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Cidade dos Sonhos

titulo original: (Mulholland Drive)

lançamento: 2001 (EUA)

direção: David Lynch

atores: Justin Theroux , Naomi Watts , Laura Harring , Ann Miller , Dan Hedaya

duração: 145 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Mulholland Drive
  • gênero:Drama
  • duração:02 hs 25 min
  • ano de lançamento:2001
  • site oficial:http://www.mulhollanddrive.com/
  • estúdio:Le Studio Canal+ / Asymmetrical Productions / Imagine Television / Les Films Alain Sarde / The Picture Factory / Touchstone Television
  • distribuidora:Touchstone Pictures / Universal Pictures / Imagine Entertainment / Le Studio Canal+
  • direção: David Lynch
  • roteiro:David Lynch
  • produção:Neal Edelstein, Joyce Eliason, Tony Krantz, Michael Polaire, Alain Sarde e Mary Sweeney
  • música:Angelo Badalamenti
  • fotografia:Peter Deming
  • direção de arte:Peter Jamison
  • figurino:Amy Stofsky
  • edição:Mary Sweeney
  • efeitos especiais:

imagens - 28

Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos Cidade dos Sonhos

sinopse:

Um acidente automobilístico na estrada Mulholland Drive, em Los Angeles, dá início a uma complexa trama que envolve diversos personagens. Rita (Laura Harring) escapa da colisão, mas perde a memória e sai do local rastejando para se esconder em um edifício residencial que é administrado por Coco (Ann Miller). É nesse mesmo prédio que vai morar Betty (Naomi Watts), uma aspirante a atriz recém-chegada à cidade que conhece Rita e tenta ajudar a nova amiga a descobrir sua identidade. Em outra parte da cidade o cineasta Adam Kesher (Justin Theroux), após ser espancado pelo amante da esposa, é roubado pelos sinistros irmãos Castigliane.

elenco:

  • Justin Theroux (Adam Kesher)
  • Naomi Watts (Betty Elms)
  • Laura Harring (Rita)
  • Ann Miller (Coco Lenoix)
  • Dan Hedaya (Vincenzo Castigliane)
  • Mark Pellegrino (Joe)
  • Brian Beacock (Cantor)
  • Robert Forster (Detetive Harry McKnight)
  • Michael J. Anderson (Sr. Roque)
  • Angelo Badalamenti (Luigi Castigliane)
  • Scott Coffey (Wilkins)
  • Billy Ray Cyrus (Gene)
  • Chad Everett (Jimmy Katz)
  • Kate Forster (Martha Johnson)
  • Melissa George (Cammie Rhodes)

comentários

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Fernandaa
02/01/2001
nota:Rate010
"Mulholland Drive" é um daqueles filmes que nos dá vontade de ver pela segunda vez. Não só pelo fato de ser muito bom, mas por ser bastante complexo. É uma trama intrigante, que dá margem a diversas interpretações. As situações são inusitadas e surpreendentes, criando uma atmosfera de suspense durante todo o filme. Quando se pensa ter compreendido algo, há uma reviravolta e volta-se ao estado inicial de confusão. Consegue ser tenso e, ao mesmo tempo, exibir seqüencias engraçadíssimas. David Lynch consegue fazer com que o espectador fique atento e curioso por quase duas horas e meia. Além disso o elenco é excelente, o que é essencial num filme em que cada personagem se desdobra em, no mínimo, duas personalidades.Quando o filme termina, é necessário um bom tempo de assimilação e, se possível, de discussão. Por isso, não é um bom filme para se ver sozinho."
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Raffael
03/01/2001
nota:Rate03
Um dos piores filmes que já vi na minha vida. Os críticos dizem que "Mulholland Drive" inspira inteligência. Mentira. "Mulholland Drive" inspira ódio. Aquele ódio que a gente costuma ter quando, ao sair da sessão, percebe que desperdiçou seu dinheiro em algo banal. E banal para "Mulholland Drive" ainda é pouco. Vou parar de escrever senão perco minha paciência.
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Kiko César
04/01/2001
nota:Rate010
"Mulholland Drive" é um daqueles raros exercícios de pura criatividade, que David Lynch, seu roteirista e diretor, ousa compartilhar com seu público, não somente um voyeur diante da tela grande, mas também se conquistado cúmplice, fugindo numa fascinante viagem que começa certa noite pela legendária Mulholland Drive e que se embrenha por inusitados cantos de Los Angeles, cidade dos anjos. E dos sonhos. O saudável esforço de Lynch em não querer amarrar os personagens da trama, desde seu início até a brutal guinada no desenvolver da história (terceira parte do filme) não só rompe com uma tradicional linearidade narrativa, mas também a redescobre. Diante da mente do espectador uma obra orgânica, aberta, irreverente, em que cada cena tem sua beleza e vida própria.Dica: assista a esse filme totalmente relaxado e descompromissado, não aperte os olhos, não queira se apegar aos mínimos detalhes, aos "porquês" disso ou daquilo. "Mulholland Drive" tem como maior mérito a sua generosa multiplicidade de ângulos. É como se David Lynch, em determinada altura desse seu projeto, desistisse de querer desenvolver a trama em sintonia com o já estabelecido para simplesmente experimentar narrá-la em diferentes tempos narrativos. Assim, ele vai e volta entre o presente, o passado e o futuro; substitui seus personagens, trocando os seus papéis e, como genial consequência, reinventa o próprio roteiro, dentro do próprio roteiro. É como se nem Lynch soubesse para onde sua história está caminhando...Não é todo dia que o espectador pode ter acesso de forma tão explícita, mas nem por isso óbvia, à tempestade intuitiva de um diretor em pleno processo de criação. Caro David Lynch, o público te agradece.
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Erika Liporaci
05/01/2001
nota:Rate09
Depois do singelo "A história real", muita gente pensou que David Lynch havia "encaretado". Grande engano, já que na sequência ele filmaria esse mosaico surrealista que é "Mulholland Drive". O filme dá margem a diversas interpretações e talvez somente Lynch poderia nos explicar exatamente o que pretendia em algumas passagens. Na minha humilde opinião, o tema central é metalinguístico. Ele constrói uma história por quase duas horas e quando o espectador pensa que vai desvendar seus mistérios, ele a parte em pedacinhos bem pequenos e remonta numa outra ordem. Quem gosta de histórias certinhas, com princípio, meio e fim, vai se aborrecer. Já o espectador que tem interesse nos mecanismos por trás de um filme (especialmente roteiro e montagem), vai se deliciar! De quebra, ainda tem o humor negro e a estética de primeira. Só pela ousadia, o filme já vale algumas "estrelinhas" da crítica.
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Afonso
06/01/2001
nota:Rate09
"Cidade dos Sonhos" (ou Mulholland Dr.) é um filmaço. Já fazem três dias que o assisti e ainda me pego tentando desvendar algo do filme. A única coisa que tenho certeza é de que Betty e Diane eram a mesma pessoa...A única cena que decepcionou foi aquela em que os velhinhos que a recepcionaram entram por debaixo da porta e acabam provocando seu suicídio. Suicídio que ocorreu pois esses seres idosos representavam a chegada de Betty à L.A., de que ela tanto deveria se arrepender. Olha eu aí já tentando desvendar mais uma cena. Aos interessados poderemos trocar e-mails e fazer um Yahoo Discussion Group. Até breve!
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Thiago Pereira
07/01/2001
nota:Rate07
O filme tem uma trama envolvente logo de início. Naomi Watts (Betty) mostra que é uma atriz de muito talento. Mas o filme vai ficando ruim quando se aproxima o final. Vai tornando-se cansativo, mas dá vontade de continuar assistindo para ficar sabendo quais são as respostas para as interrogativas que aparecem no decorrer da história. O problema é que muitas das perguntas não são respondidas e o final torna-se muito confuso.
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Danielaa
08/01/2001
nota:Rate09
Confesso que o que me levou a a assistir a esse filme foi a curiosidade. Eu precisava saber o que David Lynch havia "aprontado" dessa vez. O diretor sempre surpreende: há "Twin Peaks", por exemplo, que é tão incompreensível quanto esse, mas há também "História Real", que não traz maiores problemas. O mais interessante de David Lynch é que ele é dos poucos diretores hollywoodianos na atualidade que, de fato, se preocupam com o público e com a arte ao mesmo tempo. O que Lynch quer é que o público pense enquanto assiste ao filme, ao contrário da grande maioria dos cineastas, que entrega tudo "mastigado". E é essa a "graça" dos filmes dele; no final todos querem discutir e contar sua interpretação sobre o filme. Há várias possibilidades, mas acho que não dá para chegar a uma única conclusão. Talvez seja essa a intenção do diretor. Devemos perceber que o fato de não conseguirmos entender o filme não o torna ruim - muitos podem chegar a essa conclusão. Deve-se observar que o filme foi extremamente bem dirigido; diga-se de passagem, muitos podem sair do cinema achando um absurdo aquele Oscar ter ido para Ron Howard não para Lynch. O que interessa é que um filme não pode ser tão penetrante, intenso e perturbador se não for, pelo menos, bom. Eu acredito que "Cidade dos Sonhos" tem essas três qualidades e senti que valeu muito a pena assistir-lhe. Li uma resenha em certa revista na qual a pessoa dizia que duvida que exista alguém que entenda um filme de David Lynch e acha que não é vantagem nenhuma entendê-lo. Eu concordo plenamente; se "Cidade dos Sonhos" fosse um filme linear e compreensível não teria metade da magia que apresenta da forma como for feito.
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Nadime
09/01/2001
nota:Rate010
Vou ser breve: o filme é instigante, todos que assistem ficam dias pensando nele tentando achar uma lógica, uma história linear... Mas será que essa história linear existe mesmo? Qual a pretensão de David Lynch? Depois de muito discutir sobre o filme acho que o diretor pretendia mesmo é deixar a questão em aberto e cada um que faça sua história de modo que convença a si próprio. Lynch sempre brinca com a ânsia humana de fechar a questão, encontrar um sentido em tudo. E é por isso que enquanto não encontramos uma história não nos tranquilizamos ao assistir um filme de Lynch. É um propósito sempre inovador, anti-aristotélico. E, para mim, extremamente delicioso!
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Nandaa
10/01/2001
HORRÍVEL! Para que criar algo que sua única utilidade será gerar repúdio, nojo e banalização de qualquer tipo de princípio moral? Desperdicei 2 coisas assistindo-o: tempo e dinheiro! O mais triste é a censura de 12 anos, pois JAMAIS LEVARIA ALGUÉM MENOR DE 16 ANOS PARA ASSISTIR TANTA PORCARIA - muita violência e sexo ilícito (formas variadas).
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Sylvaniaa
11/01/2001
nota:Rate09
É um filme maravilhoso! Faz pensar. Deixa a gente intrigada, desejando montá-lo como a um quebra-cabeças. Quando terminou o filme sorri. Não compreenderá o seu final (se é que tem um). É como se estivesse participado de um sonho que até agora não me sai da cabeça. Os personagens estão ótimos, intensos. O diretor soube misturar suspense com um pouco de humor. Sinceramente ainda não havia visto um filme de Lynch. Estou encantanda!
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Eduardo Bassani
12/01/2001
nota:Rate010
É compreensível o comentário do Raffael. As pessoas tendem a rechaçar o que não entendem. Tenho certeza que se ele entendesse o filme o consideraria excelente.O filme é complexo sim, mas não é impossível de ser entendido. A grande explicação para a estranheza do filme é que este é na verdade... UM SONHO! Toda a primeira parte de filme se refere ao sonho de Diane/Betty, na última parte descobrimos quem ela realmente é e o que encontrou ao tentar a sorte em Hollywood. É uma personagem tocante e que me emocionou demais. Ela é apenas uma garota que queria vencer na vida como atriz até se apaixonar por Camilla, e esta sua paixão devastadora a levar a tomar a atitude que tomou. Enquanto ela deita e é remoída pela tristeza e pelo remorso ela SONHA em como ela queria ser, como ela queria que fosse sua vida e como ela queria que fosse seu relacionamento com Camilla/Rita. O problema é que Lynch não nos avisa nada disso, começando e desenvolvendo todo o filme em cima do sonho de Diane, sem que saibamos que de fato é isto. Mas é fácil de perceber depois. O filme inicia com a câmera mergulhando num travesseiro e depois a câmera mergulha na caixa azul, simbolizando o fim do sonho e o despertar de Diane. Todos os personagens e elementos do sonho de Diane estão na parte real do filme, a última parte, que nos mostra o que realmente aconteceu com algumas pitadas de delírio também, como o casal de velhinhos, que deve representar a consciência de Diane (na primeira parte do filme, quando Betty é uma mulher louvável, eles sorriem sem conseguir parar... e no final eles a atormentam pelo seu horrível ato). Assim também todos os personagens da vida real de Diane encontram-se no seu sonho, muitos deles com rostos e nomes trocados (algo muito comum em sonhos também, não é verdade?), segundo a vida que ELA GOSTARIA DE TER MAS NÃO TEVE, como nos revela o final. Isto é tocante, um filme sobre o sonho feliz de uma garota que vivia em um pesadelo. O filme é incrível, um dos melhores que já vi na vida. E por favor, antes de difamá-lo assistam mais uma vez e tentem exercitar seus raciocínios lógicos. Tenho quase certeza que a resposta para todos os mistérios do filme está lá, dentro do próprio filme.
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Carlo Bovolenta Gianese
13/01/2001
nota:Rate010
SILÊNCIO A idealização de um plano de vida, um objetivo a se alcançar. Os sentimentos, nobres ou obscuros, são motivados pelos sonhos, um faz de conta que torna mais fácil acreditar o quão perto está a realização humana. Palco para a geração de sonhos e núcleo de uma indústria de ilusão, Hollywood é o meio em que se desenvolve a trama de "Cidade dos Sonhos" (Mulholland Drive), última obra do diretor David Lynch.Betty, ou Diane, sonha. Personagens reais de sua vida e outros frutos de seu imaginário criam a atmosfera desejada pela aspirante a atriz alcançar o caminho para o estrelato. Projetar-se no sucesso de outra pessoa é uma questão que Lynch aborda na primeira parte da trama. Rita, aparentemente uma atriz com carreira bem sucedida, sofre um acidente e em sua trajetória encontra Betty, recém chegada do Canadá para tentar a sorte na indústria cinematográfica de Los Angeles. Um teste para um filme, o êxito de Rita e uma amargura guardada por Betty. Rita relaciona-se com um diretor de cinema, Adam Kesher, é amante de Betty, que anseia por uma oportunidade. Em seu sonho tudo é válido: mafiosos a seu serviço, tramóia, assassinato. Questões morais são transpostas e deixadas de lado. A perversidade, um monstro escondido libertado pela chave da ambição. Betty descobre que o talento não é tudo, no “Club Silencio” a arte brota de figuras vazias, representações de artistas. São necessários outros meios para conquistar a almejada oportunidade. Betty sonha, cria, inverte papéis, foge por um momento de sua realidade de amargura e sofrimento e vive num sistema guiado por seus próprios interesses. Mas os fantasmas assombram e mostram as conseqüências dos atos desenfreados de nosso emocional e que algumas vontades devem ser guardadas em silencio.Por Carlo Bovolenta Gianese, 30 de junho de 2002.
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Alessandro
14/01/2001
nota:Rate010
Um filme para pessoas inteligentes. Que trata o cinema como arte e o expectadores como adultos. Este filme não tenta mostrar uma "historinha" ou apregoar uma suposta moral, ele tem por objetivo sugerir, instigar, cada um com sua resposta, sua impressão. O mais apaixonante no filme é a perfeita combinação entre desafio ao expectador e as cenas "fortes", sem significado, que visam não atingir a quem assiste de forma objetiva, mas subjetiva. O que vale mais é a sensação, a impressão, e não a lógica pura e simples.
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Aline de Fariasa
15/01/2001
SEM COMENTÁRIOS!! TIRANDO AS ÓTIMAS ATUAÇÕES E A PARTE TÉCNICA, É UM LIXO! ESSA GENTE Q DIZ Q FOI BOM NÃO TEM UM PINGO DE PERSONALIDADE. UM BANDO DE "BABA OVOS" DO DIRETOR E DO ROTEIRISTA!
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Guilherme
16/01/2001
nota:Rate05
Um filme mediano. Dizem que Mulholland Dr. se trata de um filme para pessoas inteligentes, discordo não é questao de inteligencia entender ou nao o filme, o filme nao e pra ser entendido. Estou fazendo um estudo do filme e existem muitas coisas que sao ditas sem antes serem pensadas existe muito de ingenuo e precipitado no filme e principalmente nas criticas. Como exercicio filmico cidade dos sonhos e nota 10, como filme e nota 0, tiro a media e deixo 5 mesmo.
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Gisala Cafallia
18/01/2001
nota:Rate010
Gostei muito, desde a primeira cena. Assim que o filme terminou voltei a fita e assistí novamente. Gostei mais ainda. Com todos os personagens claramente delineados pude entender melhor pontos que para mim, haviam ficado obscuros.Após procurar na Net algumas críticas e opiniões de experts, assistí pela 3ªvez . Se pudesse aumentaria a nota.A música de Badalamenti acompanha perfeitamente o filme , aumentando a dramaticidade em diversos momentos. Quem gostou , como eu, da música deve procurar ver "The confort of strangers" (Estranha Passagem Em Veneza) de Paul Schrader.
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Vítor Fernandes
19/01/2001
nota:Rate010
Mulholland Drive não é apenas um filme; não é apenas uma história. É um desafio àqueles que vêm apenas filmes de humor e de terror de 2ª categoria... De facto, só mesmo quem gosta de pôr o cérebro a fritar é que gostará de Mulholland Drive. Já o vi cerca de 6x, e de cada vez que o vejo, descubro sempre algo novo; e as pistas não são tão evidentes quanto parecem; David Lynch gosta de ser metamórfico, gosta de pôr tudo às claras, mas tudo beme escondido. Quanto mais mostra, menos se vê... Acreditem, nbem tudo o que parece, é. E Mulholland, de facto não é nada do que parece. Uma pequena história que faz lembrar uma miúda que mata outra de raiva só porque não a tem; mas se pensarmos bem, quantas vezes por dia queremos nós que certa pessoa desapareça ou apenas saia da nossa beira? E depois sonhamos com isso... Lanço-vos um desafio: Discutam Mulho lland Drive comigo; quem sabe não aprendem mais um bocado comigo, e eu convosco?? É que cada pessoa que vê tem a sua versão; 2 versões juntas valem mais do que uma! ;) Aguardo os vossos emails! Abraços ;) David: You sure know how to make someone see what theirselves despise! Keep on goin' =)
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Breno Coelho
20/01/2001
nota:Rate010
Mulholland Dr e sem duvida um dos melhores filmes em roteiro desses ultimos anos. Com um roteiro bem bolado e uma direcao fantasticaDavid Lynch nao podia ter alcancado nada melhor do q esse filme. agora basta esperar para q o proximo filme dele seja a altura ou melhor. O elenco selecionado valeu a pena ate para os q nao entenderam o filme pois as atrizes principais sao fantasticas e sem duvida atuaram em uma das cenas mais sexies do cinema. Foi um filme q me fez pensar e sem duvida, o filme q me inspirou ainda mais a estudar filmmaking. Espero ainda aparecer diretores tao talentosos e geniais qto David Lynch.
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Antônio Donizeti
21/01/2001
nota:Rate09
O filme é muito bom, embora seja incompreensível para alguns. Há tempos eu não via um filme tão bom. No entanto, ao assisti-lo, vi muitas referências a Twin Peaks e Blue Velvet, como as visões, a paranormal, o grupo cantando uma música da década de 50, uma canção do Roy Orbinson (crying em versão espanhola). A impressão que se tem é que o autor, ainda não conseguiu se desprender de seus sucessos anteriores, porém não podemos condená-lo por isso, já que são obras espetaculares.
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Válter Gomes Barbosa
22/01/2001
nota:Rate010
O filme é uma viagem. Há muito não me sentia tão gratificado em minha ânsia por bons filmes. Cansei de "filminhos" medíocres e produzidos tão somente para o consumo. A arte não tem de necessariamente ser entendida por todos.Lynch consegue levar-nos a uma grande viagem e instigar-nos a pensar nas palavras do grande Raul Seixas: "Não sei se era um sábio chinês sonhando ser uma borboleta, ou se era uma borboleta sonhando ser um sábio chinês". Chorei muiiiiito!!!!
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Fernandaa
23/01/2001
nota:Rate010
Perturbador e inteligente "mulholland drive" convida o espectador a entrar num labirinto de sonhos que, ao serem explorados, desvendam os diversos sentimentos vividos por diane(betty).ela, por sua vez, está disposta a alcançar o sucesso acima de tudo, assim, todas as ambições são guiadas por seus sonhos!genial!
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Sérgio Braz
24/01/2001
nota:Rate010
É tudo de bom!!!! Sou fanático por Lynch, é um cinema mais inteligente que a média. Atualmente, são raros os filmes com a capacidade de interação como este. Existem inúmeras possibilidades para essa estória... Narrativas estilhaçadas são difíceis, e quase sempre não acertam... Mas Lynch faz com classe, bom gosto e deixa suas marcas no que posso considerar o melhor filme que já assisti. Gostaria que fosse divulgado o meu e-mail para que eu possa entrar em contato com outros fâs do filme e de Lynch. Obs.: Quem diria que um dia Naomi Watts teria sua atuação reconhecida? Só nas mãos de Lynch, mesmo...
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Cynthia Pires Amarala
25/01/2001
nota:Rate010
É difícil se surpreender hoje em dia com a qualidade dos filmes lançados. "Munholland Drive" é sem dúvida o tipo de filme que todo mundo odiaria ao final de uma exibição no cinema, mas que surpreendentemente me prendeu do começo ao fim. Trama original, elenco de primeira: o que o cinema precisa nos dias de hoje. Nota 10 ao roteiro!
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Dinho
26/01/2001
nota:Rate09
Mermão que doidera, o filme todo é uma insanidade misturado com sonhos e desejos não realizados. muito massa o filme mais loco de toda a minha vida, heahehahehea vale a pena ver novamnete, sem dúvida !!! fico imaginando a cara da galera saindo do cinema sem entender nada.
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Manuel
27/01/2001
nota:Rate05
O que mais me chamou a atenção neste filme foi o facto de Lynch ter apagado os pelos púbicos de Laura Elena Harring na cena em que ela deixa cair a toalha. Qual terá sido a intenção? Preocupações púdicas? Para quê uma mancha cinza em cima do sexo? Será algo com significado dentro da "alógica" do filme?
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Manuel Galrinho
28/01/2001
nota:Rate010
Compreensivelmente incompreensivel.Quanto mais se tenta compreender menos se compreende. É apenas para ver e deixar ser. Claro que é sempre possível ver uma lógica, estabelecer relações e esboçar uma linha condutora. Tecer análises profunda e reveladoras variadas, tão válidas umas como as outras, pois a crítica é autónoma.
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Renato Ribeiro
29/01/2001
Nunca havia assistido a um filme tão confuso e complexo. Quando se pensa ter entendido algo, tudo muda outra vez. os fatos não têm ligação uns com os outros. É completamente INCOMPREENSÍVEL!
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Néliaa
30/01/2001
nota:Rate010
Bem, é dificil começar, já que o que eu tinha para dizer levaria o dia inteiro a descrever o que esse filme e tão somente um espectaculo, uma mistura de arte com uma profundidade de sentimento tão intensa que até pode nos fazer mergulhar nesse mundo de complexidade. GOSTEI...GOSTEI muito do filme e Naomi watts tem um talento destacável e bastante elogiavel pois a interpretação dela foi tão bem feita que nem parecia que estivasse a representar mas que sentisse tudo aquilo, isso é ser boa actriz...Falar sobre a minha interpretação do filme tenho-a de cor e salteada mas seria o dia todo, dai um resume daquilo que achei ser mais lógico concluir...A 1º parte do filme é um sonho de Diane, conjugado com várias personagens que Diane conheceu até de relance,2º parte do filme é a realidade dela realidade fria,dificil onde ela é uma pessoa sofrida pela dedilusão decepção,...por isso o sonho é contrario de tudo o que ela não qeria estar a viver...isto é muito básico o que disse mas tenho muito a dizer sobre esse filme que até hoje há quem deite fumo pelas orelhas por querer o desvendar.
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Stephanya
31/01/2001
nota:Rate05
Putz ! 10 de atuação e de 5 roteiro...dou cinco ao inves de dez pois quase caiu a ficha ...cara não pode perder nada neste filme senão dá para o verdadeiro Trama! muito bom o filme sexy e confuso.
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Flavio
01/02/2001
nota:Rate01
Este filme é coisa de doido. Confuso, mal interpretado, sem conexão. Não dá para entender o que e sonho e o que é real. Outra coisa, a tradução do título é péssima. Não gostei.
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Sérgio Pontes
02/02/2001
nota:Rate09
É um filme subjetivo. Têm imagens-enquadramentos de Lynch que nos chama a atenção... Talvez a primeira parte do filme seja sonho e a outra realidade... Mas talvez também poderia ser o contrário... REALIDADE ONÍRICA E REALIDADE REAL SE CON-FUNDEM... O espectador talvez tenha que identificar ali o que, para ele, é real, e o que é onírico. Importante dizer que o filme destaca L.A. e Hollywood - ou seja, a indústria dos sonhos, da ilusão, das estrelas do cinema, das Marilyn Monroes desse meio... Divas no cinema, trágicas na vida. É um bom filme, filme intrigante. E dizer também que esse filme é bem o estilo de Lynch, como se pode verificar em "Veludo Azul", "Twin Peaks", "Estrada Perdida", e por aí. Já que é p'ra dar nota, nota 9.
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Fabrice Francicoa
03/02/2001
nota:Rate07
Discordo plenamente sobre a questão que tem como único próposito classificar as pessoas inteligentes/não inteligentes após o visionamento de Mulholland drive. O filme é bem mais do que um simples de filme comercial, trata-se aí de uma obra de arte e tal como um quadro/pintura não se pode entrar no museu, olhar para a obra e afirmar: filme fraco. O filme exterioriza sensações e por essa razão e por estar num era de tecnologias muita gente não aprovou ou soube dar o devido valor ao filme.
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Milton Ribeiro
04/02/2001
nota:Rate09
Um filme ou qualquer obra artistica não teria um valor social se não pudesse levar o espectador à reflexão , que é o motor do desenvolvimento humano . Mesmo em uma história banal , a narrativa pode fazer cumprir este objetivo , como neste filme.
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gabimanson
05/12/2009

Um Filme  para pensarmos e refletimos,  um grande "filme-livro" onde podemos imaginar novos significados o tempo inteiro.


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