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A Pessoa é para o que Nasce |
A vida de Maria, Regina e Conceição, três irmãs cegas que vivem tocando ganzá em troca de esmolas nas principais feiras do Nordeste.
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Ficha
Técnica
Título Original: A Pessoa é para o que
Nasce
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 84 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2004
Site Oficial: www.apessoa.com.br
Estúdio: TV Zero
Distribuição:
Direção: Roberto Berliner
Roteiro: Maurício Lissovsky
Produção: Jacques Cheuiche e Leonardo Domingues
Música: Hermeto Pascoal
Fotografia: Jacques Cheuiche
Edição: Leonardo Domingues
Elenco
Maria Barbosa
Regina
Conceição
Gilberto Gil
Sinopse
Três irmãs cegas. Unidas por esta incomum peripécia
do destino, Regina, Maria e Conceição viveram toda
sua vida cantando e tocando ganzá em troca de esmolas nas
cidades e feiras do Nordeste do Brasil. O filme acompanha os afazeres
cotidianos destas mulheres e revela suas curiosas estratégias
de sobrevivência, das quais participam parentes e vizinhos.
Acompanha também, numa reviravolta inesperada, o efeito do
cinema na vida destas mulheres, transformando-as em celebridades.
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Imagens
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Premiações
- Recebeu uma indicação ao Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Documentário.
-
Recebeu uma indicação ao Prêmio ACIE de Cinema de Melhor Documentário.
Curiosidades
- A Pessoa é para o que Nasce foi, inicialmente,
um curta-metragem de 6 minutos que percorreu vários festivais
do Brasil e do mundo.
- Filme de estréia
de Roberto Berliner como diretor de longa-metragens.
- Em 1997, durante
as filmagens da série de TV "Som da Rua", sobre músicos
anônimos, o diretor Roberto Berliner conheceu as irmãs
Regina, Maria e Conceição. Elas já não
cantavam mais nas ruas nem possuíam mais os ganzás,
sem os quais não se sentiam à vontade para cantar.
Enquanto a produção providenciava novos instrumentos,
a equipe teve oportunidade de conversar longamente com as três.
A filmagem para o programa foi realizada, mas Roberto deixou o set
tão impressionado com o que viu e ouviu que decidiu que as
três ceguinhas seriam o tema de seu próximo filme.
- Alguns meses
depois Roberto Berliner retornou ao Nordeste com o roteirista Maurício
Lissovsky e uma câmera digital, para uma série entrevistas
que serviriam de base para elaboração do roteiro.
Com o apoio do Ministério da Cultura, este material de pesquisa
serviu de base para a edição de um curta-metragem,
que serviria ainda como laboratório de linguagem para uma
obra de maior fôlego.
- A adaptação
do curta-metragem para um longa levou 3 anos para ser concluída.
- Exibido na
mostra Première Brasil, no Festival do Rio 2004.
Críticas
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Resumo |
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Clarice (Crítica do Leitor): "Um filme muito bonito que mostra a dura vida de três irmãs cegas." Texto completo |
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Fabrício Mariusso (Crítica do Leitor): "Lindamente rodado, mostra um Brasil conhecido por poucos e de brasileiras para lá de ímpares." |
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Jackson (Crítica do Leitor): "Esse tipo de documentário faz com que possamos refletir e pensarmos um pouco mais no valor da vida." Texto completo |
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Wagner (Crítica do Leitor): "Um dos documentários mais emocionantes que já vi! Sensível, tocante e bem humorado. Não perca!" |
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Simone (Crítica do Leitor): "Diante da história dessas três fantásticas mulheres a gente aprende a minimizar o tamanho dos nossos problemas." Texto completo |
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Patrícia (Crítica do Leitor): "O filme de Berliner é lindo, além de ser bem construído." Texto completo |
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Mari Barros (Crítica do Leitor): "Esse filme é precioso. Além de muito bem dirigido tem uma história tocante." |
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Pedro Felippe Moreira da Silva (Crítica do Leitor): "Uma história super comovente, uma lição de vida. Um ótimo filme!
Vale a pena assistir." |
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Adriano (Crítica do Leitor): "Mostra de modo muito parcial a realidade da pessoa cega no Brasil." Texto completo |
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Luiz Ricardo Prado de Oliveira (Crítica do Leitor): "O filme é sensível, humano e feito de forma primorosa." Texto completo |
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Sílvio Luís de Oliveira (Crítica do Leitor): "Um filme com uma história linda e comovente que nos faz ser mais gente." Texto completo |
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