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"Mulholland Drive" é um daqueles filmes que nos dá vontade de ver pela segunda vez. Não só pelo fato de ser muito bom, mas por ser bastante complexo. É uma trama intrigante, que dá margem a diversas interpretações. As situações são inusitadas e surpreendentes, criando uma atmosfera de suspense durante todo o filme. Quando se pensa ter compreendido algo, há uma reviravolta e volta-se ao estado inicial de confusão. Consegue ser tenso e, ao mesmo tempo, exibir seqüencias engraçadíssimas. David Lynch consegue fazer com que o espectador fique atento e curioso por quase duas horas e meia. Além disso o elenco é excelente, o que é essencial num filme em que cada personagem se desdobra em, no mínimo, duas personalidades.Quando o filme termina, é necessário um bom tempo de assimilação e, se possível, de discussão. Por isso, não é um bom filme para se ver sozinho." |
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Um dos piores filmes que já vi na minha vida. Os críticos dizem que "Mulholland Drive" inspira inteligência. Mentira. "Mulholland Drive" inspira ódio. Aquele ódio que a gente costuma ter quando, ao sair da sessão, percebe que desperdiçou seu dinheiro em algo banal. E banal para "Mulholland Drive" ainda é pouco. Vou parar de escrever senão perco minha paciência. |
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"Mulholland Drive" é um daqueles raros exercícios de pura criatividade, que David Lynch, seu roteirista e diretor, ousa compartilhar com seu público, não somente um voyeur diante da tela grande, mas também se conquistado cúmplice, fugindo numa fascinante viagem que começa certa noite pela legendária Mulholland Drive e que se embrenha por inusitados cantos de Los Angeles, cidade dos anjos. E dos sonhos. O saudável esforço de Lynch em não querer amarrar os personagens da trama, desde seu início até a brutal guinada no desenvolver da história (terceira parte do filme) não só rompe com uma tradicional linearidade narrativa, mas também a redescobre. Diante da mente do espectador uma obra orgânica, aberta, irreverente, em que cada cena tem sua beleza e vida própria.Dica: assista a esse filme totalmente relaxado e descompromissado, não aperte os olhos, não queira se apegar aos mínimos detalhes, aos "porquês" disso ou daquilo. "Mulholland Drive" tem como maior mérito a sua generosa multiplicidade de ângulos. É como se David Lynch, em determinada altura desse seu projeto, desistisse de querer desenvolver a trama em sintonia com o já estabelecido para simplesmente experimentar narrá-la em diferentes tempos narrativos. Assim, ele vai e volta entre o presente, o passado e o futuro; substitui seus personagens, trocando os seus papéis e, como genial consequência, reinventa o próprio roteiro, dentro do próprio roteiro. É como se nem Lynch soubesse para onde sua história está caminhando...Não é todo dia que o espectador pode ter acesso de forma tão explícita, mas nem por isso óbvia, à tempestade intuitiva de um diretor em pleno processo de criação. Caro David Lynch, o público te agradece. |
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Depois do singelo "A história real", muita gente pensou que David Lynch havia "encaretado". Grande engano, já que na sequência ele filmaria esse mosaico surrealista que é "Mulholland Drive". O filme dá margem a diversas interpretações e talvez somente Lynch poderia nos explicar exatamente o que pretendia em algumas passagens. Na minha humilde opinião, o tema central é metalinguístico. Ele constrói uma história por quase duas horas e quando o espectador pensa que vai desvendar seus mistérios, ele a parte em pedacinhos bem pequenos e remonta numa outra ordem. Quem gosta de histórias certinhas, com princípio, meio e fim, vai se aborrecer. Já o espectador que tem interesse nos mecanismos por trás de um filme (especialmente roteiro e montagem), vai se deliciar! De quebra, ainda tem o humor negro e a estética de primeira. Só pela ousadia, o filme já vale algumas "estrelinhas" da crítica. |
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"Cidade dos Sonhos" (ou Mulholland Dr.) é um filmaço. Já fazem três dias que o assisti e ainda me pego tentando desvendar algo do filme. A única coisa que tenho certeza é de que Betty e Diane eram a mesma pessoa...A única cena que decepcionou foi aquela em que os velhinhos que a recepcionaram entram por debaixo da porta e acabam provocando seu suicídio. Suicídio que ocorreu pois esses seres idosos representavam a chegada de Betty à L.A., de que ela tanto deveria se arrepender. Olha eu aí já tentando desvendar mais uma cena. Aos interessados poderemos trocar e-mails e fazer um Yahoo Discussion Group. Até breve! |
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O filme tem uma trama envolvente logo de início. Naomi Watts (Betty) mostra que é uma atriz de muito talento. Mas o filme vai ficando ruim quando se aproxima o final. Vai tornando-se cansativo, mas dá vontade de continuar assistindo para ficar sabendo quais são as respostas para as interrogativas que aparecem no decorrer da história. O problema é que muitas das perguntas não são respondidas e o final torna-se muito confuso. |
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Confesso que o que me levou a a assistir a esse filme foi a curiosidade. Eu precisava saber o que David Lynch havia "aprontado" dessa vez. O diretor sempre surpreende: há "Twin Peaks", por exemplo, que é tão incompreensível quanto esse, mas há também "História Real", que não traz maiores problemas. O mais interessante de David Lynch é que ele é dos poucos diretores hollywoodianos na atualidade que, de fato, se preocupam com o público e com a arte ao mesmo tempo. O que Lynch quer é que o público pense enquanto assiste ao filme, ao contrário da grande maioria dos cineastas, que entrega tudo "mastigado". E é essa a "graça" dos filmes dele; no final todos querem discutir e contar sua interpretação sobre o filme. Há várias possibilidades, mas acho que não dá para chegar a uma única conclusão. Talvez seja essa a intenção do diretor. Devemos perceber que o fato de não conseguirmos entender o filme não o torna ruim - muitos podem chegar a essa conclusão. Deve-se observar que o filme foi extremamente bem dirigido; diga-se de passagem, muitos podem sair do cinema achando um absurdo aquele Oscar ter ido para Ron Howard não para Lynch. O que interessa é que um filme não pode ser tão penetrante, intenso e perturbador se não for, pelo menos, bom. Eu acredito que "Cidade dos Sonhos" tem essas três qualidades e senti que valeu muito a pena assistir-lhe. Li uma resenha em certa revista na qual a pessoa dizia que duvida que exista alguém que entenda um filme de David Lynch e acha que não é vantagem nenhuma entendê-lo. Eu concordo plenamente; se "Cidade dos Sonhos" fosse um filme linear e compreensível não teria metade da magia que apresenta da forma como for feito. |
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Vou ser breve: o filme é instigante, todos que assistem ficam dias pensando nele tentando achar uma lógica, uma história linear... Mas será que essa história linear existe mesmo? Qual a pretensão de David Lynch? Depois de muito discutir sobre o filme acho que o diretor pretendia mesmo é deixar a questão em aberto e cada um que faça sua história de modo que convença a si próprio. Lynch sempre brinca com a ânsia humana de fechar a questão, encontrar um sentido em tudo. E é por isso que enquanto não encontramos uma história não nos tranquilizamos ao assistir um filme de Lynch. É um propósito sempre inovador, anti-aristotélico. E, para mim, extremamente delicioso! |
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HORRÍVEL! Para que criar algo que sua única utilidade será gerar repúdio, nojo e banalização de qualquer tipo de princípio moral? Desperdicei 2 coisas assistindo-o: tempo e dinheiro! O mais triste é a censura de 12 anos, pois JAMAIS LEVARIA ALGUÉM MENOR DE 16 ANOS PARA ASSISTIR TANTA PORCARIA - muita violência e sexo ilícito (formas variadas). |
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É um filme maravilhoso! Faz pensar. Deixa a gente intrigada, desejando montá-lo como a um quebra-cabeças. Quando terminou o filme sorri. Não compreenderá o seu final (se é que tem um). É como se estivesse participado de um sonho que até agora não me sai da cabeça. Os personagens estão ótimos, intensos. O diretor soube misturar suspense com um pouco de humor. Sinceramente ainda não havia visto um filme de Lynch. Estou encantanda! |
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É compreensível o comentário do Raffael. As pessoas tendem a rechaçar o que não entendem. Tenho certeza que se ele entendesse o filme o consideraria excelente.O filme é complexo sim, mas não é impossível de ser entendido. A grande explicação para a estranheza do filme é que este é na verdade... UM SONHO! Toda a primeira parte de filme se refere ao sonho de Diane/Betty, na última parte descobrimos quem ela realmente é e o que encontrou ao tentar a sorte em Hollywood. É uma personagem tocante e que me emocionou demais. Ela é apenas uma garota que queria vencer na vida como atriz até se apaixonar por Camilla, e esta sua paixão devastadora a levar a tomar a atitude que tomou. Enquanto ela deita e é remoída pela tristeza e pelo remorso ela SONHA em como ela queria ser, como ela queria que fosse sua vida e como ela queria que fosse seu relacionamento com Camilla/Rita. O problema é que Lynch não nos avisa nada disso, começando e desenvolvendo todo o filme em cima do sonho de Diane, sem que saibamos que de fato é isto. Mas é fácil de perceber depois. O filme inicia com a câmera mergulhando num travesseiro e depois a câmera mergulha na caixa azul, simbolizando o fim do sonho e o despertar de Diane. Todos os personagens e elementos do sonho de Diane estão na parte real do filme, a última parte, que nos mostra o que realmente aconteceu com algumas pitadas de delírio também, como o casal de velhinhos, que deve representar a consciência de Diane (na primeira parte do filme, quando Betty é uma mulher louvável, eles sorriem sem conseguir parar... e no final eles a atormentam pelo seu horrível ato). Assim também todos os personagens da vida real de Diane encontram-se no seu sonho, muitos deles com rostos e nomes trocados (algo muito comum em sonhos também, não é verdade?), segundo a vida que ELA GOSTARIA DE TER MAS NÃO TEVE, como nos revela o final. Isto é tocante, um filme sobre o sonho feliz de uma garota que vivia em um pesadelo. O filme é incrível, um dos melhores que já vi na vida. E por favor, antes de difamá-lo assistam mais uma vez e tentem exercitar seus raciocínios lógicos. Tenho quase certeza que a resposta para todos os mistérios do filme está lá, dentro do próprio filme. |
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SILÊNCIO A idealização de um plano de vida, um objetivo a se alcançar. Os sentimentos, nobres ou obscuros, são motivados pelos sonhos, um faz de conta que torna mais fácil acreditar o quão perto está a realização humana. Palco para a geração de sonhos e núcleo de uma indústria de ilusão, Hollywood é o meio em que se desenvolve a trama de "Cidade dos Sonhos" (Mulholland Drive), última obra do diretor David Lynch.Betty, ou Diane, sonha. Personagens reais de sua vida e outros frutos de seu imaginário criam a atmosfera desejada pela aspirante a atriz alcançar o caminho para o estrelato. Projetar-se no sucesso de outra pessoa é uma questão que Lynch aborda na primeira parte da trama. Rita, aparentemente uma atriz com carreira bem sucedida, sofre um acidente e em sua trajetória encontra Betty, recém chegada do Canadá para tentar a sorte na indústria cinematográfica de Los Angeles. Um teste para um filme, o êxito de Rita e uma amargura guardada por Betty. Rita relaciona-se com um diretor de cinema, Adam Kesher, é amante de Betty, que anseia por uma oportunidade. Em seu sonho tudo é válido: mafiosos a seu serviço, tramóia, assassinato. Questões morais são transpostas e deixadas de lado. A perversidade, um monstro escondido libertado pela chave da ambição. Betty descobre que o talento não é tudo, no “Club Silencio” a arte brota de figuras vazias, representações de artistas. São necessários outros meios para conquistar a almejada oportunidade. Betty sonha, cria, inverte papéis, foge por um momento de sua realidade de amargura e sofrimento e vive num sistema guiado por seus próprios interesses. Mas os fantasmas assombram e mostram as conseqüências dos atos desenfreados de nosso emocional e que algumas vontades devem ser guardadas em silencio.Por Carlo Bovolenta Gianese, 30 de junho de 2002. |
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Um filme para pessoas inteligentes. Que trata o cinema como arte e o expectadores como adultos. Este filme não tenta mostrar uma "historinha" ou apregoar uma suposta moral, ele tem por objetivo sugerir, instigar, cada um com sua resposta, sua impressão. O mais apaixonante no filme é a perfeita combinação entre desafio ao expectador e as cenas "fortes", sem significado, que visam não atingir a quem assiste de forma objetiva, mas subjetiva. O que vale mais é a sensação, a impressão, e não a lógica pura e simples. |
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SEM COMENTÁRIOS!! TIRANDO AS ÓTIMAS ATUAÇÕES E A PARTE TÉCNICA, É UM LIXO! ESSA GENTE Q DIZ Q FOI BOM NÃO TEM UM PINGO DE PERSONALIDADE. UM BANDO DE "BABA OVOS" DO DIRETOR E DO ROTEIRISTA! |
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Um filme mediano. Dizem que Mulholland Dr. se trata de um filme para pessoas inteligentes, discordo não é questao de inteligencia entender ou nao o filme, o filme nao e pra ser entendido. Estou fazendo um estudo do filme e existem muitas coisas que sao ditas sem antes serem pensadas existe muito de ingenuo e precipitado no filme e principalmente nas criticas. Como exercicio filmico cidade dos sonhos e nota 10, como filme e nota 0, tiro a media e deixo 5 mesmo. |
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Gostei muito, desde a primeira cena. Assim que o filme terminou voltei a fita e assistí novamente. Gostei mais ainda. Com todos os personagens claramente delineados pude entender melhor pontos que para mim, haviam ficado obscuros.Após procurar na Net algumas críticas e opiniões de experts, assistí pela 3ªvez . Se pudesse aumentaria a nota.A música de Badalamenti acompanha perfeitamente o filme , aumentando a dramaticidade em diversos momentos. Quem gostou , como eu, da música deve procurar ver "The confort of strangers" (Estranha Passagem Em Veneza) de Paul Schrader. |
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Mulholland Drive não é apenas um filme; não é apenas uma história. É um desafio àqueles que vêm apenas filmes de humor e de terror de 2ª categoria... De facto, só mesmo quem gosta de pôr o cérebro a fritar é que gostará de Mulholland Drive. Já o vi cerca de 6x, e de cada vez que o vejo, descubro sempre algo novo; e as pistas não são tão evidentes quanto parecem; David Lynch gosta de ser metamórfico, gosta de pôr tudo às claras, mas tudo beme escondido. Quanto mais mostra, menos se vê... Acreditem, nbem tudo o que parece, é. E Mulholland, de facto não é nada do que parece. Uma pequena história que faz lembrar uma miúda que mata outra de raiva só porque não a tem; mas se pensarmos bem, quantas vezes por dia queremos nós que certa pessoa desapareça ou apenas saia da nossa beira? E depois sonhamos com isso... Lanço-vos um desafio: Discutam Mulho lland Drive comigo; quem sabe não aprendem mais um bocado comigo, e eu convosco?? É que cada pessoa que vê tem a sua versão; 2 versões juntas valem mais do que uma! ;) Aguardo os vossos emails! Abraços ;) David: You sure know how to make someone see what theirselves despise! Keep on goin' =) |
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Mulholland Dr e sem duvida um dos melhores filmes em roteiro desses ultimos anos. Com um roteiro bem bolado e uma direcao fantasticaDavid Lynch nao podia ter alcancado nada melhor do q esse filme. agora basta esperar para q o proximo filme dele seja a altura ou melhor. O elenco selecionado valeu a pena ate para os q nao entenderam o filme pois as atrizes principais sao fantasticas e sem duvida atuaram em uma das cenas mais sexies do cinema. Foi um filme q me fez pensar e sem duvida, o filme q me inspirou ainda mais a estudar filmmaking. Espero ainda aparecer diretores tao talentosos e geniais qto David Lynch. |
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O filme é muito bom, embora seja incompreensível para alguns. Há tempos eu não via um filme tão bom. No entanto, ao assisti-lo, vi muitas referências a Twin Peaks e Blue Velvet, como as visões, a paranormal, o grupo cantando uma música da década de 50, uma canção do Roy Orbinson (crying em versão espanhola). A impressão que se tem é que o autor, ainda não conseguiu se desprender de seus sucessos anteriores, porém não podemos condená-lo por isso, já que são obras espetaculares. |
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O filme é uma viagem. Há muito não me sentia tão gratificado em minha ânsia por bons filmes. Cansei de "filminhos" medíocres e produzidos tão somente para o consumo. A arte não tem de necessariamente ser entendida por todos.Lynch consegue levar-nos a uma grande viagem e instigar-nos a pensar nas palavras do grande Raul Seixas: "Não sei se era um sábio chinês sonhando ser uma borboleta, ou se era uma borboleta sonhando ser um sábio chinês". Chorei muiiiiito!!!! |
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Perturbador e inteligente "mulholland drive" convida o espectador a entrar num labirinto de sonhos que, ao serem explorados, desvendam os diversos sentimentos vividos por diane(betty).ela, por sua vez, está disposta a alcançar o sucesso acima de tudo, assim, todas as ambições são guiadas por seus sonhos!genial! |
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É tudo de bom!!!! Sou fanático por Lynch, é um cinema mais inteligente que a média. Atualmente, são raros os filmes com a capacidade de interação como este. Existem inúmeras possibilidades para essa estória... Narrativas estilhaçadas são difíceis, e quase sempre não acertam... Mas Lynch faz com classe, bom gosto e deixa suas marcas no que posso considerar o melhor filme que já assisti. Gostaria que fosse divulgado o meu e-mail para que eu possa entrar em contato com outros fâs do filme e de Lynch. Obs.: Quem diria que um dia Naomi Watts teria sua atuação reconhecida? Só nas mãos de Lynch, mesmo... |
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É difícil se surpreender hoje em dia com a qualidade dos filmes lançados. "Munholland Drive" é sem dúvida o tipo de filme que todo mundo odiaria ao final de uma exibição no cinema, mas que surpreendentemente me prendeu do começo ao fim. Trama original, elenco de primeira: o que o cinema precisa nos dias de hoje. Nota 10 ao roteiro! |
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Mermão que doidera, o filme todo é uma insanidade misturado com sonhos e desejos não realizados. muito massa o filme mais loco de toda a minha vida, heahehahehea vale a pena ver novamnete, sem dúvida !!! fico imaginando a cara da galera saindo do cinema sem entender nada. |
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O que mais me chamou a atenção neste filme foi o facto de Lynch ter apagado os pelos púbicos de Laura Elena Harring na cena em que ela deixa cair a toalha. Qual terá sido a intenção? Preocupações púdicas? Para quê uma mancha cinza em cima do sexo? Será algo com significado dentro da "alógica" do filme? |
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Compreensivelmente incompreensivel.Quanto mais se tenta compreender menos se compreende. É apenas para ver e deixar ser. Claro que é sempre possível ver uma lógica, estabelecer relações e esboçar uma linha condutora. Tecer análises profunda e reveladoras variadas, tão válidas umas como as outras, pois a crítica é autónoma. |
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Nunca havia assistido a um filme tão confuso e complexo. Quando se pensa ter entendido algo, tudo muda outra vez. os fatos não têm ligação uns com os outros. É completamente INCOMPREENSÍVEL! |
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Bem, é dificil começar, já que o que eu tinha para dizer levaria o dia inteiro a descrever o que esse filme e tão somente um espectaculo, uma mistura de arte com uma profundidade de sentimento tão intensa que até pode nos fazer mergulhar nesse mundo de complexidade. GOSTEI...GOSTEI muito do filme e Naomi watts tem um talento destacável e bastante elogiavel pois a interpretação dela foi tão bem feita que nem parecia que estivasse a representar mas que sentisse tudo aquilo, isso é ser boa actriz...Falar sobre a minha interpretação do filme tenho-a de cor e salteada mas seria o dia todo, dai um resume daquilo que achei ser mais lógico concluir...A 1º parte do filme é um sonho de Diane, conjugado com várias personagens que Diane conheceu até de relance,2º parte do filme é a realidade dela realidade fria,dificil onde ela é uma pessoa sofrida pela dedilusão decepção,...por isso o sonho é contrario de tudo o que ela não qeria estar a viver...isto é muito básico o que disse mas tenho muito a dizer sobre esse filme que até hoje há quem deite fumo pelas orelhas por querer o desvendar. |
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Putz ! 10 de atuação e de 5 roteiro...dou cinco ao inves de dez pois quase caiu a ficha ...cara não pode perder nada neste filme senão dá para o verdadeiro Trama! muito bom o filme sexy e confuso. |
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Este filme é coisa de doido. Confuso, mal interpretado, sem conexão. Não dá para entender o que e sonho e o que é real. Outra coisa, a tradução do título é péssima. Não gostei. |
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É um filme subjetivo. Têm imagens-enquadramentos de Lynch que nos chama a atenção... Talvez a primeira parte do filme seja sonho e a outra realidade... Mas talvez também poderia ser o contrário... REALIDADE ONÍRICA E REALIDADE REAL SE CON-FUNDEM... O espectador talvez tenha que identificar ali o que, para ele, é real, e o que é onírico. Importante dizer que o filme destaca L.A. e Hollywood - ou seja, a indústria dos sonhos, da ilusão, das estrelas do cinema, das Marilyn Monroes desse meio... Divas no cinema, trágicas na vida. É um bom filme, filme intrigante. E dizer também que esse filme é bem o estilo de Lynch, como se pode verificar em "Veludo Azul", "Twin Peaks", "Estrada Perdida", e por aí. Já que é p'ra dar nota, nota 9. |
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Discordo plenamente sobre a questão que tem como único próposito classificar as pessoas inteligentes/não inteligentes após o visionamento de Mulholland drive. O filme é bem mais do que um simples de filme comercial, trata-se aí de uma obra de arte e tal como um quadro/pintura não se pode entrar no museu, olhar para a obra e afirmar: filme fraco. O filme exterioriza sensações e por essa razão e por estar num era de tecnologias muita gente não aprovou ou soube dar o devido valor ao filme. |
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Um filme ou qualquer obra artistica não teria um valor social se não pudesse levar o espectador à reflexão , que é o motor do desenvolvimento humano . Mesmo em uma história banal , a narrativa pode fazer cumprir este objetivo , como neste filme. |
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Um Filme para pensarmos e refletimos, um grande "filme-livro" onde podemos imaginar novos significados o tempo inteiro. |
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| 1 - | Avatar | 8 | 104 |
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