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Filme maravilhoso, o melhor que já vi este ano, com um cenário e fotografia da melhor qualidade e com uma trilha sonora que contagia qualquer espectador. A atuação da atriz principal é soberba, tendo ela merecidamente recebido/indicada em vários festivais internacionais. |
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Durante alguns anos eu fui vítima de alienação política. Agora, acanho-me em fazer uma crítica de arte mais consciente. Entretanto, uma vez acordado, como adormecer de novo ? Uma vez alimentado, para que comer ? É claro que o "socialismo real" não mais existe. Nem o empenho dos heróis meninos em conscientizar as massa da necessidade de uma arte engajada, e só ela !... Não importa. O filme : " A Moça do Brinco de Péróla" é ótimo. Mas, sob o prisma da economia política, muito mais ainda. Denota duas coisas terríveis :O mercantilismo da arte; A inferioridade da mulher na época. O pintor Vermeer é um clássico holandês da cidade de Delf em 1665. Mas está nas mãos de Van Ruijven um mercador de telas e proxeneta de belas e jovens modelos. Não que lhe falte sensibilidade artística. Ele sabe o que é bom e o calcula bem. O pintor, casado com uma esposa ciumenta, que lhe tenta aprisionar com 11 filhos, já havia possuído e engravidado uma doméstica que lhe servira de modelo acarretando um ataque da esposa às suas telas. Mas a sogra, Maria Thins, compreendia-º . Então Griet apenas Griet filha de um cégo que fora pintor de azulejos, vai morar com eles. O mundo dela logo se divide entre uma paixão sem esperança por Vermeer e a relação com um rapaz de sua classe, o açougueiro Pieter. Ao conhecer Vermeer, até o momento em que ele se dispõe a pintá-la, delineiam-se vários interesses :O dinheiro; A arte pela arte; O amor. Não que Griet e Vermeer se amassem. Mas havia entre eles uma afinidade em torno da luz e das cores que os unia numa sensualidade de gestos e olhares contidos. De certo modo, aquela moça, pobre e analfabeta, compensava as suas limitações de classe social com os seus 17 anos, a sua beleza e o conhecimento da arte através da relação com o pai. Maria Thins, secreta aliada de Vermeer, embora algo mercantilista também, percebe sensibilidade da moça preocupada em limpar as janelas do estúdio do pintor para não prejudicar a luz da peça. E Vermeer que misturava as tintas com ela, reconhece a sua sugestão de excluir uma cadeira que atravancava uma tela. A maior das motivações era o pão da família do pintor e de seus funcionários. O aquecimento dos seus inúmeros filhos num país gelado no inverno. E a "superestrutura" os arrufos entre marido e mulher, a lacívia e a cobiça do mercador, e a paixão sensual de Griet, Maria Thins pela arte do pintor. Há racionalizações e conflitos que emocionam. E momentos sublimes, como quando Vermeer prepara a modelo para posar com o brinco de pérola da esposa. Ao furar lhe delicamente o lóbulo da orelha como lhe arranca um platônico orgasmo, enquanto uma gota de sangue se mistura ao dourado da pérola e os lábios carnudos de Griet se entreabrem úmidos e submissos. Ele a descobrira junto à janela, talvez como a criada anterior, de onde lhe ensinara a beleza da refração da luz nas nuvens. Ninguém cogita do valor da pérola ! Ele é como que eclipsado pela lágrima. E a hipnose da arte aliena e se eleva, para, pouco depois, vir abaixo. Catarina, a esposa ciumenta, descobre que a mãe faculta ao pintor um modelo que usa as suas jóias ! Lança-se sobre a tela, mas não consegue destruí-la. Vemeer e a sogra alegam que o quadro é apenas um negócio. Que era necessário pintar e vender os quadros para Van Ruijven. Griet apenas Griet volta para o seu açougueiro. Recebe os brincos de presente. Nada muda, nada melhora. O quadro é belo, e a fome e o frio, a pobreza e o preconceito contra as mulheres, não. Sob este aspecto, acho que santo Tomás de Aquino é "marxista". Ele define a beleza como "quod visum placet" ( o que agrada aos olhos). Mas, pergunto--me sempre :" Os olhos de quem ?" E respondo :" De alguém bem alimentado. Aquecido". Ou não há beleza que valha a pena, aos olhos de Deus e dos homens de caráter. Curiosamente, são a arte e o amor que nos emocionam no filme. O resto é detalhe. Como em 1665. O que será um bom filme ? Provavelmente " A Moça do Brinco de Pérola". |
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Não é um filme. Trata-se de uma pintura reproduzida em cinema. De um lirismo impressionante, o filme consegue ser uma obra de arte em fotografia e trilha sonora. |
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Um filme singelo, uma primorosa produção, uma bela fotografia, uma história que nos remete a sentimentos delicados, a um tempo passado, lá longe. Uma bela e meiga obra-prima. |
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Um filme que provavelmente será descoberto mais tarde. Embora o carro-chefe do filme seja a bela fotografia, que reproduz a forma como o artista Veermer olhava e destacava o mundo ao seu redor, o filme não deixa nada a dever em emoção, seja contida no olhar, no que não foi feito ou então transbordando nas palavras. Os atores principais estão muito bons. O Veermer de Colin Firth é uma mistura do artista com o homem. A esposa de Veermer foi brilhantemente interpretada por Judy Parfitt, que tornou crível o ciúme e despeito da esposa que compete com a criada explodindo na flor de sua juventude. Scarlett Johansson, por sua vez, está insubstituível como a criada Griet, que tenta passar despercebida em sua beleza em um mundo em que ela é o elo mais fraco da corrente. Filme sensível, para ser apreciado enquanto lentamente se desenrola. Uma dica: veja muitas pinturas de Veermer antes, para entender o que foi feito no filme. |
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Se pudesse dava nota mil . O filme é excelente ! Contagia com a música , com a sensibilidade da menina que sendo de uma classe inferior consegue estar acima de Catarina . Sente dentro de si a arte ,as cores , o ambiente . Mergulha realmente no maravilhoso mundo da arte . A fotografia do filme é maravilhosa , a atuação de todos os atores é ótima . O foco que se dá aos quadros como se estivéssemos realmente dentro deles . O filme é intenso e senti uma dor enorme quando acabou , parece que passaram-se apenas cinco minutos . O melhor filme que vi este ano sem sombra de dùvida. |
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Concordo com o Antonio Carlos, um excelente filme! Roteiro, fotografia, arte... cinema bem feito. Um dos melhores que já assisti esse ano. Agora, tem que estar "no dia" pra assistir. Não é filme de ação, ao contrário, "pura sacação". |
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Maravilhoso! Para quem gosta de arte no seu sentido mais completo. "Cada fotograma é uma pintura". Além disso a história se desenrola num clima de sutilezas, apreciáveis para quem tem sensibilidade. Além disso, é impressionante como o diretor conseguiu manter a luz das telas de Vermeer. Imperdível! |
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O maior mérito do diretor neste filme foi o de fotografá-lo com uma textura semelhante aos quadros do pintor holandês que é homenageado: Johannes Vermeer (Colin Firth). O roteiro baseado no livro de Tracy Chevalier é simplório. Uma jovem e bela empregada, Griet (Scarlett Johansson) vai ser a musa inspiradora de uma das pinturas mais famosas de Vermeer. A sua família não era o que se poderia considerar um "poço de normalidade". A sogra controlava as finanças da família a punhos de aço. A família de Vermeer abusava nos gastos financeiros no período que se seguia à conclusão de um quadro. Van Ruijven (Tom Wilkinson), o mecenas da cidade de Delft, comprava a obra de Vermeer. A ostentação da família se prolongava até o momento em que o dinheiro escasseava. A matrona entrava em ação pressionando a produção do pintor holandês. Griet intuitivamente entende a importância da luz na criação dos quadros do seu patrão. Este, por sua vez, torna-se uma espécie de professor. Ensina a sua bela funcionária que acaba lhe servindo de modelo na pintura que leva o título do filme. A esposa de Vermeer é retratada como uma mulher insegura, ciumenta, que vivia grávida o tempo todo. Ela que outrora havia sido a musa inspiradora do marido temia perder o espaço para uma outra mulher. A paixão entre Vermeer e Griet pode ser acompanhada através de certas sutilezas: tremores nas mãos e a languidez nos olhares. A coisa nunca chega às vias de fato. Porém, após ter posado por horas a fio, Griet sai correndo do ateliê para os braços do seu namorado, o açougueiro, para realizar as suas fantasias sexuais. Peter Webber fez um filme para ser contemplado como uma pintura. E teve êxito na sua empreitada. |
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Quem gosta de imagens espetaculares com efeitos especiais, perseguições de carro, explosões e outras idiotices do cinema americano não vai gostar deste filme maravilhoso.É um filme para quem gosta de cinema de verdade. Fotografia de primeira qualidade. Ambientação muito boa. Ótimas interpretações e sobretudo uma idéia muito original, realmente diferente. |
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O filme pode até ter merecido as indicações ao Oscar que recebeu, mas fora isso é muito chato. Talvez seja pela veracidade do roteiro ao estilo social da época, mas o filme sofre com diálogos fracos e as vezes inesistentes. Poderia ter durado 15 minutos mas durou 80. |
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Adorei o filme! Ele traz uma sensibilidade intrínseca em seu enrredo..Como os limites do amor, dos valores sociais. As intençoes estão subentendidas. Sem vulgaridades, sem cenas que precisem legitimar de forma direta. A fotografia e linda, parece que a gente vai tocar em algumas coisas, objetos. Nos mergulhamos nocenario, e ao mesmo tempo enxergamos em todas as suas perspectivas, seja olhjando por cima de um desig do chao da praça, seja na fresta da porta ou na escuridao do quarto. As luzes orientam... A expressao dos atores nos fazem sentir eles. Ate suei em alguns momentos, pq. me senti na pela dos atores em determinadas situaçoes. Os detalhes em algumas cenas, como as cores a janela que foi limpa, o rosto....a observaçao concentrada na pintura, o aprenizado do saber artistico...Tudo muito bem pensado ... e trasnmitido com tal sensibilidde que nao tem como nao ser traduzido para questoes atuasi nossas,ou seja, embora a historia do filme tenha se passado em 1600, algumas cenas das politicas e interesses economicos nao mudam no tempo e as angustias e medos de relacionamentos tbem sao eternos, por isso a mensagem pde ser comprendida no sec 21. Isso e arte. E qdo . os valores podem ser trasnpassados em uma historia atemporalmente.....pq. os sentimentos e valores sao eternos! |
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Assim como uma obra de arte, este filme não deve ser assistido como um outro qualquer e sim admirado. A trilha sonora é envolvente, além do figurino e ambientação. As sutilezas desta película também são dignas de comentário. Recomendo. |
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O filme é pura arte. Como outros críticos aqui já mencionaram, é para ser admirado. O ritmo lento, ao invés de causar monotonia, legitima a ação dos personagens, fazendo a emoção explodir na tela. |
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Muito bom filme, com doses certas de drama para não deixar o filme monótono. A fotografia é linda e a história é bem bolada, uma ponta de romance sutil que deixa a historia melhor e mais intrigante. O tom sombrio do filme mexe com os nossos nervos deixando o espectador apreensivo. |
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Eu gostei do filme. Tem uma fotografia muito bonita, trilha sonora coincidindo com o filme e tem uma historia boa. Mas nao sei o q houve, mas creio que se estivece lendo o livro, acharia a historia bem melhor. Acho q o filme nao foi bem reproduzido, talvez pela atuaçao dos atores, nao sei explicar. Mas achei a historia boa. Mas lendo o livro seria mais intereçante. |
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Lindo!!! Delimita com clareza o que é do amor e o que é do desejo. Passa ao telespectador de uma forma sutil os caminhos que as paixões humanas trilham para chegar a satisfação. Tudo muito bem embalado em uma linda trilha sonora e paisagens de beleza indizivél. |
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Adorei. A sensibilidade com que se tranporta os sentimentos atraves do filme me encantaram. O protagonista principal nos leva a perceber o que antes não davamos valor ,que e a arte. |
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O filme busca retratar a atmosfera e cotidiano que ambienta a produção do artista, o que, em se tratando de Vermeer, é fundamental para compreender a obra e a sensibilidade deste gênio. Neste sentido a fotografia foi trabalhada com maestria à altura do protagonista. O diretor deixou a desejar no ritmo, mas a maneira como ele conduz o espectador atravéz da paixão quase platônica, instigada pela beleza encontrada na simplicidade de uma simples criada, é o ponto alto desta obra da sétima arte. |
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É um filme frio como uma pintura.É o tipico filme velado para concorrer em festivais e consagrar profissionais da área tecnica.A melhor coisa do filme pórem é a atuação de Scarlett Johansson,perfeita no papel de uma sofrida doméstica, ela consegue se superar em cada filme mostrando ser uma copetente atriz. De resto o filme vale como uma bela sessao de museo,mas assim mesmo bastante sensivel. |
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Sem dúvida um dos melhores filmes que já assisti, a escolha do enredo e do elenco: Colin Firth soube bem como dar vida a personagem de Johannes Vermeer com toda sensibilidade de um artista plástico sem precisar de muitas palavras, além de merecidos elogios a Scarlett Johansson. Definitivamente: recomendo este filme. |
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Sensível! é a palavra que usaria para definir este filme. Cada cena é parece ser finamente acabada com um pincel. Vale todas as indicações para o Oscar. |
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O filme é de uma sensibilidade ímpar. O amor entre os protagonistas se revela sem haver necessidade de cenas mais explícitas, graças à maravilhosa atuação da atriz. A época foi muito bem retratada e a música é maravilhosa! Simplesmente perfeito! |
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O filme é simplesmente MARAVILHOSO!!! Tem simplesmente CONTEÚDO, FOTOGRAFIA, ELENCO, ETC. PS.: Quer mais emoção da atriz? VÁ AO TEATRO pq cinema é assim! |
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É assombrosa a semelhança da atriz com a moça da obra original. Existe um impacto na hora em que Veermer revela a obra à sua esposa,um impacto que rompe os limites da película,indo de encontro com nossa espectativa e nos causando um instante de emoção perante a criação desse gênio. |
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PARA MIM FILME É PARA ENTRETER NÃO PARA NOS COLOCAR DEPRIMIDOS E É ISSO QUE ESSE FILME RIDÍCULO FAZ! QUE ESTÓRIA ELE TEM? A QUE VEIO???FALA SOBRE O QUE? SUAS INDICAÇÕES PARA O OSCAR (Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e Melhor Figurino.)MOSTRAM QUAIS FORAM AS PRINCIPAIS PREOCUPAÇÕES , A ESTÓRIA....SÓ UM DETALHE....PÉSSIMO FILME! |
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Vermerr se encantou com a profunda e rara sensibilidade artistica de Griet e não pelo seu lindo rosto ,o quadro e o filme retratam a sedução na arte que transcende qualquer intensão de amor ou paixão! |
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É claro que Scarlett Johansson faz seu papel com emoção, simplesmente representa uma personagem que reprime suas emoções devido às condições que vive. Para Griet quanto mais invisível fosse melhor seria, e é exatamente isso que a atriz transmite. É um filme emocionante, a trilha completa as imagens e fotografia dando uma sensação de estar por alguns momentos dentro do século XVII. Para quem gosta de artes plásticas a história não poderia ser melhor, mas não se limita a expor só a produção de quadros, mas a mostrar o caráter social e os conflitos da sociedade da época.É uma história magnífica, me emociono cada vez que assisto. |
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Eu gostei! Excelente trilha sonora, fotografia e figurino. Para aqueles que dizem que a atriz principal não transmitiu emoção devem pensar no seguinte, como uma mulher no caso dela poderia transmitir emoção sendo num tempo tão restrito em que a mulher era como um objeto? Acho que a atriz foi excelente e atuou de maneira correta, o filme só fez bonito assim como o pintor fez o quadro. |
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O filme é bárbaro! Deixa uma sensação de plenitude, porém incompleta... A fotografia é mágica, o cenário, as roupas... É um filme incrivelmente tocante, porém de uma forma absurdamenrte sutil! Surpreendeu-me! |
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O holandês Johannes Vermeer pintou na década de 1660, o quadro que para alguns teóricos seria a "Mona Lisa Holandesa", seu nome: Moça com Brinco de Pérola. O quadro ficou desaparecido por 220 anos. Muitos querem saber de onde veio aquela moça que está pintada naquele quadro, sua história, e o que está representando. Baseado no de Tracy Chevalier, o filme mostra o que se acredita sobre o quadro, que a moça era uma criada dos Vermeer, humilde camponesa que o seu patrão ficou apaixonado, mas sem demonstrar física ou verbalmente seu amor pela criada. Johannes Vermeer conseguiu vê na camponesa a sua capacidade natural sobre cores e texturas, chamando a sua atenção já que em sua casa ninguém compreendia a essência da arte. Sua sogra era quem negociava seus quadros para os supostos mecenas (Van Ruijven), que seria da época. Scarlett Johabsson (Griet), em momento algum trai o seu respectivo namorado açougueiro, que se vê apaixonado por ela desde que a viu. O filme trás uma maravilhosa fotografia, porém deixando muito a desejar na sua representação como filme. Indicado para três OSCAS, Garota com Brinco de Pérola, não é um fato ocorrido, mas uma protagonização do que se acha que foi ocorrido naquela época quando o quadro foi pintado. |
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Eu achei o filme muito parado.. monótono... e todos os autores não conseguirão se expressar como eu esperava.. eu achei q seria algo q eu me lembraria como um filme bom e legal.. mais foi uma total decepção e eu achei q se eu tivesse comprado filme eu queria ter o meu dinheiro de vota! |
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Que bom que a primeira tentativa do filme não vingou e tivemos o privilégio de sermos presenteados com a excelente atuação da Scarlett. Contida, tímida enfim o que a época preconizava. Colin Firth também está perfeito.Para quem faz artes plásticas, então, foi um deleite. |
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Maravilhoso!!!Para quem ama a história da arte é uma obra e tanto. Para quem ama cinema é um belo filme. Além da perfeição do quadro, a fotografia, músicas e atuações são incríveis. Vi uma vez e me apaixonei, da segunda vez tive a certeza de estar vendo um dos melhores filmes de todos os tempo. Divino! |
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Eu amei esse filme porque eli conta uma história que emociona, que faz qualquer um naum querer parar de ver.Começei a ve-lo em uma das minhas aulas de português pois estou estudando Vermer e quando fiquei sabendo que o filme seria dividido fiquei chateada e então loquei eli na locadora hoje acho que é um dos melhores filmes que eu já vi! |
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Filme espetacular!!!!Uma história de Arte viva em cenas que nos emocionam com tanta delicadesa e vivacidade.Incrivel a forma como mostra a pintura no quadro,uma certa clareza nas cenas.A atriz trabalhou perfeitamente. |
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Gostei do filme pois ele retrata o modo de vida muito amplo dos tempos antigos aonde prenominava a falta de higiene;a preguiça da mulher(patroa) que não fazia nada;as longas roupas usadas pelas mulheres,mostra a sensibilidade na arte e um período de grandes mudanças principalmente religiosas que variavam de um país para o outro.Quem se interessa por arte vale a pena conferir esse filme que se baseia-se na arte barroca do século dezessete. |
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O filme tem um roteiro muito bom,eu gostei bastante pois os personagens são bem perseptivos com relação a arte com as cores enfim eles se preoculpam bastante com os quadros e seu resultado. Nesse período por ser mais dificil de encontrar as cores,nem sempre era possivel ter um resultado exato de uma cor então eles improvisavão tudo.Oque por sua vez é bem criativo e interessante.Os personagens deram um toque a mais na obra cada um combina com seu personagem, isso é bem importante. A minha opinião final é que o filme deveria ser passado se possivel em todas as escolas pois ele passa uma mensagem bem clara do período em que é retratado, e de como as obras eram elaboradas naquele tempo. E é só! |
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O filme é bom, mostra como a mulher era submissa ao homem na época e que nem sempre as pessoas que são ricas tem mais conhcimento que as pobres (quando mandaram griet limpar a janela e ela falou da iluminação sua patroa não entendeu). |
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Eu gostei um pouco do filme, pois fala muito de arte e religiao(renascimento e barroco) e conta a vida de uma mulher nao catolica que sempre que ouvir preces catolicas era pra ela tampar os ouvidos e abaixar a cabeça(isso parece ser bem antigo). Mas o filme é muito bom e recomendo para todos que gostao da cultura do barroco. |
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O filme é muito bom, mas a atriz principal não passa nenhuma emoção a quem assiste, ela parece que não passa de uma figurante. E também esperava mais do Cillian Murphy, ele é um ator muito bom que não foi explorado no filme. Só se foi para não apagar mais ainda a Scarlett Johansson. |
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