Título original: (The Piano)
Lançamento: 1993 (Nova Zelândia)
Direção: Jane Campion
Atores: Holly Hunter, Harvey Keitel, Sam Neill, Anna Paquin.
Duração: 121 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Na época vitoriana, quando a Nova Zelândia estava há pouco tempo sendo colonizada, para lá se muda Ada McGrath (Holly Hunter), um mulher que quando tinha seis anos de idade resolveu parar de falar. Ela vai na companhia de sua filha, Flora (Anna Paquin). O motivo de ter ido para lá é que Ada se casou com Stewart (Sam Neill) em um casamento arranjado, já que ela nem conhecia seu noivo. Ada imediatamente antipatiza com Stewart quando ele se recusa a transportar seu amado piano. Stewart negocia o instrumento e o passa para George Baines (Harvey Keitel), um administrador da região. Atraído por Ada, Baines concorda em devolver o piano em troca de algumas lições no instrumento, que Ada daria para ele. Mas estas "aulas" se tornam encontros sexuais cada vez mais intensos, onde Baines pagava Ada com uma ou mais teclas do piano, sendo que o pagamento estava relacionado à intensidade de intimidade proporcionada. Porém, logo esta situação sai do controle, gerando trágicas conseqüências.
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Lucas Loula em 29/07/2011Nota: 10
Que filme fascinante. Holly Hunter me fez ficar tenso com sua expressão e seu olhar. A menina (Anna Paquin) me surpreendeu por sua excelente atuação mesmo sendo tão jovem. Trilha sonora e fotografias impecáveis ( Aqui sou suspeito ao falar pois amo a Nova Zelândia). No mais recomendo a todos que assistam.
Fernando Schiavi Leite em 07/04/2011Nota: 8
O filme tem vários pontos positivos mass também alguns negativos. Em primeiro lugar realmente não sei como o filme conseguiu ganhar o Oscar de melhor roteiro, isso é um grande mistério pois não há nada de original, inovador e qualquer elemento que o fizesse levar a estatueta, porém isso não quer dizer que seja um roteiro totalmente fraco, evidente que não. A ideia da devolução do piano em troca de favores sexuais é interessante e as cenas de tensão dos personagens ao piano foram muito bem dirigidas. É um filme chato por ser longo ou longo por ser chato? Até agora não consegui me decidir. É de fato um drama monótono sem grandes acontecimentos e reviravoltas e que deixa tudo muito para o fim, taslvez culpa da edição arrastada e lenta que buscava mostrar aquele clima bucólico, afastado, silencioso onde as ações se desenrolavam. Porém a última meia hora do filme é bem interessante e algumas cenas são chocantes e perturbadoras.
Os grandes destaques da obra sem dúvida são as interpretações de Holly Hunter e de Anna Paquim, merecedoras de fato dos Oscars que ganaharam como melhor atriz e atriz coadjuvante respectivamente. A primeira mostrou como atuar com verdade nos olhos e sem pronunciar uma só palavra conseguiu ser premiada. Já Anna esdpanta com a naturalidade diante das telas e com suas expressões faciais e com as variações de sua personagem.
É um bom filme sem dúvida alguma e o veria novamente sempre que pudesse, mas o filme é supervalorizado em vários aspectos. Para que gosta de um bom drama é um prato cheio. Um filme de interpretações e de beleza estética magníficas (grande fotografia e figurino). É um filme que merece ser visto pelo emnos uma vez na vida!
Fernando Vasconcelos em 02/01/2010Nota: 2
O filme como um todo é fraco, e não entendi como conseguiu ganhar o Oscar de melhor roteiro. O único destaque do filme foi a interpretação eficiente de Holly Hunter e Anna Paquin, ambas premiadas com o oscar de atriz principal e de coadjuvante, respectivamente,
ricky_cinema em 25/12/2009
Filme lindíssimo, com uma brilhante atuação de Holly Hunter, talvez a melhor atuação da história do cinema, isso sem contar a bela fotografia, montagem, direção, roteiro e a não menos interessante atuação da pequena (na época) Anna Paquin. Excelente filme.
Lucivaldo Feitosa em 02/01/2001Nota: 4.5
Holly Hunter consegue a melhor interpretação já concebida para o cinema. "O Piano" é um filme de atriz e HH brinda-nos com uma interpretação dilacerante, com gestos comedidos e um olhar fulminante ela consegue a proeza de passar toda a fúria e desejo da personagem. Já no começo do filme, quando HH olha para o piano na praia, percebemos toda a sensação de esvaziamento de Ada. A cena do "machado" é de um vigor trágico perturbador. Análises mais profundas permite-nos ver nesse filme não apenas o mudismo físico, que certamente não é o pior, mas sim o grito surdo de alguém que não consegue ser ouvido, tendo seus desejos conseqüentemente amputados. As cenas de sexo foram filmadas com densidade e sensilidade exigidas. Destaque para a bela fotografia, o figurino e para Anna Paquin, que na minha opinião mereceu o Oscar de melhor atriz coadjuvante, pois fez um perfeito contraponto à interpretação de HH."
Jorge Luiz Carniel em 07/01/2001Nota: 0.5
A personagem principal é uma mulher que, vivendo em um mundo machista e repressor, opta pelo silêncio como forma de preservar todo seu rico interior. Seu grande troféu é uma filha - outra mulher - que encarna todos os estereótipos de liberdade infantil, repleta de inocência e alegria descompromissada. Mas ela não resiste ao charme rústico e a sexualidade primitiva de um homem Entre o desejo irracional e o status quo encarnado no seu marido oficial ela não titubeia - prefere a morte a abrir mão de seus principios. Transfira esse roteiro para um filme de época, embrulhe com uma fotografia que imita os filmes de arte europeu dos anos 70, polvilhe com música "erudita" e está pronto mais um "block-buster" para o publico feminino travestido de filme "cabeça". Não passa de um conto de revista Sabrina bem dirigido - sim, a diretora é excelente e os atores são ótimos. Mas só com isso não se faz um bom filme.
Jorge Luiz Ribas Santos em 06/01/2001Nota: 5
Um filme ambientado nos dias de ontem, porém para o amanhã e sempre. Dificilmente agradará a todos, pois a sensibilidade na atualidade é um sentimento "fora de moda" para muitos!. A atuação de Holly Hunter e de Harvey Keitel é brilhante; fantásticos mesmo!. Trilha sonora belíssima e talvez a melhor destas 2 últimas décadas. Parabéns a todos e aguardamos novas "pérolas".
André Luís Neri em 04/01/2001Nota: 5
Um filme excelente, um otimo enrredo,filmes daqueles que dificilmente se pode ver nos dias atuais. Uma otima opção pra quem quer se emocionar com uma bela historia.
Mateus Beleza Rocha em 05/01/2001Nota: 3.5
Uma das vantagens de filmes que tem a história ambientadas em tempos passados é que dificilmente ficará datado com o tempo. Este é um dos méeritos deste filme. Mas sem dúvida o que chama á atenção destge longa ´e o seu olhar femenino.( também pudera, este filme ´dirigido e escrityo por uma mulher)Nestes tempos de Big Brother, este filme chega a ser como uma espécie de antitese deste mundo de superficialidades mesquinhas.Longe de ser um tipo de vingança femenina " o Piano" é apenas um filme conteplativo, cuja narrativa hipnótica aliadas a fotografia e a trilha sonora falam por si. Talvez seja ai que o filme escorrega um pouco, ja que seu desenrolhar cai numa certa morosidade.Soma se a isto também a históri do filme já um pouco manjada: Aquela velha trama duma mulher culta e bem de vida que conhece um homem rude e começa então a... Mas no mais O Piano" é um filme agradável para agradar não só mulheres], mas também aos homens que não aguentam mais ver mais o " sexo Frágil" ser tratado como lixo pelos comerciais de cerveja e pelos cantores sertanejos.
Junior Krüger em 15/10/2009Nota: 5
Belíssimo filme, trilha sonora arrebatadora, interpretação impecável de Holly Hunter!
Este filme é horrivel. Quando vc acha que ele vai começar de verdade ele acaba. AFF
por JEH, 14/02/2012 às 03:36
Muito bom! O maiss curioso deste filme foi a escolha de um diretor até então especialista ...
por Fernando Schiavi Leite, 14/02/2012 às 00:25
Esse filme é simplesmente uma obra-prima do David Fincher, genial. Não me deu sono, não a...
por carlos_alberto_09, 14/02/2012 às 00:22
História original e ao mesmo tempo previsível, entretanto eu adorei o filme, fiquei torcen...
por B.Boy Jc, 14/02/2012 às 00:18