|
|
|
||||||
|
Obrigada, Francisco Russo. Após ler seus comentários sobre o filme, não tive dúvidas. Fui vê-lo e amei! É como você descreveu. Mais uma vez, espero, de muitas, VALEU! E quem quiser saber melhor, recomendo que leia sua crítica. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Este é um filme do tipo ame-o ou deixe-o. Ou você gosta ou não. Mas o importante é que ele mostra claramente o que é hoje a Academia de Cinema, pois quem premia Julia Roberts pelo seu desempenho em "Erin Brokovich" e despreza o "show" de interpretação de Ellen Burstyn está vendo apenas o cachê de U$ 20 milhões da Julia. O Oscar hoje é puro comércio. Nada contra a bela, muito ao contrário. O que não se pode é fechar os olhos à emocionante atuação de Ellen. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
"Réquiem..." é um filme único. Não se propõe a falar apenas sobre drogas, mas vai além, abordando de forma profunda e chocante a questão do vício. É exatamente isso que o torna especial, pois abandona os clichês que se repetem em outros filmes, usando uma linguagem bastante direta e cruel, sem ser gratuito. É um exame das razões que levam um indivíduo a entregar-se ao vício (seja ele qual for) e de quão fundo se pode descer em busca da fuga de uma realidade que não é exatamente aquela com que sonhamos. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Nem bem um filme sobre a ilusão da droga, é mais sobre a droga da ilusão. Pois não é outro o sentimento que move os quatro personagens principais em sua desesperada busca de felicidade e conforto. Cada qual com seu vício, vão se iludindo na desesperada busca por um mínimo de felicidade e conforto. Um filme incômodo, deprimente e perturbador como poucos. Pontos altos: a montagem frenética, a trilha sonora, bastante adequada, e as interpretações soberbas de todo o elenco, em especial a de Ellen Burstyn. Um dos melhores deste novo século e, desde já, de toda a história do cinema. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Este filme não pode passar despercebido... Um trabalho fantástico e realista de um diretor maduro e perceptivo. "Réquiem para um Sonho" entra na mente das pessoas que usam drogas e descreve com perfeição seus sentimentos, angústias e desejos. Não deixe de ver! Ellen Burstyn "brinca" de atuar e prova a injustiça de ter perdido o Oscar para Julia Roberts... Ela está sensacional, indescritível... |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Um dos filmes mais intensos e honestos que já assisti. As interpretações do trio principal são fantásticas, principalmente a de Ellen Burstyn. Pequenos erros (por exemplo, é possível ver um microfone em pelo menos uma cena) são perdoados diante dos pontos positivos do filme. O diretor soube abordar pontos polêmicos e demonstrar o auge e a decadência de forma clara e sincera. É um filme muito forte que mostra a realidade, os vícios dos homens e o que estes são capazes de fazer para conseguir o que desejam. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Não há mais nada a dizer sobre este filme do que o que já foi dito: Ellen Burstyn está excepcional, Darren Aronofsky é um dos grandes nomes que apareceram no cinema ianque. O filme é um soco na boca do estômago. O único comentário pessoal que se salva é o de que jamais esquecerei as últimas cenas do filme: nada é tão perfeito quanto a gente imagina! |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Grande filme! Reflexivo, real, angustiante, completo! Ponto para a montagem, trilha sonora e sobretudo as interpretações: Jennifer Connelly mostra a que veio e Ellen Burstyn está soberba! Se o mundo fosse justo o Oscar seria dela, sem dúvida! |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Qualquer elogio que se teça a esse filme seria redundante. Dizer que é um soco no estômago? Que traz lágrimas espontâneas aos olhos sem o sentimentalismo barato tão caro em Hollywood? Isso não basta. É necessário estar as quase duas horas de projeção no escuro em silêncio, com os olhos arregalados e incrédulos pelo que se passa na tela, aí então não será mais necessário dizer nada. O maravilhoso réquiem da trilha, as atuações quase que inexplicáveis, a verdade estourada numa fotografia esplendorosa. Em silêncio, vai sentir seu estômago doendo, sua cabeça atordoada e as lágrimas que brotam inexplicáveis dos olhos que desejariam talvez não ver a realidade esfregada dessa forma em seu rosto. Ave, Aronofsky! |
|||||||
|
|
|
||||||
|
"Réquiem Para um Sonho" é uma magnífica surpresa, tanto para quem não espera muita coisa dele quanto para quem espera ficar chocado. A trilha sonora acompanha a criativa e melancólica visão de Aronofsky sob o mundo das drogas e dos vícios em geral. Quase todos os personagens no filme tem algum tipo de vício. Desde a dona-de-casa viciada em TV (e logo depois em anfetamina) até o traficante viciado em mulheres, todos eles escolhem aproveitar o momento, mesmo que não façam projeções do que acontecerá no futuro, como se vivessem para aquilo. Muita inveja e nota dez para Aronofsky. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
A década de 70 assistiu ao surgimento de cineastas polêmicos e provocantes que não tinham pudores em chocar e contavam suas estórias de forma crua e realista. Tais cineastas atendem pelos nomes de Brian De Palma, Dario Argento e David Cronenberg. As coisas ficaram terrivelmente calmas ao longo das décadas de 80 e 90 (que infelizmente foi o período de queda e decadência destes outrora brilhantes diretores), sem nenhum profissional capaz de ferir ou cutucar, sem medos ou tabus, as feridas da sociedade moderna. Quando muito David Fincher (com o seu "Se7en") e David Lynch ("Mulholland Drive") aventuraram-se em fazer alguns bons filmes, embora muito "bem-comportados" dentro do que se poderia esperar deles. O século 21, contudo, nasce junto com um novo expoente do gênero "Ame-o ou Odeie-o". Darren Aronofsky é o homem por trás das câmaras de "Réquiém Para um Sonho", uma produção que muito embora tenha sido rotulada como um drama caberia melhor na categoria de horror; não aquele horror de monstros ou serial killers, mas sim em um horror humano e real, portanto, mais assustador. Depois de dar seus primeiros passos atrás das câmaras no mundo do cinema de arte alternativo com o seu esquisito "Pi", Aronofsky finalmente faz seu grande debút comercial com "Réquiem Para um Sonho". Se você ler as críticas sobre o filme, verá que todas possuem algo em comum: cem por cento das pessoas que o assistiram ficaram literalmente atônitas e chocadas com o que é mostrado em seus minutos de reprodução. Tais opiniões não poderiam ser mais reveladoras. Se você for ver "Réquiem Para um Sonho" prepare-se para ser canhoneado sem clemência por algumas das cenas mais chocantes e visceralmente cruéis que o cinema moderno testemunhou em toda a sua estória. A perversidade e a dor do filme de Aronofsky não reside em nenhum serial killer mascarado armado com um gancho matando adolescentes... a dor de "Réquiem Para um Sonho" deve-se exatamente no seu realismo e na sua sinceridade, que o torna não apenas um filme mas sim uma espécie de documentário deprimente sem cortes. Quando você testemunha os acontecimentos que vão surgindo vai percebendo que tudo aquilo é muito franco e Aronofsky não faz concessões, nenhuma espécie de maquiagem é utilizada para aliviar a morbidez da estória. Como nenhum cineasta jamais conseguiu fazer antes, Aronofsky registra, com câmara nervosa, ágil e alucinante, a jornada da decadência e sofrimento que domina a vida de pessoas viciadas em drogas, através da saga de 4 personagens: uma mãe carente e solitária (Ellen Burstyn, que merecidamente foi indicada ao Oscar por este filme e infelizmente o perdeu para Julia Roberts, demonstrando que muitas vezes a Academia leva mais em conta o critério comercial do que o artístico para eleger seus premiados. O desempenho de Burstyn aqui é poderoso e fascinante, sendo impossível não encher os olhos de lágrimas ao acompanhar a sua trajetória para o fundo do poço, suprindo com pílulas de emagrecimento a falta de amor em sua vida), seu filho (Jared Letto), a namorada do rapaz (Jennifer Connelly - que ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante este ano pelo seu papel de uma mulher sofredora em "Uma Mente Brilhante". Não desmerecendo o seu desempenho impecável e excepcional em "Uma Mente Brilhante", Jennifer na verdade deveria ter sido indicada ao Oscar - e ganho - pelo seu papel aqui. Interpretando uma jovem drogada e viciada, Jennifer dá a performance de toda uma carreira e finalmente prova o seu talento que, durante muito tempo, foi ofuscado pela sua espetacular beleza) e o seu melhor amigo (Marlon Wayans, mais conhecido no Brasil por "Todo Mundo em Pânico". Em "Réquiem Para um Sonho", Wayans vai na contramão da comédia e constrói um personagem trágico e triste). O roteiro, excelente, desenvolve a estória de uma forma com a qual você primeiramente se afeiçoa e se identifica com cada um destes personagens e posteriormente é obrigado a testemunhar, em um segundo ato negro, sombrio e desesperador, o fim sórdido da vida destas pessoas, a destruição sumária de vidas que sucumbem ao poder maligno de pílulas e pó. Se você vive uma estória semelhante ou convive com alguém da família que esteja passando por um problema de vícios leve seu filho, seu irmão ou seja quem for para conferir "Réquiem Para um Sonho". A beleza deste filme, por incrível que pareça, transparece através de sua tristeza e angústia - por baixo da grande dor que o filme destila há uma poderosa mensagem de esperança e vitória, ensinando-nos que emoções fortes não significam baladas noturnas regadas a álcool e drogas. Emoções fortes, muitas vezes, significam aproveitar a companhia de sua família, criar seus filhos e vê-los crescer, se apaixonar, namorar... viver cada pequeno grande momento da vida como se fosse o último. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
O filme é absurdamente excelente. Cada ator confere genuína honestidade na interpretação e faz deste filme uma jóia rara. Endosso a opinião dos críticos, que disseram que este filme deveria fazer parte do currículo obrigatório nas escolas de segundo grau do país. Aguardo ansioso um próximo filme do Darren Aronofski. |
|||||||
|
|
|
||||||
|
Geralmente quando criamos expectativas a respeito de algo nos decepcionamos. Mas para "Réquiem" todos os comentários elogiosos que já tinha ouvido foram plenamente confirmados. As soluções visuais super originais, a trilha sonora claustrofóbica, as interpretações, a crítica social, tudo é excelente! "Réquiem para um sonho" não só um filme, é uma experiência única, que, por mais angustiante que seja, merece ser vivida. |
|||||||
|
|
|
||||
|
Filme de cenas fortes, contundentes, de temática pesada, cujos intérpretes estão impecáveis, destaque para Ellen Burstyn (indicada ao oscar) e Jennifer Connelly. |
|||||
|
|
|
||||||
|
Filme ótimo, atuações perfeitas (principalmente a do "Deus grego" Jared Leto) cenas bem editadas e fotografia ímpar. Uma nota dez seria pouco para essa obra-prima. |
|||||||
| 1 - | Percy Jackson e o Ladrão de Raios | 6 | 38 |
| 2 - | Simplesmente Complicado | 6 | 8 |
| 3 - | Avatar | 8 | 135 |
| 4 - | Idas e Vindas do Amor | 6 | 30 |
| 5 - | O Amor Acontece | 8 | 2 |
| 6 - | Toy Story 2 | 9 | 7 |
| 7 - | O Lobisomem | 6 | 26 |
| 8 - | Alvin e os Esquilos 2 | 8 | 44 |
| 9 - | Um Olhar do Paraíso | 8 | 39 |
| 10 - | Entre Irmãos | 8 | 5 |