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Por um Fio

titulo original: (Phone Booth)

lançamento: 2002 (EUA)

direção: Joel Schumacher

atores: Colin Farrell , Kiefer Sutherland , Forest Whitaker , Radha Mitchell , Katie Holmes

duração: 81 min

gênero: Ficção

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Phone Booth
  • gênero:Ficção
  • duração:01 hs 21 min
  • ano de lançamento:2002
  • site oficial:http://www.phoneboothmovie.com/
  • estúdio:Fox 2000 Pictures / Zucker/Netter
  • distribuidora:20th Century Fox Film Corporation
  • direção: Joel Schumacher
  • roteiro:Larry Cohen
  • produção:Gil Netter e David Zucker
  • música:Harry Gregory-Williams
  • fotografia:Matthew Libatique
  • direção de arte:Martin Whist
  • figurino:Daniel Orlandi
  • edição:Mark Stevens
  • efeitos especiais:

imagens - 14

Por um Fio Por um Fio Por um Fio Por um Fio Por um Fio Por um Fio Por um Fio Por um Fio Por um Fio Por um Fio Por um Fio Por um Fio Por um Fio Por um Fio

sinopse:

Em Nova York Stuart 'Stu' Shepard (Colin Farrell) é um publicitário mal-sucedido e pouco confiável, tanto no aspecto profissional como pessoal, pois todos os dias entra na única cabine telefônica que funciona na 8ª Avenida para suas ligações não serem registradas, pois quer evitar que Kelly (Radha Mitchell), sua mulher, veja que diariamente liga para o mesmo número. O motivo é simples: Stu liga para falar com Pamela McFadden (Katie Holmes), uma jovem atriz que ele deseja ardententemente e para quem, na intenção de facilitar a conquista, diz que é solteiro. Em um dia que parecia ser como outro qualquer, ele liga para Pam da cabine e logo depois ouve o telefone público tocar. Stu o atende instintivamente e fala com alguém que conversa com ele em tom ameaçador. Ele desliga, mas o telefone toca de novo. Stu atende e entende,que está falando com um serial killer estrategicamente posicionado, que o avisa que caso desligue a ligação ou deixe a cabine telefônica será um morto. Enquanto tenta contornar esta gravíssima situação, algumas prostitutas que operam na região e costumam usar o telefone se sente prejudicadas, pois Stu não sai da cabine. O cafetão delas resolve tirar Stu da cabine usando um taco de beisebol, sendo que paralelamente o homem misterioso, que não parava de falar com Stu, pergunta se ele quer que atire no cafetão. Stu, se referindo a outro assunto, diz que sim. No mesmo instante o rufião cai morto no meio da rua, o que leva a polícia até o local, onde "funcionárias" da vítima garatem que Stu atirou nele. O oficial encarregado, Ed Ramey (Forest Whitaker), desconfia que Stu seja o autor do crime e tenta convencê-lo a deixar a cabine, mas o que ele não sabe é que todos eles estão na mira do assassino, que agirá novamente caso Stu desligue o telefone.

elenco:

comentários

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Leonardo Ferreira de Mello
03/01/2002
nota:Rate07
O filme começa muito bem, com um narador falando sobre a telefonia em NY e sobre a cabine de telefone (phone booth) que Stuart (ou Stu, como "prefere" ser chamado) irá usar na história. A história prossegue de forma a se imaginar, mantendo uma tensão (às vezes, pensava que os diálogos iam começar a cansar, mas daí lembrei, o filme tem só 81 minutos) até a metade do filme. Daí, o filme começa a imendar a tensão a um pouco de drama e uma liçãozinha de moral (nada novo em filmes de Joel Schumacher, mas comparado à "8MM", isso aqui é ótimo), mas honestamente, pensei que fosse pior. Joel Schumacher aplica uma direção bem bacana (não disse original, disse bacana) a uma história que, se não tivesse esse atrativo (a direção bacana) viraria tranquilamente um telefilme ralé. Bom, o final foi só um pouquinho decepcionante, mas valeu pela tensão mantida no filme e até que a lição de moral não atrapalha. No final, uma boa diversão."
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Ronald
04/01/2002
nota:Rate07
É um excelente trabalho do diretor Joel Schumacher, que nao vinha fazendo bons filmes a muito tempo. O filme,que se passa todo em uma cabine telefonica, dá uma adrenalina e nos prende a cada momento do filme! Pena que tem um final tão bobinho."
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Raphael
05/01/2002
nota:Rate08
Nao e o tipo de filme que todos vao gostar, pelo fato do filme inteiro se passar numa cabine telefonica, mas a medida em que o filme vai passando, vai ficando bem mais intrigante sua trama, cuja qual foi muito bem bolada, o que lhe consegue prender totalmente sua atençao, e lhe cria uma grande expectativa pelo desfecho, com certeza um otimo filme, recomendo!"
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Breno Moura
07/01/2002
nota:Rate08
"Se você desligar, eu te mato!". Com essa frase pode se definir o filme "Por um fio". Depois de ficar na geladeira meses pelos terríveis fatos do franco-atirador, "Por um fio" chega, finalmente, aos cinemas. É, certamente, um trama interessantíssima, que conta com boas atuaçoes de Colin Farrel (ator em potencial) e Kiefer Sutherland, com sua voz assustadora. Toda a história se passa ao redor de uma cabine telefônica. Tudo é muito bem descrito e as cenas são bem filmadas e montadas. É um filme muito além das espectativas. Com certeza é um bom divertimento."
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Christian Jaffas
08/01/2002
nota:Rate06
Joel Schumacher já fez um caminhão de filmes; alguns bons e outros detestáveis. São dele sucessos como O primeiro ano do resto de nossas vidas (1985), Os garotos perdidos (1987), Linha mortal (1990), Tudo por amor (1991), Um dia de fúria (1993), O cliente (1994), Tempo de matar (1996) e Ninguém é perfeito (1999). Mas ele também perdeu a mão feio em Batman Eternamente (1995) e Batman & Robin (1997). Tentou se recuperar com 8 Milímetros (1998), mas o filme foi fracasso de crítica e público. Por um fio parece ser uma nova tentativa do diretor de recuperar o prestígio que ficou muito arranhado por ter enterrado a franquia Batman. Com o sucesso dos heróis da Marvel faturando mais de U$ 200 milhões por filme a Warner e DC devem estar com vontade de trucidar Schumacher. Phone Booth é apenas um ensaio, uma brincadeira despretensiosa do diretor, um filme que muitos estudantes de cinema gostariam de fazer. E se fosse o primeiro filme de um novato até que seria legal, mas é muito pouco para Joel. O filme é baratinho: poucos atores, locação na rua, sem efeito e sem tiros e perseguição mirabolante. Não é fraco e também não é um filmão, fica ali no mais ou menos. É o filme perfeito para ver em DVD num Sábado chuvoso ... mas para a telona não dá. Faço um paralelo entre Por um fio e Femme Fatale de Brian de Palma. Acho que os dois são na verdade uma brincadeira, um ensaio, um passatempo para os dois grandes diretores, só não sei se o público vai aceitar um filme menor. O leitor Ronald deixou um comentário comparando Por um fio e Velocidade Máxima. Schumacher foi esperto em não continuar a ação depois da cabine telefônica, aí sim ia ficar muito descarado."
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alex
09/01/2002
nota:Rate010
Um agente de atores e atrizes de Nova Iorque liga pra sua amante de uma cabine telefônica e, logo que ele desliga o telefone toca, ele atende, então ele se vê numa complicada situação: se ele desligar, ele morre, pois do outro lado da linha existe um matador que o está vigiando o tempo todo; e na rua tem a polícia, que acredita que ele seja o culpado pela morte de uma pessoa naquele momento. Uma história que faz pensar que o filme é muito chato e intediante, pricipalmente se você souber que praticamente o filme todo se passa em uma determinada avenida de Nova Iorque, e o personagem Stuart Shepard (Colin Farrell) fica o tempo todo dentro de uma cabine telefônica. É um completo engano. O diretor Joel Shumacher tem que receber os parabéns pela excelente direção. Ele fez de um filme que tinha tudo pra ser monótono, um filme repleto de suspense e drama. As pessoas não tiram os olhos da tela em nenhum momento, sempre tem algo acontecendo. No filme são discutidos assuntos como a importância excessiva que as pessoas dão pras coisas materiais. O personagem Stu Shepard usa ternos italianos e um relógio de 2.000 dólares; isso pra enganar a si próprio sobre sua importância. Assim como muitas pessoas, Stu acredita que o que faz uma pessoa é o que ela tem, não o que ela é. O diretor tenta desmistificar isso. Interessante que o próprio assassino faz Stu pensar refletir sobre isso e finalmente admitir o que está acontecendo, que ele não vale nada porque trai sua esposa e engana as pessoas. O personagem então percebe isso e entra em depressão. É doloroso quando você descobre que o que você tem não faz de você uma pessoa melhor, pelo contrário, pode até corrompê-lo. Mais uma de várias tentativas do cinema de mostrar isso. Apesar dessa "lição de moral", o diretor não foi radical, quer dizer, ele não disse que as coisas não valem absolutamente nada e que você tem que se desfazer delas. Stu usa o seu celular pra ligar pra polícia, o que foi útil, querendo ou não isso decidiu se a vida dele seria salva ou não, pense se ele estivesse sem o celular naquele momento... Então não sejamos radicais, as modernas tecnologias também nos ajudam e servem pra muitas coisas. Não podemos voltar ao passado quando não existiam celulares e computadores, isso tudo já faz parte da nossa vida, o que não podemos é nos iludir que essas coisas trarão felicidade. Então temos que ser pessoas honestas, equilibradas e gentís com os outros; porém sem largar o conforto da tecnologia que nós temos hoje. O filme tem apenas 81 minutos, é curto em comparação a outros filmes mas vale a pena ir assistir. Um filme muito bem produzido e dirigido. A tensão é constante."
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Bruno Teófilo de Azevedo
10/01/2002
nota:Rate09
Um filme intrigante, é difícil piscar ao assistir esse filme, sem nenhum tipo de recursos em efeitos especiais, mas com uma história de tirar o folêgo, cada minuto que passa, uma revelação, ótimas atuações, vale muito a pena ver esse filme. Um telefone quando toca, pede para ser atendido, então... atendá-o."
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Thiago Crivellaro
12/01/2002
nota:Rate07
Eis um filme interessante de ser ver do ponto de vista psicológico: um coitado faz uma pessoa qualquer de cobaia para o divertimento próprio fazendo essa pessoa perder toda a credibilidade - ainda que discutível - em fente às câmeras. Joel Schumacher já se esqueceu de Batman & Robin o que é muito bom."
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Francisco Russo
13/01/2002
nota:Rate08
Após um bom tempo, enfim Joel Schumacher acertou a mão. "Por um Fio" é um filme tenso, nervoso até o último minuto, que consegue prender a atenção do espectador do início ao fim. Ou melhor, quase do início ao fim, já que os primeiros minutos com narração em off falando sobre a utilização de telefones em Nova York são didáticos demais, sendo até mesmo desinteressantes. Porém a partir de então o filme cresce e muito. Da apresentação ao personagem Stu Shepard até sua ligação a Pamela, tudo serve para que o público conheça melhor o personagem que ficará, na hora seguinte, preso a uma cabine telefônica sendo chantageado por um franco-atirador. O duelo existente entre Stu e o franco-atirador, sempre pelo telefone, é bastante tenso e com grandes doses de humor negro. Todo o contexto criado ao redor da cabine telefônica, com a polícia suspeitando de Stu ter cometido um assassinato ocorrido bem em frente à cabine telefônica em que está, dá ainda mais nervosismo à situação. Com isso o filme proporciona pouco mais de uma hora em que tudo pode acontecer e, apesar do cenário e os elementos envolvidos serem sempre os mesmos, o espectador volta e meia é surpreendido com os rumos da trama. Boa parte da tensão também deve ser atribuída a Joel Schumacher, que soube mantê-la sempre em alta com a utilização de diversas câmeras mostrando o personagem de Colin Farrell sob os mais diversos ângulos possíveis, e a própria edição do longa-metragem, que em diversos momentos mostra a mesma cena sob vários pontos de vista diferentes, na mesma tela. Farrell, por sinal, tem uma atuação bastante convincente, indo desde a arrogância inicial até o desespero pela situação a qual seu personagem se encontra. Tudo isto ao mesmo tempo, aliado ainda à sensação de que tudo se passa em tempo real, faz com que "Por um Fio" seja um dos melhores suspenses a serem lançados nos cinemas nos últimos tempos, fazendo com que o público entre numa jornada tensa a qual tudo pode acontecer."

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crítica do adorocinema

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