Título original: (The Fall of the Roman Empire)
Lançamento: 1964 (EUA)
Direção: Anthony Mann
Atores: Sophia Loren, Stephen Boyd, Alec Guinness, James Mason.
Duração: 172 min
Gênero: Aventura
Status: Arquivado
No auge da expansão geográfica do império romano, o general Lívio (Stephen Boyd) comanda a nova política do imperador Marco Aurélio (Alec Guinness), que quer a pacificação de fronteiras e a adoção para os povos conquistados uma certa autonomia. Mas Marco Aurélio acaba envenenado por Commodus (Christopher Plummer), filho ilegítimo que assume o trono e mergulha Roma no caos político e administrativo, o que dá origem à queda do Império Romano.
looidi em 19/05/2010Nota: 4.5
Devidamente gravado em DVD pelo TC-Cult, para ser assistido [e re-assistido] com calma ... E para compreendermos como um império, um país, uma empresa, uma família etc começa a ruir por dentro, mais até que por forças externas. Um filme que elucida a [negligenciada] faceta política, que todos deveríamos apreender desde os mais verdes anos escolares. Nota 9.
Luís Jr. em 06/01/2001Nota: 4.5
Épico estonteante! Daqueles que deixam o espectador deslumbrado com a grandiloqüência de sua história, a profundidade poética de seus diálogos, a beleza exemplar da trilha sonora - riquíssima - e o esplendor viusal de uma das mais extravagantes superproduções da História do Cinema. O cenário é de um luxo majestoso, a fotografia é linda e elegante. As seqüências de batalha são espetaculares - tanto pela pompa como pela ação; feitas para impressionar mesmo. Figurinos belíssimos, com destaque para os trajes exóticos das cortes orientais. E o filme esnobou os demais com um sensacional elenco de astros europeus, especialmente os britânicos, em perfeccionistas interpretações. Embora não seja melhor filme que GLADIADOR, do qual foi explícita fonte de inspiração, em certos aspectos A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO faz-se superior ao épico de Sir Ridley Scott, especialmente para quem aprecia a História Universal. A QUEDA... é mais fiel à realidade histórica, mantém mais o seus "pés" no chão, permitindo ao espectador quase acreditar que as coisas realmente aconteceram conforme são mostradas no filme. A maneira como o filme aborda as causas da queda do velho império é curiosa e fascinante, num roteiro que segue em ritmo de danação, tornando-se cada vez mais grave, mais destrutivo, mais trágico e cada vez mais belo. A lindíssima trilha sonora, dominada por um poderoso órgão, sempre solene, dá o tom tragédia de um império que vivia seu momento de maior majestade e, de repente, começou a declinar. A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO não mostra o fim do Império, ocorrido só no Século V d.C. Antes, mostra as causas desta queda, só verificada quase três séculos depois; mostra o momento em que o vértice que media a glória imperial romana parou de ir em direção ao topo e começou a apontar para baixo. Um filme maravilhoso em seu texto e em sua abordagem altamente clássica. Grandioso na ambientação e no espetáculo visual. Curiosamente, o set deste filme, que jaz entre os maiores sets de filmagem já construídos em todos os tempos, não foi nem mesmo indicado ao Oscar de Melhor Direção de Arte. Uma injustiça grosseira e inexplicável pela qual a Academia jamais merecerá perdão.
Álvaro Rodrigues em 05/01/2001Nota: 3
O título desse filme é enganoso, pois sugere que a história se passa no século V, quando se deu o fim do império romano (ocidental). Na verdade, ela é ambientada no tempo dos imperadores "antoninos", tido como o último período áureo do império, após o qual instalou-se a decadência. O último imperador desse tempo foi Cômodo, que adorava combate de gladiadores e se considerava uma espécie de reencarnação de Hércules. Despreparado para assumir as responsabilidades do cargo, inábil no relacionamento com o Senado (que ainda possuía alguma força política), ele se tornou um governante despótico, especialmente depois de uma conspiração senatorial (na qual, tudo indica, sua própria irmã, Lucila, estava envolvida) e acabou sendo assassinado. No filme, Stephen Boyd (o Messala, de "Ben Hur" - 1959) é um oficial romano a quem Marco Aurélio estima e pensa em designar seu sucessor. Mas como o imperador morre antes de concretizar seu intento, o poder acaba nas mãos de seu filho, Cômodo (trama, historicamente inconsistente, que seria retomada em "Gladiador" - 2000). Como destaques do filme, cite-se a excelente reconstituição arquitetônica de Roma e a deliciosa beleza de Sophia Loren, que vive o papel de Lucila.
Dário Fragueiro Almofrey em 02/01/2001Nota: 5
Para quem gosta de História ou de filmes épicos, este é um excelente filme. Realmente, algumas cenas são monótonas, mas a fotografia, o figurino fiel e detalhado, as cenas de batalhas, e principalmente as cenas no Senado Romano, mostrando as intrigas e as manipulações do poder, valem a pena. Ah! O elenco é de primeira, destaque, na minha opinião, para Cristopher Plummer, no papel do Imperador Commodus. Detalhe: vários personagens do filme, de fato existiram. Curiosidade: No elenco tem um certo "virgilio Texera", um brasileiro e baiano.
Adílson Silva de Oliveira em 03/01/2001Nota: 4.5
O filme é excelente. Deveria fazer parte de todo curriculo escolar, pois dá siginificado à realidade política e financeira do Brasil como se fosse uma repetição de sua história.
Silvanaa em 04/01/2001Nota: 3.5
O filme está muito bem feito, os actores estão mais que perfeitos. Os cenários são colossais, a encenação é bela: aquelas multidões mexendo-se como vermes, os palácios, toda a paisagem e prise de vues. Gostei muito.
É um bom filme.
por Otávio, 14/02/2012 às 19:33
Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor
Filme recomendado. Análise: roteiro bom, atuações boas, fotografia boa, trilha sonora reg...
por NEO, 14/02/2012 às 18:55
...Muito bom o filme! Está entre os melhores na minha opinião!
por Gustavo, 14/02/2012 às 18:35
Já teve um filme com roteiro parecido com o Adam Sandler e a Drew Barrymore, não teve?
por Atena Negra, 14/02/2012 às 18:13