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Perdidos na Noite

titulo original: (Midnight Cowboy)

lançamento: 1969 (EUA)

direção: John Schlesinger

atores: Dustin Hoffman , Jon Voight , Sylvia Miles , John McGiver , Brenda Vaccaro

duração: 113 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Midnight Cowboy
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 53 min
  • ano de lançamento:1969
  • site oficial:
  • estúdio:United Artists / Florin Productions
  • distribuidora:United Artists
  • direção: John Schlesinger
  • roteiro:Waldo Salt, baseado em livro de James Leo Herlihy
  • produção:Jerome Hellman
  • música:John Barry
  • fotografia:Adam Holender
  • direção de arte:
  • figurino:Ann Roth
  • edição:Hugh A. Robertson
  • efeitos especiais:

imagens - 9

Perdidos na Noite Perdidos na Noite Perdidos na Noite Perdidos na Noite Perdidos na Noite Perdidos na Noite Perdidos na Noite Perdidos na Noite Perdidos na Noite

sinopse:

Caubói (Jon Voight) texano, bonito, inocente e caipira, tenta ganhar a vida em Nova York prostituindo-se com mulheres. Através da amizade de um marginal (Dustin Hoffman) descobre a face cruel da vida.

elenco:

  • Dustin Hoffman (Ratso Rizzo)
  • Jon Voight (Joe Buck)
  • Sylvia Miles (Cass)
  • John McGiver (Sr. O'Daniel)
  • Brenda Vaccaro (Shirley)
  • Barnard Hughes (Towny)
  • Ruth White (Sally Buck)
  • Jennifer Salt (Annie)
  • Gary Owes (Joe - criança)
  • T. Tom Marlow (Joe - criança)

comentários

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Marcelo Santiago
02/01/2001
nota:Rate09
Um caipira que tenta a "vida fácil" nacidade grande e sua associação improvável com um doente manco são o mote de um dramaque fala de sonhos abortados, com um desfecho desolador. O trabalho dos atores estáexcelente, com destaque para Dustin Hoffman. A trilha sonora se integra com perfeição aofilme!
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Gildo Henrique
03/01/2001
nota:Rate010
Quando eu vi este filme - consegui convencer o porteiro - eu tinha 14 anos. Fiquei um pouco chocado (e por isso hoje concordo com a proibição de certos filmes para menores). anos mais tarde, assisti novamente e, sempre quie possível, gosto de revê-lo. Magnífica interpretação de Hofman, numa química de tirar o fôlego com Voight. A cena do ônibus ao final é clássica, com trilha sonora de Nilsson ao fundo. Fantástico!
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Pier M. B. Branco
04/01/2001
nota:Rate010
Espetacular. O final é um dos mais tristes e marcantes já vistos em um filme, tanto pelo roteiro como pela trilha sonora. Mostra a crua realidade das ruas da cidade grande em contraste com as esperanças de sucesso de um Cowboy do Texas, que encontra como unico amigo um marginal.
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Demontier de Araújo Chaves
05/01/2001
nota:Rate010
Dificil comentar um filme que me despertou tantas emoções e o qual considero um dos mais importantes da minha vida.A começar com a música tema que se transforma em parte essêncial do filme e se incorpora a ele de forma absoluta.O drama de dois homens são levados de forma emocionante pelo diretor, que leva o espectador a uma jornada de sonhos, decepções e de redenção do homem comun.Hoffman e Voight se entregam de maneira unica aos personagens,deixando transborda o que existe de mais humano em personagens marginalizados e discrimina- dos.O filme pode parecer um pouco datado em suas imagens mais a sua história continua sendo um retrato do homem urbano e a luta por seu lugar no mundo e numa sociedade tantas vezes cruel e desigual.
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Hiran Pinel
06/01/2001
nota:Rate010
Este filme foi o primeiro que assisti, impróprio para menores. Na época, minha cabeça parecia estar "no ar" tamanho conhecimento-sentido que "Perdidos na Nite" me proporcionou. Desconhecia a prostituição masculina e suas motivações. Voigh e Dustin estão muito bem e (des)velam, com carinho e hombridade, a importância da amizade nas tentativas de enfrentamento (sobrevivência) das dramáticas situações da vida miserável das pessoas marginalizadas pelo aparato sócio econômico e político e psicossocial. A cena de Dustin gritando para o taxi/taxista significou para mim: Nós, os marginalizados, necessitamos de um lugar/espaço/tempo para viver/sonhar/trabalhar, pois somos cidadãos!!! Revi a fita nos seus 25 anos (saiu uma cóipia com mais 11 minutos) e emocionei-me por lembrar de mim tão jovem (18 anos de idade)e hoje, aos 48 anos de idade, ter dedicado minha tese de doutorado aos educadores de rua que trabalham para com rapazes que se prostituem, objetivando prevenção contra as DST/AIDS, cheguei encontrar (e trabalhar) com o roteiro publicado. Este é um dos impactos de um filme no desenvolvimento/aprendizagem humanos!
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Sérgio Nascimento
07/01/2001
nota:Rate010
Se fosse hoje seria indicado a pelo menos oito oscars, na minha opinião é um dos dez melhores filmes da historia do cinema, pra mim,o melhor. Dustin Hoffman merecia um oscar.
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Shalana Santanaa
08/01/2001
nota:Rate010
De Dustin Hoffmann ja se espera sempre uma atuaçao impecavel,mas de John Voight nao é bem assim. Assisti esse filme a pouco tempo e fiquei encantada.A performance de Voight é espetacular,nao quem concorria ao Oscar naquele ano mas acho que Voight e Hoffmann deviam ter levado.A trilha sonara é perfeita!
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Rinaldo Ribeiro Moraes
09/01/2001
nota:Rate010
Este filme marcou a minha vida no tempo que vivia estudando e perambulando após as aulas da faculdade. Comovente e impactante a atuação dos dois atores. A trilha sonora, inesquecível. Todos os anos, desde 86, vejo este filme. Já vou fazer isto este semestre de 2006.
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Daniel Portal Cantanheide
10/01/2001
nota:Rate010
Não somente um filme, mas uma obra prima do cinema. É uma história que revolve todo o ser, conduzindo-o ao discernimento, às sensações de solidariedade. Nunca vi coisa igual no gênero. E o elenco escolhido foi como se fosse magia. Ratso ficouna minha memória para sempre.
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Eduardo Canto
11/01/2001
nota:Rate010
É um dos melhores filmes que ja vi, até hoje lembro, os artista principais estavam impecaveis, o que mais eu gostei foi da musica (cantada), e até hoje nao consigo ter infomação dela, apenas consigo a a musica do john barry oquestrada.
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André Casado
12/01/2001
nota:Rate010
Noves fora o sonho, a decepção e amizade retratados de forma inigualável no filme, vemos nesta fita um dos maiores e mais melancólicos finais e uma das maiores atuações, senão a maior, da história do cinema. Ah, já ia me esquecendo: o cidadão ao qual me refiro chama-se Dustin Hoffman. Ou Ratso.
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Lucas Souza de Carvalho
13/01/2001
nota:Rate09
Jon Voight e Dustin Hoffman definitivamente formam uma improvável e incomparável dupla, por mais que tivessem personalidades totalmente diferentes, nesse filme violento e quase pornográfico, fato já banalizado nas obras pertencentes a década de 70. E ainda com um roteiro seco e direto, com direção eficaz, mas tensa e relaxante ao mesmo tempo. Só basta assistir a esse filme para ser levado pela essência de sua metamorfose.
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Rafael Vespasiano
01/11/2009
nota:Rate010

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Perdidos na Noite:

Clássico de Hollywood. Ganhou os Oscars de melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro e os dois atores principais concorreram ao Oscar de melhor ator: Dustin Hoffman (como sempre excelente!) está em perfeita sintonia com o também indicado ao Oscar, Jon Voight; os dois realizam uma das melhores parcerias da história do cinema. Atuações fortes, sinceras e marcantes! A personagem de Voight deixa a cidade pequena e vai tentar ganhar a vida numa cidade grande, como garoto de programa, ele foge/esconde um passado traumático e solitário. Ao encontrar a personagem de Hoffman, os dois ficam amigos e tentam ganhar a vida de forma cúmplice e unida, mas a sorte não está do lado deles, eles vivem em completa miséria. O final é triste, melancólico e comovente. O filme traz ao espectador reflexões sobre: diferenças entre a cidade pequena e a cidade grande; o sonho de ganhar dinheiro fácil; a prostituição masculina; a pobreza, miséria e a marginalidade; a solidão e a amizade. Belíssimo filme!


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Rafael Vespasiano
14/11/2009
nota:Rate010

Perdidos na Noite:

Clássico de Hollywood. Ganhou os Oscars de melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro e os dois atores principais concorreram ao Oscar de melhor ator: Dustin Hoffman (como sempre excelente!) está em perfeita sintonia com o também indicado ao Oscar, Jon Voight; os dois realizam uma das melhores parcerias da história do cinema. Atuações fortes, sinceras e marcantes! A personagem de Voight deixa a cidade pequena e vai tentar ganhar a vida numa cidade grande, como garoto de programa, ele foge/esconde um passado traumático e solitário. Ao encontrar a personagem de Hoffman, os dois ficam amigos e tentam ganhar a vida de forma cúmplice e unida, mas a sorte não está do lado deles, eles vivem em completa miséria. O final é triste, melancólico e comovente. O filme traz ao espectador reflexões sobre: diferenças entre a cidade pequena e a cidade grande; o sonho de ganhar dinheiro fácil; a prostituição masculina; a pobreza, miséria e a marginalidade; a solidão e a amizade. Belíssimo filme!


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