Título original: (The Ballad of Jack and Rose)
Lançamento: 2005 (EUA)
Direção: Rebecca Miller
Atores: Daniel Day-Lewis, Camilla Belle, Catherine Keener, Ryan McDonald.
Duração: 112 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Jack Slavin (Daniel Day-Lewis) vive em uma ilha deserta com sua filha Rose (Camilla Belle), que tem 16 anos. Extremamente protetor, Jack procurou impedir ao máximo que Rose tivesse qualquer influência do mundo exterior. Porém agora ela o enche de perguntas sobre seu futuro, o que deixa Jack atordoado. A situação fica ainda mais complicada para Rose quando seu pai traz para a casa em que moram Kathleen (Catherine Keener), sua amante, juntamente com os dois filhos dela, Rodney (Ryan McDonald) e Thaddius (Paul Dano).
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Karen Herrerosa em 06/01/2005Nota: 5
Além da beleza estonteante, o filme aborda de maneira delicada e humana um dos tabus fundadores da civilização. Nos mostra as delícias e as dores de empreender a luta pela liberdade e beleza no mundo fora do de Jack e Rose.
Luísa W. Pietroa em 04/01/2005Nota: 5
Essa, eu realmente não entendi. Estou me referindo, é claro, ás críticas negativas que saíram sobre o filme. Na hora de alugar, fiquei até com medo. Porém, tive uma bela surpresa, o filme é belíssimo. A relação de Jack e Rose vai muito além do "incesto". Rose é ainda uma menina inocente, criada de acordo com os princípios e crenças do pai. Por causa desse seu idealismo, Jack se recusa a "viver uma vida normal" o que acaba, inconscientemente, levando a sua própria filha ao isolamente. Por um longo tempo, a vida deles dá certo dessa maneira. São felizes nas coisas simples que fazem e acima de tudo são ligados por um forte sentimento e admiração mútua. Quando Jack adoece, começa a perceber que suas escolhas iriam no futuro prejudicar sua filha. Por causa disso e de sentir que aos poucos estava se apaixonando por Rose, ele decide então, convidar sua amante sem importância nenhuma e seus dois filhos, para ir morar na ilha. Rose, então, leva um choque com essa repentina mudança e se sente enciumada e traída por seu pai, por isso tenta a todo custo se vingar dele. O resto do filme, é melhor assistir. Toda a simbologia, diálogos e principalmente a trilha sonora do filme são fantásticos. Muita gente se esquece que se trata de um filme, portanto, coisas surreais estão presentes, até mesmo pra dar mais beleza a história. Não tenho também do que me queixar do roteiro ou da direção. Os personagens além de bem escritos são cuidadosamente interpretados por ótimos atores, tanto o elenco jovem quanto os atores mais respeitados. Daniel Day-Lewis, é o grande triunfo do filme. Se não fosse por ele, talvez a película perdesse alguns pontos. Camilla Belle, apesar de não ser uma atriz tão boa assim, está excelente no papel, já que sua personagem pede que sua intérprete tenha cara de boba e seja inexpressiva. Maldades a parte, Camilla cumpre muito bem o seu papel, assim como Paul Dano, Catherine Keener e Ryan McDonald (uma versão menos exagerada de Jack Black). Ao contrário do que a crítica diz, não achei o filme parado nem muito ao menos distante. Talvez, como o próprio personagem de Day-Lewis diz em determinada parte do filme, "é tudo uma questão de gosto". Neste caso, de bom gosto. O que posso dizer é que o filme é sim muito bom e críticos são criaturas do inferno.
Isabellaa em 02/01/2005Nota: 5
O Mundo de Jack e Rose é um Filme Surpreendente. Eu Particularmente Adorei, é um dos melhores Filmes que já Assisti. Os Atores são Ótimos e o Enrredo é Magnífico, o Filme te preende e Emociona. Vale a Pena conferir.
Marcus Freitas em 05/01/2005Nota: 5
O filme é chocante, com questões psicossocias profundas, indo desde questões territoriais à incesto. A atuação de Daniel Day-Lewis (Jack Slavin) e Camilla Belle (Rose Slavin) é muito boa. A Fotografia e Música não empolgaram muito, mas compensa mesmo assim. Gostei do filme.
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR em 03/01/2005Nota: 3
A diretora Rebecca Augusta Miller, filha do escritor Arthur Miller e casada com o ator principal deste filme, Daniel Day-Lewis, aborda um tema pra lá de interessante: as esperanças e sonhos que não vingam. No caso, Jack Slavin (Daniel Day-Lewis) é um rico imigrante escocês que vive numa ilha na Costa Leste americana, onde, nos anos 60 fundou uma comunidade hippie. Os sonhos daquela época eram a contestação do modo de vida burguesa. A propriedade privada era contestada, o consumo de drogas e o amor livre eram o porta-estandarte do movimento que chacoalhou com a sociedade norte-americana naqueles anos. No ano de 1986, o único remanescente daquela comunidade é Jack Slavin e sua filha, Rose (Camilla Belle). Os dois vivem isolados do resto do mundo. Jack é contrário à televisão, sua filha tem uma educação dentro de casa, não na escola, enfim, de uma forma que os hippies faziam. A diferença é que o movimento hippie já havia passado e Jack não tinha se dado conta. Como Jack tem problemas de saúde (várias são as cenas que ele está tomando remédios) e construtores estão se aproximando de sua casa (o isolamento da casa está caindo por terra), o "único" autêntico hippie vivo decide trazer a sua namorada e seus dois filhos para sua casa. Dessa forma, ele imaginava que protegeria a sua filha caso ele morresse. Não passava pela cabeça de Jack que o roteiro que ele havia elaborado ía sair bem diferente do planejado: Rose não aceita a invasão do seu espaço e para chamar a atenção do pai faz questão de perder a sua virgindade; os filhos de Kathleen (Catherine Keener) são pra lá de problemáticos; a sua relação com Kathleen é arruinada. No fundo, o tema que deveria ser central é a hipocrisia de um indivíduo que não conseguiu lidar com a passagem do tempo. Além disso, Jack Slavin é um sujeito que diante de qualquer problema saca o talão de cheques de seu bolso e compra o que lhe perturba. O epílogo do filme é recheado de exageros e erros, fato que não tira o brilho das atuações de Daniel Day-Lewis e, principalmente, de Camille Belle, que arrasa como a filha de uma geração cujo sonho se perdeu ao longo dos anos. Poderia ter sido um filme brilhante, o que não impede que você alugue o filme, que entre outras coisas também possui uma trilha sonora brilhante, com sucessos de Bob Dylan e Credence Clearwater Revival.
Cada Um Tem a Gêmea que Merece
Esperava ser melhor :/
por miickaella, 13/02/2012 às 14:06
...concordo plenamente
por Diogo Timão, 13/02/2012 às 13:50
...me desculpe wesley, mas eh impressionante vc acha todo filme maravilhoso, quase todos fil...
por Diogo Timão, 13/02/2012 às 13:45
Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2
...O melhor HP da franquia, sem duvidas nenhuma
por Isnaildo, 13/02/2012 às 12:52