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Olga

titulo original: (Olga)

lançamento: 2004 (Brasil)

direção: Jayme Monjardim

atores: Luís Mello , Eliane Giardini , Renata Jesion , Floriano Peixoto , Milena Toscano

duração: 141 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Olga
  • gênero:Drama
  • duração:02 hs 21 min
  • ano de lançamento:2004
  • site oficial:http://www.olgaofilme.com.br
  • estúdio:Globo Filmes, Nexus Cinema e Vídeo, Europa Filmes e Lumière
  • distribuidora:Lumière
  • direção: Jayme Monjardim
  • roteiro:Rita Buzzar, baseado em livro de Fernando Morais
  • produção:Rita Buzzar
  • música:Marcus Vianna
  • fotografia:Ricardo della Rosa
  • direção de arte:
  • figurino:Paulo Lois
  • edição:Pedro Amorim
  • efeitos especiais:

imagens - 10

Olga Olga Olga Olga Olga Olga Olga Olga Olga Olga

sinopse:

Olga Benário (Camila Morgado) é uma militante comunista desde jovem, que é perseguida pela polícia e foge para Moscou, onde faz treinamento militar. Lá ela é encarregada de acompanhar Luís Carlos Prestes (Caco Ciocler) ao Brasil para liderar a Intentona Comunista de 1935, se apaixonando por ele na viagem. Com o fracasso da revolução, Olga é presa com Prestes. Grávida de 7 meses, é deportada pelo governo Vargas para a Alemanha nazista e tem sua filha Anita Leocádia na prisão. Afastada da filha, Olga é então enviada para o campo de concentração de Ravensbrück

elenco:

  • Luís Mello (Leo Benário)
  • Eliane Giardini (Eugénie Benário)
  • Renata Jesion (Elise Ewert Sabo)
  • Floriano Peixoto (Filinto Müller)
  • Milena Toscano (Hannah)
  • Oscar Simch (Herr Fischer)
  • Odilon Wagner (Capitão do navio)
  • Eliana Guttman (Enfermeira-Chefe)
  • Ranieri Gonzales (Miranda)
  • Raul Sr (Rodolfo Ghioldi)
  • Bruno Dayrrel (Victor Barron)
  • Camila Morgado (Olga Benário)
  • Anderson Muller (Paul Gruber)
  • Caco Ciocler (Luís Carlos Prestes)
  • Gilles Gzwidek (Leon Julles Valee)
  • Fernanda Montenegro (D. Leocádia Prestes)
  • Jandira Martini (Sarah)
  • Mariana Lima (Lígia)
  • Helio Ribeiro (Padre Leopoldo)
  • Werner Schünemann (Arthur Ewert)
  • Edgard Amorim (Agildo Barata)
  • Guilherme Weber (Otto Braun)
  • Zé Carlos Machado (Ministro da Guerra)
  • Osmar Prado (Getúlio Vargas)
  • Murilo Rosa (Estevan)
  • José Dumont (Manuel)
  • Paschoal da Conceição (Dimitri Manuilski)
  • Sabrina Greve (Elza Colônio)
  • Maria Clara Fernandes (Carmem)
  • Leona Cavalli (Maria)
  • Eduardo Semerjian (Galvão)
  • Thelmo Fernandes (Bangu)

comentários

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Luccas
02/01/2004
nota:Rate010
Cara Camila Em primeiro lugar gostaria de parabenizar pelo excelente trabalho no filme Olga (diga-se de passagem, você está brilhante). Em segundo lugar, um agradecimento especial, pois este filme não só me fez chorar muito, como também me devolveu um pouco de esperança de termos um mundo melhor, de irmos a luta pela construção de uma sociedade mais justa e mais humana. Um filme triste, sem que isso tenha interferido em sua beleza e extremo bom gosto. São pessoas como você, que fazem nossas vidas mais bela e com mais fé no homem. Na entrevista coletiva, na Academia de Tênis, achei você meio tristinha. Seria cansaço de suas idas a lançamentos do Olga? Cuide-se bem, pois você tem uma luz única, e rara, é claro. Um beijão do seu fã Dom Luccas.
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Leonardo M. Fonseca
03/01/2004
nota:Rate08
Como o cinema nacional vem evoluindo, principalmente com relação a som e cenografia, exemplo este Olga, em que tive o privilégio de acompanhar a avan premiere, em São Paulo, filme que mistura uma exelente direção de arte, fotografia e trilha sonora e principalmente o desempenho dessa brilhante atriz Camila Morgado, e por uma pequena mas marcante atuação da grande Fernanda Montenegro e do sempre brilhante Osmar Prado. Belo filme.
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Frederico Baggio Franco Pérez
04/01/2004
Mais uma produção Global! Será que o cinema brasileiro vai ficar para sempre escravo da Rede Globo? Eu realmente não entendo, Olga foi uma espiã enviada ao Brasil pelo governo comunista da URSS para orientar Prestes no golpe contra Getúlio e consequentemente contra o Brasil, golpe esse que foi um fracasso - também da maneira como foi elaborado não poderia dar em outra. Agora a mídia está passando uma imagem de Olga como uma pobre coitada judia Heroína Brasileira que foi injustamente enviada para as mãos do carrasco Hitler. Heroína brasileira, será?
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Julianaa
05/01/2004
nota:Rate010
Marcante e Inesquecível, assisti o filme e simplesmente amei. Muito bem produzido, com um elenco muito bem selecionado e uma ótima e histórica história. Um mulher para ser lembrada como uma guerreira. Vale a pena.
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Márcia Oliveiraa
06/01/2004
nota:Rate09
Olga é uma mistura de sentimentos bons e ruins, é a realidade que fortifica a lenda da Caixa de Pandora, por isso, temos que acreditar na esperança, pois este é o único sentimento que nos faz estarmos aqui ainda,lutando insistentemente pelos nossos ideais.
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Marina Martins Vieiraa
07/01/2004
nota:Rate010
10 para o nível de produção brasileiro em relação ao cinema. Olga é sem dúvida uma revolução. A direção de Jaime Monjardim espanta... surpreende! O filme é um ótimo candidato ao Oscar nas categorias: Melhor Edição de Som, Melhor Figurino, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Diretor, Melhor Atriz, Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Trilha Sonora e pq não Melhor Filme Estrangeiro?
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Gabriel Caldeira do Couto e Silva
08/01/2004
nota:Rate010
Não falemos de Oscar, porque o Oscar é influenciado política e socialmente. Mas falemos do amor de um povo (brasileiro). Precisamos de heróis, e heroínas, para seguirmos tendo esperança. Camila Morgado soube traduzir essa necessidade com um papel que não pode ser chamado apenas de personagem, e sim de uma "co-vida". Parabéns Camila, transforme o Brasil em um país de heroínas.
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Marcos César
09/01/2004
nota:Rate08
O filme é importante para que as pessoas tomem conhecimento de personagens importantes na história do Brasil, mas também da história mundial. Olga Benario e Luiz Carlos Prestes são figuras pouco conhecidas e suas vidas intencionalmente deturpadas, visando apagar a memória histórica de ambos como revolucionários, que lutaram ao lado dos forças verdadeiramente progressistas e democráticas. Ambos dedicaram sua vida, para além do "fanatismo" da "doutrina comunista", em favor das causas populares. O filme "Olga" não deve ser visto como a história de vida" de Olga Benario Prestes, mas sim como uma versão romanceada do livro "Olga" de Fernando Morais, visto que a história é apresentada apenas como pano de fundo e contendo uma série de erros históricos, que ao invés de esclarecer acaba por confundir o espectador, que tradicionalmente desconhece a nossa história, ou se conhece, é a versão da História Oficial, a história dos vencedores, dos donos do poder.
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Luízaa
10/01/2004
nota:Rate010
O filme mostra mulher lutando por seus ideais, mostra uma história de um grande amor sem cair em clichês. e as atuações de camila Morgado, fernanda montenegro e claro, de Caco cicler( um ótimo prestes, respeitou meu herói desde de quando era criança). Eem algumas cenas o olhar da Camila dizia tudo.
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Edinei Dantas
11/01/2004
nota:Rate010
Um filme para refletir sobre a natureza humana. Coberto de cenas que emocionam, chocam, mexem com os apaixonados e uma trilha sonora nostálgica, Olga, filme de Jayme Monjardim, consegue transmitir com clareza a vida sofrida da jovem revolucionária alemã que passou por cima dos ideais de sua família e com garra lutou pelo que acreditava. Não poucas vezes somos remetidos a lembrar da Minissérie da Globo A Casa das Sete Mulheres, devido a grande quantidade de personagens em comum, além de serem produzidos pelo mesmo diretor bem como a qualidade da produção. Olga Benário nasceu de uma família judia, em Munique na Alemanha, em 12 de setembro de 1908. Aos 15 anos, entrou para a Juventude Comunista e começou sua Militância, mesmo contra a vontade de seu pai, que apesar da caridade era submisso ao governo de Hitler e sua mãe que era considerada uma verdadeira alemã por defender ferrenhamente o nazismo. Aos vinte anos Olga é aclamada e fazia treinamento militar em Moscou, como mostrou muito rapidamente o filme. Finalmente, em 1934, Olga é designada para proteger Luis Carlos Prestes em sua viagem de volta ao Brasil. É quando o filme mostra seu lado romance com lindas fotografias e trilha envolvente, embalando o amor de um homem de atitudes firmes mais feição tranqüila e romântica interpretado por Caco Ciocler e uma mulher de pulso firme que sente, inicialmente, dificuldades em assumir os sentimentos que a torna mais feminina e frágil, interpretada por Camila Morgado. As cenas de tortura que imperavam na época são pouco exibidas, eximindo a película de ser caracterizada como sensacionalista, todo enfoque circunda os sentimentos de Olga e suas atitudes. Os demais personagens quase não aparecem, Getulio Vargas interpretado por Osmar Prado, Dona Leocádia Prestes por Fernanda Montenegro, que aparece mais quando seu filho e Olga são presos e ela recorre a órgãos como a Cruz Vermelha em busca de ajuda para livra-los, mas o maximo que consegue é ficar com a neta, Anita Leocádia, que foi tirada de Olga quando seu leite secou. Mantendo seu espírito de liderança entre as presas, Olga foi deportada para Alemanha a pedido do governo Hitler onde deu a luz, foi espancada e morta numa câmara de Gás. Tudo isso é fidedignamente mostrado em mais uma superprodução brasileira que em nada perde para os enlatados hollywoodianos que somos adaptados a gostar, mas que não ficou ileso a falhas como o fato de Olga usar um batom que não sai ao beijar, naquela época não existia esta modernidade. Ficou estranho também quando o casal novamente se beijou e de uma hora para outra a boca de Olga outrora bem vermelha aparece limpa, e não se sabe para onde o batom foi já que a boca de Preste também estava intacta. Mas, são os ossos do ofício, e que não tira nem um milésimo da qualidade do filme.
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Eduardo Paiva
12/01/2004
nota:Rate01
O filme não passa de mais uma propaganda esquerdista. É mais um tijolo no trabalho revisionista que visa separar as duas maiores desgraças gemeas que se abateram sobre a humanidade no seculo passado, o Nazismo e o Comunismo. Se a nova lei de audio-visual que o governo do pentagrama vermelho vai ou não entrar em vigor, eu não sei. Mas que o cinema nacional nunca precisou de controle ideologico formal para servir de orgão de propaganda esquerdista, qualquer pessoa que já se deu ao trabalho de verificar, sabe.Olga - é só mais um. Mas como a história sempre teima em desmitificar as vacas sagradas dessa ideologia assassina venho lembrar que nesta segunda-feira, dia 23 de agosto, fazem 65 anos da assinatura do pacto Nazi-Comunista que efetivamente deixou caminho livre para Hitler invadir a Polonia e iniciar a Segunda Guerra Mundial. Acordo que, diga-se de passagem, foi honrado inteiramente pela parte comunista e, para desgosto de Stalin, quebrado pelos seus hora aliados nazistas.A sigla NAZI, para quem não sabe, significa Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, em alemão, evidentemente. Mas voltemos ao tratado, da parte Nazista assinou o Ministro do Exterior Von Ribbentrop, da parte Comunista o Ministro de Stalin (presente na ocasião) V. Molotov.Quem quiser ler o conteudo do documento e ver a fotografia da data histórica é só verificar o link. http://www.historyplace.com/worldwar2/timeline/pact.htm É dona Olga..... animais peçonhentos as vezes mordem o próprio rabo...... e as consequencias estão neste filme.
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Cristiano Melo
13/01/2004
nota:Rate010
Fiel a história, encantador!!! Isso mostra o quanto o cinema brasileiro cresce. Não se pode julgar esse filme simplesmente por ele ser global, que é que tem da mais nisso? Isso só faz aumentar a fama da globo. Outra coisa que chama a atenção no filme é o olhar de Camila... o olha é a janela da alma!
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Edevílson
14/01/2004
nota:Rate08
O Filme é sem dúvida uma das melhores produções brasileiras dos últimos tempo. Camila é bélissima e a fotografia muita boa. Dois detalhes deixariam o filme melhor: mais diálogos em alemão, e o vapor gelado que não sai da boca dos atores quando eles falam em baixo da neve.
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Vinícius A. Castro
15/01/2004
nota:Rate010
Na minha cabeça já virou até lema, se os críticos não gostarem de um filme é porque o filme é no mínimo bom, valendo a mesma coisa para a recíproca. Em 95% dos casos isto acaba se comprovando na sala de projeção. Com Olga não foi diferente, o filme é excelente, o elenco é ótimo, principalmente Camila Morgado que está maravilhosa, muito emocionante mesmo, prende a atenção o tempo todo, pra mim foi impressionante ver numa sala lotada, nos últimos segundos de filme, com as luzes já acesas, todos congelados nas poltronas e em silêncio absoluto acompanhando as legendas que explicam o que aconteceu a Prestes e sua família. O filme é maravilhoso e ficar com dor de cotovelo porque o dedão da Rede Globo está presente não vai mudar nada.
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Christian Williak
16/01/2004
nota:Rate010
Todo filme tem uma mensagem um sentimento e uma poesia..Quando se fala em história e seus personagens, quando sismamos de conta-la as vezes por bonita demais alguns não acreditam e outros pensam que é pura ficção..Nós somos brasileiros e temos estes sentimentos..De não dar a a devida importância a nossa história forte e bonita como se observa na pérola fantastica e impressionante filme Olga.
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João
17/01/2004
nota:Rate07
Este é um bom filme, para os padrões brasileiros, mas ainda deixa muito a desejar. Tem um início extremamente monótono, em que a história é passada muito rápida e de forma superficial. O filme causa impacto somente pelas cenas fortes do seu final, numa tentativa já desgastada de conquistar o público através da emotividade da dor e sofrimento da personagem principal.
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Vanessaa
18/01/2004
nota:Rate08
O filme é extremamente envolvente e acredito realmente que independentemente de quem produziu (Globo) precisamos nos envolver, sentir e curtir um pouco o filme brasileiro... as críticas são construtivas, mas assistimos balelas americanas todos os dias também... ou seja... o que fazemos? paramos de assistir? Parabéns para os produtores e para os atores Camila e Caco... FENOMENAL!
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Fábio de Oliveira Ribeiro
19/01/2004
nota:Rate010
Este final de semana estreou nos cinemas o filme OLGA. Fui assistir e fiqueisurpreendido com a capacidade que o Brasil tem de construir histórias dolorosas. A tragédia de OLGA e PRESTES resume bem a tragédia do povo brasileiro, cujos lideres ou são martirizados ou cooptados e transformados em cordeirinhos (com Lula, por exemplo). Os detalhes de época no filme são realmente surpreendentes. OLGA convence pela ambientação e pelo tratamento dispensado a dois vilões. Dois vilões que são normalmente retratados como heróis:FELINTO MULLER, o ladrãozinho da coluna Prestes que se tornou chefe da polícia política getulista, e GETULIO, o sanguinário e autoritário general que fundou um estado de orientação facista, esmagou a oposição à bala EM sÃO PAULO (1932), no nordeste e no Rio de Janeiro, transformou a Alemanha hitlerista no maior parceiro comercial do Brasil e presentou Hitler com OLGA. A personagem que dá nome ao filme também foi muito bem construída. A princípio OLGA é a militante, a mulher-soldado, fria, calculista, capacitada para realizar missões militares com eficiência. Com o tempo, nas mãos dePRESTES ela se transforma numa mulher carinhosa e apaixonada. PRESTES, entretanto, deixa a desejar. Ele foi retratado como um idealista romantico e sentimental. O personagem não faz jus ao homem embrutecido pela guerra, ao soldado que combateu e venceu o Exército Brasileiro em diversas oportunidades durante a marcha da coluna. Vale a pena assistir.
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Fernanda Melloa
20/01/2004
nota:Rate07
Acho mesmo que este filme mostra o quanto estamos presos nas novelas Globais. Não pelos atores mas pelo texto, roteiro com muitas situações forçadas até. A fotografia é realmente exelente mas nisso nós sabemos que os brasileiros são bons. Infelizmente não fiquei tão feliz como quando assisti Cidade de Deus. Desculpem, mas acho Olga uma cópia de filmes que retratam o Olocausto, como O Pianista de Polanski. Nada de novo.
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Isabellaa
21/01/2004
nota:Rate010
O melhor filme que já vi em toda a minha vida. Todos os atores estavam maravilhosos, principalmente a Camila Morgado,que esbanjou talento, e incrivelmente, experiência. Valeu à pena esperar! Parabéns!
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Vitor
22/01/2004
nota:Rate09
Tenho 15 anos e sou cinéfilo de carteirinha, principalmente dos nacionais. Camila Morgado realmente sensacional. Atuações coadjuvantes de Caco Ciocler e Fernanda Montenegro também muito bem selecionadas. O filme é uma obra-prima, e além de estar extremante fiel ao livro, foi dirigido com muita competência pelo Jayme Monjardim. A fotografia, o enredo e o figurino extremamente competentes. A cena em Bangu é fantástica, deixando muitos Holidianozinhos para trás. Assistam, e gozem!
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Fernandaa
23/01/2004
nota:Rate010
O filme é muito bom, e mostra como os filmes brasileiros vem evoluindo, é muito importante conhecer a historia de nosso país. Mas sabemos que ainda existem pessoas muito ruins e sem cultura para reconhecer que esse filme é maravilhoso e digno de Oscar.
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Alexandra Mendonça Lopesa
24/01/2004
nota:Rate010
Um grande filme. Narra de forma emocionante a trajetória de personagens que representaram um dos momentos mais importantes da hiotória do país. Luis Carlos Prestes foi responsável pela resistência a um governo ditatorial e integralista e teve como companheira uma mulher forte e idealista, que apesar de toda a grandesa viveu sentimentos arrebatadores como qualquer um. Com produção, cenográfia e representações que nos dão orgulho. VIVA O CINEMA BRASILEIRO.
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Bension Coslovsky
25/01/2004
nota:Rate010
Anita, filha de Prestes e Olga, deve se sentir orgulhosa da mãe. " A LUTA ENGRANDECE A ALMA- Jamais desistir Jamais cair !. ". A luta dessa mulher, comunista, judia, idealista, demonstra que a pureza ainda encontra espaço. Espero que sua filha ANITA, que nasceu em 37 no campo de concentração, deve olhar tudo isso com um reconforto intimo. Pois nao é qualquer um que tem uma mãe como OLGA.
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Elisa Bastos Silvaa
26/01/2004
nota:Rate04
O filme é bom, porém deixa bastante a desejar, concordo com a critica de Frederico Baggio, Olga Benário nunca foi heroína brasileira, heroína talvez de seus ideais, justamente o que comove no filme, uma pessoa lutar com tanta fereza pelo simples fato de acreditar num mundo melhor, mas achei falho o fato de em moscou falarem a lingua portuguesa... deveriam ser mais originais e fieis. O filme também foi muito extenso, acredito que em 1h 30min contariam a mesma história e nao se tornaria cansativo! Mas para quem não conhece a história, ver o filme é muito válido!
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João Carlos Pinto
27/01/2004
nota:Rate09
Devemos elogiar cada vez mais a cultura nacional e principalmente quando o feito com competencia, amor e dedicação, amo o cinema e estou amando o cinema nacional, parabens a todos que fazem deste filme um prêmio a todos nós brasileiros, continuem evoluindo e nós continuaremos a prestigiar vocês. PARABÉNS!
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Gustavo
28/01/2004
O filme peca pela ausência de técnica na elaboração das cenas. Sem muito esforço, percebe-se, no início, que o resgate ocorreu de forma ilária, sem que houvesse nenhuma reação dos policiais, apesar da oportunidade demonstrada pelos "camaradas". De resto, todo a história transcorreu de modo meloso, pra variar.
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Crisa
29/01/2004
nota:Rate010
O livro me prendeu e emocionou do começo ao fim.A escolha de Camila Morgado para o papel não poderia ter sido mais acertada, com seu talento consegue atuação primorosa num papel que exige no mínimo muita dignidade e disciplina.Já não era sem tempo que o cinema nacional homenageasse essa mulher que continua sendo uma de nossas maiores heroínas.Perfeito! Parabéns ao elenco, parabéns à equipe e parabéns à Olga, e à Camila excelente e digna atriz que só nos dá orgulho nesse país onde a "a bunda" ultimamente tem sido nossa maior representação artística! Valeu demais...o cinema nacional ressurge das cinzas.
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Léo Domingos
30/01/2004
nota:Rate010
A interpretação da Camila é impecável. Era como se eu pudesse ver a OLGA encarnada, mesmo sem nunca ter a conhecido. Incrível como ela mergulhou na personagem (li uma entrevista onde ela declarou que ficou sem comer e se deprimiu de verdade para procurar se sentir como a Olga se sentiu). Ela te faz viver cada cena como um expectador da época. Me senti como se estivesse naquele palácio quando separaram Olga de Carlos Prestes. Me senti como se estivesse no cantinho daquela enfermaria vendo a agonia de uma mãe sendo desgarrada de sua filha para morrer... Me envoergonhei de estar aos prantos no banco do cinema, mas ao reparar, na minha volta, vi que muitos também choravam... Não era eu que me envolvia no filme. O filme envolveu à todos. Cenário, textos, produção... tudo perfeito. Muito mais que um simples filme com padrão Globo de qualidade, como vemos ultimamente nos cinemas. É uma obra-prima. Que o cinema brasileiro continue a evoluir assim!
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Giselle Favachoa
31/01/2004
nota:Rate09
Até o fim de semana passado acreditava que o momento de melhor produção cinematográfica brasileira havia sido "Abril despedaçado", filme que arranca sensibilidade do público com suas cenas regionalistas que fazem da dor da cultura da seca nordestina uma trágica beleza sem apelar para o clichezão do ceariba cabeça chata. Hei que surge um filme com todo o aparato tecnológico, a gigante Globo cedendo todos os créditos possíveis, propaganda, luzes, holofotes nas carinhas globais, flash, flash, flash... Imaginei: "hum, sei, mais uma mega produção global que só serve pra engambelar besta!". Mas algo intrigou..."Puta merda! Será que vão fazer de uma obra maravilhosa um lixo?". Tinham que ser muito incompetentes pra conseguir isso. Continuo achando "Abril despedaçado" um filme inacreditável, mas perdeu seu posto nos meus conceitos. OLGA á a melhor produção cinematográfica brasileira. Que me perdoem "Bicho de sete cabeças", "Carandiru" (tenho cá minhas críticas quanto sua qualidade), "Central do Brasil" e outros tbm interessantes, mas o marinheiro de primeira viagem Jaymme Monjardim conseguir esmagar, trucidar as glândulas lacrimais de pelo menos 70% do público de Olga. Claro, como não poderia deixar de ser, o filme veio um tanto carregado com características bem novelescas, afinal é a especialidade de seu diretor, mas Ricardo Della rosa foi enloquecidamente fabuloso no aspecto fotográfico que ele deu ao filme. Tá certo que Fernando Morais fez um livro de valor histórico que tinha um romance para temperar e Monjardim fez e-xa-ta-men-te o contrário, fez um romance temperado de história, mas peraê, né gente, não vamos querer exigir tanto de nosso mercado limitado. Essas coisas não tiram o vanglorioso mérito dessa aposta, o filme é sim uma grande produção que conta com aatuação extraordinária de Camila Morgado que me parece ter chegado dizendo: "Eu disse que estava vindo pra ficar. Vocês não acreditaram em mim, mas eu disse!". Temos aí um forte candidato ao próximo Oscar, diria certeiro candidato, mas como nosso cinema não é tradicional e ainda tem um discurso pró-esquerda e comunista (no caso deste filme) acho que vamos ficar a ver navios novamente. Mas de qualquer forma:Parabéns para o cinema Brazuca e parabéns ao público brazuca que já não aceita mais os "caralhos" proferidos de uma figurinha batida como filme.
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Roseli Martins Rezendea
01/02/2004
nota:Rate010
Adorei o filme "Olga" sou uma apaixonada pela arte brasileira e acredito no nosso potencial para sermos sempre os melhores em tudo que fazemos.O cinema brasileiro teve épocas difíceis de se aceitar, não que envergonhássemos por isso, só que a escolha do objeto era outro. Hoje o resultado está nos mostrando que o processo de maturação percorrido por nossos diretores foi um trabalho muito sério e árduo. Falta de verbas destinadas à cultura e outros impecilhos mais adiaram esse bum! que ora está acontecendo com nossas produções. Gostei muito do filme e arrisco o palpite, que seremos indicados para o Oscar e se o julgamento for isento de manipulações, teremos grande chance de ganharmos o prêmio. Parabéns a todos e especial ao Jayme Monjardim,que é um daqueles brasileiros que não desiste do sonho.
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Vítor Vicentea
02/02/2004
nota:Rate07
Uma bela história, grandes atores, uma produção excelente...Só a direção deixou a desejar. Jaime Monjardim, que começou se destacando pela criatividade e belíssima fotografia de Pantanal foi extremamente burocrático nessa direção, inovando muito pouco. Mas vale o ingresso.
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Cristiane Nunesa
03/02/2004
nota:Rate010
Se pudesse daria 100000! que filme maravilhoso,fantástico,super envolvente.esse filme despertou em mim o interesse em fatos históricos que eu deixei passar sem conhecer melhor.fiquei super feliz em ver cmo a cada dia nosso cinema brasileiro cresce e enriquece .nota 10000.
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Adriano
04/02/2004
nota:Rate01
Atuaçoes pessimas (excecao feita a Fernanda Montenegro). O cara tem que continuar dirigindo novela da Globo. Uma baita historia, com tudo pra dar certo, mas que foi extremamente mal dirigida. Deram uma Ferrari pra um Rubinho pilotar!
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Lúcia Pereiraa
05/02/2004
nota:Rate010
Hoje não estava nem programado a ir ao cinema e quando acabamos escolhendo Olga. Bom adorei o filme fiquei realmente supreendida , pois vi alguns filmes como por exemplo Central do Brasil que a maioria gostou e eu achei horrivel. Os atores estão de parabens principalmente a atriz que interpretou Olga. Um filme que mostra a historia com beleza e romantismo.Fiquei varias vezes emocionada com os atores. Exelente o melhor filme brasileiro que eu vi.
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Luciano Costa
06/02/2004
Ridículo, detestável, pura perda de tempo. Novela na tela grande. Enquadramento super exagerado e trilha e diálogos looongos e repetitivos. Fiquei c vontade de sair correndo da sala. Tupiniquim róliudiano. Para o público leigo deve ter sido um ótimo filme. Eu Detestei.
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Ilzaa
07/02/2004
nota:Rate05
A história é maravilhosa, e porisso pedia um filme melhor, neve de isopor que gruda nos cílios e não cai nem derrete, as janelas do navio são as mesmas do apartamento - há tantos furos que chega a desanimar. E não, a atuação dela não é boa. Parabéns, Osmar Prado, seus gestos e tom estão perfeitos!
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Karim
08/02/2004
nota:Rate010
Está d parabens o filme..nunca vi um filme tao perfeito retratandu uma historia de guerra,o ultimo filme de guerra que eu curti antes do filme da olga foi a lista de shingler...sem duvidas o cinema brasileiro sempre tras grandes surpresas para seus telespectadores e sem duvidas nenhuma esse filme da olga mostra que ainda podemos confiar que o nosso cinema vai melhorar mais ainda...parabens filme mais do que perfeito.
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Gustavo Cruz e Silva
09/02/2004
nota:Rate02
O bom crítico tem como grande virtude saber preservar a sua opinião, independente de tudo que venha a ocorrer para detonar com a mesma. Na sessão onde pude conferir ao nacional Olga, muitos saíram chorando, como era de se esperar. Houve um que até aplaudiu, ainda que discretamente. E a minha opinião? Continua a mesma, independente de tudo isso. Olga só veio para confirmar aquilo que já era óbvio: a Globo Filmes é capaz de transformar qualquer filme em aguardadíssimo ou super produção do cinema nacional. E o público, escravo dessa campanha poderosa de publicidade, vai aos cinemas de todo o país conferir o filme. O pior é que, manipulados pela campanha de publicidade, o público sai sem palavras dos cinemas, como se Olga realmente fosse o grande filme que dizem ser. Obviamente, não é. Olga é uma adaptação do livro homônimo de Fernando Morais, cuja a história (verídica) é sobre a alemã Olga Benário (Camila Morgado), uma revolucionária comunista que, ao início da Segunda Guerra Mundial, parte para o Brasil com o também revolucionário Luiz Carlos Prestes (Caco Ciocler), fazendo sua segurança. Eles não contavam com um romance que surgiria durante a viagem, mais precisamente em um cruzeiro e que iniciaria uma dolorosa história de amor. A história, diga-se de passagem, é realmente bela. Um bom diretor conseguiria transformar a idéia em um grande filme. Os elementos necessários para isso seriam óbvios: um bom elenco, um bom roteiro e uma direção segura. Vamos analisar os três elementos para tirar uma conclusão melhor. A grande prioridade do filme deveria ter sido o primeiro elemento, um bom elenco. Camila Morgado e Caco Ciocler, os atores que encabeçam o elenco, em nada combinam. Não há química entre eles. A Olga que Camila Morgado compõe é apenas dura e autoritária, sendo que quando a personagem lhe exige um tom sensível, a atuação não faz efeito. É que a Olga já havia sido caracterizada durona. Já o Prestes de Caco Ciocler é muito bem composto. Acerta o tom na metade da projeção e não erra mais. Há deslizes ao final, mas Ciocler cumpre o papel muito bem. Há um razoável elenco de apoio composto por nomes como Guilherme Weber (caricato demais), Luis Mello (faz o pai de OIga com presença), Eliane Giardini (aparição surpreendente) e outros. Mas a grande participação é sem sombra de dúvidas a de Fernanda Montenegro, como a mãe de Prestes. A melhor atriz de todo o filme. Alcança um tom muito bom. Na minha lista de elementos, o segundo colocado seria o roteiro. Um desastre. Eu não tenho nem vontade de falar de um roteiro tão fraco, descaracterizado, cheio de clichês e óbvio. Algumas cenas beiram ao ridículo, tornando Olga um filme nada mais que ultra-repetitivo. Os diálogos do roteiro de Rita Buzzar são tão bobos, despretenciosos e auto-suficientes que não instigam o público quando a parte histórica do filme é exposta. O maior defeito do filme (tenho convicção do que falo) é o roteiro. Vamos exemplificar a qualidade baixa do roteiro: na cena em que Olga descobre que irá fazer a segurança de Prestes, há um close nela prolongadíssimo e desnecessário. Na cena seguinte, ela sai da sala e dá de cara com Prestes, onde há um close de encontro onde os dois que beira o ridículo folhetinesco. Rita Buzzar não deve ter escrito: close apaixonado em Olga e na seqüência, em Prestes. Aí, a culpa é do próximo elemento. Nosso próximo elemento a tratar é a direção de Jayme Monjardim. Monjardim é um diretor de novelas muito bom e ponto. Essa é a estréia dele. Ponto. Agora, se há alguém que dá um desconto para Monjardim por esse último item, está errado. Veja o caso de Jorge Fernando na sua estréia em Sexo, Amor e Traição. O filme não é ótimo, mas os erros não vem da mistura de novela com cinema, o grande erro de Olga. Na maioria dos diálogos de Olga (em 90%, talvez), os cenários são desperdiçados com um excesso tremendo de closes. Muita gente falou isso, mas é necessário ressaltar. Quando o cinema brasileiro consegue fazer cenários acima da média, eles não são bem aproveitados. Só o Brasil pra conseguir isso. Primeira culpa do Monjardim. A segunda culpa de Monjardim é lotar seu filme com uma música de ópera exagerada, pesada e, principalmente, manipuladora. Manipuladora? Quando se quer forçar o público a se emocionar ou entrar no ritmo do filme pela música (que é outra arte completamente diferente do cinema), é erro, sim. A parte técnica de Olga é acima da média do que se encontra no cinema nacional. Há cenários interessantes, locações razoáveis e efeitos belos. Se o Brasil aperfeiçoasse a parte técnica comparando com a de Olga poderíamos obter resultados animadores. Agora, convenhamos, aquela cena inicial beira o patético, não? Como Olga poderia estar pensando nisto com uma filha, ideais, marido e muito mais em um campo de concentração. E sendo que ela morreria em menos de um dia. Onde a roteirista estava com a cabeça quando escreveu esta cena? Uma criança pulando sobre uma fogueira é cena inicial para um filme como Olga? Não. Óbvio que não. Realmente, esse filme não parece brasileiro. Parece filme do Quênia. Nada contra o país africano. Mas vocês entenderam o que eu quis dizer. Uma experiência desagradável.
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Marianaa
10/02/2004
nota:Rate07
Apesar do filme conter falhas novelescas como o fato de se falar portugues na alemanha, e os dialogos superficias entre Olga e Prestes, é um bom filme, com uma fotografia linda e uma reconstituiçao de epoca perfeita, alem da otima atuaçao dos atores....vale a pena ser assistido.
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Túlio Moreira de Oliveira
11/02/2004
nota:Rate010
Eu chamaria Olga de "o dia em que o cinema brasileiro se igualou ao norte-americano". A produção é belíssima, o elenco está espetacular, a reconstituição de época também está ótima. As cenas de crueldade nazista estão mais impactantes que as de A Lista de Schindler!!!!! Tomare que o cinema brasileiro evolua cada vez mais. E viva o comunismo!
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Gabriel Caldeira do Couto e Silva
12/02/2004
nota:Rate010
Será, certamente, o "filme-alavanca" do Brasil no mercado internacional. Possui excelente fotografia e guarda no elenco a mais promissora carreira artística do cinema nacional, a de Camila Morgado. Não apenas por ser uma ótima atriz, mas também por ter dignidade e integridade, é perfeita para erguer a vida singular, exemplar e vital de Olga Benario Prestes. Num país que tanto necessita de heróis, Olga - com Camila Morgado - é uma esperança mais que bem vinda.
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Rodrigo Silva Barreto
13/02/2004
nota:Rate010
O FILME É SEM SOMBRA DE DÚVIDAS O MELHOR FILME BRASILEIRO.MERECE NO MÍNIMO UM ÓSCAR SE A POLÍTICA DO ÓSCAR PERMITIR. NÃO ACREDITO QUE UM FILME COMO CIDADE DE DEUS SEJA INDICADO A QUATRO ÓSCAR E OLGA NÃO SEJA.
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João Siqueira
14/02/2004
nota:Rate010
Ótima cenografia, montagem, música, fotografia, elenco e direção. Peca apenas um pouco pelo roteiro que poderia ser mais baseado na história. Com certeza apresenta o mesmo nível de qualidade de qualquer super produção Hollywoodiana. Parabéns!
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Nara Lúcia Barbosa Vieiraa
15/02/2004
nota:Rate010
Caros Camaradas! Um filme maravilhoso, todos estão de parabéns. Chorei o tempo todo, porque a maldade dói, principalmente, quando uma mãe perde seu "tesouro" - FILHO, como também, sua luta de "transformação" cai numa vala, na esperança de um possível mundo melhor... PARABÉNS,mais uma vez!
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Joanaa
16/02/2004
nota:Rate05
Tem gente ficando louca, né? como um filme desse pode trazer alegria e esperanças?? Ele só mostra o quanto o ser humano é escroto. O filme em si é bem ruim, mas acho que as pessoas deveriam perceber a loucura que são as relações e as ações do ser humano. É bom dizer que não estou me referindo às relações entre Olga e Prestes, mas entre as pessoas nas prisões e nos campos. Para quem ainda não viu, procure 'A Lista de Schindler'e 'O Pianista'.
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Jéssica Collinoa
17/02/2004
nota:Rate010
O filme é tão perfeito, que nem tenho palavras para defini-lo. O cenário, trilha sonora, os atores, diretor, td o filme foi muito bem produzido, cada vez mais admiro a atriz Camila Morgado e o Caco Ciocler, que deram um show de interpretação. No filme mostra de td um pouco, desde o governo de vargas até uma história triste e trágica de Olga e Prestes.Realmente não deixou nd a desejar.
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Arlan Elói Leite Silva
17/02/2004
nota:Rate09
Como historiador, acho que é uma forma de se pensar a história brasileira dos considerados revolucionários nas idéias! A figura histórica de Olga encarna o espírito humano de transformação e revolução, dentro desse contexto entre a Primeira Guerra e a Segunda Guerra Mundial.
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Daniellea
18/02/2004
nota:Rate02
Por que raios a Camila Morgado não fala, só declama? Por que raios algumas falas - no meio do nada - são em alemão ou russo? Por que raios tantos closes eternos nos rostos do Prestes e da Olga? Esse Monjardim tem que comer muito arroz com feijão pra tentar ser diretor de cinema. Fraco. Fraquíssimo!
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Aster Basílio
19/02/2004
nota:Rate04
Interessante como os combativos ícones da esquerda são assimilados a posteriori por valores que negaram em vida, entificados na demonizada figura do "Mercado". Caso de "Che" Guevara, médico e guerrilheiro argentino, que teve parte de sua história recentemente filmada na hollywoodiana produção do belo "Diários de Motocicleta", sob a direção de Walter Salles, e é hoje uma das principais grifes consumidas avidamente pelos jovens, que se pudessem comprariam até a maneira de olhar do ícone. Histórias emblemáticas de personagens fortes, revolucionários, em um tempo de prisões, lutas e, principalmente sonhos, algo meio em falta hoje, ou, para não ser tão pessimista, meio difuso. Estes componentes, acrescido outro fundamental: uma bela história de amor, constituíram o cenário da trama de sucesso de bilheteria de mais uma produção brasileira, "Olga" dirigido por Jaime Monjardim. Com uma atuação brilhante, a atriz Camila Morgado viveu com toda força de sua verdade a judia alemã que abandonou a tudo e a todos, pelo seu ideal revolucionário até encontrar o seu verdadeiro amor, no companheiro de utopia, o "Cavaleiro da Esperança" Luiz Carlos Prestes, muito bem interpretado pelo ator Caco Ciocler. Não posso deixar de dizer que o tom duro de Camila me lembrou ainda que longe a personagem Ninotchka, magistralmente vivida por Greta Garbo. Com uma história dessas a que optar em qual aspecto focar o filme e assim construí-lo. Não creio que a mera opção por contar uma história de amor, com pano de fundo histórico e político tenha de ser necessariamente a mais frágil. E esta opção ficou bem clara quando o diretor omitiu um fato importante. Olga não só fora designada para proteger Prestes, uma de suas funções era a de espiar o líder brasileiro. Sem se ater às problemáticas históricas das relações entre a Internacional e o Partido Comunista, e principalmente sem qualquer referência à opinião da população brasileira naqueles dias difíceis, o que soou algo confuso o logro do levante pretendido por Prestes, Monjardim apostou em imprimir ao seu filme uma aura de superprodução, bem ao Spielberg de "A lista de Schindler". A meu ver esse não foi o principal problema do filme. É certo que ele poderia conciliar o aspecto humano e o histórico como, por exemplo, no belíssimo "Reds", dirigido e estrelado por Warren Beatty, que contou a história do jornalista americano John Reed na época da Revolução Russa de 1917. O maior pecado técnico de "Olga" foi a sua fotografia de televisão. Em princípio não tenho quaisquer preconceitos com recursos de outra linguagem, desde que apropriados à película. A superexposição e abuso do close e superclose, acabou banalizando este recurso, que é preferencial em telenovelas, pela própria limitação natural que o veículo ao qual se transmite tem. Em quase 70% do filme tem planos fechados nos personagens e nas cenas principais. Além de me cansar disso, lembrei muito de que o recurso que mais seduz qualquer cinegrafista amador é o zoom. Foi a sensação que me passou, guardadas as devidas proporções. Para quem se sentiu frustrado do ponto de histórico, em relação ao filme, minha recomendação é assistir ao documentário "O Velho", dirigido por Toni Venturi. Aos mais sentimentais, meu conselho é comprar sua pipoca, pegar seu namorado(a) e seu lenço e ir ao cinema mais próximo assistir a uma bela e comovente história de amor.
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Lucindaa
20/02/2004
nota:Rate010
Não compreendo como ousam criticar filme de tamanha qualidade! Sem dúvidas, um dos melhores filmes dos últimos tempos por ser completo, pois além de contemplar os telespectadores com uma boa dimensão histórico-política, também traz uma profundidade dramática devastadora. Nota 10 para o filme em si e 20 para a atuação de Camila Morgado que, sem dúvidas, foi impecável no intento de transmitir excelente carga emotiva. A cena em que é retirada Anita de Olga Benário é imperdível! Só por ela já vale à pena assistir ao filme. Umas das mais comoventes cenas da história do cinema, que certamente ficará registrada na mente dos que apreciaram o filme. O ator Caco Ciocler tampouco deixa a desejar com sua interpretação, já que mostrou um lado de Prestes até então desconhecido por muitos, qual seja, o Prestes em sua intimidade, com seu semblante tímido e recatado. No que tange à Fernanda Montenegro, sem comentários. O papel forte e relevante de Dona Leocádia lhe caíu como uma luva dada à sua brilhante capacidade de interpretação. Parabéns igualmente à direção e ao roteiro que apenas reforçam a minha opinião de que o cinema nacional está deslanchando progressivamente. Este é um filme dotado de sensibilidade e poesia, forte, humanitário,enfim, digno de uma premiação às alturas. Não me refiro aqui a um Oscar americano, manipulado e forjado, mas a qualquer prêmio que reconheça, com honestidade, o seu indiscutível mérito. Afora tudo, ainda ouso dizer que preferi o filme ao livro em razão de o primeiro ter mostrado com maior nitidez a grandiosidade da mulher Olga, não apenas como revolucionária, mas como esposa, como mãe, e, sobretudo, como figura humana. Sua coragem e entusiasmo em todos os aspectos servem de modelo a todas as mulheres, de todas as gerações, passadas, presentes e futuras. E aqui vai uma das mensagens mais belas do filme: "Lutei pelo bom, pelo justo e pelo melhor do mundo" (Olga Benário).
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Roberto Shigueto Iwamoto
21/02/2004
nota:Rate010
Um otimo filme,e que honra feito aqui no brasil,todos de parabens, diretor artistas em geral... agora vamos e venhamos será que com esta capacidade de se fazer filmes.. não poderíamos mudar o quadro nacional...voce vai ao cinema e so encontra os americanos por cima de tudo...vejam este exemplo olga....que filme... tomara que surjam mais filmes tipo olga ou outro genero mas filme brasileiro...com certeza estaremos exportando ..todas estas qualidades.... parabens a todos.
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Judith Crohmala
22/02/2004
nota:Rate010
Não entendi,porque a cr[itica "meteu o pau"!Não li o livro,não sei se é melhor ou pior.Mas,o filme é de uma sensibilidade enorme!Camila Morgado dá um show.A direção de Monjardim é nota dez.Figurinos e reconstituições de locais,no próprio RJ,foi uma idéia de gênio.E mostrar,quando fazem 50 anos da "morte" de Getúlio,que ele não era tão bonzinho assim,já é um trunfo!Parabéns a todos!É o melhor filme nacional já feito!(e olha que eu sou super-cinéfila,com bacharelado em Letras pela PUC-RJ)!
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Luana Cristinaa
23/02/2004
nota:Rate010
O cinema nacinal vem melhorando muito, a prova disso è o filme de Olga Benario, melhor producao cinematrgrfica nacional de todos os tempos... alem de seguir a risca o livro... tem como a personagem principal, uma estrela q tao nova ja mostra q vai ser um talento inesqucivel, Camila Morgado.... bom sem mais rodeios esse foi e sera o filme do ano.
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Ricardo Quentel Melo
24/02/2004
nota:Rate010
Adorei o filme, pois nunca a história do cinema brasileiro se superou tanto! É realmente um filme impressionante, excelente. Nem parece um filme brasileiro, parece uma produção Hollywoodiana. Merece o primeiro Oscar do cinema brasileiro, apesar disso não ter tanta importância para a qualidade do filme. Parabéns!
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pedro1asakura
25/02/2004
nota:Rate010
Eu modéstia parte odeiava o cinema nacional, justamente pela pessima elaboração, mas quando entrei na sala de cine pra assistir Olga, simplesmente me deparei com o melhor filme nacional e entre os melhores estrangeiros... O cinema nacional está de parabéns!!! Valorizar o cinema nacional é abrir caminhos para culturalização do Brasil... Assistam OLGA!
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Vânia Rodrigues Stellea
26/02/2004
nota:Rate010
Um exelente filme, o jayme esta de parabens. alem de relatar a era vargas, mostra o evolucao da mulher na sociedade,uma verdadeira guerreira,nao porque so mulher mas todos devem reconhecer da luta,deu seu vida parq mudar o mundo, se todos unise-nos faria deste mundo um mundo melhor.
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Bárbara Lunaa
27/02/2004
nota:Rate05
Fiquei bastante decepcionada com o resultado do filme que eu passei minha vida inteira esperando,pois essa produção está mais parecendo um melodrama mexicano do que a história de uma grande revolucionária.O filme passa o tempo todo mostrando diálogos vazios de um romantismo exacerbado permeado por interpretações exageradas,como se tudo que Olga tivesse feito fosse por amor a Prestes quando na realidade ela foi uma mulher inteligente, racional e dedicada a um ideal nobre. closes desnecessários e uma musiquinha brega que passa o tempo todo tocando pioraram ainda mais a situação.Finalmente só não foi de todo mal porque os momentos finais contribuirão bastante pra calar a boca de quem ainda sente falta da ditadura de Getúlio e desse momento negro vivido pela humanidade. chorei...não pelo filme mas por me sentir machucada em saber que o ser humano é tão cruel.Mas aconselho a todos que querem realmente conhecer a história dessa grande mulher alerem o livro de Fernando Morais.
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Antonio Carlos
01/03/2004
Como ficção é otimo. Mas é ideologicamente distorcido da realidade. É a mesma coisa de tentar vanglorisar o Bin Laden. Olga era uma terrorista (especialista em bombas) filiada ao partido comunista do Brasil que entrou clandestinamente no brasil e tinha o objetivo de uma revolução stalinista no país. Era ainda amante de Luiz Ca Carlos Prestes (dirigente do PCB). A Policia de Getúlio prestou relevante serviço a nação em captura-la e o STF (orgão máximo do judiciário) por unanimidade resolveu que esta deveria ser expulsa para o seu país de origem (como manda a constituição),entre um dos ministros estava Celso Bandeira de Melo (criou o código civil). O que Hitler fez com ela é culpa dele e não de getúlio. A esquerda tenta vanglorizar uma mulher que foi criminosa, pregava o ódio e não tinha pudor de matar para chegar ao poder. Uma pena que os jovens que assistem sejam influenciados por esse filme por ignorância feitos por pessoas filiadas a uma ideologia falida e reprovada pela humanidade.
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Lucianaa
02/03/2004
nota:Rate010
Muito Bom, A atriz e otima e se nos ainda nao conseguimos chegar a um filme americano, com dizem, estamos quase la, opiniao falta muito pouco. As imagens sao mais pra filme do que pra novelas. Com certeza estamos quase lá.
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Paulo Pozobom
03/03/2004
"É inútil tentar fazer um homem abandonar pelo raciocínio uma coisa que não adquiriu pela razão." (Jonathan Swift) Emir Sader escreveu um texto recentemente elucubrando sobre possíveis causas quanto ao incômodo de algumas pessoas com o filme Olga, baseado no livro de Fernando Morais. Em primeiro lugar, Sader deve viver em outro país, dado que ele destacou o peso da reação negativa ao filme, enquanto o que vejo é uma quase onipresença de elogios. Fora isso, seu artigo se trata de uma verdadeira chuva de mentiras, inversões, apelos emotivos e hipocrisia. Vejamos, para começo de conversa, essa passagem: "Olga incomoda porque conta a história pessoal de dois revolucionários. Incomoda saber que militantes comunistas são seres humanos, que amam, que sofrem, que são felizes, que se identificam profundamente com as causas pelas quais lutam, que não buscam nenhuma vantagem pessoal, mas sim a justiça e a solidariedade." Será? Ou poderia ser o caso de incomodar, aos poucos lúcidos, o fato desses revolucionários que também amam terem lutado por um regime que aniquilou cerca de cem milhões de vidas inocentes mundo afora? Sem falar que Bin Laden provavelmente também acredita na sua causa, é tecnicamente um ser humano e com certeza não luta por dinheiro, já que é podre de rico. Um filme transformando Bin Laden em herói não deveria incomodar, portanto? Os comunistas invertem tanto os fatos e fazem tanta propaganda enganosa, como esse filme Olga, que os leigos e ignorantes são levados a crer numa mentira tão absurda, mas tão absurda, que parece até verdade. Afinal, teria que ser muito cretino para se inventar tanta coisa. Vamos sair das falácias e resgatar alguns fatos, para que o veneno de Sader não contamine mais alguns desinformados pelo caminho. O sonho romântico e utópico pelo qual Olga lutou foi o mesmo que matou de fome mais de vinte milhões na URSS de Stalin, ou cerca de sessenta milhões na China de Mao Tse Tung. Foi o mesmo comunismo que levou Pol-Pot e seu Khmer Vermelho a exterminarem um terço da população do Cambodja. A mesma ideologia que faz com que Cuba e seu ditador Fidel Castro transformem uma bela ilha num verdadeiro presídio de miseráveis. O mesmo regime que lançou o Chile de Allende no caos social. A "solidariedade" pela qual lutava Olga e seus aliados, financiados e treinados como terroristas pela NKVD, é a que trouxe tanto terror e sangue ao mundo no século passado. Será que um filme que oculta tudo isso não deveria incomodar? Será que as manipulações que tentam transformar em opostos os primos nazismo (nacional-socialismo) e comunismo não devem despertar revolta? Será que a tentativa de alçar ao patamar de heroína uma espiã do regime mais cruel que a humanidade já vivenciou não deve nos angustiar? Será que as "nobres" intenções são excusas para os catastróficos resultados? Só mesmo para os românticos ignorantes, transformados em idiotas úteis dos hipócritas pérfidos. Sader continua com sua completa inversão dos fatos, fruto de uma patologia incrível ou muita má fé: "Olga incomoda porque recorda as brutalidades repressivas que se cometeram contra os comunistas, aqui e na Alemanha. Incomoda porque a Alemanha - país ocidental, branco, protestante, anglo-saxão, capitalista - foi poupada por Hollywood, apesar de ter feito a pior 'limpeza étnica' da história, contra judeus." A brutalidade maior foi a cometida pelos próprios comunistas, e se colocarmos os pingos nos "is", nazistas e comunistas, primos, foram responsáveis pelos genocídios do século XX, impedidos de matarem mais justamente pelos capitalistas, odiados por Sader. Chamar a Alemanha de Hitler de capitalista é uma piada de muito mal gosto, já que o Füher declarava abertamente seu ódio a tal sistema. Dizer que Hollywood poupou o nazismo agride o bom senso, dado que foram rodados inúmeros filmes contra Hitler, enquanto raros foram os que trouxeram das profundezas da desinformação a realidade sobre o comunismo. Quanta contradição! O único trecho onde Sader fala algo de verdadeiro está na seguinte passagem: "Mas sobretudo Olga incomoda porque é um filme que toma posição: é de esquerda - como o são Diários de motocicleta e as fitas de Michael Moore -, quando nos querem convencer de que isso não existe mais." Concordo, finalmente. E aqui Sader deixa transparecer sua verdadeira admiração por tais filmes panfletários e mentirosos. É pura propaganda política, em defesa de uma ideologia assassina, já devidamente transformada em religião fundamentalista pelo caráter dogmático de fé cega dos seus discípulos. Não há espaço para a razão, não tem como apelarmos para a lógica e análise sincera dos fatos. Existe uma profunda necessidade de crença por parte dos comunistas. E somente isso justifica uma admiração por pessoas que tanto mal trouxeram ao mundo, lutando pela implantação de um regime cruel e assassino.
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Lara Françaa
04/03/2004
nota:Rate02
Cultural? Informativo? Útil? Por favor... se querem informação leiam a fonte, leiam o livro de Fernando de Morais, que eh verdadeiramente interessante. Olga foi retratada de uma maneira ridiculamente equivocada. Novela da Globo para os cinemas. Ao menos o diretor reconheceu que privilegiava o romance, não a política ou mesmo a verdade.
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Tatiane Ribeiroa
05/03/2004
nota:Rate01
Saí da sala do cinema profundamente decepcionada, esperava bem mais de uma produção que demorou mais de dois anos para ser feita e de uma história baseada em um livro tão tocante e tão fiel aos dados históricos. Além disso, todos aqueles closes e fundos músicais fizeram com que o filme muitas vezes parecesse uma charada. A única cena que realmente fez jus ao livro foi quando tiram Anita de Olga. O diretor teria feito muito melhor se tivesse transformado a história em minisérie, que é o que ele sabe fazer bem.
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Susie Maciela
06/03/2004
nota:Rate07
É bacana saber que o filme foi inteiramente filmado no Brasil, mosrando que podemos fazer filmes de qualidade,mas ele nos passa a imagem de um Prestes bastante ingênuo. Não podemos esquecer que olga era uma estrangeira clandestina tentando fazer uma revolução comunista no nosso país.O que teria sido de nós se eles tivessem conseguido?
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Ana Carolinaa
07/03/2004
nota:Rate010
É simplesmente um filme Maravilhoso. O cinema Brasileiro já estava me surpreendendo desde que começou a crescer. Olga é um filme que, ou te deixa de cabeça erguida, ou te faz ficar dias tentando entender como alguem pode saber ser forte em uma hora, e frágil em outra.
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bruno souza
08/03/2004
nota:Rate08
Olga é um filme muito bom. Mostra o quanto o cinema brasileiro evoluiu. Possui uma excelente cenografia e direção de fotografia. Surpreendente a atuação de Camila Morgado. Creio, porém, que o conteúdo histórico foi um pouco sacrificado para se valorizar o caráter romancista e amoroso da história. Esta é minha única crítica. Parabéns ao diretor Jaime Monjardim e parabéns ao cinema brasileiro. Como é bom ir ao cinema e assistir um filme brasileiro de qualidade.
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Joycea
09/03/2004
nota:Rate010
Simplesmente maravilhoso! Eles não quiseram mostrar principalmente o lado POLÍTICO de Olga, e sim seu lado MÃE e MULHER. Muito bom o filme, emocionante! Todos deveriam ler o livro para conhecer seu lado político também. Uma mulher matavilhosa, todos deveriam saber de sua história!
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Jônatas Leal
10/03/2004
nota:Rate010
Gostei muito o diretor esta de parabens, mais o que me impressionou foi a atuação da camila morgado que soube passar muito bem o que com certeza olga sentiu, soube passar ao publico todo o drama da situação. uma historia muito triste nunca havia chorado tanto no cinema como nesse filme.graças a Deus o cinema brasileiro esta melhorando,esta de parabens a todos do elenco!
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Joel Alves
11/03/2004
nota:Rate010
MARAVILHOSO!Amei esse filme, há muito tempo eu não me emocionei tanto com um filme nacional como "Olga". A produção, a fotografia, a atuação dos atores [ Camila Morgado etá nota 1.000 ]. O filme é bem comovente, principalmente em seu final. Mas, mostra antes de tudo, como o cinema nacional evolui. Fico imaginado em 2010 como estará o nível do cinema nacional. VIDA LONGA AO CINEMA NACIONAL.
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Tatiana S.S.a
12/03/2004
nota:Rate010
Olga é simplesmente fantástico.Chorei o filme todo,saí do cinema em prantos. O talento de Camila Morgado é indiscutivel.O que senti quando vi o filme é indescritivel em palavras.Infelizmente ainda existem pessoas que não sabem apreciar obras de arte.Fazer o que?A Alternativa é deixar que eles continuem alienados. Camila vc está espetacular neste filme.depois que vi a casa das sete mulheres me encantei pelo seu trabalho, mas quando vi sua atuação em olga tive a certeza de que o seu talento é totalmente indiscutivel. Muitos beijos e muita sorte!!! Camila vc nasceu para brilhar.
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Rossianea
13/03/2004
nota:Rate010
Creio que o cinema brasileiro vem avançando muito bem,e que este filme é uma mostra disso,quem não gostou é porque não entendeu,porque quem entendeu gostou,e se emocionou com a história desta mulher valente,que sempre lutou por seus ideais,e que nunca desistiu.
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Danilo Albuquerque
14/03/2004
nota:Rate08
"Olga" poderia ser melhor se o romance entre a protagonista e Prestes não fosse tão evidenciado. Mesmo assim deve ser visto pois relata um pouco da vida dessa grande revolucionária q tanto lutou pela desigualdade entre os povos e que muitos ainda conhecem apenas como "a mulher de Luís Carlos Prestes".
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Reinaldo Zanardi
15/03/2004
nota:Rate010
O filme de Monjardim é um convite à reflexão sobre o mundo que tivemos, o que temos e o que queremos ter. A crítica, aquela que se diz especializada, que o compara a uma minissérie ou algo do tipo TV e se fixa em erros de continuidade e técnicos, prefere se ater a isso do que discutir realmente o significado da revolução, da transformação social. Fico admirado, sim, pela Rede Globo - responsável por décadas de manipulação e por parte da miséria brasileira decorrente dessa manipulação - embarcar num projeto tão grandioso e de esquerda, conforme classificou o escritor Emir Sader. Desmerecer o filme por questões técnicas ou por uma linguagem televisa é deixar em segundo plano a essência da película: a revolução está dentro de cada um que nós que quer um mundo melhor, mas justo e mais belo.
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Diego Tavares
16/03/2004
nota:Rate010
O filme é ótimo. Já tinha lido o livro e me apaixonei mais ainda por Olga. Ela foi uma mulher fantástica, coisa que o filme soube demonstrar bem. Camila Morgado e todos os outros atores e diretor estão de parabéns! Quem ainda não assistiu não sabe o que tá perdendo.
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Maristela de Fátima Assumpçãoa
17/03/2004
nota:Rate010
O filme é maravilhoso, é o melhor filme brasileiro que já assisti. A atuação de Camila Morgado é um espetáculo à parte. As imagens são muito bonitas, e a história foi contada com delicadeza, de forma que não se torna piegas, nem desmerece a força da verdadeira Olga Benário, por mostrar que ela, além de guerreira, foi capaz de um amor incondicional a um homem fantástico. Excelente também a atuação de Caco Ciocler. É o tipo de filme que vale muito a pena assistir.
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José da Cunha Borges
18/03/2004
nota:Rate04
O filme em se tratando de historia e no minimo camuflante. O brasileiro ja e muito desinformado e olga que tem uma historia muito bonita perde a chance de ser relamente conhecida na sua totalidade. Os produtores de filmes devem tomar muito cuidado ao trazer para as telas filmes que contem grande conteudo historico e retrata-los como realmente aconteceram.
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Victor Stifler
19/03/2004
nota:Rate010
Este e alem de um filme grandioso quanto a figurino e locações e também um resgate a nossa historia tão perdida nos porões da repreção dos anos de chumbo. Orgulho-me ao assistir esta produção e ao final dizer sou brasileiro, não bas estes elogios o filme em si é um verdadeiro épico contando com a imortal do cinema brasileiro FErnanda Monte Negro.
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Olaviaa
20/03/2004
nota:Rate07
Foi um filme interessante pois resgata a historia brasileira, 'so que achei um pouco cansativo afinal o diretor podia ter explorado mais os fatos historicos dos personagens e do Brasil daquela epoca, mas enfatizou muito o romance, muita cena de sexo entre a Olga e o Luiz Calos Prestes!Apesar disso o diretor estar de parabéns pelo seu primeiro longa!!! aguardo mais gilmes dirigidos por ele.
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Lídiaa
21/03/2004
nota:Rate010
Simplesmente ESPETACULAR...Essa Camila Morgado, estava perfeita....a Historia me comoveu muito, esatm de parabéns ATORES E DIRETORES, deste grande e estupendo filme.
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João Sobreira Rocha
22/03/2004
nota:Rate010
Esperei muito para ver o filme OLGA - por não simpatizar com o cinema brasileiro. Um exemplo? CENTRAL DO BRASIL ( horrível )com cenas quadro a quadro, nos dá a impressão que não existe roteiro pré determinado.... Quanto à OLGA - fiquei maravilhado. Alí, alem da saga brasileira em uma de suas fases mais cruéis, a beleza do cenário triste, a interpretação da Camila Morgado e todo o contexto do filme, nem parece ter sido feito numa fábrica desativada do Rio de Janeiro. E pergunto? Por que será a "Central do Brasil" foi indicado ao Oscar e o majestoso "OLGA" não passou de prêmios menores ? Na hora de valorizar um belo filme como esse, a crítica parece surda e muda - o que é uma lástima.
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3.5
82 voto(s)

crítica do adorocinema

Rate04 por Roberto Cunha
Jayme Monjardim sabe filmar e isso é inegável, mas "Olga" não passa de uma grande novela no cinema. Uma pena. A nota ideal é 5.
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