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Closer - Perto Demais

titulo original: (Closer)

lançamento: 2004 (EUA)

direção: Mike Nichols

atores: Natalie Portman , Jude Law , Clive Owen , Jaclynn Tiffany Brown , Steve Benham

duração: 100 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Closer
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 40 min
  • ano de lançamento:2004
  • site oficial:http://www.pertodemais.com.br
  • estúdio:Icarus Productions / John Calley Productions / Avenue Pictures Productions
  • distribuidora:Columbia Pictures / Sony Pictures Entertainment / Buena Vista International
  • direção: Mike Nichols
  • roteiro:Patrick Marber, baseado em peça teatral de Patrick Marber
  • produção:Cary Brokaw, John Calley, Robert Fox, Mike Nichols e Scott Rudin
  • música:
  • fotografia:Stephen Goldblatt
  • direção de arte:
  • figurino:Ann Roth
  • edição:John Bloom e Antonia Van Dermellan
  • efeitos especiais:

imagens - 12

Closer - Perto Demais Closer - Perto Demais Closer - Perto Demais Closer - Perto Demais Closer - Perto Demais Closer - Perto Demais Closer - Perto Demais Closer - Perto Demais Closer - Perto Demais Closer - Perto Demais Closer - Perto Demais Closer - Perto Demais

sinopse:

Anna (Julia Roberts) é uma fotógrafa bem sucedida, que se divorciou recentemente. Ela conhece e seduz Dan (Jude Law), um aspirante a romancista que ganha a vida escrevendo obituários, mas se casa com Larry (Clive Owen). Dan mantém um caso secreto com Anna mesmo após ela se casar e usa Alice (Natalie Portman), uma stripper, como musa inspiradora para ganhar confiança e tentar conquistar o amor de Anna.

elenco:

comentários

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Túlio Moreira de Oliveira
02/01/2004
nota:Rate010
Tive a oportunidade maravilhosa de conferir este recente clássico do cinema! O filme é muito bem construído, Mike Nichols dá um show de direção... Porém, o mais empolgante neste filme é a presença da minha nova musa, Natalie Portman. Essa atriz era até então muito criticada (a atuação dela em Cold Moutain foi malhada pela crítica). Em Perto Demais, a israelense Portman consegue superar suas dificuldades (e a falta de carisma da rainha Amidala) para simplesmente entrar na história do cinema! Merece o Oscar deste ano. Sem comentários também para a peruca rosa da personagem (Scarlett Johansson, alguém?).
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Manuelaa
03/01/2004
nota:Rate010
Natalie Portman é demais.Fez performances ótimas e atuou em diversos filmes de gêneros diferentes.Agora ela está sedutora e linda,como nunca. Vale a pena.
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Camila Mazzini Giacominia
04/01/2004
nota:Rate010
Filme lindo. Natalie Portman linda. Jude Law lindo. sério, achei o fo]ilme maravilhoso. doce, sutil,e ao mesmo tenpo agressivo. a música que se repete é maravilhosa e fica na cabeça por um bom tempo. combinação ideal de drama, atuações, enredo e roteiro. deliciosamente bom!
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Vinícius e Gabrielees
05/01/2004
nota:Rate01
Péssimo. Um dos piores filmes de minha vida. Dou ainda nota 1, por terem conseguido a proeza de lançar um filme desses e ele entrar em cartaz. Diálogos chatos, enredo horrível. Mas tem um ponto POSITIVO: ajuda a fazer dormir.
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Roberta Carvajala
06/01/2004
nota:Rate03
Ótima atuação dos atores. Jude law entao estava perfeito mas o filme eh mto fraquinho. vc fica sempre esperando algo mais e quando ve o filme acaba. nao gostei mesmo.
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Rafael
07/01/2004
nota:Rate010
Um filme fácil de compreender, mas difícil de perceber o que se quer dizer... sutil e direto ao mesmo tempo, mostra as relações entre homens e mulheres, os conflitos, os sentimentos... a busca da felicidade própria, o ciúmes, a possessividade... enfim, tudo do mais natural do ser humano sem meios termos na tela!
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saulo
08/01/2004
O Jude Law conseguiu estragar mais uma vez um filme em que ele participa. Perto Demais tem o roteiro para ser um clássico, mas infelizmente o elenco não soube interpretá-lo.
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Ricardo Pereira
09/01/2004
nota:Rate07
Mike Nichols é, antes de tudo, um homem de teatro. Formado na escola de Lee Strasberg, embora não diretamente ligado ao Método, fez com Elaine May uma famosa dupla com a qual chegou à Broadway. Em 1963, estreou como encenador com enorme sucesso de público e de crítica, com "Descalços no Parque", de Neil Simon. As marcas do seu estilo: um enorme sentido do tempo, perfeita direção de atores e uma maníaca atenção ao pormenor, atraíram Hollywood e o seu debute no cinema deu-se justamente com a adaptação de uma peça de teatro, dirigindo de forma brilhante um quarteto de atores, de diferentes escolas (Elizabeth Taylor, Richard Burton, George Segal e Sandy Dennis) numa ágil versão de "Quem Tem Medo de Virginia Woolf", de Edward Albee, em 1966. Deste filme, como do seguinte, "A Primeira Noite de um Homem", de 1967, ficam o gosto pelo grande-plano, a importância da evidência teatral, transformada por uma câmera "nervosa" e por uma montagem truculenta. Em ambos, transgrediu códigos morais, afrontou tabus e filmou a violência do texto e da confrontação entre corpos e rostos. Este gosto pelo desafio à norma prolongou-se por "Ardil 22"(1970) ou, mais tarde, pela paródia de "A Gaiola das Loucas"(1996), enquanto a centralidade do trabalho dos atores o levou a criar veículos dramáticos para Meryl Streep: "Silkwood"(1983), "A Difícil Arte de Amar"(1986) e "Lembranças de Hollywood"(1990). A variedade no tratamento de gêneros levou-o do drama à comédia sentimental ("Uma Secretária de Futuro", de 1988) ou à reformulação moderna do filme de terror psicológico: "Lobo"(1994). Esta introdução tem por objetivo integrar desde já o seu último filme, "Perto Demais", numa lógica autoral, discernível por detrás de uma obra vasta: o material é tratado com óbvia teatralidade, exigindo dos atores registros excessivos, insiste-se na força dos rostos com uso do "close-up" em momentos centrais; faz-se da montagem o instrumento de uma forte intervenção sobre as mudanças de cena e de tom. A história começa com a formação de um casal: o jornalista Dan (Jude Law) e a dançarina Alice (Natalie Portman) - ao qual se acrescentará uma segunda mulher - Anne (Julia Roberts) - e um segundo homem - Larry (Clive Owen) - cujas relações cruzadas vão constituir o cerne da narrativa: a personagem de Roberts conhece a de Law num estúdio fotográfico e, mais tarde, a de Clive Owen por meio de uma brincadeira de Dan que se faz passar por Anne num chat. Primeiro de tudo, "Perto Demais" está extraordinariamente bem escrito e planificado, baseando-se numa estrutura circular que parece criar toda a narrativa em "flash-back" que por sua vez incorpora outros "flash-backs". Tudo começa e acaba com a câmera lenta que desconstrói o movimento do andar e do olhar da personagem de Law, no seu encontro inicial com Alice (movimento ao qual se retorna no final, através de uma personagem não identificada), num jogo do amor e do acaso, encenado no domínio do aleatório. Depois, o filme articula-se de forma subliminar com outros textos que o suportam: a fotografia como cristalização dos rostos e sentimentos; Anne é fotógrafa, entra no jogo porque tira uma foto de Dan, expondo e expondo-se na aproximação cada vez maior ("closer", que é o título original do filme - algo desvirtuado na tradução brasileira). Mais importante, porém, se torna a presença subliminar de "Cosí Fan Tutte", de Mozart, que pontua o filme, em especial duas das seqüências fundamentais: quando Anne fotografa Dan, ouve-se uma gravação do trio "Soave Sai Il Vento" - no trecho da ópera, Dorabella e Fiordiligi, na companhia do cínico Don Alfonso, dizem adeus aos respectivos namorados que, supostamente, vão para a guerra, regressando disfarçados de turcos e trocando entre si as amadas. Em "Perto Demais" estamos, também, perante um trio que se esboça apenas, com a chegada inopinada de Alice e a primeira hipótese de cena de amores partilhados. Mais tarde, já um casal, Anne e Dan encontram-se em Covent Garden para ouvir a mesma ópera, mas ela chega atrasada e os jogos de sedução decorrem no bar e no foyer. Entretanto forma-se um outro casal (entre a deslumbrante Roberts e um extraordinário Clive Owen, perverso e manipulador) depois do já citado encontrado num "chat" em que Dan se fez passar por Anne. A atração homossexual parece ficar por aqui, pela sugestão, mas o quarteto evolui para um "jogo", em que os dois casais se trocam e se recompõem, como se Mozart pudesse cruzar-se com "Quem Tem Medo de Virginia Woolf", com uma violência verbal e, até, física, que se não compadece com as sutilezas do cinismo mozartiano: da fórmula "assim fazem todas", a dar conta de uma misoginia militante, passamos a um "assim fazem todos", marca de uma misantropia contemporânea, em que o amor funcionasse como perda e como permanente ferida aberta. Nichols contrapõe ao tratamento elegante da ópera de Mozart, um jogo de traições e de mentiras que tem dois pontos culminantes: a seqüência no clube, em que Alice faz um "strip-tease" para Larry, e o afrontamento entre os dois homens, numa espécie de relação sadomasoquista por via interposta das mulheres que amam ou amaram. A câmera acaba por concentrar-se, de forma implacável, nos rostos e nos corpos dilacerados pelo desejo e pela incompreensão das regras do jogo. A linguagem é crua, a impossibilidade do amor e da fidelidade é exposta. Os dois homens tentam destruir-se e as duas mulheres submetem-se, de modos diferentes: Anne volta para o marido que abandonara por Dan, enquanto este se reconcilia com Alice que parece aceitá-lo de volta, para a perder sem qualquer razão, que não a desilusão amorosa universal. Toda a estilização sofisticada, que os modelos mozartianos haviam deixado na ficção, se esboroa numa angústia intensa que domina as personagens. Na retina ficam grandes imagens, com os atores, como em "Quem Tem Medo de Virginia Woolf", a dominarem a ação. Julia Roberts confirma o seu status de (quase) única estrela contemporânea: o seu rosto queima a tela e a sua fotogenia magoada apossa-se da personagem que é e não ela. O seu olhar na cena da separação contém lágrimas falsas, que confirmam toda a tristeza do mundo. O seu sorriso torna-se enigmático e mítico, sem chegar a iluminar a negrura. Jude Law possui a fragilidade que o papel exige, sempre à beira de esmorecer. Credível como personagem, parece, no entanto, estar sempre representando, como se sua noção do que é atuar o impossibilitasse de soar natural. Pela sua pusilanimidade passa a não-comunicação do conto moral. A química com Roberts opera-se na primeira cena e vai-se desfazendo na trágica impossibilidade da economia dos sentimentos. À Natalie Portman (Globo de Ouro para atriz coadjuvante) cabe a personagem menos complexa, stripper sem horizontes, americana exilada em Londres, sempre peixe fora d'água: quando se reveste da peruca loira, para assumir, pela primeira vez, o seu nome verdadeiro ganha finalmente carisma sexual, que até aí lhe fora negado, mas é uma personagem travesti de si própria, sem chama nem alma. Das quatro figuras do quarteto, é a "outsider", a que não pode aspirar a um estatuto de maléficos contornos. Não sabe jogar o jogo; limita-se a ser manipulada. Já Clive Owen (Globo de Ouro para ator coadjuvante) ultrapassa os limites da personagem: primeiro vítima de embuste sexual, acaba por ganhar carnalidade absoluta, dominando as peças do jogo, que parecem escapar-lhe. É ele o "manipulador-mor", o "macho" traído e o vingador, triunfando sob a mais feminina de todas as figuras, a de Jude Law. Mas os atores apenas existem em função de uma "mise-em-scène" extremada, em que cada um cumpre as marcações que lhe cabem. E, neste contexto, a maestria de Nichols consiste em saber jogá-los uns contra os outros, em estratégia calculada de trucidar as personagens, num niilismo sem remissão. O vazio domina, assim, toda e qualquer hipótese de relação amorosa. Como solução, permanece a câmera lenta, suspensão dos corpos, dos olhares e das pulsões sexuais. A comédia de pares dá, então, lugar a um negro vácuo, em que as relações são impossíveis e a sedução se reduz ao nada, a uma esquemática apresentação de corpos exangues. O teatro acabou.
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Francisco Russo
10/01/2004
nota:Rate08
A sequência de abertura de "Perto Demais" lembra muito a de "A Primeira Noite de um Homem", do mesmo Mike Nichols. Personagens caminhando ao som da música-tema do filme, em "A Primeira Noite..." em um aeroporto e em "Perto Demais" na rua mesmo. O efeito funciona novamente: já nesta sequência o espectador se sente atraído pelo filme. Em parte pela belíssima música, em parte pelo encontro anunciado entre Natalie Portman e Jude Law. "Perto Demais" é um filme duro, de diálogos fortes e que talvez por isso não vá agradar a todos. Lida com sexo, com traição, com egoísmo, com paixão, com confiança, com opções que a vida lhe dá e a escolha que cada um toma. Trata-se de um filme muito bem dirigido por Nichols, que coordena de forma precisa o modo como a história é contada e ainda a atuação de seu elenco. Sim, pois os 4 atores estão bem em cena. Deles apenas Jude Law está um pouco abaixo, mas ainda assim aparece bem. Natalie Portman surpreende por sua personagem, completamente diferente de tudo o que já havia feito antes, mas também está muito bem. Julia Roberts tem uma atuação contida, economizando seus famosos sorrisos mas se adequando perfeitamente ao que sua personagem pedia. E há ainda Clive Owen, a meu ver a melhor atuação do filme, em grande parte impulsionado por também ser dele o melhor personagem da história. Mas o que me surpreendeu mesmo foi a comparação que pude fazer com "Mais Perto", versão da peça teatral encenada no Brasil alguns anos atrás, que não havia gostado. Apesar de ser a mesma história, esta parece ser totalmente diferente, com um frescor que não havia no teatro. O motivo de tamanha mudança a meu ver tem nome: Mike Nichols. A ele se deve o grande filme que "Perto Demais" é.
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Fernanda Valentea
11/01/2004
nota:Rate010
Perfeito é muito pouco. é um filme que euanto mais se assiste mais se entende. Muitas pessoas que não entendem muito bem podem achar que é uma análise dos relacionamentos modernos mas na verdade o filme trata de psicologia pura. Das covardias e fraquezas das pessoas que justificam as expectativas que criam em torno dos relacionamentos. Questiona o que é um relacionamento e pra que serve no final das contas. Talvez eu ainda deva assistir umas 60 vezes para realmente entender do que se trata.
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Rosenice Moreiraa
12/01/2004
nota:Rate010
Um dos melhores filmes já feito no mundo. Quem vai ao cine achando que vai assistir uma comédia romantica, se espanta com o que esta na tela. Personagens maravilhos, roteiro que prende vc na cadeira.
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Guilherme Freitas Leal
13/01/2004
nota:Rate010
Simplismente magnífico, surpreendente, devastador, emocionante, esplêndido e mais uns cem elogios para esse filme tão perfeitu e tão bem feito.Com atuações bem mais que reais, de Clive Owen e Natalie Portman. Mas Julia Roberts e Jude Law não ficam muito atrás não, apenas foram ofuscados. Finalmente um filme que conseguiu captar a verdadeira essência do amor e suas consequências. Um dos melhores filmes ja feitos nos últimos anos!
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Luízaa
14/01/2004
nota:Rate03
O filme mais parec pornô do que outra coisa! É horrivel! Se não fosse pelo cara que interpreta o Dan que é lindo o filme seria o maior lixo!
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Daniela Oliveiraa
15/01/2004
nota:Rate010
Tudo neste filme eh perfeito. A trilha sonora ( que contem musicas brasileiras ), as atuacoes (em especial a Natalie Portman) e a cena final sao magnificas. Uma obra-prima.
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Gabrielaa
16/01/2004
nota:Rate010
Realmente as atuações são ótimas..Natalie Portman está divina e Clive Owen passa uma verdade intensa..os diálogos são "desconcertantes" e extremamente sinceros...É um tipo de filme q mostra a essência do ser humano invejoso, cruel, submisso, intenso e principalmente sexual.
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Vitóriaa
17/01/2004
nota:Rate08
O filme foge dos padrões a que estamos acostumados quando se trata de filmes que falam de amor e, por isso mesmo, divide opiniões. Gostei, por que ele nos faz refletir sobre a questão da infidelidade e sobre magoar a quem amamos, mostrando que, por mais que queiramos, as relações afetivas nem sempre são tão cor-de-rosa quanto nos contos de fada.
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Marinaa
18/01/2004
nota:Rate01
Pornográfico, homens fracos, mulheres desleais que brincam com a atração negativa do sexo, tratam os homens como brinquedos para seu uso pessoal, tomara que não faça escola, esse tipo de relacionamento, o de homens dominados por mulheres pervertidas. Precisam de uma análise psicológica, se bem que não vai adiantar nada, para esses casais modernos.
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Ana Lúcia de Andradea
19/01/2004
nota:Rate04
Cheguei animada pra ver o filme, por causa do elenco. Filmes com Julia Roberts sempre são bons. Mas esse filme deixou a desejar, muito sexo e pouco conteúdo... Muitas traições, muito confuso e sem nenhuma conclusão, sabe aquele "moral da história", não teve. A atuação dos atores, impecável, isso não tem o que discutir, mas o conteúdo do filme muito fraquinho e cansativo.
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João Alfredo Lôbo Lima
20/01/2004
nota:Rate010
Confesso, fui ao filme arrastado pela minha namorada, mas me surpreendi, o filme tem uma trama ótima, dialogo forte e conciso, para quem detesta água com açucar, que era o que eu esperava, assista!
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Francini Barbosaa
21/01/2004
nota:Rate08
É inevitável ter uma sensação de dejà vu com este filme, pois ele reflete muito bem as relações humanas. É um filme forte sem ser agressivo e ao mesmo tempo delicado sem ser pretensioso. Só perde um pouco por estar muito preso a encenação teatral.
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Páris Cannes do Nascimento
22/01/2004
nota:Rate010
Um Filmaço, atuaçõs espetaculares principalmete Natalie Portman, um roteiro incrívelmente real que não esconde nada e onde ninguém é inocente. Filmaço!
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Rômulo Tesi
23/01/2004
nota:Rate010
Flavia, não se trata de um filme romântico. É qualqueer coisa, menos isso. É um filme humanista. Aliás, sobre o amor: "o coração parece um punho fechado, coberto dee sangue".
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Adriano
24/01/2004
nota:Rate010
Acabei de o ver e nao consigo tirar da cabeça o espectaculo que foi!A musica unica! Faz pensar o que o mundo faz a pessoas que esperam tudo e nem sempre se tem tudo!
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marcelo
25/01/2004
nota:Rate010
Adorei o filme, mostra realmente o que acontece na vida real, sem mostrar aquelas cenas de amores melosas que deixam os filmes menos verdadeiros. É um filme muito bem feito onde o que mais surpreende é a trilha sonora que deixa os personagens mais puros e inocentes de seus atos de traição.Nota 10 por perfeição, 10 pela música, 10 pelos atores, 10 pela criatividade dos diálogos que não são cansativos.
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Rafaela Egeaa
26/01/2004
nota:Rate010
É um filme que expõe de forma de incomoda a intimidade de pessoas, que antes de serem casais, são individuos que arriscam, desejam e não temem seus sentimentos. Esse filme tende a gerar sensações das mais diferenciadas, e será compreendido por poucos.
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Karlaa
27/01/2004
nota:Rate03
Estou dando nota 3, pq já vi filmes piores q este. Achei q iria assistir um filme, não uma idiotice...filme de drama e eu com vontade de rir de vergonha...isso é péssimo...adoro Julia Roberts e Jude Law...mas esse filme é deprimente!
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Cláudio Teles
28/01/2004
nota:Rate010
Gostei do diálogos cortantes e me remeteu ao filme Sexo, Mentiras e Videotape. Uma curiosidade que deixou de ser citada, é que durante a sequência da exposição de Anna, o fundo musical é de Bebel Gilberto.
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Beatriz Kicis de Sordia
29/01/2004
nota:Rate010
O filme sai totalmente da rotina. É criativo, inteligente e revela dois tipos masculinos muito comuns, o Don Juan e o homem troglodita. Além disso, as mulheres estão sensacionais em seus papés, tanto a Julia Roberts quanto a Natalie Poter. Adorei.
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Sandro Sertão
30/01/2004
nota:Rate09
Me surpreendeu , eu esperava um filme meloso de amor como tudo que eu espero da julia roberts. o filme se dá em londres o que já conta ponto, é maravilhosa a cena inicial do filme com uma música de fundo de damien rice "the blower's daughter", a cena é arrebatadorae no fim ela diz: "hello stranger!". o filme é forte e mostra como é interessante a facilidade com que o ser humano perdoa e passa uma borracha numa traição e mostra que em todo lugar o marido traído interroga mesmo a esposa sobre como ela fez ou deixou de fazer sexo com o amante (acho que por masoquismo) . há dialogos fortes e inteligentes o ator ingles que faz o medico( nao lembro o nome agora), pra mim é o melhor do elenco, dá um show de representaçao. o filme termina com a mesma musica do inincio e nos dá uma sensaçao de que alguma coisa poderia ter sido diferente, alguem poderia ter sido mais feliz.
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Luciane de Assisa
31/01/2004
nota:Rate06
O filme mereceria nota 10 se fossem levadas em conta as performances dos atores, que estão DIVINOS. Aliás,não entendi porque Clive Owen e Natalie Portan ganharam o Globo de Ouro como coadjuvantes, porque eles são os reais persongans principais. Mas, considerando a história em si, achei que o final ficou a desejar. Lamentável desfecho para o que, até cinco minutos do final, me pareceu uma obra prima.
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Isis Spatza
01/02/2004
nota:Rate02
Um filme de mal gosto, que não atende as perspectivas do público! Só fala de traição e sexo e o quanto isso interfere numa relação, mas acaba não chegando a lugar algum! Nem ao menos passa uma boa mensagem! O que tenta salvar o filme são as atuações e o elenco afiado, no entanto o filme continua sendo ruim! Não recomendo à ninguém!
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Lelly
02/02/2004
nota:Rate09
Me parece q a Luiza não entendeu o filme... não se trata de pornografia, e sim de cenas eróticas que caem exatamente na realidade do que esse filme retrata... As vezes a verdade não é bem vinda... esse filme possivelmente não vá agradar a todos, pq ele nos faz pensar... Ótimo... invade suas entranhas.
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Anaa
03/02/2004
nota:Rate09
Até para quem detesta Julia Roberts como eu,surpreende-se com esse filme que aborda a questão do relacionamento embasado na verdade x mentira,fazendo a gente pensar nos nossos proprios relacionamentos, repensando tudo isso. Nota 1000 para a trilha sonora que tem até Bebel Gilberto.
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Renato
04/02/2004
nota:Rate01
Fraco.Um filme que consa com a espera de uma cena mais rica em conteudo de conclusão. Você espera, espera e nunca chega a nenhum lugar. Tem muito choro e pouca clonclusão.
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Deboraha
05/02/2004
nota:Rate09
É um filme intenso,como a muito tempo não via.Uma obra verdadeira,direta,desconcertante e afiada,com diálogos bem trabalhados e atuações primorosas.Podemos sentir a veracidade das emoções nos olhos de cada ator,passando de forma perturbadora o íntimo de cada personagem.É um filme pra sair da sala do cinema refletindo sobre o ser humano.Muito bom!
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Tamara Ramosa
06/02/2004
nota:Rate010
Fascinante! Closer é um filme que mexe com nossos sentimentos mais profundos. O diálogo entre os personagens é forte e, em alguns momentos leva o expectador ao desespero. O filme propõe uma análise sobre a veracidade das relações humanas e a capacidade que temos de nos dar e nos perder em relações complexas e apaixonadas. A atuação dos atores é magnífica !! Imperdível.
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Vagner
07/02/2004
nota:Rate010
Atuações maravilhosas. Total fuga do convencional Hollywoodiano. Há muito não se ve o tema amor ser tratado de forma tão arrebatadora! E ainda, Natalie Portman, simplesmente espetacular: Nasce uma estrela!
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Renan
08/02/2004
nota:Rate010
O ponto marcante do filme é a interpretação impecável dos atores Clive Owen e Natalie Portman (mereceram a premiação do Globo De Ouro e a indicação ao Oscar), indiscutivelmente um dos melhores filmes do ano. um roteiro com diálogos fortes e verdadeiros , uma ótima direção.
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Felipe Figueiredo
09/02/2004
nota:Rate09
Closer começa com The Blower´s Daugther, belíssima música cantada por Damien Rice que dá partida ao filme, quando Alice conhece Dan. Depois de um longo diálogo no qual o casal se conhece, passam alguns meses e lá estão eles, morando juntos. Conhecemos então Anna, uma fotógrafa recém-divorciada. Tirando fotos de Dan para seu livro, os dois acabam se beijando no estúdio. Depois de um tempo, Anna conhece de forma inusitada Larry, um médico dermatologista e após morar alguns meses juntos, eles se casam. A partir daí, dá-se o ponto de partida para os encontros e desencontros dessas quatro pessoas. Quatro personagens interessantes, bem escritos e melhorados ainda mais pelas quatro ótimas interpretações de seu elenco. Baseada na aclamada peça do inglês Patrick Marber, Closer vem sendo acusado por alguns como teatral demais. O filme é teatral no melhor sentido da palavra. Trata-se de uma história contada completamente através de diálogos. Fala-se de sexo, sem precisar mostrar o sexo. Sendo completamente apoiado nos diálogos, ele depende cem por cento de seus atores e os diálogos excelentes fazem com que não se torne chato em momento algum. Há ironias e muitas nos diálogos, e ironias muito bem colocadas, e em questão de naturalidade, eu não conheço ninguém que pense muito antes de ofender, ou então de jogar alguma piadinha. Portanto, nesse quesito Closer é perfeitamente normal e os diálogos, dentro do contexto do filme soam perfeitamente bem colocados, como na cena em que Anna discute com seu marido, ou então na cena que Alice faz striptease. Contanto com o ótimo roteiro de Patrick Marber, Mike Nichols ainda imprime em Closer sua direção segura, ágil e usa muito bem os truques que o filme pede. Um deles é o recurso em que se pula um grande tempo após cada cena. Nichols utiliza muito bem estes pulos, que jamais são acompanhados por legendas. O espectador vai descobrindo quanto tempo se passou através dos personagens. Isso mostra o quanto o filme não precisa mostrar o que aconteceu nesses intervalos, ele se foca basicamente nas partes decisivas da relação daquelas quatro pessoas e o que aconteceu entre esse vago intervalo de tempo, fica para que cada um formule em sua mente. Mike Nichols mostra-se também excelente diretor de atores. Eu não gostaria de dizer que Julia Roberts e Jude Law são principais e Natalie Portman e Clive Owen são coadjuvantes. Todos aparecem quase o mesmo tempo em cena, mas Natalie poderia ser chamada de principal, pois sua personagem é a que tem mais importância na história. Natalie, a propósita, brilha. Sua interpretação é excelente, merecedora de todos os prêmios que vem recebendo. Impossível não se encantar pela moça. Julia também está ótima. Anna, sua personagem, é ao mesmo tempo doce e egoísta. Clive ótimo também e Jude Law apesar de ser o mais fraco, está muito bem também. O roteiro mostra-se também maduro em mostrar quatro personagens simpáticos, agradáveis, pessoas normais, mas que são egoístas. Pensam na felicidade própria antes de tudo, sem pensar nas consequências alheias de suas atitudes. Eles traem, tem suas explosões em momentos específicos, mas apesar de cometerem erros, jamais soam como os batidos e usuais vilões. Todos os personagens são representações do bem e do mau, não há vilões nem mocinhas, o que torna o relacionamento deles ainda mais verossímel. Outra coisa que torna o filme agradável é o alívio cômico. A cena em que Larry está participando de um chat na internet é hilariante. O humor do filme, logicamente está nos diálogos. Tudo é bem encaixado em Closer. O estilo moderno e refinado tem tudo a ver com a produção e a Londres contemporânea combina perfeitamente com aquele clima de amor e traição. Uma cena que representa bem o estilo alta classe do filme é a exposição fotográfica de Anna. O final é excelente. Fecha o filme com chave de ouro, terminando com a mesma música com a qual começou. No final, muitas coisas se encaixam e Closer termina como um filme original, bem dirigido, bem atuado, agradável, interessante. Eu já tinha gostado do filme, mas confesso que na revisão, melhorou ainda mais. Quem disse que pra se fazer um filme sobre sexo, precisa mostrar o ato? Nichols prova o contrário com muito estilo e segurança.
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Fábio Jorge
10/02/2004
nota:Rate06
A vontade que temos ao sair do cinema é de berrar à todos os lados que o filme não presta... porém se analisarmos com calma todo o enredo e o desenvolvimento da história, percebemos que é uma bela história de como o ser humano é indeciso em suas relações amorosas, de como damos valor somente ao que não é mais nosso e que podemos ter de volta quando quisermos. É a banalização das relações humanas visto de forma literalmente teatral.
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Rosangela Aragona
11/02/2004
nota:Rate08
Acho que valeu ter visto o filme. Sai do lugar comum e faz críticas a alguns padrões de comportamento, de forma sutil. Os atores estão bastante envolvidos. Dá vontade de ver o que vem depois.
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Róbson Cardoso
12/02/2004
nota:Rate010
Perfeito,simplesmente magnífico. Grandes atuações, principalmente de Natalie Portman. Tema envolvente, dialogos ousados, trilha sonora espetacular e uma direção ainda mais íncrivel.
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Josias Câmara
13/02/2004
nota:Rate09
O FILME BASTANTE ENVOLVENTE, MOSTRANDO A REALIDADE DOS RELACIONAMENTOS COM BASTANTE INTENSIDADE, PECANDO NO ASPECTO SEXUAL MUITO EXAGERADO TIRANDO A ORIGINALIEDADE DE UM FILME DRAMÁTICO. BELISSÍMA ATUAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE NATALIE PORTMAN.
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Eduardaa
14/02/2004
nota:Rate010
Eu AMEI o filme... a passagem de tempo, o jogo dos personagens, a "bricadeira" com a troca de casais.. TUDO!!! todos os atores estão MARAVILHOSOS em seus personagens... até mesmo a Julia Roberts, quem eu particularmente não gosto muito, está de 'tirar o chapéu'!
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Alice Azevedoa
15/02/2004
nota:Rate010
Maravilhoso! Muitos aplausos...pena que nem todos percebam a mensagem das entrelinhas desse filme. Sensacional! Há muitas respostas, veracidade e realidade nele. Perfeito.
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Marçal
16/02/2004
nota:Rate08
É um filme que fala sobre relacionamentos...paixão,sexo,traição..situações rotineiras na vida de casais modernos.O filme fala sobre isso de uma forma nua e crua...o diretor consegue fazer um filme frio com explendidas atuações de Julia Roberts,num papel quase incomul na sua carreira...Clive Owen,simplesmente o melhor ator em cena...Jude Law,que depois de seu papel como Alfie é impussivel olhar para cara do ator e não se lembrar de seu antigo papel...e Natalie Portman em uma atuação na medida provando que existe vida depois de Star Wars.No todo é um filme sensível.
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Dalva Mariaa
17/02/2004
nota:Rate08
Na verdade é um "Sexo,amor & traição" americanizado.O Filme é totalmente falado e não consegue esconder sua origem teatral.Mas no todo é muito agradável.
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Patrícia Paludoa
17/02/2004
nota:Rate09
É um filme muito interessante pois tem uma temática envolvente.a história é muito complexa, trazendo para nossas vidas uma historia que pode se tornar real para qualquer um.então isso nos faz refletir sobre oque queremos,e que nunca devemos ir na primeira opção,mas devemos escolher primeiro.
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Karina Berbata
18/02/2004
nota:Rate010
Nossa,justifico sim! De ínicio fiquei meio confusa,mas depois que fui me concentrando e analisando tudo,caramba,muito bom! O filme é forte,real,me deixou horas pensando,refletindo e não é mesmo pra qualquer um! Relacionamento é uma coisa de vida,é intenso e é fogo quando tem coisas fortes que nos fazem fazer o que os personagens do filme fazem,isso pode rolar sim! Amei!
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William Vieira
19/02/2004
nota:Rate010
É um grande filme, perfeito em todos os sentidos deste a trilha sonora até a direção, passando pelas atuações do atores. O filme vai fundo nas questões dos relacionamentos pós-modernos, mas não é só isto, tem também outros elementos bastnate interessantes, a verdade, a mentira a traição são pano de fundo para que o filme levante uma centena de discussões sobre o comprotamento na sociedade ocidental cristã e seus valores impostos por uma moral que mais escraviza do que liberta o ser humano, enfim um grande filme que foge a mesmice dos filmes americanos. vale assistir eu já o vi por duas vezes.
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Mário Kim
20/02/2004
nota:Rate08
Se foi proposital, eu não sei, mas creio que o filme tem seu lado brilhante pelo fato de aglutinar dois extremos - a mentira e a sinceridade. A trama apresenta, basicamente, a mentira em suas diversas modalidades em torno de um relacionamento repleto de paixões. E da maneira como o filme retrata esses temas, ele soa bastante sincero.
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Daniel Souza
21/02/2004
nota:Rate010
UM FILME SIMPLES,MAS QUE IMPRESSIONA PELA FORMA EM QUE TRADUZ O REALISMO DAS NOSSAS EMOÇÕES. engraçado que quando vi o trailer do filme,ñ me empolguei muito para ir ao cinema assisti-lo,nunca se atenha a uma 1ª impressão!!!adorei o filme,natalie portman esta perfeita como nunca vi,os diálogos bem montados,realmente impressiona.recomendo!
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Karla Monteiroa
22/02/2004
nota:Rate010
Excelente. O filme é complexo e rompe com as expectativas, no sentido de que não é previsível, nem segue os padrões das películas normalmente produzidas em Hollywood. Trata de questões existenciais. Diria até que é uma sessão de análise: não só da sociedade, de nos mesmos. Sem contar que a trilha sonora é maravilhosa, com muita MPB, além de uma música linda, "The blower's daughter", de Damien Rice.
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Ana Carolina da Silvaa
23/02/2004
nota:Rate010
Mto bom, nos mostra o quanto a razão pode dominar a emoção e também como a relação carnal pode nos testar e assim sobrepor a emoção, como os sentimentos envolvidos em uma relação podem ser diferentes e assustar as pessoas. A música é perfeita e traduz tudo q sentimos ao ver o filme!
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Cláudia Gomes Cordeiroa
24/02/2004
nota:Rate05
Decepcionante. O filme ate que nao e tao ruim, mas o trailler nao mostra nada do que o filme e. Os atores sao bons, o filme tem alguns elementos interessantes, mas o tudo simplesmente "nao funciona" . O que salva e a trilha sonora.
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Fabio
25/02/2004
nota:Rate05
O filme é inquitante, provocativo, então não pode ser encarado como um filme convencional. Não há compromisso com "finais felizes" ou utopias românticas e por isso mesmo causa tanta polêmica.
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flaviAa
26/02/2004
nota:Rate010
De fato, não é um filme que vai agradar a todos. Julia Roberts não aparece esbanjando seu sorriso nem dando uma de mocinha como em seus habituais filmes românticos água-com-açúcar. Jude Law como Daniel consegue superar Alfie (outro filme no qual ele é protagonista). Não somente por ser um personagem sedutor como também por ter uma incrível habilidade de trair e amar com bastante facilidade. Natalie Portman deixa de lado seu jeito menina para dar vida a uma mulher envolvente e que engana por não confiar totalmente nem em quem ama. E Clive Owen é um espetáculo à parte. É carismático, é louco,é engraçado. O filme é tão envolvente graças à excelente direção de Mike Nichols que conseguiu dar o tom certo para que o filme não se tornasse chato nem banal.
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Flávio Vinícius Soares
27/02/2004
nota:Rate08
Um filme muito transparente e sensível.A intimidade é retratada de uma maneira sincera e por isso chega a ser triste e melancólico. Clive owen foi o melhor do filme merece o oscar.Só Julia Roberts decepcionou. Direção primorosa que transforma um roteiro mais ou menos em um grande filme.
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Caio
28/02/2004
nota:Rate05
Tipo de filme que deixa a desejar no roteiro.O fime mostra um fato, um acontecimento e o mesmo é repetido várias vezes, deixando o filme monótono.Embora roteira precário, atuações muito boas.Com destaque para Julia Roberts e jude Law.
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Fábio Oliveira
01/03/2004
nota:Rate010
Hiperdenso! Há muito não se via um filme com diálogos tão afiados e contundentes. Para quem gosta de cinema com conteúdo!
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Rodrigo
02/03/2004
nota:Rate010
The Blower's Daughter" Written and Performed by Damien Rice Under license to Vector Recordings, LLC/Warner Bros. Records Inc. and 14th Floor Records By Arrangement with Warner Strategic Marketing US and Warner Strategic Marketing UK "Cold Water" Written by Damien Rice Arranged and Performed by Damien Rice and Lisa Hannigan featuring Vyvienne Long "Oh, Dei, come veloce se ne va quella barca!" from "Così fan tutte" Written by Wolfgang Amadeus Mozart Performed by Elisabeth Schwarzkopf, Nan Merriman and Sesto Bruscantini The Philharmonia Orchestra Conducted by Herbert von Karajan Courtesy of EMI Classics Under license from EMI Film & Television Music "Soave sia il vento" from "Cosi fan tutte" Written by Wolfgang Amadeus Mozart Performed by Elisabeth Schwarzkopf, Nan Merriman and Sesto Bruscatini The Philharmonia Orchestra Conducted by Herbert von Karajan Courtesy of EMI Classics Under license from EMI Film & Television Music "La Cenerentola" Written by Gioacchino Rossini Produced by Gohl/McLaughlin Performed by London Metropolitan Orchestra "Samba Da Bencao" Written by Pierre Elie Barouh, Baden Powell de Aquino and Vincius de Moraes Performed by Bebel Gilberto Courtesy of Ziriguiboom/Six Degrees Records Under license from Crammed Discs By Arrangement with Ocean Park Music Group "Tanto Tempo" Written by Bebel Gilberto and Suba Performed by Bebel Gilberto Courtesy of Ziriguiboom/Six Degrees Records Under license from Crammed Discs By Arrangement with Ocean Park Music Group "Mais Feliz" Written by Andre Cunha, Bebel Gilberto and Agenor de Miranda Araugo Neto Performed by Bebel Gilberto Courtesy of Ziriguiboom/Six Degrees Records Under license from Crammed Discs By Arrangement with Ocean Park Music Group "World Outside" Written by Colin Devlin and Peter Devlin Performed by The Devlins Courtesy of Universal Records Under license from Universal Music Enterprises "Dark Escape" Written by Gaurav Raina and Tapan Raj Performed by MIDIval PunditZ Courtesy fo Six Degrees Records By Arrangement with Odean Park Music Group "Smack My Bitch Up" Written by Liam Howlett, Keith Thornton, Cedric Miller, Trevor Randolph and Maurice Smith Performed by Prodigy Courtesy of Maverick Recording Company/Beggars Banquet/XL Records/Mute Records By Arrangement with Warner Strategic Marketing "How Soon Is Now?" Words by Morrisey Music by Johnny Marr Performed by The Smiths Courtesy of Warner Music U.K. Ltd. Under license from Warner Strategic Marketing "Bella vita militar!" from opera "Così fan tutte" Performed by Renée Fleming, Anne Sofie von Otter, Frank Lopardo, Olaf Bär, Michele Pertusi London Voices and Chamber Orchestra of Europe Conducted by Georg Solti (as Sir Georg Solti) Courtesy of Decca Music Group Limited and Universal Classics Group Under license from Universal Music Enterprises "Non v'e piu tempo, anici" from opera "Così fan tutte" Performed by Renée Fleming, Anne Sofie von Otter, Frank Lopardo, Olaf Bär, Michele Pertusi, London Voices and Chamber Orchestra of Europe Conducted by Georg Solti (as Sir Georg Solti) Courtesy of Decca Music Group Limited and Universal Classics Group Under license from Universal Music Enterprises "Di scriverni ogni giorno" from "Cosi fan tutte" Performed by Renee Fleming, Anne Sofie von Otter, Frank Lopardo, Olaf Bar, Michele Pertusi London Voices and Chamber Orchestra of Europe Conducted by Georg Solti (as Sir Georg Solti) Courtesy of Decca Music Group Limited and Universal Classics Group Under license from Universal Music Enterprises "Eccovi il medico, signore belle!" from "Cosi fan tutte" Performed by Renee Fleming, Anne Sofie von Otter, Frank Lopardo, Olaf Bar, Michele pertusi, Adelina Scarabelli and Chamber Orchestra of Europe Conducted by Georg Solti (as Sir Georg Solti) Courtesy of Decca Music Group Limited and Universal Classics Group Under license from Universal Music Enterprises "Dammi un bacio, o mio tesoro" from "Cosi fan tutte" Performed by Renee Fleming, Anne Sofie von Otter, Frank Lopardo, Olaf Bar, Michele pertusi, Adelina Scarabelli and Chamber Orchestra of Europe Conducted by Georg Solti (as Sir Georg Solti) Courtesy of Decca Music Group Limited and Universal Classics Group Under license from Universal Music Enterprises.
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Yuri
03/03/2004
nota:Rate09
Maravilhoso. Um dos melhores filmes dos ultimos anos. Agride e por isso não é pra qualquer um. Tem que esperar e digerir o filme aos poucos. Obra Prima.
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Carlos Vidal
04/03/2004
nota:Rate010
Filme maravilhoso, prende a atenção o tempo inteiro, tão fortes são as relações humanas nele tratadas, tal como Ligações Perigosas, vai a fundo no amor movido jogo de seduções.
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Júlia da Nóbregaa
05/03/2004
nota:Rate08
Um filme com diálogos divertidos e bem amarrados.A música-tema é maravilhosa: THE BLOWERS DAUGHTER, de DAMIEN RICE.Vale a pena assistir Júlia Roberts e Cia.
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Marcondes Pedreira
06/03/2004
nota:Rate010
Um filme sincero. O raio-x dos nossos relacionamentos. Me surpreendo que tenha agradado ainda a muita gente, pois a grande massa que vai ao cinema quer um final feliz, não quer saber de diálogos por preguiça de ler. Quem não gostou é porque é um tanto insensível ou pela burrice que trouxeram as comédias românticas de mal gosto holywoodianas.
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Tatianaa
07/03/2004
nota:Rate010
"Te amo sin saber cómo, ni cuándo, ni de dónde, te amo directamente sin problemas ni orgullo: así te amo porque no sé amar de otra manera, sino así de este modo en que no soy ni eres, tan cerca que tu mano sobre mi pecho es mía, tan cerca que se cierran tus ojos con mi sueño." (Pablo Neruda) Após ver Closer Perto Demais podemos até pensar que esse amor descrito por Neruda não existe e talvez nunca tenha existido. Muitos saem de Closer dizendo que o filme não é bom. O que na realidade acho que eles querem dizer é: eu me recuso a acreditar que o amor seja assim. Mas ele é assim mesmo. Most of the times. Mike Nichols conseguiu mostrar bem o que anda acontecendo no "amor" moderno. Por ai afora tem sempre alguém disposto a jogar fora um sentimento, uma história, como Daniel (personagem de Jude Law) e Anna (Julia Roberts). Law vive uma relação aparentemente de sonhos, como nas melosas comédias românticas de Hollywood. Ele e Alice (Natalie Portman). se conhecem por acaso e vivem uma história linda. Até Anna aparecer na vida deles. Law faz o típico papel vanguardista: aquele cara que tem tudo na vida e resolve se aventurar rumo à emoção desconhecida. Vivendo um eterno ciclo vicioso de amor/traição. Muito boa a parte em que Alice fala para ele: "tem sempre o momento em que se pode aceitar ou recusar, e vc aceitou". Nada simplesmente acontece, como alguns dizem para justificar o erro que cometeram. Houve a lacuna aberta, o que já foi o primeiro erro. E houve o momento da aceitação. Há também os que na vida real fazem o papel de Alice (Natalie Portman). e Larry (Clive Owen), que amam incondicionalmente e que estão sempre dispostos a perdoar os "deslizes" de seus amores, entrando em outro tipo de ciclo vicioso: o do amor/perdão. O que eles não querem aceitar é que os ciclos viciosos dificilmente param. Poucos são aqueles que, tendo consciência disso tudo, buscam aquele amor de Neruda. E o fazem em todos os tipos de relações que têm. Buscam aquele amor incondicional, que se vive única e tão somente a dois. Poucos, muito poucos reconhecem seus próprios ciclos viciosos e conseguem quebrá-los. Quem consegue, vive em plena liberdade de consciência e feliz. Pelo menos até topar com um/a Dan/Anna. Como lição final do filme: a vida está cheia de opções. O que vivemos, de bom ou ruim, é apenas fruto das decisões que tomamos.
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Mayraa
08/03/2004
nota:Rate010
Maravilhoso! Diálogos fenomenais e atores talentosíssimos temperam esse filme que retrata de maneira crua os relacionamentos entre homens e mulheres, o jogo verdade/mentira e a mórbida curiosidade do ser humano. Fora que é um filme altamente sexual e sensual sem ter sequer uma cena de sexo ou nudez. Nota 10!
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Roberta Borgesa
09/03/2004
nota:Rate09
Eu simplismente amei o filme!!! E ficar dizendo que ele é pobre de roteiro só pode vir de alguém de no máximo 6 anos de idade! A história, além de chocar com o misto de sinceridade e mentiras, nos traz a possibilidade de pensar nos nossos relacionamentos... na nossa facilidade cruel de gostar e desgostar das pessoas como se elas fossem brinquedos... Traz também a dura realidade de que quando você planta magoas, é a elas que você vai colher! E sem falar na brilhante atuação de todo o elenco! Em como os atores, principalmente, Jude Law, passam a doçura dos gestos e expressões dos apaixonados... Enfim, uma obra realista e doce ao mesmo tempo! Só não dei 10 pelo final... Porque, por mais que seja real, a gente já vive tanta coisa ruim que o mínimo que merecemos é ver um final feliz!
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Gabrielaa
10/03/2004
nota:Rate010
Filme maravilhoso! Elenco de primeira, Natalie Portman fez bunito, o filme tem diálogos fortes e história é emocionante. Jude Law com certeza arrasou em outro filme que fez! ADOREI!
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Laraa
11/03/2004
nota:Rate08
O filme tem um cenário bonito,atores mais do que competentes (pra mim a melhor surpresa do filme é a atuação dos 4) e um roteiro muito,muito forte.Só não dou 10 pq algumas cenas tem diálogos bastante pesados e obscenos.Realistas?Sim.Mas ainda assim muito fortes para um filme de censura 14 anos.Devo dizer tb que o filme tem um fim brilhante e surpreendente como poucos do genêro possuem.Espero que Natalie Portman leve esse Oscar para casa.E preparesse para sair do cinema cantando "And so it is...".
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Fabneto
12/03/2004
nota:Rate07
É um bom filme, supreende as vezes, porém, falta alguma coisa que o complete. Vale a pena conferir, com certeza vc vai se identificar em alguma ocasião.
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Daniel
13/03/2004
nota:Rate02
Odiei o filme! Totalmente apelativo com cenas quase pornográficas, personagens fracos, enredo sem objetivo. Sinceramente, uns dos piores filmes que já assisti. Enquanto a crítica profissional elogia esse filme deviam homenagear filmes melhores.
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Ulisses Tenório da Silva
14/03/2004
nota:Rate010
Um dos melhores filmes na sua categoria dos últimos temnpos! O filme é perfeito, com seus diálogos marcantes, personagens apaixonantes e um retrato da vida real quase sempre maquiado em outros filmes do tipo. Me emociono sempre que penso no filme. Simplesmente 10!
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Valmir Jr.
15/03/2004
nota:Rate010
Maravilhoso!! O que me incomodou foi que a maioria das pessoas que escreveram aqui, criticando, não conseguem discernir diferenças. Pornográfico? Onde? Nas palavras e pronto. Mas a mediocridade e a hipocrisia impera, simplesmente pelo fato de se verem estampados na tela do cinema de forma nua e crua.
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Silas Storion
17/03/2004
nota:Rate06
O interessante do filme sao os dialogos e a precisao com que a direcao trabalha cada momento do ator. Tirando esses fatos, perde-se demais no roteiro, monotono e cansativo. Sinceramente, esperava muito mais.
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Ewerton Ribeiro Fonseca
18/03/2004
nota:Rate09
O filme ficou abaixo das minhas expectativas, mas mesmo assim eu gostei muito. Foi como eu estivesse vendo novamente "Quem tem medo de Virginia Wolf".
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Ana Beatriza
19/03/2004
nota:Rate010
Brilhante, magnífico, espetacular do início ao fim. Atuações, roteiro, direção, diálogos, trilha sonora impecáveis! É, realmente, uma obra-prima! Trata de um assunto bem real sem cair naqueles besteiróis com os quais estamos acostumados. Estão todos de parabéns!
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Átila Berardinelli
20/03/2004
nota:Rate010
Excelente, é o tipo de filme que faz vc sair do cinema pensando em 1000 coisas, falatava isso, chega de histórias com final feliz, e o que foi aquele começo, muito bem feito, foi um dos melhores que já assisti.
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Annaa
21/03/2004
nota:Rate010
Saí do cinema sem folego! A agressividade amparada pela sutileza fazem dessa filme uma obra prima. O filme é intenso em todos os momentos, por isso o publico se perde ao longo de sua duração, pois ao mesmo tempo que ele da um tapa na cara nos trazendo a realidade ele nos faz sonhar com sua sutileza!! E a vida passada em menos de tres horas! A trilha sonora tambem otima e nela encotramos mais de uma musica brasileira!! Vale a pena assitir, porém não va ao cinema esperando uma comedia romantica típica de Julia Roberts.
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Melinaa
22/03/2004
nota:Rate09
O filme realmente é bem interessante, o Globo de Ouro para o Owen foi merecido, o cara me surpreendeu com sua atuação, seus gritos, sua indignação, expressões hahaha dei muita risada com ele, e o que é aquela trilha sonora? fiquei muito emocionada, ótimo filme mesmo.
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Dan Rosseto
23/03/2004
nota:Rate010
Lindo do começo ao fim, Natalie Portman com garra da veterana, que atores, que história. Esse filme é na verdade perto demais dos expectadores que se vêem em diversos momentos.
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Maitê Mendonçaa
24/03/2004
nota:Rate010
É um filme muito humano. E por isso que vai ser odiado por muita gente. Fazia muito tempo que não me sentia tão envolvida por um enredo de um filme. É uma obra brilhante, com um roteiro sem papas na língua. A dobradinha Jude Law e Natalie Portman, que também havia acontecido em Cold Mountain ficou muito interessante. Clive Owen é surpreendente. A Julia Roberts está ótima num papel que talvez não fosse feito pra ela, já que ela é a rainha do água com açúcar. A, antes que eu me esqueça a trilha sonora é excelente.
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Victor Ramos Gonçalves
25/03/2004
nota:Rate010
Sem palavras, muito bom mesmo! Excelente!! E a trilha sonora é outra perfeição! Julia Roberts atua com olhares que dizem tudo. Mais um filme que entra na História!
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Felipe
26/03/2004
nota:Rate06
O filme traz a sua mensagem de forma muito amarga, é indefinido saber como classifica-lo. E a Julia Roberts insiste em manter o velho semblante ingenuo e delicado, enquanto o personagem deveria passar tudo, menos que é inocente. De certa forma o filme é bom, mas é um pessimo programa para solteiros e recém-enamorados.
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Carlos A.
27/03/2004
nota:Rate010
PERFEITO,O FILME É UMA ANALISE DA SOCIEDADE ATUAL, PARALELO A UMA CRITICA CONSTANTE AO ATO DE SER FIEL/SINCERO CONTRA A INFIDELIDADE QUE VIROU MODA. MUITOS ADORARAM ESTA OBRA DE ARTE, OUTROS SE IDENTIFICARAM DE MAIS PARA TERMINAR DE ASSISTIR E/OU INTENDER, O MUNDO NÃO ESTA PREPARADO PARA SINCERIDADE?. BEM VINDO A REALIDADE "...TAKE MY EYES OF YOU...".
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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
28/03/2004
nota:Rate08
O veterano diretor Mike Nichols levou para as telonas a peça de Patrick Marber, que inclusive já teve sua versão nos palcos tupiniquins sob a batuta de Hector Babenco. A trama é simples. Alice (Natalie Portman) é uma stripper americana que se "exila" em Londres. Nasce uma paixão à primeira vista entra ela e o escritor de obituários para um periódico londrino, Dan (Jude Law). Ele é um escritor frustrado e, após alguns meses de ter encontrado Alice, termina o seu livro. A fotógrafa encarregada de elaborar a capa do livro de Dan é ninguém menos que Anna (Julia Roberts). Há um flerte imediato entre Anna e Dan. Algum tempo mais tarde, Dan está conversando na internet com um estranho se passando por uma mulher. O diálogo sobre sexo entre os dois é hilário. Dan, inconscientemente, joga Larry (Clive Owen), nos braços de Anna, ao marcar um encontro num aquário que ele sabia que esta última freqüentava. Alguns meses mais tarde Anna e Larry se casam. Daí em diante o que ocorre é uma "disputa" entre os dois casais, pelas razões mais clássicas e antigas do ser humano: ciúme, carência, amor, sexo, a competição propriamente dita e confiança ou falta dela. O filme se sustenta nos diálogos de uma inteligência cada vez mais rara na hollywood atual. O quarteto de atores merece elogios, particularmente Clive Owen (Rei Arthur). Não podemos esquecer a saborosa música de Bebel Gilberto que embala a vernissage de uma exposição de fotos de rostos desconhecidos, imortalizados pelo click de Anna. O diretor de "A primeira noite de um homem" (e já se passaram 37 anos desde que ele dirigiu este filme) é um ardente fã de bossa-nova e da Bebel Gilberto, filha de João Gilberto. Cinema pra nos vermos, pelo menos em alguns aspectos, na telona. Todos já passamos por situações semelhantes ao longo de nossa vida. E temos de concordar que a inteligência de Patrick Marber é a de retratar o seus personagens com grau máximo de humanidade. Enfim, cinema para quem tem algo entre as duas orelhas. "Perto demais" e "Antes do por-do-sol" são filmes que mostram que pode haver vida inteligente na meca do cinema.
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Julianno Nogueira
29/03/2004
nota:Rate010
É um filme forte, que demostra claramente os jogos de sedução, inveja, raiva, amor, solidão e esperança. Complexo, necessita de cabeça aberta para identificar suas melhores mensagens.
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Gustavo Valladares
30/03/2004
nota:Rate09
O filme é extremamente intrigante, insano, permeado de diálogos que habitam nosso subconsciente mas que são ocultos pelo nosso próprio cinismo. É um tapa na cara da sociedade, que resgata em grande parte a essência humana. Magnífico, assim como a trilha sonora.
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J. Bosco
31/03/2004
nota:Rate010
Perto Demais é cheio de palavras inteligentes e dominantes. Natalie Portman está excelente, mulheres que têm profissões definidas se acham em crise por se sentirem rejeitadas, uma busca pelo amor moderno onde as quatros personagens se perdem num labirinto de incertezas em busca da felicidade.imperdível.
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Márcio da Silva
01/04/2004
nota:Rate010
O Filme é incrivel, muito bem feito demonstra a face da infidelidade incontestavel dos seres humanos em um relacionamento,de uma maneira sutil motiva a criação pornografica de mentes poluidas por sexo, sem mostrar uma cena se quer de sexo. Alerta não assista em casais pois seu relacinamento pode se desmoronar pois este filme tras muito de cada pessoa.
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Antônio Maria
02/04/2004
nota:Rate010
Um filme excelente que há muito não vejo. Desnuda profundamente a natureza humana inerente ao "casamento". Expõe sentimentos opostos de egoísmo e solidariedade, covardia e coragem.
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Osvaldo Dourado
03/04/2004
nota:Rate010
Um espetáculo primoroso, onde as brilhantes interpretações do quarteto mais charmoso e belo que Hollywood já mostrou conduzem uma trama aparentemente banal sobre relacionamentos que se transforma em uma das maiores obras de arte do ano. O dierot Mike Nichols conduz com maestria essa ciranda de amores de uma maneira cruel e realista, que por vezes choca o público, mas quem disse que o amor é só mar de rosas? e que às vezes ele machuca e muito nós seres humanos meros fantoches do amor? Mike conseguiu criar um fime forte, realista e voyeristico (nós mesmos), e se o público ficou indiferente ao ver que o amor é tão difícil e complicado e que nós somos tão egoístas ao ponto de esnobar a pessoa que mais nos ama e amar perdidamente alguem que mal nos nota, bem problema deles.
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Alicea
04/04/2004
nota:Rate010
Um filme maravilhoso, perfeitas atuações, Clive Owen que já havia mostrado seu talento em Crupie está expetacular, Natalie Portman também.Eu não gosto muito da Julia Roberts, mas ela está bem, e Jude Law, como sempre ótimo e lindo, um roteiro excelente e diálogos inteligentes.
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Arianea
05/04/2004
nota:Rate04
Os dialógos podem ser fortes, mas são fortes da pior maneira, num nível que chega a beirar o absurdo, por tanta bobagem que contêm.A história se desnrola também de maneira absurda, a troca de casais não é algo engraçado ou que prende a atenção da platéia.Foi um artificio usado pra preencher espaço.Nem os atores salvam o filme.
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Natáliaa
06/04/2004
nota:Rate03
Não gostei do filme pois, apesar de existir curtíssimas cenas engraçadas, o filme no final das contas, apenas mostra variadas trocas de casais mais nada haver, porque uma hora um tá com um e do nada um tá com outro. É completamente sem sentido!
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Milenaa
07/04/2004
nota:Rate010
Eu gostei bastante....o filme é profundo....fala de um amor real...naum trata o amor como algo ilusório, demonstra a realidade dos fatos hj em dia...Os atores estão perfeitos...a fotografia é linda...e ainda tem música brasileira em português na trilha sonora...DIVINO!
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Sorayaa
09/04/2004
nota:Rate010
O filme é extremamente divertido, inteligente e surpreendente. Os atores são muito bons, sendo, na minha opnião, o que mais se destacou, Clive Owen; Ele é simplesmente maravilhoso em todos os sentidos; Dá um show de interpretação e charme nesse fime.
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Sophia e Vanessaas
10/04/2004
nota:Rate02
Que filminho péssimo... Sem um bom enredo... A única coisa q salvou foi a trilha sonora (I can`t take my eyes off you). Será que a Julia Roberts tá necessitando dinheiro? Só pode... Não faz o estilo dela aquilo... Mas como citaram acima, foi bom p/ dormir no cinema ou botar o papo em dia!
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EDSON
11/04/2004
nota:Rate010
É interessante como tem gente que tem gostos tao diferentes e que acha que o filme e ruim. O filme e otimo, atores de primeira linha num filme que e direto e real e nao um romancezinho agua com acucar, o amor tem varias formas e o fime mostra isso. Surpreendente as falas cruas e diretas, muito bom o filme, recomendo com entusiasmo.
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Amy Nakasonea
12/04/2004
nota:Rate07
Eu gostei do enredo que desnuda uma parte íntima da relação das pessoas em vez de mostrar um lado mais 'comercial' do sentimento. Achei as atuações incríveis (apesar de achar que Jude Law pudesse fazer melhor) e acho um bom filme para se assistir a dois.
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Julianaa
13/04/2004
nota:Rate05
Dramazinho chato que fica dando voltas no mesmo assunto. E como sempre Julia Robert fazendo o papel de Julia Robert. Poderia ter sido bem melhor!
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Nélson Domingues
14/04/2004
nota:Rate06
Trata-se de um filme que discute os relacionamentos íntimos de quatro pessoas.Jude Law tem um fraco desempenho num personagem idem.Julia Roberts tem uma atuação competente com uma ótima passagem. Os destaques no elenco ficam por conta de natalie Portman numa sensivel interpretação e Clive Owen numa atuação carismática e natural ao mesmo tempo. O roteiro tem bons e maus momentos.O que mais prejudica o filme são as situações forçadas e passagens por demais faladas.
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Jaquelinea
15/04/2004
Abordar as fraquezas humanas e a complexidade das relações não é para qualquer roteirista nem para qualquer cineasta. Este filme é fraco e apela para a pornografia para dar uma de cinema-cabeça. As atuações são patéticas, principalmente a do médico (Clive Owen[?]). Antes fosse o romancezinho hollywoodiano de sempre, com papéis bem definidos entre mocinhos e bandidos. Minha sensação de dinheiro jogado fora seria menos ao sair do cinema. Uma farsa.
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Lilia
16/04/2004
nota:Rate010
O filme é fantástico! boa fotografia, direção, excelentes diálogos, atores escelentes, roteiro magnífico...nada de filme hollywoodiano...O máximo...tenho pena de quem não gostou.
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Vanessa Costaa
17/04/2004
nota:Rate010
Caramba a coisa que eu mais gostei do filma foi a reaçao das pessoas: -Que filme merda!so tem pornografia! -Esse filme naum tem começo nem fim. -Meu deus as pessoas tem um a visao muito errada do amor e de casamento! [entre outros]. o intreressante é notar como as pessoas se chocam com a realidade, ou seja, aquilo q aparece no filme eh so um pedaço do que acontece nos lares, nas casas, na rua em qualquer lugar desse mundo pos-moderno em que vivemos. É muito desconcertante se dar conta das coisa, principalmente quando elas falam sobre sentimentos. O mundo nunca girou de forma perfeita, ou seja casamentos nunca foram perfeitos muito menos relaçoes sociais o filme fala de uma maneira de como as coisas estao acontecendo e como as pessoas podem ser felizes assim, ou tentar viver e continuar numa boa levando as coisas loucas como sao, niguem é de niguem e hoje em dia muito menos, estamos vivendo os conflitos e as descontinuidades que criamos, o filme fala disso muito bem. alem de naum ter um FIM por que a vida naum tem fim as coisa naum terminam e proto estamos BEM ou estamos MAL, o filme eh so um recorte inteligente e bem feito a vida continua.
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Marcos Vinícius
18/04/2004
nota:Rate010
Ótimo elenco, ótima direção, diálogos bem elaborados porém sem fugir da objetividade. Nota 11 principalmente para a atuação de Natalie Portman, que consegue com sua interpretação nos levar para dentro do enredo do filme.
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Camilla Caetanoa
19/04/2004
nota:Rate010
MARAVILHOSO!!!UM DOS MELHORES QUE JÁ VI. NA VERDAD~E NÃO ESPERAVA MUITO DESSE FILME, MAS SAÍ DO CINEMA EXTASIADA. QUEM AINDA NÃO NÃO ASSISTIU DEVE ASSISTIR. UM FILME COMPLETAMENTE DIFERENTE DE TODOS, FORTE E COM DIÁLOGOS MARCANTES. E UM ELENCO BRILHANTE!
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Fabrício César
20/04/2004
nota:Rate010
Sem dúvida um dos melhores presentes nesse início de ano. O filme faz a gente pensar sobre o valor que damos às nossas relações e interage com a nossa sensibilidade.
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Rafael
21/04/2004
nota:Rate010
Um filme surpreendente. Todos já disseram que as atuações são excelente ( e de fato são). Isso aliado a um enredo muito bem costurado, que embora clássico, consegue surpreender com inúmeros toques contemporâneos. Nem imagino como alguém pode ver um filme deste porte e achar ruim.A safra de filmes americanos, vez ou outra produz algumas pérolas.
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Jonathas
22/04/2004
nota:Rate05
A melhor parte do filme é quando voçe sai do cinema e pensa a respeito dos personagens e de tudo que eles fizeram de errado e acabando tudo bem (ou quase).Apesar de ser dificil de escutar ou ver quando ele faz ou fala alguma coisa que deixa ela magoada, quando ele implica quando ela usa saia curta ou que ela vá dormir com o cabelo molhado, que ele não passe as melhores datas junto dela.E pensar que ela poderia ter uma vida tao diferente com alguem que fosse mais romântico, mais engraçado, menos chato e talvez (quem sabe...) ser mais feliz, ela escolhe aquele cara com tanto defeito (e as vezes burro). Como eu ia dizendo, a melhor parte é quando voçe sai do cinema, olha pra tanta gente a sua volta e imagina que tem um cara que pensa que nada disso acontece de verdade
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Tatiana Coutinhoa
23/04/2004
nota:Rate05
Às vezes acho que as pessoas estão vendo coisa demais ondem não tem nada. Esse filme não tem nada demais. É sobre relacionamento, traições e arrependimento. Mas chamar de obra-prima é o cúmulo. O roteiro é muito fraco. Dei 5 por causa das atuações.
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Eduardo Santos
24/04/2004
nota:Rate09
Closer, sem dúvida é um filme marcante. Tem um argumento simples, mas fantástico; atores soberbos (nota 10 para os quatro protagonistas!) Todos tem cenas marcantes, desconcertantes e que emocionam. Sempre gostei do trabalho da Natalie Portman, mas nesse filme ela consegue mostrar todo o seu imenso talento. Julia Roberts também está fantástica, Jude Law está como sempre super convincente e Clive Owen está impecável. Além disso tudo, o filme conta com uma direção muito segura, bela fotografia e ótima trilha sonora. O que mais um filme precisa? Uma história cativante que te prenda a atenção e te emocione... Enfim, Closer tem tudo isso. Intenso e inesquecível!
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Teresa Cristina Pazoa
25/04/2004
nota:Rate010
Desconcertante, como Dan define Alice no início do filme. Fiquei fascinada com a atuação dos atores e de como o filme trata dos relacionamentos amorosos. Mostra o preço que cada um de nós paga por manter um relacionamento que desejamos. Devemos aceitar traições, deslealdades, dizer o que se pensa e magoar o outro? Essas questões são amplamente discutidas no filme do início ao fim, e é maravilhoso poder se sentir valorizado como consumidor final. Por estar habituada a ver Julia Roberts em filmes tolos, não esperava ver um filme com tanta intensidade, por isso parabenizo o roteirista, diretor e atores que prestigiaram nossa inteligência. Natalie Portman é brilhante e surpreendente em cada cena e o personagem do médico vai crescendo muito no filme, até que no final percebemos que manipulou a todos e foi o mais "inteligente" na busca de sua felicidade( a (felicidade a qualquer preço). Nota 10 e digno de se ver repetidas vezes!
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Eduardo Monteiro
26/04/2004
nota:Rate08
Tem gente que queria assistir pela presença da Julia Roberts. Eu mantinha "um pé atrás" exatamente pela presença dela e pelo fato do filme não estar nas salas do grupo Estação (preconceitos). Quem gosta de Woody Allen vai gostar de "Closer". Dêem uma olhada em "Manhattan", está lá o mesmo tipo de comportamento, sem o linguajar chulo. O cinema, pra mim, se tiver alguma pretensão, como arte, tem que sacudir as pessoas, fazê-las pensar e, talvez, melhorar um pouco. Aumentar os recursos para lidar com a vida ou reinventá-la, estimular a imaginação. E quem disse que o filme é mais teatro que cinema? A cena da Natalie, só, em frente à grande ampliação do seu retrato é belíssima. A troca de olhares no meio da multidão, no início do filme. Saí do cinema tendo o que pensar.
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Carlos Eduardo
27/04/2004
nota:Rate08
Ótimo filme, simples, com diálogos bastante naturais, ótimas atuações de Natalie Portman e Clive Owen, uma música linda que reflete a personagem Alice (Portman).
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Isadoraa
28/04/2004
nota:Rate010
Apesar de sair do cinema decepcionada com o amor, adorei este filme que mostra como sao alguns relacionamentos... trata assuntos como traiçao, amor, sinseridade, sexo, de forma humana... sem falar no atores q estavam maravilhosos!
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Vanessaa
29/04/2004
nota:Rate010
É um ótimo filme! me surpreendeu, naum esperava nada dakilo. Fui pensando q era mais um romance dakeles meio água-com-açucar, q nada! tem dialogos mto fortes, prende a atenção e te faz pensar sobre determinadas situações. Vale á pena assistir.
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Dante
30/04/2004
nota:Rate010
O filme eh muito bom, retrata muito bem um relacionamento sem esconder nada. Não faz questão de agradar a todos e nem muito menos ter uma linguagem moral. As pessoas estão acustumadas com um final concreto e que n façam elas pessarem em nada. E tb o casa deste filme ser 14 anos e falar de sexo, eu n vejo problema afinal eu tenho 14 anos e acho que entendi o filme melhor que muita gente, e tb n teve nada sobre sexo que eu n tenha entendido ou nunca tinha ouvido.
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Marcos e Kellyes
01/05/2004
nota:Rate01
A única coisa boa no filme é o elenco! O resto é apenas perda de tempo realmente um dos piores filmes que já vimos, queremos o nosso dinheiro de volta.
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Thiago Luiz
02/05/2004
nota:Rate09
Já esperava que esse novo filme do diretor Mike Nichols traria uma carga falando do amor relacionado ao sexo. Sem duvidas uns dos melhores filmes da safra de 2004, com diáligos baseando na real honestidade entre os casais. Um filme que mostrou a madura atriz Natalie Portman, e é ela que leva o filme, passando de Coadjuvante a protagonista, que pra mim desde o inicio com ao som de Damein Rice trata-se de uma personagem doce e pesada ao mesmO tempo. Sem falar que a cena final com ela é de qualquer um se apaixonar poe ela. Sem duvida o Oscar é dela. Sem exageros, sem cilchês e sem a intenção de um final e sim passar a mensagem de que podemos amare desamar muito rapido, e q o grande amor da nossa vida não tem somente um e sim outros.
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Diego
03/05/2004
nota:Rate010
Que filme! desde o roteiro a direção, acompanhado pelas brilhantes interpretações de natalie portman e clive owen.mistura crueldade e fragibilidade mostrando a maneira como o ser humano é : egoísta... merece um oscar!
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Gustavo Lacerda
04/05/2004
nota:Rate010
Esse filme é dez!!!!!!!! julia tá bellíssima como sempre e natalie portman surpreende com sua atuação. esse filme mostra a realidade de uma relação, traições e arrependimentos. eu recomendo este este filme.
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Giovannaa
05/05/2004
É um lixo! Parece uma briga de casal que dura umas 3 horas e meia, é muito cansativo, só fala sobre sexo!È um filme realmente muito chato, sem moral, o título não tem nada a ver com a história, ou melhor, nem tem história. Eu não recomendo.
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Isabelaa
06/05/2004
nota:Rate02
Filme muito complicado de entender! eu nao gostei nao.Acho que o final foi uma porcaria! e durante o filme fica soh aquela traição de dois casais! sinceramente nao entendo como que uma atriz tao experiente como a julia roberts foi fazer um filme desses!
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Hermann
07/05/2004
nota:Rate010
Pois o que você imagina que irá acontecer quando você se apaixonar? O que espera ganhar? Você quer que a pessoa torne-se parte de você? Que a companhia dela seja o bastante? E se, por acaso, um de vocês desistir ou mudar de opinião? o que realmente nos leva à fidelidade sexual, de qualquer jeito? Você estaria disposto a arrasar a pessoa que você arrastou para sua ilusão de como a felicidade deveria ser, apenas para tentar ver se você consegue ser apenas um pouquinho mais feliz com outra pessoa? Isso é correto? E quando contamos a verdade, somos mais heróicos do que quando mentimos, mesmo que a verdade irá arrasar vidas e corações para sempre? A resposta em "PERTO DEMAIS", se é que há uma, é que no momento em que pararmos de idealizar romances (que são uma distração, mas não são amor de verdade), poderemos realmente desfrutar de quem está ao seu lado, realmente descobrir as pessoas com quem vivemos e, portanto, nossos relacionamentos. O filme acaba se tornando um conto sobre duas pessoas que acabam descobrindo o valor do que tem, duas que acabam se perdendo e onde as verdades nada valem. "PERTO DEMAIS" é perfeitamente cruel, verdadeiro, revela a hipocrisia dos relacionamentos modernos sem pregar soluções (as perguntas feitas acima permanecerão sem respostas), mas indicando onde a sociedade deslumbrada pelas belezas do sexo enfurnou a conexão espiritual com outro ser humano: atrás das caixas de papelão de um sótão empoeirado. "PERTO DEMAIS " é um tapa na cara de quem usa o cinema como combustível para fantasias escapistas de romances maravilhosos. Não é que o amor não exista, mas é inegável que "PERTO DEMAIS" advoga muito bem a afirmação contrária. E nao esquecendo, a musica é nuito linda, e nos faz refletir sobre tudo, do que passamos algum dia, ou que ainda podemos viver. Vale a pena asssitir!
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Jamille Xaviera
08/05/2004
O pior filme que já assisti esse ano. Deveriam ter avisado que era pornográfico e de um mau gosto insuperável! Começou de forma engraçada, mas descambou para um diálogo chulo e vulgar digno de qualquer pornochanchada. Não merece reconhecimento algum.
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Janaína Benícioa
09/05/2004
nota:Rate010
PARA OS QUE NÃO GOSTARAM SÓ UMA ESTAS PALAVRAS : A REALIDADE ESTA LONGE DEMAIS DE VOCÊS..POR ISTO NÃO ENTENDERAM O FILME..PARA QUELES QUE GOSTARAM E ENTENDERAM..AHHH ESTES SIM ESTÃO PERTO DEMAIS DO QUE É REAL..E VÃO ALEM DISTO ENTENDEM A VIDA.
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Carlos
10/05/2004
nota:Rate08
Classificar este filme de pornográfico é o cúmulo. A única coisa realmente explícita explícita é o vocabulário. E convenhamos nem é tão forte assim, tem conversa de botequim muito mais pesada. As melhores interpretações ficam por conta dos "coadjuvantes" Clive Owen e Natalie Portman. Aliás, a grande sacada do filme é a personagem da Natalie, que passa a maior parte do filme bancando a vítima, quando ao final, vemos que ela é a maior algoz.
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Fernandaa
11/05/2004
nota:Rate010
O filme é excelente! A história é muito bem contada, e o elenco não poderia ser melhor! O que mais chama a atenção, com certeza, é a brilhante atuação, especialmente Natalie Portman. Este filme nos faz refletir sobre o que é o amor e se ele é capaz de resistir às traições.
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Rosanea
12/05/2004
nota:Rate01
Achei que perdi duas horas. Tinha boas expectativas pelos atores, mas me decepcionei. Demorei vinte horas pra baixar essa porcaria! Não entendi a mensagem do filme.
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Rodrigo
13/05/2004
nota:Rate010
O filme consegue abordar, em menos de duas horas de duração, diversos sentimentos do ser humano, tais como: o ciúmes, a possessividade, a capacidade de perdoar... Simplesmente, fora de série!
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Patríciaa
14/05/2004
nota:Rate08
Um filme com cenas ousadas e encantadoras. Uma realidade q pode chocar alguns hipócritas e outros sem visão alguma para uma boa produção. Amei!
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João
15/05/2004
nota:Rate010
Para que criticou é porque gosta da mesmice do cinema, este filme é pra quem quer ver algo diferente e real! sem "maquiagens" no diálogo, um filme muito gênial, simplesmente fantástico e inédito.
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Fernanda da Silvaa
16/05/2004
nota:Rate02
O filme é pésssssssiiiimo. Julia Roberts, como sempre, não provoca emoção alguma no telespectador. Uma chatice, com diálogos que pretendem ser provocantes. É melhor alugar qualquer outro filme e assistí-lo em casa.
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Homero Araújo
17/05/2004
nota:Rate01
O filme é cansativo e os diálogos são pobres: acho que seria um bom curta metragem, não mais que isso. Além do mais, a valorização do machismo é a grande mensagem que o filme passa. As duas persoagens femininas, apesar de relativamente adultas, são completamente manipuladas pelas personagens masculinas. Acho que o filme banaliza as relações, levando a se pensar que uma boa trepada define um relacionamento e que "amor que fica é... amor que fica" (se é que me entendem). O humano, o romântico, o companheirismo, o ideal é atropelado pela visão ressentida, amargurada e embrutecida da vida. Caso você tenha levado ou colocado um "chifre" em algum parceiro seu, você talvez se identifique com algo do filme, mas, na boa, enterre seu passado e vá procurar ser feliz. O filme conta com violência contra a mulher, submissão, vingança, mentiras e simulação do comportamento feminino de modo maniqueísta: achei pobre a trama. Existia argumento para se fazer um grande filme mas, o filme não passa de muita coisa. Ah, Natalie Portman é linda demais e ver o belo é sempre bom.
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Cristinaa
18/05/2004
nota:Rate010
Se não fosse pela delicadeza e força do roteiro, pela sutileza da direção e magnífica atuaçào dos coadjuvantes em primeiro lugar, Closer ainda mereceria uma nota máxima por ter escapado à miserabilidade do naturalismo que intoxica a produçào cinematográfica contemporânea. É denso sem ser pesado, dá muito o que pensar, merece e exige uma segunda sessão, e com certeza seu público não são os fans de "uma linda mulher" nem garotas bobas que pensam que a palavra pênis é um palavrão.
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Heloísa Cavalcanti de Souzaa
19/05/2004
nota:Rate010
MARAVILHOSO!!! Diálogos bem construídos,linguagem metafórica e retrato da vida real,só não gostou quem não entendeu por imaturidade ou burrice mesmo.Atores irretocáveis!
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Claraa
20/05/2004
nota:Rate010
Quem achou esse filme ruim deveria rever seus conceitos, tanto sobre cinema como também sobre o que é bom e o que é ruim. Closer é simplesmente um dos melhores e mais inteligentes filmes de todos os tempos, tanto pelas atuações - em especial dos "coadjuvantes" - como pela direção magnânima de Nichols. Perfeito!
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Solangea
21/05/2004
nota:Rate07
Dizer somente que o filme é pornográfico é admitir ainda mais a falsa moralidade que temos a respeito da vida. Esperava algo a mais do filme. Algo que só pude encontrar quando ele terminou - sabe aquela musiquinha?!!! - acho que ela é a razão de todo o filme..rsrs (você começa a se envolver com ela e termina com ela. é a única parceria que deu certo nisso tudo)!Quer saber?!!! Gostei sim... da música e do Dan!
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Anderson
22/05/2004
nota:Rate010
Um filme com atores fantásticos, desempenhando papéis interessantíssimos recheados de diálogos e imagens fortes. Além disso, é filmado em Londres, uma cidade que transpira arte e cultura. Uma escolha para quem exige algo mais do entretenimento.
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Narjara Laraa
23/05/2004
nota:Rate010
Genial! Imperdivel! É um filme forte e real... Filmes como Simplesmente Amor são lindos, mas definitivamente não existem... Closer sim é real e passível de acontecer! Atuações perfeitas, bons diálogos e a trilha me agradaram muito. Altamente Recomendável.
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Bruno Giacobbo
24/05/2004
nota:Rate010
Simplesmente brilhante, a começar pela rainha das comédias românticas inglesas, Julia Roberts, falando palavrão como nunca antes! Mas o filme é muito mais do que isto... Inteligente, faz o espectador deixar a sala de cinema pensando no que viu e suscita discussões acerca de determinadas atitudes das personagens. Uma sucessão de diálogos bem construídos e brilhantemente interpretados, principalmente por Clive Owen e Natalie Portman, colabara para que ninguém tire os da tela por um minuto sequer. As palavras são nuas e cruas, e como cabem na boca de qualquer casal, é impossível não nos enxergarmos no lugar de Larry ou Alice, por exemplo. O arremate desta grande obra é a trilha sonora, com destaque para "The blowers daughter" de Damien Rice. Uma dica: se você for daqueles "malucos" que não se importa de pagar duas vezes para ver um filme ou tiver um bom motivo para vê-lo de novo, veja! A tendência é sair do cinema ainda mais encantado do que a primeira vez!
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Diego
25/05/2004
nota:Rate010
Não consigo entender como algumas pessoas vem e comentam que o filme roda roda e não chegam a lugar nenhum ou que se trata de um filme pornográfico. Chega ser até estranho dizer que o filme roda e roda e não chega a lugar nenhum como se fosse uma coisa ruim. Pelo contrário! Será que esses que comentam nunca tiveram um relacionamento? ou que não tenham tido? será que esses não tem vida? não tem senso do que um amor, ou seja lá o que nós sentimos transforma e desencadeia uma série de vontades, desejos e dúvidas quanto a si e aos outros? tenha dó, o filme é magnífico, bem dirigido e maravilhosamente interpretado e com uma trilha sonora envolvente. Ah, sem esquecer da parte pornográfica..virgens pra sociedade e putas na cama..né isso minhas queridas puritanas que não podem ver ningué falar um pouco de verdade?
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Rafael e Líviaes
26/05/2004
nota:Rate010
O filme é perfeito!A forma com que é tratada a infidelidade é muito interessante , além de um final realista diante das relações desenvolvidas pelos personagens.
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Evandro
27/05/2004
nota:Rate010
É um filme surpreendente, de diálogos rápidos em raciocíonio e ricos de conteúdo. A personagem mais sincera é a que inventa um personagem em sua vida. Trabalha a verdade e a mentira, fazendo-nos questionar sobre a utilidade de cada uma delas. Interessantíssimo, vale a pena conferir.
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Diogo
28/05/2004
nota:Rate010
O filme é um dos mais inteligentes q eu já vi em toda minha vida. É todo feito de dialogos inteligentes, brincadeiras inteligentes e atores sensacionais. Mostra até onde pode ir a fidelidade do ser humano, a sinceridade e a vontade de vingança. Absolutamente bom. Vale a Pena, eu recomendo.
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Felipe
29/05/2004
nota:Rate06
Quem não gostou do filme é porque realmente não entende de cinema! Nunca vi um filme tão real e verdadeiro, mostrando amor, traições, intrigas, egoismo, vingança, enfim... tudo que acontece com o ser humano. Roteiro impecável, direção soberba, atuações de perder o fôlego e uma trilha sonora que não sai da sua cabeça. Filme imperdível!
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saulo
30/05/2004
Eu poderia ter ido dormir sem perder meu tempo, se eu tivesse ido ao cinema assistir a esta bomba, digna de episódio de série brasileira, teria me arrependido mais.
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Marcos Maciel
31/05/2004
nota:Rate010
Bom demais! Um filme com conteúdo, quem foi assistir apenas mais uma comédia romântica de Júlia Roberts, caiu do Cavalo, porquê desta vez há conteúdo, o texo é ótimo e as interpretações precisas, enfim um filme belíssimo, leve e ao mesmo tempo intenso!
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leonardo
01/06/2004
nota:Rate01
Além de ter um péssimo roteiro, o filme aborda situações improváveis, como as confissões que acabam levando a conflitos conjugais demasiadamente sinuosos e inverossímeis.
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Ana Paula de Aquino Guimarãesa
02/06/2004
nota:Rate05
Pelo estardalhaço feito pela imprensa sobre o filme, eu me decepcionei.. Esperava muito mais de conteúdo, não de cenas q simplesmente prendem a atenção naquele momento. O filme termina antes do final!
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Neto Soryu
03/06/2004
nota:Rate010
As relacoes de amor e sexo mais verossimeis que uma pelicula poderia filmar,sem efeitos especias,mas com qualidade e verdade em cada cena,dialogos fortes e cenas de intimidade fantasticas,natalie e clive estao perfeitos,um verdadeiro espetaculo,sai do cinema com os olhos maravilhados apos ver um filme tao maravilhoso!
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Yuri
04/06/2004
nota:Rate09
Não se deve comparar... mas o filme tem um formato semelhante ao "Carne Trêmula", Almodovar. Deixa claro, através dos grandes diálogos, a diferença entre homens e mulheres ao lidar com a traição, a rejeição e o amor. Muito próximo da realidade e muito bem interpretado. Grande filme.
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Leandro
07/09/2009
Adoro, este filme é maravilhoso.
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Fernando Schiavi Leite
17/01/2010
nota:Rate08

Um filme majestroso! Elenco fenomenal encabeçado por Clive Owen, Julia Roberts, Jude Law e Natalie Portman e dirigido pelo sempre competente Mike Nichols. O quarteto principal está realmente impressionante em suas interpretações. Um filme que fala sobre amor, sexo, traição, sedução de modo franco, aberto e sem rodeios num período de alguns anos. Apresenta uma linguagem forte e super realista o que o deixa ainda mais chocante e impressionante e ainda culmina com um final super interessante e surpreendente. Não é aconselhado á toda a família devido ao seu conteúdo altamente sexual, mas sem dúvida deve ser apreciada sempre que possível! Uma aula de cinema, sem efeitos mirabolantes. Altamente recomendado, um dos melhores filmes dos últimos anos!


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