Título original: (My Little Eye)
Lançamento: 2002 (Inglaterra)
Direção: Marc Evans
Atores: Sean Cw Johnson, Kris Lemche, Stephen O'Reilly, Laura Regan.
Duração: 119 min
Gênero: Ficção
Status: Arquivado
Em troca de US$ 1 milhão cinco jovens aceitam o desafio de ter que morar em uma casa abandonada por 6 meses, sendo vigiados por câmeras de TV 24 horas por dia. Caso um deles desista do desafio e deixe a casa todos serão perdedores e ninguém ganhará o prêmio. Com o tempo as diferentes motivações para participar do desafio vêm à tona, mostrando o quão diferentes eles são. Porém as provações que cada um tem que suportar para continuar no jogo ficam tão intensas que eles passam cada vez mais a pensar se vale a pena permanecer nele.
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Zé em 10/01/2002Nota: 5
Não sei como podem comparar este filme ao A CASA DA COLINA n tem comparação com esse mainstream, afirmo que é um dos melhores filmes de terror dos ultimos tempos, e o conçeito de originalidade é incomparavel. Não chamar de big brother mas sim da doentia vontade americana de se ter fama e ser estrela. E um filme bastante assustador, e o seu dom de realidade n fica distante.
Diego Aliprandi em 02/01/2002
O pior filme q eu jah assisti no cinema, sem duvida. Tem o numero minimo da historia do cinema de atores (e nao é um documentário), fora a triste qualidade de imagens, e um fim terrível. Realmente, naum vi nenhuma qualidade neste filme."
pedro1asakura em 04/01/2002Nota: 3
Fiquei feliz ao assistir esse filme, não pelo filme em si mas porque ele conseguiu colocar otimismo em mim quanto ao gênero que até agora nesse ano no Brasil teve apenas fracos, muito fraco exemplares como os péssimos "No cair da noite" e "O apanhador de sonhos" o muito razoável "O chamado". Essa fita, é mais suspense do que terror. A premissa é interessante por mais que permaneçam muitas interragações ao seu desenrolar, principalmente sobre a organização do evento. Elas são respondidas por um roteiro fraco que apresenta revira-voltas durante boa parte do filme, do meio para o fim. Todas essas falhas são até bem suportadas por uma excelente direção que consegue clicar um clímax na casa e usa por um exemplo câmeras no teto para enfatizar a premissa de "reality show". Os atores que são poucos estão todos bem em cena. A originalidade e criat ividade do filme são o que me levam a dar uma nota 6, já que ele procura não seguir a fórmula das bombas que o antecederam tais como aumento de trilha sonora para dar sustos (por mais que esse seja um suspense). Por mais que "O chamado" evolua e se desenvolva de forma melhor, a originalidade e criatividade desta fita o coloca como talvez o melhor exemplar do gênero deste ano (ainda não chega a ser menos pior, não é tão ruim assim), ainda que mesmo inventido não ressucite o gênero."
Paulo Roberto em 17/01/2002
TRASH! Esse filme é tudo de ruim. 1: Atores e atrizes um pior que o outro, choro forçado e etc. 2: Parece mais filme de drama do que terror. 3: Só tem sangue mesmo no final do filme, uma coisa nada boa para um filme de "serial killer". 4: Final sem graça, sem sentido e previsível. Não se iluda pelo nome ou pela caixa do DVD ou do VHS. É tudo mentira.
Almira Gabrielaa em 25/01/2002
Sinceramente deplorável! o filme é uma piada de péssimo gosto, não tem fotografia, tem atores muito fracos, roteiro ridículo... não recomendo a ninguém assistir! a parte mais assustadora do filme foi a de ter de pagar para assistir essa porcaria! ateh um filme caseiro traria mais suspense e qualidade!
Renato Rosatti em 05/01/2002Nota: 3
“Você não vê o medo. Você sente” Abordando a moda atual dos “reality shows”, no estilo do popular programa de TV “Big Brother”, utilizando como cenário uma enorme casa com estilo gótico isolada numa floresta, e com o auxílio da moderna tecnologia através da transmissão ininterrupta pela internet, a rede mundial de computadores, obtemos como resultado o thriller com elementos de horror “O Olho Que Tudo Vê” (My Little Eye), dirigido pelo galês Marc Evans e que estreou nos cinemas brasileiros em 30/05/03, explorando essa mistura de idéias de forma perturbadora. Um grupo de cinco jovens é escolhido para participar de um “reality show” transmitido pela internet. Os eleitos são típicos estereótipos representados através de três homens, o galã Matt (Sean Cw Johnson), o rejeitado Danny (Stephen O’Reilly) e o “doidão” Rex (Kris Lemche), e de duas mulheres, a exibicionista Charlie (Jennifer Sky), e a “certinha” Emma (Laura Regan). Com motivações variadas, desde a obtenção de sucesso, fama, dinheiro e até por simples curiosidade, eles precisam passar seis meses confinados numa mansão com estilo gótico, localizada no meio de uma floresta, sendo filmados por diversas câmeras espalhadas por todos os cômodos. Ao contrário dos tradicionais jogos similares da televisão, os participantes não são eliminados com o passar do tempo, não há aquelas “festinhas” ridículas e nem precisam realizar provas para ganhar comida ou outros objetos. Eles precisam permanecer todos juntos até o final do programa, sem nenhuma desistência, para serem recompensados cad a um com a quantia significativa de um milhão de dólares. Se qualquer um deles sair por desistência, todos perdem juntos, tornando o objetivo final ainda mais difícil de ser conquistado. Esse argumento básico já foi utilizado de forma similar e com algumas variações no filme “A Casa da Colina” (House on Haunted Hill, 1999), de William Malone, onde nesse caso cinco pessoas são convidadas a passar uma noite numa mansão assombrada e quem sobrevivesse ganharia um milhão de dólares. Por sua vez, “A Casa da Colina” é uma refilmagem de uma produção “B” de 1958, “A Casa dos Maus Espíritos”, dirigida por William Castle e estrelada pelo lendário Vincent Price. “O Olho Que Tudo Vê” começa mostrando cenas da fase de seleção dos participantes, com curtos depoimentos dos escolhidos. Depois passa rapidamente para o confinamento na casa, já próximo do final dos seis meses, na última semana do programa. Nesse momento os personagens são melhor apresentados e ocorrem alguns inevitáveis sinais de desgaste entre eles após tanto tempo juntos no mesmo lugar e isolados do resto do mundo, sendo vigiados constantemente por incômodas câmeras. Porém, para tumultuar ainda mais o tenso ambiente, começam a acontecer eventos estranhos ameaçando a estabilidade emocional dos jovens, como a descoberta de uma inscrição ofensiva em uma das janelas da casa, ou o aparecimento de um martelo ensanguentado na cama de Emma, ou pior ainda, a visita inesperada de um misterioso esquiador perdido, Travis Petterson (Bradley Cooper), que alega não conhecer o jogo transmitido pela internet. A partir daí, a história alcança seu clímax de tensão, com crescentes conflitos psicológicos entre os personagens e com a morte e o mistério envolvendo o assustado grupo de jovens, culminando com um trágico desfecho revelador. Lembrando filmes como “A Bruxa de Blair”, pelo clima de claustrofobia e horror, e “O Show de Truman”, pela incômoda exposição pública da vida dos personagens 24 horas por dia, o roteiro básico de “O Olho Que Tudo Vê”, escrito por David Hilton e James Watkins, não tem grande originalidade, aproveitando todos os clichês usuais de filmes similares. Com um grupo vivendo numa enorme casa gótica, isolada numa floresta coberta por chuvas incessantes de neve, enfrentando o aparecimento de situações misteriosas e sendo dizimado violentamente pelas ações de um assassino, que pode ser de origem externa ou do próprio grupo. E alguns absurdos da história ficaram muito evidentes como por exemplo o fato de simplesmente ser desprezada a óbvia repercussão e influência dos familiares dos jovens confinados na macabra mansão quando começam a acontecer atividades fora da normalidade, ou ainda a notável falta de intimidade e interação entre os participantes do jogo, mesmo estando reclusos numa man são isolada por quase seis meses. Mas o filme tem ao seu favor a interessante idéia de acrescentar novos elementos à trama, com um suposto “jogo” no estilo “reality show”, filmado de forma ininterrupta por câmeras que transmitem as imagens por internet para espectadores sedentos por violência real, explorando com eficiência a misteriosa mitologia que envolve os chamados “snuff movies” (filmes ilegais com supostas mortes reais em cena e que já se transformaram numa espécie de “lenda urbana”). O título escolhido para o lançamento do filme no Brasil é até adequado e coerente com a história, porém o ideal e mais apropriado ainda seria a simples tradução do original, “My Little Eye” para “Meu Pequeno Olho”. Os responsáveis pela escolha dos nomes nacionais dos filmes que chegam por aqui ainda continuam insistindo em complicar de forma equivocada essa fácil tarefa. Outro detalhe é que “O Olho Que Tudo Vê” é mais um desses filmes que demoram demais para serem lançados no Brasil, o que é um fato lamentável, sendo desnecessária essa longa espera, pois estreou na Inglaterra em 04/10/02 e somente veio para nós quase oito meses depois. O diretor Marc Evans não é muito conhecido, e seu principal trabalho anterior foi com o thriller “A Ressurreição” (Resurrection Man, 1998), filme inglês com Stuart Townsend. Os atores também são novatos, com destaque para Kris Lemche que interpretou Rex, o personagem mais interessante da trama, um viciado em informática e fumante de maconha que fica fazendo caretas para as câmeras e dizendo claramente seus objetivos em participar do jogo, visando unicamente o dinheiro do prêmio, provocando com frases ofensivas o público que está assistindo pela internet. Ator canadense nascido em 1978, ele participou também do perturbador filme de realidade virtual “ExistenZ”, dirigido por David Cronenberg em 1999, e do filme de horror “Possuída” (Ginger Snaps, 2000), de John Fawcett. Dos outros atores, Sean Cw Johnson pode ser visto na série de TV e nos filmes para cinema da dispensável franquia “Power Rangers”, como Carter Grayson (Red Lightspeed Ranger); Jennifer Sky participou em vários episódios da série de TV “Xena: A Princesa Guerreira” (1995/2001), como a personagem Amarice e fez uma pequena ponta na comédia “O Amor é Cego” (Shallow Hal, 2001); e Laura Regan esteve num papel secundário em “Corpo Fechado” (Unbreakable, 2000), de M. Night Shyamalan e ao lado de Bruce Willis e Samuel L. Jackson, além da comédia “Alguém Como Você” (Someone Like You, 2001) e do suspense “They” (2002), apresentado por Wes Cran."
João Garcia em 03/01/2002Nota: 4
Sim, dei nota oito, porque um filme sem divulgação nenhuma conseguiu passar muito mais sentimentos num aspecto artistico do que a baboseira non sense de matrix reloaded por exemplo. vá ver o filme de alma aberta e vc pode se surpreender, por uma nova visão criativa de um enredo já batido."
Grasielea em 09/01/2002
Achei o filme imbecil pra baixo, pra começar na capa diz que e o filme mais assustador depois do exorcista ta certo que o exorcista nao bota medo em ninguem mas pelo menos nos deixa apreensivos, tensos, esse filme e apenas um suspense mal feito de muito mal gosto onde os atores sao pessimos a imagem e ridicula,como pode um filme desse vender? Uma observaçao vi algumas criticas dizendo que esse filme e uma copia do filme "A Casa Da Colina" discordo, pois, a casa e um filme suspense terror e nao um filme sobre pessoas malucas que pagam pra ver gente morrer e algum sangue, que nem isso foram capazes de fazer.
Marcelo Fortes em 11/01/2002Nota: 4
O Filme realmente me surpreendeu o roteiro é muito bom e tudo está dentro do possivel na Internet, acredito que tenha pecado um pouco na sua introdução a atuação de fraca de alguns autores, mas a idéia do filme simplesmente é ótima.
Priscila Camachoa em 13/01/2002
O pior filme que já assisti em toda minha vida, início confuso, meio embaraçado, e final atordoado. Os atores muito ruins, não há texto, apenas uma base de filme, baseado em reality show como pano de fundo, ou seja, é péssimo.
Adorei o filme, pois é encantador e principalmente por terem usado a cidade como cenário p...
por Camila, 13/02/2012 às 11:22
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por frgil, 13/02/2012 às 11:14
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