1245101375 rainhaposter01 thumb

A Rainha

titulo original: (The Queen)

lançamento: 2006 (França) (Itália) (Inglaterra)

direção: Stephen Frears

atores: Helen Mirren , Michael Sheen , James Cromwell , , Sylvia Syms

duração: 97 min

gênero: Drama

status: arquivado

envie
comentar
newsletter
twitter
rss
favorito
separar os e-mails por vírgulas
limitado em 600 caracteres

Faça o login, para usar essa ferramenta.

ficha técnica:

  • título original:The Queen
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 37 min
  • ano de lançamento:2006
  • site oficial:http://www.thequeen-movie.com/
  • estúdio:Canal+ / France 3 Cinéma / BIM Distribuzione / Granada Film Productions / Pathé Pictures International / Scott Rudin Productions
  • distribuidora:Miramax Films / Europa Filmes
  • direção: Stephen Frears
  • roteiro:Peter Morgan
  • produção:Andy Harries, Christine Langan e Tracey Seaward
  • música:Alexandre Desplat
  • fotografia:Affonso Beato
  • direção de arte:
  • figurino:Consolata Boyle
  • edição:Lucia Zucchetti
  • efeitos especiais:

imagens - 11

A Rainha A Rainha A Rainha A Rainha A Rainha A Rainha A Rainha A Rainha A Rainha A Rainha A Rainha

sinopse:

A notícia da morte da princesa Diana se espalha rapidamente pelo mundo. Incapaz de compreender a reação emocional do público britânico, a rainha Elizabeth II (Helen Mirren) se fecha com a família real no palácio Balmoral. Tony Blair (Michael Sheen), o recém-apontado primeiro-ministro britânico, percebe que os líderes do país precisam tomar medidas que os reaproximem da população e é com essa missão que ele procura rainha.

elenco:

  • Helen Mirren (Rainha Elizabeth II)
  • Michael Sheen (Tony Blair)
  • James Cromwell
  • (Príncipe Philip)
  • Sylvia Syms (Rainha-mãe)
  • Paul Barrett (Trevor Rees-Jones)
  • Helen McCrory (Cherie Blair)
  • Forbes KB

comentários

para deixar um comentário você precisa fazer o login
Default thumb
Francisco Russo
02/01/2006
nota:Rate08
Um olhar sobre a morte da princesa Diana e sua repercussão na família real e na população inglesa. Esta é a premissa inicial de "A Rainha", mas Stephen Frears consegue ir além disto. Além de relatar fatos verídicos, "A Rainha" mostra um pouco da realidade aristocrática da família real e também do peso do poder sob o governante, que em determinados momentos precisa passar por situações constrangedores simplesmente porque este é o seu papel e não há alternativa para evitá-las. Frears consegue tratar destes assuntos com bastante sensibilidade, através de pequenos gestos e diálogos cuidadosos, recheados de polidez mas ao mesmo tempo com recados bastante claros. E é também auxiliado por duas estupendas interpretações: Helen Mirren como a rainha Elizabeth II e Michael Sheen como Tony Blair. Helen Mirren tem uma atuação minimalista, que faz com que fique parecidíssima com a Elizabeth II que se conhece através de noticiários mundo afora. Já Michael Sheen faz de seu Tony Blair um personagem jovial, que deixa visível a animação com o início de seu governo e ao mesmo tempo possui uma profunda reverência pela rainha e pelo papel que ela representa para a Inglaterra. Os diálogos entre estes personagens são alguns dos melhores momentos do filme, já que representam mundos antagônicos: a rainha a Inglaterra tradicional, recheada de costumes e simbolismos, e Blair a Inglaterra atual, apaixonada por Diana e que anseia por algum contato de sua monarca. Destaque também para James Cromwell, que infelizmente tem poucas cenas. Muito bom filme, pelo modo como o tema é abordado e também pelo excelente elenco.
Default thumb
Guilherme Salomão
03/01/2006
nota:Rate010
O filme é fantástico, o lenco afiadíssimo e a direção de Stephen Frears é minunciosa. Um soco na boca do estômago da monarquia britânica, mas ao mesmo tempo, o diretor consegue nos transportar para o lado humano da personagem vivida de forma sublime pela impagável Helen Mirren. A Rainha acerta em cheio no que hé de melhor em termos de comédia, o humor britânico.
Default thumb
Sérgio Luiz de Castro
04/01/2006
nota:Rate010
Helen Mirren simplesmente perfeita! Umas das melhores atuções do cinema!Um filme quase real, com toda a força de um roteiro magnifico. Não só devia levar o Oscar de Melhor Atriz como de Melhor Filme. Um dos melhores filmes do ano!
Default thumb
Fernandaa
05/01/2006
nota:Rate06
Se puder utilizar uma analogia é uma comida sem tempero... Fui ao cinema na maior expectativa e sai super decepcionada... De todas as indicações só a de melhor atriz é realmente merecida.
Default thumb
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
06/01/2006
nota:Rate09
O cinema de Stephen Frears me chamou a atenção pela primeira vez em 1985 quando ele lançou "MINHA ADORÁVEL LAVANDERIA", no qual um britânico (que mais tarde viria a ganhar o Oscar de melhor ator, Daniel Day-Lewis, se apaixona por um paquistanês e o casal abre uma lavanderia. Chamava a atenção a forma como Stephen Frears via o preconceito dentro do conservadorismo característico dos ingleses. Ninguém melhor que ele para duas décadas mais tarde, com o auxílio do excelente roteiro de Peter Morgan, esmiuçar o período crítico da história inglesa que foi a morte de Lady Di, em 1997. A rainha Elizabeth II (Helen Mirren) não apreciava a ex-esposa do seu filho Charles. Como a própria rainha fala durante o filme num diálogo com o recém-eleito primeiro ministro, Tony Blair (Michael Sheen, em ótima atuação), que já teve 10 ministros que a representaram junto ao Parlamento, sendo um deles ninguém menos que sir Winston Churchill. Uma rainha que foi talhada para desempenhar esse papel não poderia aceitar que o seu filho se casasse com uma plebéia, é claro. A nossa mentalidade pequeno burguesa e liberalóide acha um absurdo que o príncipe Charles não pudesse casar com uma mulher do povo. Se nós estivessemos na pele da rainha Elizabeth II certamente pensaríamos de maneira diversa. O povão inglês derramou rios de lágrimas por Lady Di pelo fato de se projetar na nela. A rainha aparentemente nutre uma frieza em relação à morte de Lady Di porque ela que sempre trabalhou para o bem da Inglaterra foi preterida pelo seu povo. A bifurcação da situação política inglesa naquele momento era a seguinte: o povo inglês num luto de dar gosto, assim como vasta porção da opinião pública mundial de um lado; a família real se "escondendo" na sua residência de campo para fugir de todo alvorosso que a mídia estava fazendo, do outro lado. E não é que foi o ministro do Partido Trabalhista que colaborou para que a família real voltasse para Londres e participasse da cerimônia fúnebre de Lady Di. A rainha gostemos ou não de regimes monárquicos, só pode agir em favor da manutenção do status quo. E a estupenda atuação de Helen Mirren nos mostra em nuances o que vai dentro da alma daquela pessoa cheia de etiquetas, mas que chora quando sabe da morte de um cervo. Além de sua preocupação com os netos. Todos fazem elogios à atuação de Helen Mirren, uma rainha na real acepção da palavra, mas esquecem de mencionar a atuação de James Cromwell como seu esposo. Um filme que redime a rainha e seu primeiro ministro diante da opinião pública cinematográfica.
Default thumb
André Luiz Rodrigues
07/01/2006
nota:Rate09
Ótimo filme! Helen Mirren está maravilhosa no papel da rainha. Bela produção, otimo roteiro e uma impecavel direção faz desse filme, um grande concorrente ao Oscar.
Default thumb
Marcelo Ris
08/01/2006
nota:Rate06
Mostra a vida da monarquia inglesa, a rainha Elizabeth II (Helen Mirren), o prícipe Phillip (James Cromwell), príncipe Charles (Alex Jennings), e os bastidores que afetou sua vida após a morte da princesa Diana. A pressão da população inglesa representado pelo primeiro-ministro Tony Blair (Michael Sheen) frente a rainha para sua manifestação pela perda da ex-nora. O filme é bom, mas um pouco cansativo, já que mostra um assunto muito conhecido e discutido na época em que se deu o fato. Aliás o filme deveria se chamar Diana, pois ela é o centro dos acontecimentos. As atuações são boas e descrevem bem o que deve ser a intimidade dos aristocratas.
Default thumb
Danilo Santos
09/01/2006
nota:Rate09
O filme A Rainha (The Queen) retrata de maneira brilhante as relações gorvenamentais na Inglaterra. Com Helen Mirren (Rainha Elizabeth II) e Michael Sheen (Tony Blair) nos papeis principais realizando duas belas atuações, o filme nos uma versão bastante intimista da Rainha Rainha Elizabeth II. Ao contrario do que algumas pessoas podem pensar, o foco principal não é a princesa Diana e sim as relações conflituosas da Rainha com seus familiares e consigo mesma (além das dificuldades de relacionamento com o Primeiro Ministro e a propria população). Por fim o filme The Queen nos trouxe o genero perseguido e alcançado de forma singular merecendo o Oscar de Melhor Atriz para Helen Mirren e talvez até merecesse um Oscar de Melhor Roteiro.
Default thumb
Túlio Moreira
10/01/2006
nota:Rate010
Stephen Frears, um dos diretores mais versáteis do cinema contemporâneo, constrói uma importante obra histórica, mas, acima de tudo, uma obra-prima da arte fílmica. Helen Mirren, a virtuose do engodo de "A Rainha", repete uma performance tão incrível quanto a de Glenn Close em "Ligações Perigosas" - outro clássico do diretor inglês.
Default thumb
Marcelo Bruno
11/01/2006
nota:Rate08
Em ritmo de documentário, "A Rainha", do renomado diretor Stephen Frears, mescla imagens reais com uma descrição fictícia dos eventos que se seguiram à morte da Princesa Diana em agosto de 1997. O roteiro, assinado por Peter Morgan, é centrado na tensão entre a Família Real, que se opunha a um funeral público para a princesa (divorciada há um ano do Princípe Charles), e o desejo do recém-eleito governo trabalhista de explorar politicamente a morte de Diana. Embora o primeiro-ministro Tony Blair seja poupado, o filme em geral é bastante crítico em relação aos assessores de Blair, em particular o infame Diretor de Comunicações de 10 Downing Street, Alaistair Campbell (criador do rótulo "people's princess"), apresentado como um cínico oportunista que vê na morte da princesa uma oportunidade para alavancar a popularidade do recém-empossado chefe de governo. Ainda mais criticada é a própria Família Real, em especial o príncipe consorte Philip e a Rainha-Mãe Elizabeth, apresentados como insensíveis e isolados da realidade em um mundo de fantasia na propriedade (particular) da Rainha em Balmoral, onde a sua única preocupação parece ser a caça a um animal de rara beleza avistado nas proximidades do castelo. Para a audiência brasileira pouca familiarizada com as instituições britânicas, o filme é uma verdadeira aula sobre a constuição (não-escrita) do Reino Unido, incluindo as cenas iniciais em que Blair, após a vitória trabalhista na eleição de maio de 1997, é convidado pela Rainha a formar um novo governo e aceita o convite, conforme a tradição inglesa, beijando a mão da Soberana. A majestade da Rainha como pessoa pública contrasta entretanto com as cenas que evidenciam sua simplicidade na vida privada, inclusive seu interesse por mecânica de automóveis, resquício de sua experiência ainda como princesa durante a 2a Guerra Mundial. Para a audiência brasileira acostumada à majestade dos nossos presidentes da república, chama atenção também a simplicidade (própria do sistema inglês) do chefe de governo (primeiro-ministro) e sua família, seja em sua residência particular de classe média em Sedgefield, seja no modesto apartamento oficial que ocupam em Downing Street. No final, mesmo a contragosto, sob pressão da imprensa e da opinião pública, e seguindo o preceito constitucional que a obriga a seguir o conselho do seu primeiro-ministro em assuntos de estado, a Rainha eventualmente se submete à vontade de Blair permitindo que o pavilhão britânico (a "Union Jack") seja hasteado a meio pau, pela primeira vez na história do reino, sobre o Palácio de Buckingham, e fazendo um pronunciamento público na televisão em memória de Diana. A revanche da Soberana vem porém na cena dois meses depois durante encontro privado com o primeiro-ministro no palácio, onde Elizabeth II lembra Blair de que a mesma queda repentina de popularidade que ela sofreu naquela semana de setembro de 97 mais cedo ou mais tarde acontecerá com Blair ele próprio, realçando implicitamente o caráter transitório do cargo (político) de primeiro-ministro, em contraste com a continuidade vitalícia (e apartidária) da Monarquia. O ponto alto do filme é sem dúvida a interpretação de Helen Mirren como a Rainha, que lhe valeu o Globo de Ouro, o Screen Actors Guild Award e o BAFTA, além do favoritismo para o Oscar de melhor atriz em 2007. Excelente também é o trabalho de Michael Sheen como Tony Blair, capturando de forma impecável os maneirismos do primeiro-ministro. Bastante curto para um longa (pouco mais de 100 minutos), o filme de Stephen Frears, embora longe de ser um dos melhores do ano, é no entanto uma boa opção para uma tarde (ou noite) sem compromisso no cinema.
Default thumb
Vítor Santos
12/01/2006
nota:Rate010
Sim, Helen Mirren está irretocável. Sim, sem ela o filme inexistiria. Esses e outros comentários já foram feitos a respeito de "A rainha", filme que tem praticamente garantida a premiação de sua protagonista com o Oscar de melhor atriz. Mas o filme vai, sim, além disso. Com um roteiro muito bem construído, o filme é, sobretudo, a história de uma rainha forte, fleumática e, aparentemente inatingível, que precisa rever seus próprios princípios ao se deparar com o rastro deixado na nação, por uma mulher também forte, mas que resolveu trilhar por seus próprios caminhos desafiando tudo o que essa rainha acreditava como verdade absoluta. Muito interessante ver como uma bela princesa descongelou os frios corações de toda uma nação e colocou em xeque a soberania de uma rainha, até então adorada por seus súditos. Lady Di, mesmo depois de sua morte, ainda teima em desafiar a monarquia da qual se desfez. "A rainha" não desfaz a imagem que temos de Elizabeth II, mas acrescenta a ela novas nuances, tornando-a humana e vulnerável. Para além da performance de Mirren, o filme tem qualidades inegáveis como sua bela e convidativa fotografia e sua magnífica direção de arte. A personagem da rainha-mãe, no entanto, incomoda àqueles que sempre enxergavam tal figura como alguém simpático e espirituoso, pois na visão de Frears ela aparece mal humorada e pouco carismática. Também fica bem clara a questão da delicada diplomacia com que age Tony Blair (Michael Sheen, parecidíssimo!) na lida com o poder e na contradição existente numa Inglaterra dividida entre a tradição e a modernidade. No mais, um drama convincente, bem realizado e agradável aos amantes do bom cinema.
Default thumb
Helena Carvalhoa
13/01/2006
nota:Rate09
Achei que veria apenas uma atuação brilhante de Helen Mirren, mas não vi apenas isso. Além da grande atuação de helen, o filme é muito bom e deu até para dar uma ou duas risadas.
Default thumb
Paulo Emanoel Soares
14/01/2006
nota:Rate09
É sempre bom irmos ao cinema e nos depararmos com atuações estupendas como a da Helen Mirren e dos outros atores. Pudera: Stephen Frears já nos mostrou anteriormente que atinge as raias da genialidade.
Default thumb
Attos Macel
15/01/2006
nota:Rate010
Um filme sensacional e nao sensacionalista,com um roteiro adaptado,maquiagem e figurino dignos de concorrerem ao oscar,o oscar concerteza de melhor atriz para Helen Mirren em sua perfeita interpretaçao da Rainha Elizabeth Segunda,direçao fantastica do Frears no posicionamento das camaras, nos cenarios e no conjunto da obra.O filme retrata a ascensao do atual primeiro-ministro da Inglaterra, o funcionamento das instiuiçoes politicas inglesas,o posicinamento estrategico de Tony Blair logo nos primeiros instantes na direçao do seu cargo em um fato que causou um choque em todo mundo e abalou as instiutiçoes politicas inglesas,mas Tony no primeiro momento em que foi exigido seu papel mostrou seu talento na direçao e seu espirito patriotico ao defender as instituiçoes politicas do seu país independente de rejeiçoes e objeçoes,diálogos inteligentes entre a Rainha e Tony.O que me deixou mais surpreso e intrigado foi o diálogo do filnal do filme em que a Rainha mostra sua experiencia ao prever que Tony Blair poderá estar em seu lugar sendo crucificado,rejeitado e questionado pela populaçao se ele agi da forma inadequada que ela reagiu quanto a uma crise social e politica.Isso ocorreu de fato quase dez anos depois quando a populaçao passou a rejeitar as açoes intervencionistas militares dos ingleses no Iraque,dessa forma Tony perdeu um pouco sua popularidade no país,como a Rainha previu.Nesse sentido vale dizer que Blair foi recolhido em seu cargo ao tentar ser prepotente durante o dialogo querendo deixar explicito que ele havia salvado a Rainha da ira do povo e a Rainha rebateu ele nao agradecendo se rebaixando e sim o atacando pois a humildade é hipocresia disfarçada a Rainha deixa isso bem claro,Tony hoje deve reconhecer a cad dia a competencia administrativa da Rainha e seu poder de persuasa. Explendido filme.
Default thumb
Arnodo Herrera
16/01/2006
nota:Rate03
Helen Mirren imita muito bem a rainha mas as dicussões sobre as questões sociais britânicas são vazias. A representação do universo político da Inglaterra parece mais um piquenique com seu Tony Blair liderando a suposta modernização da sociedade britânica, cheio de boa vontade e com uma inexplicável expressão inocente.
Default thumb
Carmelaa
17/01/2006
nota:Rate08
Os bastidores da famosa família real... porém fiquei com dúvidas a rainha autorizou ou precisou autorizar esta exposição suposta ou não de seu comportamento e da sua família diante da morte da princesa? Outra; Helen Mirren tem que ganhar este oscar está 10!
Default thumb
Carina Bortolinia
18/01/2006
nota:Rate010
A Rainha Elizabeth II deve a Helen Mirren a humanização de seu posto, sempre visto com tanta frieza. Eu, pelo menos, me senti totalmente solidária à Rainha na ocasião da morte de Lady Di, uma situação que exigiu da mesma passar por cima de suas emoções e convicções para satisfazer as expectativas do povo inglês, como só uma boa monarca pode ser. Maravilhoso, atuação brilhante, sem precedentes.
Default thumb
Zeiman
19/01/2006
nota:Rate02
Não gostei. É triste usar atores e atrizes talentosos para mostrar uma mentira mal contada sobre os acontecimentos após a morte da Princesa Diana. Todo mundo sabe que a família Real odiava a princesa e até acredito em conspiração para a sua morte. Fala Sério... Engana outro.
Default thumb
Lucianaa
20/01/2006
nota:Rate07
O filme, provavelmente, foi indicado ao Oscar porque emocionou cada pessoa que o assistiu, nos EUA e na Europa.. Não tanto aqui no Brasil, imagino. A morte da Princesa Diana repercutiu no mundo todo, claro. Mas não chega ao ponto de emocionar as pessoas completamente distantes desse acontecimento. Porém, a maravilhosa atuação de Helen Miren salvou o filme. nota 10 para ela. Ainda conseguiu ser engraçada, haha, merece o Oscar, com certeza!
Default thumb
Marta Silvaa
21/01/2006
nota:Rate010
Parabéns a todos os que ousaram tocar num tema tão delicado como a morte da princesa Diana, em especial a Helen Mirren, que interpreta soberbamente a rainha, que dificilmente mostra as suas emoções, e no filme aparece mais humana.
Default thumb
ricardo
22/01/2006
nota:Rate03
Dormi em certa parte do filme. Helen com uma atuação muito boa ( mas fácil para o seu talento e experiência, nada de espetacular). Achei o filme sem graça alguma, tudo muito formal, quadrado, reto. Nem figurino, nem fotografia, nem som, nem edição de imagens merecem comentários.
Default thumb
Tatiana Coutinhoa
23/01/2006
nota:Rate03
Um dos filme mais entediantes que já assisti. Não por focar o diálogo ao invés de belas cenas, e sim por ser extremamente previsivel. As cenas de comoção são clichês. Sinceramente não entendi porquer tantos elogios a este filme. Parece que a vontade de falar bem de um filme que fala da monarquia britânica é maior do que fazer uma crítica decente ao filme. Recomendo assistir apenas para ver o trabalho de Helen Mirren.
Default thumb
luiz carlos
24/01/2006
nota:Rate03
A maior decepção . Uma grande interpretação compõe um filme mas não segura um filme com um roteiro fraco e que parece ter sido feito para a televisão londrina. Se Helen Mirren não tivesse usado todo seu talento o Stephen Frears tinha naufragado totalmente. Ainda para piorar o elenco coadjuvante não segura o filme em momento algum. Música totalmente sem personalidade. Uma pena pois o assunto merecia filme melhor.
Default thumb
Tiago Nicolas
25/01/2006
Até gostava do stephen frears, mas com esse filme veio abaixo todo o conceito que eu tinha dele. Um tema que beira o absurdo de tao ridículo. Tratando o assassino do Tony Blair como herói. Por favor.
Default thumb
Lysiana Soaresa
26/01/2006
nota:Rate09
Gostei muito! O filme mostra o outro lado que nós, meros mortais, não vimos a época da morte de Lady Di. Na Rainha bate um coração. Além disso, mostra a preocupação da família com os herdeiros. Um versão que justifica o "descaso" da família britânica com a morte da Princesa do Povo. Não dá para odiá-los após o filme.
Default thumb
Luís Jr.
27/01/2006
nota:Rate09
Absolutamente fascinante! O filme faz-se único ao mostrar de maneira irretocavelmente convincente o que seria (jamais saberemos ao certo) a intimidade da Família Real Britânica. Como vivem, sobre o que conversam, o que vestem quando os olhos dos súditos e as câmeras do mundo estão voltados para outra direção. E nisto, o filme se torna uma peça documental, um tesouro de conhecimento para se guardar em casa em lugar de destaque, como uma enciclopédia famosa, ou como a gravação do 11 de setembro. Um cometarista deste site disse a este respeito que o roteiro original deste filme é tão perfeito que até parece adaptado. Eu assino embaixo. É perfeito, mesmo! Não apenas no que tange ao dia-a-dia destas personagens, mas também no que tange suas reações diante de assuntos afins. E principalmente, diante de um assunto: a morte da ex-Princisa de Gales. Durante uma semana, o mundo esperou uma única reação do Palácio de Buckingham. Em vão. Com uma habilidade imcomum, o roteirista consegue explorar o que levou aquela poderosa septuagenária a agir daquele modo, fazendo-se surda ao clamor geral que estremecia as paredes do Castelo de Balmoral ao seu redor. Principalmente, o filme nos faz sentir uma emoção particular em relação a cada ente que é visto no filme. Sempre respeitei e admirei Elizabeth II. Uma mulher digna, forte, desteminada, elegante, mãe para seu povo. Que importa que o primeiro-ministro tenha acumulado tanto poder nas mãos? Ele é Primeiro-Ministro DA RAINHA, só o é a partir do momento em que ela diz que ele é, e é ele quem se ajoelha diante dela e se ajoelhará diante do filho dela quando ela se for. Ela não tem o poder efetivo que ele tem, mas é ela quem mantém o dedo no pulso da nação! E não há no mundo atual ninguém melhor que uma certa Elizabeth de Windsor para ocupar tal poder. Ela o tem feito de maneira irrepreensível... e o filme mostra isso! Faz-nos admirar ainda mais essa orgulhosa senhora de olhos azuis, compreender a importância dela na vida de seu povo, e enxergar a mulher, o ser humano, que vive embaixo daquela coroa de diamantes. Tony Blair é mostrado como uma criatura apaixonada e cativante, do tipo que a gente vê e diz:"É o meu melhor amigo." Que político dedicado! Que ministro leal à sua soberana! Michael Sheen faz um Tony Blair sensacional, brilhante do começo ao fim, uma falta sentidíssima entre os indicados ao Oscar. À Cherrie Blair sempre detestei (mulherzinha vulgar, a única que não usou chapéu no funeral de Diana, e sim, um penteado de uma estrela de cinema indo ao Oscar). O filme confirmou e ainda aumentou o desprezo que sempre tive por aquela mulher. Mas, devo reconhecer: mulher forte e trabalhadora, do tipo que bota qualquer homem para frente! Príncipe Phillip - severo e intransigente, outra excelente interpretação do filme! E no meio de tantas atuações magníficas, destaco dois atores, cujos nomes desconheço, mas que me emocionaram com suas atuações e a candura de suas personagens. Primeiro: o Príncipe de Gales. É comovente ver sua aflição diante da morte de Diana, do clamor público pelo posicionamento da Rainha e sua posição como o homem que não soube fazer Diana feliz porque jamais a amou. Segundo: o secretário particular da soberana, um homem dedicado que serve sua senhora com devoção religiosa, articulando entre as falhas e os acertos da mulher a quem jurou servir. Mas não tem para ninguém: o espetáculo é da Rainha, ou melhor, das Rainhas. Sylvia Sims, como a Rainha-Mãe, viúva de George VI, tem um desempenho exemplar, no orgulho, na obstinação, no carisma pessoal, até no cansaço físico, da longeva monarca. Quando contracena com sua "filha", o filme se torna um exercício de interpretação, um duelo de gigantes entre duas grandes atrizes no melhor de suas formas. E esta filha é Dame Helen Mirren, uma das melhores atrizes da atualidade. Está soberba, soberana, como Elizabeth II. É tal qual todas as imagens da soberana inglesa que já vimos: a perfeição com que reproduz o olhar da Rainha, seu sorriso discreto, sua impaciência, seu mal-humor, mas, principalmente, a maneira como disfarça sentimentos negativos. Só há uma palavra para Helen Mirren neste filme: perfeita. E perfeição é a marca registrada desta produção admirável, em que o anti-monarquista Stephen Frears escapa da armadilha de fazer um filme apelativo, ofensivo, ou simplesmente, caricato. Na verdade, é notável como um anti-monarquista como ele foi capaz de criar um filme que passa expliscitamente a mensagem: "Republicanos, desistam. Não dá para imaginar uma República Unida da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, ou ridículos Estados Unidos da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte. A Iglaterra sem monarquia não é Inglaterra; é uma nação sem alma, como o moderno Egito - ditatorial república muçulmana que será eternamente chamada de País dos Faraós." O filme mostra que enquanto Elizabeth II viver, o processo monárquico britânico está garantido. E depois? Bem, o filme presta um favor ao Príncipe Charles. Se ele for tal qual é apresentado no filme, quando Elizabeth II morrer, a Grã-Bretanha terá um grande rei. A RAINHA é bonito e engraçado. Filme belamente realizado e de importânia inquestionável. Filmaço!
Default thumb
Lucas do Carmo
28/01/2006
nota:Rate07
Ainda não entendi o nome do filme. Morre Diana. Tony Blair é empossado. E a Rainha? Sob as luzes dos holofotes do Oscar, assistir A Rainha parecia ser uma honra para qualquer um, e continua sendo, porém muito, muito menos do que se esperava. Salvo à excelente, brilhante, indiscritível atuação de Helen Mirren, o filme deixa a desejar no roteiro. A história não envolve o telespectador, deixa a desejar, muita coisa poderia ser relatada ali, e não foi. Os britânicos ainda precisam aprender com os americanos a fazer cinema.
Default thumb
Viviane de Cássiaa
29/01/2006
nota:Rate09
Perfeita, excelente, estão são verdadeiras palavras para resumir a atuação de Helen Mirren em A Rainha. O filme não é nenhum clássico, mas sua atuação será lembrada para sempre. Sua interpretação foi digna de vários prêmios que recebeu durante o processo de exibição do filme em todo o mundo. A única certeza do Oscar de 2007 era sem dúvida sua vitória como melhor atriz, alias seu discurso de agradecimento foi uma homenagem memorável para Rainha Elisabeth.
Default thumb
Joel Montagnoli
30/01/2006
nota:Rate09
Que pena aos que não gostaram ou dormiram no filme e também aos que não assistiram. Um filme além de nossa imaginação. Mostra uma noção antropológica da cultura inglesa, os princípios que regem a moral da família, principalmente da Real. A Rainha custou a aceitar sua participação nas homenagens pós-mortem da Princesa Diana, porque ela saiu do berso familiar e do convívio familiar, isto malgoou muito a Rainha e toda família Real. Depois de muitas explicações é que ela absorveu tal cultura como moderna e foi, então, lembrada por sua mãe que quando assumiu o posto de Rainha jurou o mandato ao povo, e para ele governar, por isso, logo após esse contato ela passou a administrar aquela celebração, tão solicitada pelo povo, não só os ingleses mas o do mundo inteiro. Um filme que traz uma mensagem sociológica, antropológica e étca. Parabéns aos idealizadores. Meus parabens também a imagem do filme e dos personagens, muito autênticos, principalmente a Rainha interpretada por Helen, o Duque, o Príncipe e o Toni. Vale a pena ver de novo.
Default thumb
Maicon Said
31/01/2006
nota:Rate07
O filme apresenta de forma as relações conflituosas da rainha com o recém-empossado primeiro ministro e com o povo, o roteiro merece um destaque, entretanto peca por não deixar claro o motivo desses conflitos.
1256616963 foto0128 thumb
Tássia Bastos
27/10/2009
nota:Rate08

NOTA: 8 para o filme e 10 pela coragem e delicadeza com que abordou o tema.

É uma excelente filme pra quem gosta de coisas singulares. Aquele que foi ao cinema esperando cavalaria e espadachins, se ferrou. É um filme para alguns.


votos dos usuários

3.5
31 voto(s)

crítica do adorocinema

publicidade

últimas notícias

tags