pensar em edições alucinantes e história pífia, mas é justamente o contrário que marca esse filme. Robin Willians definitivamente mudou sua carreira, deixando de lado os dramas melosos pra entrar de cabeça em personagens reais, vivos e, principalmente, difíceis. Resultado: ótima atuação." |
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Um Filme inteligente e de qualidade, com uma brilhante atuação de Robin, apenas o final que ficou sem explicação. Um filme para você parar e pensar. Te deixa ansioso para chegar ao final. Simplesmente brilhante. |
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Horrível! Robin Williams irreconhecível! O filme tem um final nada bom e você se sente perdido! Leva nota 2 pelas mensagens passadas quanto à importância de relacionar a nossa vida com as fotos! Não vale a pena assistir! |
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"Quero meu dinheiro de volta!" é a minha crítica mais positiva sobre este filme. Acho que quiseram mexer com a imagem de MOÇO CORRETO de Robin Willians e colocá-lo como o cara mau, que faz maldades apenas para que tudo fique bem. |
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Ao contrário do que, com certeza, muita gente vai dizer, Retratos de uma obsessão é um filme muito bom. Tem uma história bem amarrada, mas o importante é que o filme nunca se afirma como suspense e realmente não é. Todos devem assisti-lo como um drama muito bem interpretado. |
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O ator Robin Williams construiu sua carreira de sucesso principalmente por seus papéis de comediante em vários filmes que conquistaram as platéias pelo mundo. Porém, ele tem ultimamente procurado escolher personagens mais dramáticos e curiosamente interpretou um escritor assassino em “Insônia”, filme dirigido por Christopher Nolan e com Al Pacino e Hilary Swank no elenco, e agora ele é um psicopata obsessivo em “Retratos de uma Obsessão” (One Hour Photo), que entrou em cartaz nos cinemas em 06/09/02. Dirigido e escrito pelo novato Mark Romanek, o filme é um thriller psicológico onde Williams interpreta Seymour Parrish, apelidado de “Sy”, um funcionário de uma grande loja de departamentos, sendo o responsável pela seção de revelação rápida de fotografias em uma hora (daí o título original). Dentre os seus vários clientes fiéis, ele passa a ficar obcecado por uma família tradicional formada pela bela mãe Nina Yorkin (Connie Nielsen), seu marid! o empresário William (Michael Vartan), e o filho pequeno do casal, Jake (Dylan Smith), de 9 anos de idade. Parrish revela-se na verdade um homem perturbado pela solidão com uma natureza psicótica explicada pela estranha coleção de fotos da família Yorkin, que ele montou ao longo dos anos acompanhando desde o matrimônio do casal e o nascimento do filho até os dias atuais, expondo numa parede de um quarto de sua casa. Transformando-se numa espécie de guardião secreto da família, ele tem atitudes estranhas como espionar a casa deles quando não estão presentes (e até imaginar frequentando o local como sendo o fantasioso tio Sy do pequeno Jake), ou assistir os treinos de futebol do garoto. As coisas começam a ficar tensas quando ele descobre em uma foto que revelou de uma cliente, Maya Burson (Erin Daniels), uma antiga colega de escola de Will Yorkin, que eles estavam tendo um romance, com Will traindo a confiança de sua esposa. Simultaneamente, por ser alvo de investigação de seu ! gerente, Bill Owens (Gary Cole), que descobriu numa auditoria uma enorme defasagem entre a quantidade de negativos e fotos reveladas ao longo dos anos, Parrish perde o emprego por copiar ilegalmente centenas de fotos, cobrindo uma parede de sua casa com retratos de “sua família favorita”. Uma vez transtornado pela perda do emprego de sua vida e revoltado com Will Yorkin pela traição com a esposa, Parrish resolve delatar secretamente o caso de adultério para Connie, iniciando uma vingança particular contra Will e a amante Maya e principalmente demonstrando sua perigosa insanidade. Para complicar a situação, ele passa a ser perseguido por um detetive da polícia, Van Der Zee (Eriq La Salle), que começou a investigá-lo após uma denúncia do gerente do shopping que despediu Parrish, devido uma suposta ameaça contra a sua família na forma de fotos que Parrish tirou de sua filha e enviou ao gerente. “Retratos de uma Obsessão” é um suspense psicológico narrado d! e forma bem pausada, sem muita ação, correrias ou violência. É a história de um homem solitário e sua misteriosa obsessão por fotografias e em especial por uma família tradicional que poderia ser a sua, já que ele se imagina como uma membro dela, algo que não existe em sua vida e o principal motivo de sua perturbação mental. Os eventos são todos apresentados devagar onde vamos conhecendo o personagem doentio Sy Parrish e seu fascínio incomum pela família Yorkin. Robin Williams está muito bem no papel do obcecado funcionário da loja de fotos e vem consolidando cada vez mais seu talento como ator em performances variadas. O diretor Mark Romanek é estreante e começou de forma positiva, trabalhando com um grande astro e fazendo um filme diferente, distanciando-se dos convencionais similares. Um destaque é uma cena de pesadelo de Parrish, onde ele está parado em pé num corredor comprido e todo branco, e repentinamente seus olhos começam a jorrar enormes jatos de sangue. Como curios! idade, num momento em que Parrish está em sua casa, a televisão está exibindo o clássico da ficção científica “O Dia em que a Terra Parou” (The Day the Earth Stood Still, 1951), uma produção em preto e branco dirigida por Robert Wise, numa sequência onde o ator Michael Rennie, interpretando um alienígena humanóide enviado pela “Federação dos Planetas”, está fazendo um discurso em frente a sua nave recém aterrissada, exigindo o fim das guerras e a paz na humanidade pela força ou a Terra seria eliminada. Para os fãs do trabalho de Robin Williams e apreciadores de filmes psicológicos, “Retratos de uma Obsessão” é indicado como uma boa opção de entretenimento, explorando mais uma das facetas da misteriosa mente humana. |
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Bela interpretação de Williams, em um roteiro pouco explorado pelo diretor, que preferiu desperdiçar o que poderia ser uma ótima trama! Pegou “ leve ” demais! a direção não optou para o lado paranóico e um pouco violento ( o que é de ser previsível para um filme do gênero ) o que foi talvez, foi um balde de água fria a quem pensava encontrar um grande suspense com diálogos inteli-gente. Até que Robin Willians atuou muito bem e com experiência! No papel do balconista obcecado. Mas o que prevaleceu, foi um trama com muito marketing e pouco filme ( com uma hora e meia de duração) em um final não convincente, decepcionante e frustrante! |
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O filme é excelente!!! Desculpa mas naum consigo entender como uma pessoa dá nota 4 pro filme! Provavelmente essa pessoa tenha entrado no cinema a fim de ver cabeças rolando,"pois isso sim seria um filme bom", realmente uma pessoa assim naum tem capacidade para entender um suspense psicológico, q vai fundo na análise da mente humana. Bem, o Filme é sensacional, envolvente, emocionante, comovente... fico por aki, Bjos =*. |
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Robin Williams parece estar feliz com o rumo que sua carreira está tomando. Depois de fazer o bom Insônia com Al Pacino dessa vez Robin leva quase sozinho Retratos de uma obsessão. O título em português é terrível mas o filme vai agradar. Mas pensando bem ... acho que não vai agradar a todos. Apesar de seguir a cartilha dos filmes de suspense-policial bem sucedidos o diretor Mark Romanek não usa alguns itens considerados essenciais. Mark Romanek escreve e dirige One Hour Photo e conta com Robin Williams para dar forma ao simpático atendente de uma loja de revelação de fotos. Sy é aquele típico sujeito que ninguém repara, ninguém vê ou se importa e só falamos quando precisamos dele. Se os filmes são considerados o retrato de uma geração, então a sociedade americana vai muito mal. O pessimismo e principalmente a solidão que assola o século parece ter origem no país do Tio Sam. Mas se Mark Romanek optou por não levar o filme até o final que todos esperavam já é um bom sinal. Mesmo correndo o risco de desagradar aos fãs que adoram os clichês, o diretor não conseguiu evitar as explicações típicas do cinema holywoodiano. Para Holywood tudo tem que ser explicado, tudo nos seus lugares. No cinema industrial americano não tem espaço para um filme como Cidade de Deus que não explica nada e apenas apresenta a história, mostra os fatos. One Hour Photo até tentou escapar a esses princípios mas não foi possível, pelo menos Romanek tentou. O grande clichê final vai servir para amansar o público que prefere ser levado pelo filme e assim deixar o cérebro desligado por mais duas horas. E Robin Williams provou de vez que pode protagonizar tão bem drama quanto comédias. |
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Robin Williams tem a melhor atuação de sua carreira, um dos personagens mais melancólicos e solitários dos últimos tempos!!! Robbin consegue encarnar magistralmente o homem aparentemente comum, dedicado diligentemente ao trabalho e aos seus clientes, que são como sua vida e sua forma de expressar sua afeição, já que não possui família, namorada ou filhos, apenas um ratinho! A solidão é total!!! Aqueles que criticaram o filme simplesmente não têm idéia do que é a solidão, pois há diferença entre se sentir sozinho e ser sozinho de fato. A fotografia em tons claros nos reflete a frieza da vida de Sy Parrish e a frieza das outras pessoas em relação a ele. Apesar do carinho dedicado aos seus clientes e em especial à família Yorkin (o paradigma de família perfeita e ideal na concepção dele), ele é simplesmente o "cara que revela fotografias". A cena em que o painel com centenas de fotos da família Yorkin aparece na casa de Sy é aterradora, de arrepiar os cabelos!!! Este é um filme assustador sim, embora não haja uma gota de sangue, além de ser muito instigante, já que provoca uma certa angústia, pois qualquer um de nós poderia enlouquecer diante da solidão, da indiferença e desprezo por parte do resto do mundo. O filme é extremamente silencioso, mas diz muito. Não precisa de bombas, gritos nem explosões pra que você perceba a revolta contida do personagem. E se ele quisesse contar suas angústias, para quem seria?" |
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Um excelente filme. Foi muito indicado para os estudantes de psicologia e em especial os de psiquiatrias que estudam casos clínicos de psicose e transtornos obsessivos. Seymour tem uma espécie de patologia obsessiva que foi convenientemente explicada no filme pela ausência de família em sua vida. Isso fez com que ele desenvolvesse essa patologia mental. |
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