Título original: (Precious: Based on the Novel Push by Sapphire)
Lançamento: 2009 (EUA)
Direção: Lee Daniels
Atores: Gabourey Sidibe, Mo'Nique, Rodney Jackson, Paula Patton.
Duração: 110 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
1987, Nova York, bairro do Harlem. Claireece "Preciosa" Jones (Gabourey Sidibe) é uma adolescente de 16 anos que sofre uma série de privações durante sua juventude. Violentada pelo pai (Rodney Jackson) e abusada pela mãe (Mo'Nique), ela cresce irritada e sem qualquer tipo de amor. O fato de ser pobre e gorda também não a ajuda nem um pouco. Além disto, Preciosa tem um filho apelidado de "Mongo", por ser portador de síndrome de Down, que está sob os cuidados da avó. Quando engravida pela segunda vez, Preciosa é suspensa da escola. A sra. Lichtenstein (Nealla Gordon) consegue para ela uma escola alternativa, que possa ajudá-la a melhor lidar com sua vida. Lá Preciosa encontra um meio de fugir de sua existência traumática, se refugiando em sua imaginação.
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Adriele em 22/10/2011
Bom filme. Tem uma história marcante, que acaba nos fazendo refletir sobre a vida e as dificuldades que casa um passa. O drama em si é envolvente, porém o final deveria ser melhor abordado, deixou a desejar.
Rafael Vespasiano em 21/09/2011Nota: 10
Um filme forte, duma densidade dramática incrível. Trata de temas polêmicos: preconceito, violência doméstica, estupro, brigas familiares, gravidez na adolescência, enfim, um filme completo de tensõs dramáticas. Com atuações maravilhosas de Gabourey Sidibe e Mo´Nique. Um drama americano independente que surpreendeu na época do seu lançamento com sua força emocional, que comoveu e fez a Academia lembrar de o indicar em algumas categorias no Oscar de 2010, Mo´Nique, inclusive, ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante (ela está terrível, por isso mesmo mereceu!). Enfim, um filme que retrata a sociedade americana, em especial, a classe marginalizada dos EUA, mas que acaba tornando-se universal e serve para qualquer país e cultura. Ótimo!
bebel em 10/08/2011Nota: 10
...FOI UM FILME QUE FOI TRATADO INJUSTAMENTE MERECIA O OSCAR DE MELHOR FILME E O OSCAR DE MELHOR ATRIZ PARA GABOUREY SIDIBE
shiro em 20/05/2011Nota: 8
Foi um belo filme, nao aguentaria a metade do que sofreu Preciosa... Ella sim foi guerreira!
Matheus em 01/05/2011Nota: 10
Não é o filme mais divertido que existe, mas com certeza não pode ser classificado como ruim, é bonito, forte, impactante, original, tem uma bela mensagem e te da vontade de querer ajudar esse tipo de pessoas que precisam de vc, é com certeza um filme impactante
Marie em 29/04/2011
O final poderia ter se estendido um pouco mais.
Mesmo assim um drama pesado. Filem mto bom.
wesleyaxe em 09/04/2011Nota: 6
Meu Deus!! Que história chocante e forte. Quantas pessoas não são tratadas assim mesmo e passam por isso... um filme arrasador, muito bom!
josidf em 14/03/2011
Impactante, realista, reflexivo... Nos faz pensar no que realmente vale a pena em nossa vida. Inspirador!
Sidney em 30/01/2011Nota: 9
Um bom filme, com ótimas interpretações das atrizes, principalmente de Mo'Nique. No decorrer das história e dos acontecimentos existentes, muitas coisas passam pela cabeça. Um filme para refletir por algum tempo.Recomendo...
Valdeci C de Souza em 18/01/2011
...Por uma cruel ironia era conhecida por todos como preciosa. Claireece Preciosa Jones foi assim batizada por sua mãe porque era assim que esta mulher queria que sua filha fosse conhecida e, certamente, era assim que a considerava quando seu bebê nasceu. Uma criança que tem no próprio nome um adjetivo tão comovente deveria ser tratada com todo amor e carinho por seus pais. Deveria... Mas não foi o que aconteceu com Claireece “Preciosa” Jones que jamais conheceu (ou sentiu) o significado que seu nome transmitia. Teve uma infância sofrida por inúmeros abusos sexuais praticados pelo pai com a conivência da mãe; uma adolescência ainda mais cruel pelo tratamento de escrava que a própria genitora impunha e, acima de tudo, a grande solidão de viver cercada por tanto ódio, descaso e sofrimento. Preciosa jamais usufruiu, em sua curta existência, a beleza do próprio nome. Não até o momento em que “aprendeu” a rebelar-se contra este tratamento desumano praticado por seus pais.
Preciosa tinha auto-estima em grau zero. Sua realidade em preto-e-branco era por demais cruel para permitir-lhe ser feliz. Aliás, felicidade era uma palavra que não constava em seu dicionário. Até porque, semi-analfabeta, não tinha ciência da própria ignorância e da sua condição de ser humano. Não saberia mesmo soletrar felicidade, quanto mais senti-la e muito menos ter consciência que todo ser humano merece ser feliz. Em seus sonhos sentia-se poderosa, amada por seu homem branco (aqui uma alusão ao preconceito e a sua dura realidade de negra/mulher/gorda) rodeada de muita cor e luxo. Um dia Preciosa aprendeu que também tinha lá seus direitos e que igualmente mereceria sentir a tal felicidade e vivenciá-la plenamente além de seus delírios cor-de-rosa.
Interessante perceber que o diretor Lee Daniels neste brilhante filme Preciosa – Uma História de Esperança nos mostra o caminho percorrido por Preciosa para sair de sua prisão domiciliar e deixar de sofrer as humilhações e maus tratos da mãe. Quando era uma menina que não tinha “conhecimento” e era uma completa ignorante no sentindo mais abrangente da palavra aceitou seu destino resignadamente. Até porque, não tinha parâmetros para comparar com sua triste situação. Acreditava, sinceramente, que o mundo era assim mesmo, que sua vida deveria igualmente ser de sofrimento e dor. Normal para uma mulher negra, gorda e mãe de duas crianças geradas com o próprio pai. Quando percebeu que a “palavra” (no caso o conhecimento) a libertaria de sua sina correu atrás de sua liberdade e resolveu cortar o cordão umbilical e buscar outras palavras para o seu dicionário. Quando finalmente entende sua condição de ser humano e o conhecimento a alcança sua auto-estima melhora, sua confiança em si própria aumenta sente-se então forte para enfrentar a mãe dominadora. Na sala de aula aprende muito mais que soletrar e entender os significados das palavras ela os escreve em seu diário e, a partir desta arte de escrever exorciza seus medos, angústias e esperanças. Ao ser reconhecida como uma boa aluna percebe que está no caminho certo e, a partir deste momento, sente-se forte para recomeçar uma nova vida e finalmente ser feliz.
A interpretação de Gabourey Sidibe como Preciosa é convincente e comovente. Seu olhar distante e sua aparente apatia perante o mundo nos mostram uma pessoa sofrida que usa estes artifícios como escudo para proteger-se e manter-se incógnita. Mas quem rouba a cena mesmo é a atriz Mo’Nique como a vilã mãe da protagonista. Uma interpretação visceral, incrivelmente comovente e assustadoramente real. Não tem quem não sinta uma raiva atroz por esta mãe e não tenha vontade de esganá-la na primeira oportunidade. Vale cada cena em que contracena com Gabourey. Não pense tratar-se de mais um daqueles filmes cheios de clichês com heroínas sofridas que dão a volta por cima e coisa e tal. Não é um filme fácil e simplista a este extremo. O realismo é chocante, as interpretações convincentes e a direção competente. Um filme para quem realmente quer aprender um pouco sobre esperança e como conquistar a felicidade. Preciosa desejava ser uma pessoa que, além de ter esta palavra em seu próprio nome, ser um ser uma mulher realmente Preciosa. Provavelmente foi com seus filhos...
Meu blog: http://maisde140caracteres.wordpress.com
Vale mesmo não, nem meia que dirá inteira que eu paguei...
por Suphie Vanessa, 09/02/2012 às 13:25
Pensei nisso também kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
por Suphie Vanessa, 09/02/2012 às 13:24
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