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A Última Ceia

titulo original: (Monster's Ball)

lançamento: 2001 (EUA)

direção: Marc Forster

atores: Billy Bob Thornton , Halle Berry , Peter Boyle , Heath Ledger , Sean "Puffy" Combs

duração: 111 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Monster's Ball
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 51 min
  • ano de lançamento:2001
  • site oficial:http://www.monstersballthefilm.com/
  • estúdio:Lions Gate Films Inc. / Lee Daniels Entertainment
  • distribuidora:Lions Gate Films Inc.
  • direção: Marc Forster
  • roteiro:Milo Addica e Will Rokos
  • produção:Lee Daniels
  • música:
  • fotografia:Roberto Schaefer
  • direção de arte:Leonard R. Spears
  • figurino:Frank I. Fleming
  • edição:Matt Chesse
  • efeitos especiais:

imagens - 8

A Última Ceia A Última Ceia A Última Ceia A Última Ceia A Última Ceia A Última Ceia A Última Ceia A Última Ceia

sinopse:

Hank Grotowski (Billy Bob Thornton) e seu filho Sonny (Heath Ledger) trabalham juntos em uma prisão localizada no sul dos Estados Unidos. Hank é extremamente racista e precisa lidar com este sentimento todos os dias, devido à presença de negros na prisão. Um deles, Lawrence Musgrove (Sean "Puffy" Combs), recebe periodicamente a visita de sua esposa Leticia (Halle Berry). Após ser condenado à morte, Leticia segue sua vida juntamente com seu filho Tyrell. Porém, duas tragédias acabam fazendo com que as vidas de Leticia e Hank se cruzem.

elenco:

  • Billy Bob Thornton (Hank Grotowski)
  • Halle Berry (Leticia Musgrove)
  • Peter Boyle (Buck Grotowski)
  • Heath Ledger (Sonny Grotowski)
  • Sean "Puffy" Combs (Lawrence Musgrove)
  • Dante Beze (Ryrus Cooper)
  • Coronji Calhoun (Tyrell Musgrove)
  • Taylor Simpson (Lucille)
  • Gabrielle Witcher (Betty)
  • Amber Rules (Vera)
  • Charles Cowan Jr. (Willie Cooper)
  • Taylor Lagrange (Darryl Cooper)
  • Anthony Bean (Dappa Smith)
  • Francine Segal (Georgia Ann Paynes)
  • John McConnell (Harvey Shoonmaker)

comentários

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Francisco Russo
02/01/2001
nota:Rate08
Muito bom filme. "A última ceia" é um drama tenso, que deixa questões como o racismo e como ser um bom pai/mãe sempre em torno dos personagens principais. Halle Berry aparece muito bem em cena, num personagem que surpreende pela sua letargia, pela sua falta de forças em reagir perante tantas adversidades. O olhar de Berry deixa esta falta de forças bem claro, mostrando que sua intenção é apenas seguir em frente com sua vida. É até por causa disto que ela se entrega totalmente ao primeiro homem que lhe trata bem, no caso o personagem de Billy Bob Thornton. Inclusive Thornton é outro que tem uma grande atuação, mudando sutilmente seu personagem no decorrer da história. Ao término do filme pode-se notar que o personagem de Thornton é totalmente diferente do início do filme, através de seu modo de agir e pensar. Quem também tem uma boa - e curta - participação em "A Última Ceia" é Heath Ledger, em seu primeiro papel dramático. No geral um filme muito bom que se tivesse sido distribuído por algum grande estúdio norte-americano poderia estar até mesmo na lista de indicados ao Oscar de melhor filme."
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Lucivaldo Feitosa
03/01/2001
nota:Rate07
Um dos melhores de 2002. Intenso, contundente e bem dirigido. Halle Barry mereceu todos os prêmios que ganhou, pelo menos por duas cenas: a que ela perde o filho e a tão comentada cena de sexo com Billy Bob Thornton."
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Michel M. Simões
04/01/2001
nota:Rate07
O diretor suiço Marc Forster, até então pouco conhecido, fez um bom trabalho. Criou um filme frio, forte. Ele consegue trabalhar muito bem com temas complexos, mexe com grandes tabus. Não é fácil falar de preconceito racial, pena de morte, velhice, sexo, pobreza e despejo, conseguir relacionar todos os temas e ainda falar de amor. Na verdade o filme trata sobre relacionamentos, todos os temas vão interagindo com os personagens no decorrer de suas histórias.Billy Bob Thorton ("Armageddon" e "O Homem que não Estava Lá") é Hank Grotowski, agente penitenciário. Ele é pai e filho de agentes penitenciários. Uma família racista, fria, que vive numa intensa rotina. Vivendo numa ditadura militar, ao mesmo tempo juntos e solitários, os conflitos internos acabam sendo inevitáveis. Halle Berry ("Dorothy Dandridge", "A Senha" e "X-Men") é Leticia Musgrove, seu marido foi condenado à pena de morte, mora com seu filho e, sem dinheiro, está prestes a ser despejada.Leticia está desesperada com sua situação e acaba descontado sua raiva em seu filho, com implicâncias e agressões. O garoto gosta de desenhar, aptidão que aprendeu com o pai e seu único prazer na prisão. Hank quer fazer de seu filho Sonny, Heath Ledger ("Coração de Cavaleiro" e "O Patriota") uma foto de seu pai e dele próprio, mas o garoto não é racista, o que causa grande desprezo em sua casa.O filme vai rolando e mostrando o sofrimento de Letícia e a frieza de Hank até que alguns acontecimentos colocam os dois frente a frente. Os dois acabam se apaixonando, sem saber que Hank havia chefiado a execução de seu marido.Um amor sem emoções, pessoas amarguradas, sexo executado maquinalmente. Mas as tragédias derretem um pouco (bem pouco) o coração de Hank e ele passa a ser um pouco mais humano, mas isso não quer dizer que ele fique amoroso; apenas mais humano.As emoções não são mostradas no filme, o que os personagens pensam ou sentem fica a cargo de quem está assistindo. Em nenhum momento o filme fica meloso, é bom ver um filme americano que não tenha "eu te amo" ou "me perdoe".Sobre os atores não há muito o que dizer. Billy Bob Thorton está ótimo e Halle Berry... Bom, ela ganhou o Oscar, está ótima, uma atuação dramática sem exageros. Ela já estava bem como Dorothy Dandridge, mas agora ela impulsionou de vez sua carreira.Um filme que voce deve assistir. Não espere algum romance, mas também não leve muitos lenços. É tão triste e frio que nem chorar não dá.
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Alannaa
05/01/2001
nota:Rate010
O mais massa desse filme é que ele não vem com aquelas liçoezinhas de moral que às vezes manipulam a nossa opinião antes mesmo do filme acabar. Não, não tem nada disso, o filme é dramático ao extremo mas permanece frio, contundente e impessoal até o fim. A realidade é mostrada nua e crua para quem quer vê-la e a crítica ao racismo consegue ser verdadeira, imparcial e até desconcertante. Sem a menor sombra de dúvidas um belo trabalho, feito exclusivamente para aqueles que querem continuar pensado no filme depois que ele acaba. Billy Bob Thonrton está explêndido e o Oscar para Halle Berry foi mais do que merecido: foi necessário.
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Alexandre Sampaio
07/01/2001
nota:Rate08
Razoável. O mais curioso é o seguinte: Alguém pode me explicar o que significa aquela "mão que aparece dentro da gaiola" enquanto Billy Bob Thornton (Hank Grotowski)e Halle Berry (Leticia Musgrove)transam de todas as maneiras possíveis e imagináveis naquela cena super picante?"
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Iuri Sidney
08/01/2001
nota:Rate04
Podre! As histórias não têm nexo. Muito sem sentido... a atuação da Halle Barry é boa, mas o papel dela é ridículo. O final é muito sem graça. Só vale a pena assistir por causa da cena de sexo arrebatadora entre Billy Bob e Halle.
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Geny Adachia
09/01/2001
nota:Rate09
Um filme pertubador,que mostra que nunca podemos nos achar "prontos, feitos", que mudancas em nossas vidas, e nossa personalidade sao sempre inesperados, devido principalmente as circunstancias. Otimos atores.
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Joanildo Borges
10/01/2001
nota:Rate010
Fantastico! Um show de interpretação e direção num enredo bastante real que foge do medelo de produções maniqueistas - Nem parece filme norte americano.
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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
11/01/2001
nota:Rate08
Hank Grotowski (Billy Bob Thornton) trabalha numa penitenciária do sul dos EUA. Por sinal, o seu pai (Peter Boyle) quando estava na ativa lá também trabalhou. Seu filho Sonny (Heath Ledger) seguiu a trilha dos seus antecessores. A relação entre as três gerações é mediada pelo ódio. Só há espaço para racismo e ressentimento. Quando um dos presidiários (o rapper Puff Daddy) está prestes a morrer na cadeira elétrica, um dos responsáveis pela sua escolta era Sonny, que passa mal e começa a vomitar quando acompanhava o criminoso. Hank fica furioso com a "fraqueza" do filho e o agride física e moralmente. Ao chegar em casa, Sonny se suicida diante do pai. Esse fato faz Hank reavaliar a sua vida. Demite-se do seu emprego, compra um posto de gasolina e se apaixona pela primeira mulher que lhe dá carinho (Halle Berry, que ganhou o Oscar por! esta performance). Ela, que por sua vez, e por ironia do destino, era a esposa do criminoso que Hank ajudou a levar até a cadeira elétrica. Leticia (Halle Berry) é uma mulher desesperada por amor e carinho. Temos, então, a redenção de dois seres humanos que passaram pelo pão que o diabo amassou. Quem merecia ter ganho o Oscar era Billy Bob Thornton que soube mostrar a transformação de um homem com maestria. As cenas de sexo que tanto mereceram comentários, representam a parte menos importante do filme.
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Carlos Moraes
12/01/2001
nota:Rate010
Excelente ! Muito bem dirigido, grande atuação do elenco ( "palmas de pé" p/ Halle Berry ), traz intensos sentimentos sem utilizar muitos diálogos, vida real na essência.Final surpreendente.
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Fabrício Alano Pamplona
13/01/2001
nota:Rate02
O filme te faz esperar muito, mas é um verdadeiro fracasso. Principalmente de roteiro. Se alguém descobrir porque raios a Hale Berry ganhou um oscar de melhor atriz por ele, por favor me diga. Só vale pelas cenas de sexo.
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pedro1asakura
14/01/2001
nota:Rate05
O roteiro apesar de até bem desenvolvido, não é envolvente. A direção deixa um pouco a desejar. O roteiro é bom até a conexão entre Letícia e Hank e um pouco depois adiante. O roteiro da vida dos dois até a tragédia é envolvente e depois, dos dois juntos também (aí se destaca o drama). A idéia apesar de não ser muito interessante é bem desenvolvida e o filme transmite muito bem a idéia de trama. Porém a conexão entre Leticia e Hank é forçada e enquanto se conhecem, o bom desenvolvimento do roteiro perde sua força. As atuações são excepcionais porém ao meu ver, Sissy Spacek ainda merecia o Oscar de Melhor Atriz (sem desmerecer a esplêndia Harry Potter). Bom filme, o drama é bem elaborado e bem atuado, o roteiro é bem desenvolvido, só peca na estranha conexão dos dois (tanto pela morte dos filhos quanto a maneira que se conhecem e se relacionam inicialmente).
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Vanessa Mafraa
15/01/2001
nota:Rate04
Poxa... eu estava esperando mais desse filme... afinal, a Haley ganhou o Oscar por algum motivo não é? Ela é uma boa atriz e o Billy Bob também é um bom ator, mas acho que foram os atores certos no filme errado... 4 só pelos atores.
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Geisson Costa
16/01/2001
Foi o pior filme que eu já vi na minha vida. Ainda bem, que encontrei este espaço para desabafar. O filme é ridículo. As cenas, cansam pra caramba. Só a introdução demora em torno de dez minutos. A partir daí, o filme se torna um tédio, muito massante. Quero deixar claro que fui ver o filme por que eu queria, ninguém me obrigou, entrou não sofri influências negativas. A introdução já é cansativa, Halle Barry não faz valer seu Oscar. Dizem que uma atriz só é boa atriz se souber fazer cena de choro. Estou confuso até hoje se na cena que deveria ser de choro ela chorando realmente, rindo, ou fazendo hora com a nossa cara. Das duas horas do filme, a única cena que vale a pena é a sequência que o Sonny, personagem muito bem vivido pelo Heat Leadger, se suicida. Ainda me pergunto, como esse filme foi bem aceito pela crítica e rendeu um Oscar para a Halle Berry? Será que foi pela cena de sexo de Berry e Billy Bob Thorton? Não falo da apelação. Falo da 'atuação' da Berry; que conseguiu ter um orgasmo olhando para a cara dele. Não sei como ela conseguiu. Realmente esta cena exige muito de uma atriz. Estou descontente com o filme, achei péssimo a história. Tive até a impressão de que o filme acabava na morte do marido de Berry. Nunca mais assisto um filme vencedor de Oscar.
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Fernando N. Spillere
17/01/2001
nota:Rate09
Um ótimo filme que prende o telespectador do começo ao fim com um roteiro bem incrito, atuações emocionantes e cenas chocantes que fazem de "A Última Ceia" algo singular no cinema moderno.
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Marcelo Inácio Ferreira
18/01/2001
nota:Rate09
É um filme extremamente humano, mostra a transformação de um homem diante do sofrimento, fica evidente como nossas tristezas podem nos melhorar, apesar de não tirar a natureza rude das pessoas. É clara a questão racial tratada com fortes cores durante toda obra. É um filme bem melhor do que a média dos filmes americanos, que são geralmente muito superficiais. Quase uma obra-prima. Além de tudo, a atriz do filme é muito, muito linda.
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Laudemiro
19/01/2001
nota:Rate05
Assistindo ao filme percebe-se que esta tal academia que distribui oscars, na maioria das vezes, por pura politicagem ou por um "modismo" de momento alimentado pela co"midia" esta em verdadeira decadência de talentos e este por ser um filme sem graça e uma estória simplória arrematou uma estatueta de melhor atriz para Halle Berry realmente é de uma canalhice ímpar pois na minha opinião este foi um das piores atuações da aprendiz de atriz.
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Márcia Ferreiraa
20/01/2001
nota:Rate01
Só não dou zero porque houve uma cena meio quente que mereceu essa nota. Gente! O quê que é aquilo? Muitas coisas não ficaram claras. O filme é patético.
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Guilherme Araújo
21/01/2001
nota:Rate06
História já desgastada nos cinemas. Ótimas atuações dos protagonistas que se completam. Mas nunca empolga e chega onde se espera e então acaba.
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Saulo Costa
22/01/2001
nota:Rate08
Um belo filme, o diretor Marc Foster tem muito futuro, brilhantemente interpretado (especialmente Halle Berry, em seu melhor papel), com ótimo roteiro. Um filme denso e extremamente bem realizado.
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Vivianea
23/01/2001
nota:Rate010
Fico triste e indignada com alguns colegas, e seus comentários a respeito de certos filmes..."A Última Ceia" é um belo filme, apesar de ser um drama, em momento algum torna-se enfadonho, pelo contrário, apresenta diante dos nossos olhos atuações íncríveis de Billy Bob Thornton e Halle Berry, que merecidamente ganhou o oscar de melhor atuação feminina no ano de 2002. Bom filme!
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Thiago Aquino
24/01/2001
nota:Rate04
O filme têm cenas de sexo exageradas e desnecessárias,o roteiro e a história são péssimas, primeiro o cara é racista, depois ele se apoixona por uma negra. Um excesso de drama que não têm nada a ver,péssimo filme!
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Thiago Ramos
25/01/2001
nota:Rate05
Não se sabe ao certo o que o diretor pretendia com esse filme. Imagino que a intenção fosse criar uma história não linear envolvendo dramas pessoais, racismo, sexo e remorso. A verdade é que a trama é monótona, pouco objetiva e chega a ser piegas em alguns momentos. Trata-se de uma novela mal amarrada sobre relações humanas, com elenco em boa forma, mas sem um propósito firme. Recomendado apenas para pessoas emotivas e com disposição para encarar diálogos enfadonhos, intercalados por cenas tórridas de sexo.
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Elói
26/01/2001
nota:Rate08
Infelizmente ainda tem gente que gosta de ir cinema pra comer pipoca pra ver água com açucar. Esses, com certeza não devem assistir a esse filme. Pura realidade social e humana, inerente em qualquer lugar do mundo. Racismo, discriminação, maldade, mas reconhecimento, movimento de mudança, verdade, amor.
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Ariana Mirandaa
27/01/2001
nota:Rate010
Os sentimentos afloram sem precisar das palavras! É intenso, tocante e arrepiante!! o Billy Bob e a Helle Berry estão fantásticos!!! Sentimentos conflitantes explodindpo à flor da pele e com uma sensualidade extrema e intensa!
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Paulo Henrique
28/01/2001
nota:Rate02
Um filme chato e muito trágico. É uma mistura de novela mexicana (pelo drama em excesso) e filme pornô (pela cena de sexo escandolosa). Dois pontos apenas pela atuação de Halle Berry e pela coragem por aceitar participar de uma droga como essa.
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Wilson
29/01/2001
nota:Rate09
Um filme arrebatador. Ele é meio parado e o espectador fica meio perdido no começo, mas depois, as coisas vão se encaixando e tomando determinado rumo, às vezes inesperado. Billy Bob Thorton não chega a surpreender mas também não desagrada. Mas Halle Berry decididamente mereceu o oscar. Ela estava soberba principalmente em uma cena sensual, que inclusive, foi censurada pelos Estados Unidos. Heath Ledger merecia uma atuação maior, mas mesmo aparecendo pouco foi um papel marcante.
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Lázaro José Sawaya Donadelli
30/01/2001
nota:Rate010
É de crueza exemplar, quem afirma a desconexidade da trama não quer adentrar um centímetro que seja no entendimento. Somos aquilo tudo, mesmo? Ainda que assim não seja, é direito do cineasta exagerar. No caso, o exagero foi de artística aridez.
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ROMARIO VICTOR
31/01/2001
nota:Rate010
Não é a toa que o filme emplacou tantos elogios em diversas premiações. Não bastasse o roteiro impecável, o filme ainda conta com o talento imponderável da Atriz Halle Berry. A cena de sexo entre os protagonistas eleva o filme a um patamar honroso: O que mostra que Hollewood ainda é capaz de fazer filmes de autíssima qualidade. Á ÚLTIMA CEIA é um filme que vale a pena assistir.
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Rodrigo Nunes
01/02/2001
nota:Rate03
Um filme perturbador e real que mostra a vida como ela quase é da forma mais crua possivel. Mas o excesso de drama e piegas em alguns momentos, sem contar com cenas de sexo super vulgares e extremamente desnecessarias e imcompativeis ao filme, fazem com que "a ultima ceia" se torne arrogante ao publico.
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Cássio Giovanni
02/02/2001
Filme nojento! A história é fraquíssima e preconceituosa! Um homem extremamente racista e cruel que muda sua ideologia abruptamente e passa a ser "bonzinho" e ter compaixão e uma mulher sofrida e vazia (Halle Berry) que se vende e não se dá ao valor conduzem uma trama rídicula e incabível, a qual, inexplicavelmente, foi bem aceita pela crítica. Oúnico trecho que salva é o suicído da personagem vivido por Heath Ledger, do resto, podemos embrulhar e jogar fora! De onde tiraram o oscar para Halle Berry?? Não fez nada no fime, nada! Sua atuação é medíocre... A Silvia Saint faria melhor aquela cena arrebatadora de sexo entre os protagonistas! Se querem um conselho, jamais assistam a esta produção, pois se virem, não suportarão mais olhar para essa atriz chamada Halle Berry. Mediocridade é o segundo nome dela!"

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