Título original: (Paulinho da Viola - Meu Tempo é Hoje)
Lançamento: 2003 (Brasil)
Direção: Izabel Jaguaribe
Atores: Paulinho da Viola, Marina Lima, Zeca Pagodinho, Marisa Monte.
Duração: 83 min
Gênero: Documentário
Status: Arquivado
O cantor, compositor e instrumentista Paulinho da Viola apresenta seus mestres e amigos, suas influências musicais e percorre sua rotina peculiar e discreta, apresentando hábitos e costumes desconhecidos do grande público.
Vítor Tamar em 10/01/2003Nota: 5
Para todos os admiradores do excelente samba raiz. Uma obra prima! Esse documentário mostra que o Samba não morreu...ele está vivo. E muito bem! Viva o Samba! Viva Paulinho da Viola.
Flávia Kaisera em 08/01/2003Nota: 5
Filme sensivel, poético, bem feito, completo. Mostra Paulinho em familia, em amigos, gravando, se divetindo, comendo - aproxima o idolo do fã, revelando suas manias, preferências, enfim, desperta no publico uma emoção indescritivel. Imperdivel! O unico problema é que sentimos vontade de sair sambando no meio do cinema!
Maria Linsa em 09/01/2003Nota: 4.5
Esse documentário sobre a obra de Paulinho da Viola é magnífico! Mesmo quando ele abre espaço para participação de uma Marisa Monte que sempre dá a impressão de estar pegando uma carona nessa coisa do samba. Marina Lima nem dá pra comentar, foi quase patético. A presença de Amélia Rabello, embora tão curta e rápida, ilumina a tela com sua presença bonita e sua voz sincera e tão própria! E que música linda ela canta! Parabéns Paulinho! Ficamos mais felizes e ricos depois de assistir ao filme!
Christian Jaffas em 04/01/2003Nota: 4
Não é uma maravilha essa nova onda de documentários no Brasil? Sei que tudo começou com Eduardo Coutinho e seu Edifício Master (ou foi antes) mas realmente é uma maravilha. Tiros em Columbine e Nelson Freire tiveram salas cheias e foram bem recebidos pela crítica, e nesse embalo a diretora Izabel Jaguaribe se debruçou sobre a vida do sambista. Bom, pode parecer um pouco grosseiro colocar dessa forma. Na verdade ela não se debruçou tanto assim sobre a vida dele. Paulinho é uma grande figura, um personagem daqueles que pedem para serem filmados e mesmo assim o olhar da diretora permaneceu distante, um pouco frio talvez, ou ainda medroso, superficial. O filme é bom, muito bom. Como eu disse Paulinho é uma figuraça e pode segurar uma boa hora e meio sozinho. As músicas, os amigos, os depoimentos, os encontros, os duetos, a família, tudo está muito bem estruturado. Só fiquei com a certeza de que o documentário merecia mãos mais habilidosas. Como teria ficado nas mãos de um João Moreira Salles? Gostaria de saber. Talvez eu esteja implicando um pouco, mas quando vemos uma grande pedra mal lapidada ... bem isso irrita não? E o que o Zuenir Ventura está fazendo em quadro? É para dizer que tinha o Zuenir no projeto? E por que ele não continua o tempo todo? Deixei o pior para o fim. O pior é subestimar o público. O nome do documentário é Meu tempo é hoje, e Paulinho fala no início que não é um saudosista (mas gosta de relógios mecânicos e de corda, coleciona carros antigos, trabalha com marcenaria, é padrinho da Velha Guarda da Portela, um dos seus ídolos é Pixinguinha) e não liga para o passado, apenas quer trazer, resgatar para o presente algumas lembranças. Nada demais se ele não repetisse isso no meio do filme, um pouco antes do meio, um pouco depois do meio e, no final é claro. Ah, ele repete depois de cantar Dança da Solidão com Marisa Monte (um dos pontos altos da fita). E é nesse ponto que a repetição cansa. Nós não temos tempo para refletir ou digerir as entrelinhas, Izabel quer impor, deixar tudo claro e explicadinho demais, parece uma professora da quarta série. Acho que o erro foi meu. Eu não deveria ter visto o Nelson Freire de João Moreira Salles antes de assistir ao Paulinho da Viola de Izabel Jagaribe.
Francisco Russo em 03/01/2003Nota: 3
O maior problema de "Paulinho da Viola - Meu Tempo é Hoje" é que em certos momentos ele parece ser planejado demais, principalmente nas cenas musicais. A impressão que passa a quem vê é que tais cenas foram preparadas como um show, com instrumentos e a parafernália necessária para tanto, em detrimento da naturalidade que tais canções e os encontros com os acompanhantes de Paulinho em cada música proporcionariam. Esta sensação fica ainda mais caracterizada quando o filme busca mostrar a intimidade do cantor, onde surgem cenas inusitadas justamente pela naturalidade com que elas ocorrem. Ainda assim "Paulinho da Viola" é um bom filme. Realiza um passeio pela carreira do cantor, revisitando muitas de suas músicas, e consegue mostrar aspectos de sua vida que são desconhecidos do grande público, como sua paixão por marcenaria, que acabam gerando sequências inusitadas dentro do filme. Porém, apesar do repertório musical, fica difícil não ter a sensação de estar assistindo a um número musical em qualquer programa de TV a cada música cantada, tamanha é a preparação técnica para que ela seja executada dentro do filme.
Artur Adolfo Cotias e Silva em 07/01/2003Nota: 5
Eu achei o filme maravilhoso. Nunca havia visto um documentário que retratasse tão bem o personagem. Paulinho mostra-se, no filme, tal como é: simples, despojado, culto,elegante. As filmagens são extremamente naturais (o cachorro late ao fundo, alguém ralha para que se cale, e coisas do tipo) e transmitem ao espectador uma enorme sensação de verossimilhança. O resultado é um filme leve, rico em detalhes e que tem permanência.
Rodrigo Bueno em 05/01/2003Nota: 5
É um filme excelente, que consegue retratar muito bem a realidade do samba no melhor espírito carioca. Paulinho da Viola é um ícone desse gênero, um brasileiro típico, um malandro carioca, no seu melhor sentido. Isso, sem contar as participações de Zeca Pagodinho, Marisa Monte, Velha Guarda da Portela, Elton Medeiros, entre outros. Parabéns a toda a produção e direção.
Luís Henrique Lima em 06/01/2003Nota: 5
Dar a nota é uma questão mínima diante de tanta beleza. O filme prima pela simplicidade dos artistas, que de tão geniais bastam para nos encher de alegria e emoção. Parabéns aos que o fizeram e obrigado pela contribuição à nossa cultura. Que as nossas crianças possam assistir sempre para não perderem o que existe de melhor no ser humano, a pureza da bondade expressada na arte musical.
Fernando Reis em 02/01/2003Nota: 5
Filme imperdível para fãs de Paulinho da Viola e apreciadores do bom samba. Para quem não gosta, ou pensa que não gosta, mas tem alguma sensibilidade para música, recomendo este documentário. Muito bem realizado. Um filme necessário."
heheheh... gostei do seu comentário, eu também achei esse filme o máximo, é que tem gent...
por wesleyaxe, 04/02/2012 às 14:11
...bem reflexivo,realmente é o que todos desejariam fazer antes de morrer se soubéssemos o...
por Isis Lourenço, 04/02/2012 às 14:01
Este filme é ridículo. Nota zero. Como pôde receber indicação ao oscar de roteiro origi...
por Fernando Sampaio, 04/02/2012 às 13:51
...Caramba esse Filme é muito irado !!! Assistir no Cinema Essas pessoas q dizem q o Fil...
por LuLinha_Farias, 04/02/2012 às 13:15