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O filme começa muito bem, com um narador falando sobre a telefonia em NY e sobre a cabine de telefone (phone booth) que Stuart (ou Stu, como "prefere" ser chamado) irá usar na história. A história prossegue de forma a se imaginar, mantendo uma tensão (às vezes, pensava que os diálogos iam começar a cansar, mas daí lembrei, o filme tem só 81 minutos) até a metade do filme. Daí, o filme começa a imendar a tensão a um pouco de drama e uma liçãozinha de moral (nada novo em filmes de Joel Schumacher, mas comparado à "8MM", isso aqui é ótimo), mas honestamente, pensei que fosse pior. Joel Schumacher aplica uma direção bem bacana (não disse original, disse bacana) a uma história que, se não tivesse esse atrativo (a direção bacana) viraria tranquilamente um telefilme ralé. Bom, o final foi só um pouquinho decepcionante, mas valeu pela tensão mantida no filme e até que a lição de moral não atrapalha. No final, uma boa diversão." |
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É um excelente trabalho do diretor Joel Schumacher, que nao vinha fazendo bons filmes a muito tempo. O filme,que se passa todo em uma cabine telefonica, dá uma adrenalina e nos prende a cada momento do filme! Pena que tem um final tão bobinho." |
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Nao e o tipo de filme que todos vao gostar, pelo fato do filme inteiro se passar numa cabine telefonica, mas a medida em que o filme vai passando, vai ficando bem mais intrigante sua trama, cuja qual foi muito bem bolada, o que lhe consegue prender totalmente sua atençao, e lhe cria uma grande expectativa pelo desfecho, com certeza um otimo filme, recomendo!" |
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"Se você desligar, eu te mato!". Com essa frase pode se definir o filme "Por um fio". Depois de ficar na geladeira meses pelos terríveis fatos do franco-atirador, "Por um fio" chega, finalmente, aos cinemas. É, certamente, um trama interessantíssima, que conta com boas atuaçoes de Colin Farrel (ator em potencial) e Kiefer Sutherland, com sua voz assustadora. Toda a história se passa ao redor de uma cabine telefônica. Tudo é muito bem descrito e as cenas são bem filmadas e montadas. É um filme muito além das espectativas. Com certeza é um bom divertimento." |
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Joel Schumacher já fez um caminhão de filmes; alguns bons e outros detestáveis. São dele sucessos como O primeiro ano do resto de nossas vidas (1985), Os garotos perdidos (1987), Linha mortal (1990), Tudo por amor (1991), Um dia de fúria (1993), O cliente (1994), Tempo de matar (1996) e Ninguém é perfeito (1999). Mas ele também perdeu a mão feio em Batman Eternamente (1995) e Batman & Robin (1997). Tentou se recuperar com 8 Milímetros (1998), mas o filme foi fracasso de crítica e público. Por um fio parece ser uma nova tentativa do diretor de recuperar o prestígio que ficou muito arranhado por ter enterrado a franquia Batman. Com o sucesso dos heróis da Marvel faturando mais de U$ 200 milhões por filme a Warner e DC devem estar com vontade de trucidar Schumacher. Phone Booth é apenas um ensaio, uma brincadeira despretensiosa do diretor, um filme que muitos estudantes de cinema gostariam de fazer. E se fosse o primeiro filme de um novato até que seria legal, mas é muito pouco para Joel. O filme é baratinho: poucos atores, locação na rua, sem efeito e sem tiros e perseguição mirabolante. Não é fraco e também não é um filmão, fica ali no mais ou menos. É o filme perfeito para ver em DVD num Sábado chuvoso ... mas para a telona não dá. Faço um paralelo entre Por um fio e Femme Fatale de Brian de Palma. Acho que os dois são na verdade uma brincadeira, um ensaio, um passatempo para os dois grandes diretores, só não sei se o público vai aceitar um filme menor. O leitor Ronald deixou um comentário comparando Por um fio e Velocidade Máxima. Schumacher foi esperto em não continuar a ação depois da cabine telefônica, aí sim ia ficar muito descarado." |
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Um agente de atores e atrizes de Nova Iorque liga pra sua amante de uma cabine telefônica e, logo que ele desliga o telefone toca, ele atende, então ele se vê numa complicada situação: se ele desligar, ele morre, pois do outro lado da linha existe um matador que o está vigiando o tempo todo; e na rua tem a polícia, que acredita que ele seja o culpado pela morte de uma pessoa naquele momento. Uma história que faz pensar que o filme é muito chato e intediante, pricipalmente se você souber que praticamente o filme todo se passa em uma determinada avenida de Nova Iorque, e o personagem Stuart Shepard (Colin Farrell) fica o tempo todo dentro de uma cabine telefônica. É um completo engano. O diretor Joel Shumacher tem que receber os parabéns pela excelente direção. Ele fez de um filme que tinha tudo pra ser monótono, um filme repleto de suspense e drama. As pessoas não tiram os olhos da tela em nenhum momento, sempre tem algo acontecendo. No filme são discutidos assuntos como a importância excessiva que as pessoas dão pras coisas materiais. O personagem Stu Shepard usa ternos italianos e um relógio de 2.000 dólares; isso pra enganar a si próprio sobre sua importância. Assim como muitas pessoas, Stu acredita que o que faz uma pessoa é o que ela tem, não o que ela é. O diretor tenta desmistificar isso. Interessante que o próprio assassino faz Stu pensar refletir sobre isso e finalmente admitir o que está acontecendo, que ele não vale nada porque trai sua esposa e engana as pessoas. O personagem então percebe isso e entra em depressão. É doloroso quando você descobre que o que você tem não faz de você uma pessoa melhor, pelo contrário, pode até corrompê-lo. Mais uma de várias tentativas do cinema de mostrar isso. Apesar dessa "lição de moral", o diretor não foi radical, quer dizer, ele não disse que as coisas não valem absolutamente nada e que você tem que se desfazer delas. Stu usa o seu celular pra ligar pra polícia, o que foi útil, querendo ou não isso decidiu se a vida dele seria salva ou não, pense se ele estivesse sem o celular naquele momento... Então não sejamos radicais, as modernas tecnologias também nos ajudam e servem pra muitas coisas. Não podemos voltar ao passado quando não existiam celulares e computadores, isso tudo já faz parte da nossa vida, o que não podemos é nos iludir que essas coisas trarão felicidade. Então temos que ser pessoas honestas, equilibradas e gentís com os outros; porém sem largar o conforto da tecnologia que nós temos hoje. O filme tem apenas 81 minutos, é curto em comparação a outros filmes mas vale a pena ir assistir. Um filme muito bem produzido e dirigido. A tensão é constante." |
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Um filme intrigante, é difícil piscar ao assistir esse filme, sem nenhum tipo de recursos em efeitos especiais, mas com uma história de tirar o folêgo, cada minuto que passa, uma revelação, ótimas atuações, vale muito a pena ver esse filme. Um telefone quando toca, pede para ser atendido, então... atendá-o." |
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Eis um filme interessante de ser ver do ponto de vista psicológico: um coitado faz uma pessoa qualquer de cobaia para o divertimento próprio fazendo essa pessoa perder toda a credibilidade - ainda que discutível - em fente às câmeras. Joel Schumacher já se esqueceu de Batman & Robin o que é muito bom." |
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Após um bom tempo, enfim Joel Schumacher acertou a mão. "Por um Fio" é um filme tenso, nervoso até o último minuto, que consegue prender a atenção do espectador do início ao fim. Ou melhor, quase do início ao fim, já que os primeiros minutos com narração em off falando sobre a utilização de telefones em Nova York são didáticos demais, sendo até mesmo desinteressantes. Porém a partir de então o filme cresce e muito. Da apresentação ao personagem Stu Shepard até sua ligação a Pamela, tudo serve para que o público conheça melhor o personagem que ficará, na hora seguinte, preso a uma cabine telefônica sendo chantageado por um franco-atirador. O duelo existente entre Stu e o franco-atirador, sempre pelo telefone, é bastante tenso e com grandes doses de humor negro. Todo o contexto criado ao redor da cabine telefônica, com a polícia suspeitando de Stu ter cometido um assassinato ocorrido bem em frente à cabine telefônica em que está, dá ainda mais nervosismo à situação. Com isso o filme proporciona pouco mais de uma hora em que tudo pode acontecer e, apesar do cenário e os elementos envolvidos serem sempre os mesmos, o espectador volta e meia é surpreendido com os rumos da trama. Boa parte da tensão também deve ser atribuída a Joel Schumacher, que soube mantê-la sempre em alta com a utilização de diversas câmeras mostrando o personagem de Colin Farrell sob os mais diversos ângulos possíveis, e a própria edição do longa-metragem, que em diversos momentos mostra a mesma cena sob vários pontos de vista diferentes, na mesma tela. Farrell, por sinal, tem uma atuação bastante convincente, indo desde a arrogância inicial até o desespero pela situação a qual seu personagem se encontra. Tudo isto ao mesmo tempo, aliado ainda à sensação de que tudo se passa em tempo real, faz com que "Por um Fio" seja um dos melhores suspenses a serem lançados nos cinemas nos últimos tempos, fazendo com que o público entre numa jornada tensa a qual tudo pode acontecer." |
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| 1 - | Avatar | 8 | 104 |
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