Título original: (The Core)
Lançamento: 2003 (EUA)
Direção: Jon Amiel
Atores: Aaron Eckhart, Hilary Swank, Delroy Lindo, Stanley Tucci.
Duração: 135 min
Gênero: Ficção Científica
Status: Arquivado
Repentinamente a Terra parou de realizar seu movimento de rotação, devido a uma força ainda desconhecida que está agindo sobre o planeta. A paralização traz consequências desastrosas para o planeta, já que proporciona a deterioração do magnetismo da Terra e, consequentemente, também de sua atmosfera. Para tentar descobrir o que está havendo e resolver a crise o geofísico Josh Keyes (Aaron Eckhart) escala uma equipe com alguns dos mais brilhantes cientistas do planeta, que tem por missão ir até o núcleo da Terra para reativar a rotação do planeta.
Lucas em 18/11/2009Nota: 3
Vou dar uma nota razoável pelos efeitos especiais , por não ser tão monótono e por ser um tema de ficção científica , o filme é bem legal pra quem quer assistir mais uma vez como pode se acabar o mundo
Fábio Flora em 05/01/2003Nota: 3.5
Em tempos de terror pode parecer cínico, irônico, de mau gosto, quem sabe. Mas admito que adoro filmes-catástrofe. Sinto prazer quando encontro um longa-metragem em que a Terra e a humanidade correm grande perigo — a extinção, por exemplo. Por isso, saí de casa para assistir a O núcleo. Recuso-me a escrever o desnecessário subtítulo. Primeira vez que vi Roma ser destruída por raios, a ponte de São Francisco derreter e as pombinhas perderem o rumo no centro de Londres. Também foi a primeira vez que o núcleo de nosso planeta parou de girar. Argumento bem sacado. No entanto, já tivemos outros e melhores representantes do gênero “salve-se-quem-puder”. Talvez tudo tenha começado (ou terminado, depende do ponto de vista) com a Guerra dos mundos (1953). Mas aquelas ainda eram explosões de farinha e os bravos soldados que nos defendiam da invasão alienígena se protegiam em trincheiras de sacos. De farinha. Abelhas, aranhas, terremotos, vulcões, asteróides, monstros gigantes, vírus microscópicos, as ameaças, muitas. Até chegarmos ao verão de 1996, 4 de julho. A sombra daquelas naves enormes cobrindo as principais cidades do mundo... dos Estados Unidos da América, reconheço. Destruição impressionante, assustadoramente real. Naquele momento, nascia um dos meus maiores sonhos: ser figurante de um filme desses. Gostaria muito de poder olhar pro céu e fazer aquela cara de espanto-espantoso-espantado. Ser um pedestre desavisado nas ruas de Nova Iorque ou Washington no vibrante e megalomaníaco Independence Day, a obra-prima de Roland Emmerich. Viria a sentir o mesmo feeling na patriotada Armageddon, de Michael Bay. Uma delícia acompanhar, naquele ritmo de videoclipe, o personagem canastrão de Bruce Willis e sua trupe de perfuradores de petróleo na missão to save the world. I didn’t wanna miss a thing. No fim das contas, dos filmes, da vida, bom mesmo é poder ver a Terra sã e salva, os cientistas da NASA respirando aliviados (we got it!), a trilha sonora subindo o volume, as pessoas nas ruas de Los Angeles, Paris, Bagdá e Hong-Kong celebrando a paz, um futuro livre de tragédias e terror. Só explosões de farinha."
Dimas em 14/01/2003Nota: 5
É um filme, com ótimos efeitos especiais e muito criativo, onde o tema foge bem do fatídico espaço. Não ligo se dá a impressão que sem os americanos o mundo estaria perdido, afinal de contas a maioria da equipe que o produziu é de americanos.
pedro1asakura em 08/01/2003Nota: 2.5
Ainda bem que não esperei muito de "Núcleo - Missão ao centro da terra", ficção científica que estreou no topo do Top 10 Brasil levando 100 mil espectadores aos cinemas e que já arrecadou em suas primeiras semanas no EUA, mais de 20 milhões de dólares. Ler o enredo já basta. Não que a idéia seja tão desperdiçada, mas só poderia resultar em mais uma ficcçãozinha científica clichê. Pelo menos, dessa vez, não é uma invasão alienígena ou um asteróide que vem sobre a terra. Aí, tem uma vantagem: a inovação (mas só serve a título de curiosidade, porque no filme todos os clichês normais existem). Porém, acaba acarretando uma falha no roteiro. Ficções científicas, ao meu ver, empolgam mais quando existe uma luta contra um inimigo. E a idéia de ir ao centro da terra reanimar o núcleo do planeta não é tão empolgante assim. Tirando os detalhes principais, o roteiro é uma sucessão de clichês. Tem aquele físico bonitinho que descobre um grave problema e vai numa missão salvar o mundo. Todo o procedimento é clichê: uma solução emergencial é construída e durante a missão sempre ocorrem incidentes que no momento parecem, oh, muito graves. Na missão tem sempre aquele carinha mais velho e mais chato que é sempre o vilão e que quer desistir. Nessa fita, não é diferente. E pasmem: todos vão morrendo na missão e só sobrevivem o físico bonitinho e a astronauta astuta. A direção é bem fraquinha e segue a linha do roteiro. Nem a cena dos pombos, nem a do ônibus especial são muito bem feitas e a missão em si, ao centro da terra é cheia de "defeitos especiais". Quanto as atuações, não há muito o que comentar: Aaron Eckhart faz seu papelzinho clichê bem, e o que não exigiu muito dele. Hilary Swank é de novo uma garota inteligente e boazinha e etc, o seu mesmo papel de sempre. Vale apenas ler o enredo e imaginar a estória, porque vendo o filme, você só percebe clichês e percebe o que vai acontecer de cena em cena. Não cumpre tão bem o seu papel assim de filme pipoca, até porque é arrastado por longos 134 minutos."
Sílvio Araújo de Sousa em 13/01/2003Nota: 3.5
Para professores, este filme é uma ótima ferramenta pedagógica, quando o tema da aula for as camadas da terra (litosfera, manto e núcleo), é uma ficção sim, mas apresenta embasamento científico,e com os devidos comentários e suporte do professor conduzirá o aluno a uma melhor compreensão das estruturas da terra e suas características.
Paulo Sérgio em 16/01/2003Nota: 1.5
Sem efeitos que justifiquem a locação ou o ingresso, vale apenas pela sugestão de curiosidades sobre geologia e física. O investimento numa filmagem do clássico de Julio Verne (viagem ao centro da terra), que inegavelmente foi a inspiração do filme, talvez tivesse melhor efeito!
Sílvio Zaleski em 12/01/2003Nota: 5
Gosto de filmes trash.Daqueles à la Roger Corman, o que surpreende no filme - The Core - que ele não veio nessa embalagem- de filme trash. Era pra ser um daqueles filmes politicamente corretos, glorificando o American way of life e que desse muito lucro, porque o pessoal adora um desastre. Mas o filme, é cômico. Eu fico matutando: um ator pra aceitar um papelão desse, das duas uma, ou não sabia que faria papel de ridículo ou tava desesperado por dinheiro, pegando qualquer coisa pra juntar umas verdinhas. O roteiro é patético, as interpretações são patéticas, quando morria alguém eu dava muita risada, porque as circunstâncias eram rísiveis. A Hillary Swank, faz o filme inteiro com aquela cara de deslumbrada, acho que doparam a menina, ela deve ter percebido a besteira que fez, não aceitou mais e os produtores doparam a coitada. Mas, você pergunta porque eu dei dez? Porque eu ri muito, os cara pagaram o maior mico.E como falei , eu adoro um filminho trash, e esse ganhou 10 nessa categoria.
Alexandre Bali em 09/01/2003Nota: 3.5
A Paramount poderia ter gasto uns milhões de dolares a mais para finalizar esse filme, que é um dos poucos filmes do genero que eu gostei, eles acertaram no elenco e na historia que é razoavelmente boa, mas em matéria de efeitos decepiciona bastante o que é uma pena. Mesmo assim vale ser visto!
Thaís Ciarellia em 11/01/2003Nota: 5
Eu adorei este filme porque ele é o filme mais criativo que eu vi ja vi parabens para todos que fizeram este filme ele esta maravilhoso ASSISTEM VOCÊS VAO ADORAR!
Nílton Cavalini em 15/01/2003
É triste por ser um Armagedom ao contrário. São tantas as violações das Leis da Física, que bastaria soluções mais simples, como enviar marmotas transgênicas ao centro da Terra para botar o núcleo para girar. O filme só diverte porque os mocinhos morrem quase todos e porque o laser perfurador e os motores só funcionaram na ida. Na volta, eles não foram necesssários, até porque para ir levaram vários dias, mas para voltar, apenas alguns minutos, pois o filme tinha que acabar.
O Filme é bom! Muito emocionante. Recomendo.
por Victor Tavares Alves, 14/02/2012 às 06:44
Capitão América: O Primeiro Vingador
Dessa série dos vingadores, o Capitão América não é o pior, achei o Thor mais fraco, e ...
por Marlon_SS, 14/02/2012 às 05:38
É um roteiro extremamente americano, mas passa uma mensagem bonita. A atuação marcante de...
por Marlon_SS, 14/02/2012 às 05:33
Eu nunca vi um título representar tão bem um filme.
por Marlon_SS, 14/02/2012 às 05:30