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Comédia com tudo pra ser perfeita, bons roteiristas e a sempre ótima Diane Keaton, mas perde por ser previsível demais.Mandy Moore cresce a cada filme, e junto com Diane garante bons diálogos e muita emoção. Piper Perabo é o "artigo de decoração" do filme, bonito e inútil e Lauren Graham fica perdida entra as protagonistas. Stephen Collins (7th Heaven) e Diane Keaton são responsaveis por uma das cenas mais engraçadas do filme, apesar da semelhança com Alguém Tem Que Ceder. O filme é bom, egraçadinho, bonitinho e bem feitinho, não decepciona, mas tb não surpreende. Sessão da Tarde total! |
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Amei esse filme!!!Tem uma história engraçada e ao mesmo tempo ensina uma lição....que as vezes, a ajuda das mães não é tão ruim...tem cenas divertidas e tristes, como toda comédia romântica deve ter...vale a pena assitir...não perca! |
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O filme é gostoso de assistir. Uma comédia sutil e inteligente, não abusa dos clichês dos filmes de comédia. O enredo é bom, com atuações excepcionais de Diane Keaton (Daphne)e Mandy Moore (Milly). |
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Filme bonitinho demais. Tenta ser tão agradável, que se torna chato e tedioso e para minha surpresa, mostra uma Diane keaton, em sua pior perfomance, lembrando até uma das personagens da Xuxa. Utilizase de todos os cliches das comêdias românticas, mas consegue transformar isso em algo pior ainda. Gosto muito das atrizes, principalmente de Diane Keaton e Lauren Graham (Por causa de seu seriado, que é muito bom, mas o personagens estão muito malcriados e não são só os delas. O filme é açucarado demais. Acho que nem mesmo os mais apaixonados casais gostarão do filme. |
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Amei! Um filme leve, delicioso, tudo de bom! e ri um monte! pra variar, a Diane Keaton mais uma vez deu um show! todas as mães e filhas que assistirem certamente irão se identificar com algumas das cenas.... lindo! |
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O filme é uma comédia leve e despretensiosa e tem algumas cenas muito engraçadas, mas o roteiro não se sustenta, e cria uma quantidade enormes de clichês, Vale como uma sessão da tarde e pela ótima presença de Diane Keaton. |
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Simplesmente divertido e romântico! Quase morrí de rir e torcí bastante. Acredito que o cinema tá voltando a se comportar. Uma trama interessante, sem tanta malícia, ataul... Perfeito! |
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O filme é manjado, mas é sempre bom ter essa opção para ver com a esposa que não gosta de filmes mais complexos. O roteiro é um verdadeiro clichê e em relação a atuação, é aquele tipo de filme que eles fazem como um passatempo. |
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Era uma comédia? Situações forçadas, piadas sem graça, atrizes não concatenadas, enfim, faltava ritmo, produzindo 102 minutos de extremo sofrimento. É inimaginável uma família como a retratada no filme, ainda que abordado o universo norte-americano. |
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O trágico deste filme não é o fato de ser uma comédia romântica e de usar fórmulas surradas, previsíveis, usadas por Hollywood. O xis da questão é a má utilização dos clichês, é zombar da inteligência do espectador. Diane Keaton interpreta Daphne, mãe de três filhas. A caçula é Milly (Mandy Moore), sobre a qual todas as preocupações da mãe recaem, no aspecto afetivo. Daphne quer porque quer que escolher um namorado para a sua filha. E para isso ela faz um anúncio num site da internet e entrevista todos os candidatos. Logicamente irão surgir os tipos bizarros, tímidos, chatos, feios, até que....eis que surge um indivíduo com todos os predicados para os olhos de qualquer mãe: Jason (Tom Everett Scott). Daphne e Jason traçam as linhas do plano de conquista de Milly. Esta por sua vez conhece um rapaz bem comportado, Johnny (Gabriel Macht), professor de guitarra, pai de uma criança que ele cria, enfim, um bom partido, exceto pelo fato que ele não é tão rico quanto Jason. Por algum tempo, Milly namora com ambos, até que a verdade vem à tona. Nesse ínterim, Daphne se apaixona pelo pai de Johnny com quem irá se casar no final deste triste filme com pretensões de ser cômico. O tal de Michael Lehmann é um péssimo diretor, de uma sutileza de araque para apontar sempre quem são os personagens dos quais a platéia deverá gostar ou não; dirige com mão pesada e mal, muito mal. O mais triste é ver Diane Keaton, que já fez grandes filmes ao lado de Woody Allen ("NOIVO NEURÓTICO, NOIVA NERVOSA", "MANHATTAN" e "INTERIORES", terminar a carreira fazendo duo com a insossa da Mandy Moore. |
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Gostei muito da atuação da Diane Keaton(roubou a cena). Não gostei do excesso de comentários sobre sexo(como evitá-los?),mas apesar disso o filme passou uma mensagem. |
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As mesmas piadas e mesmas idiotices de toda comédia romântica norte-americana. Podiam ter sido mais originais. Eu rí em pouquíssimos momentos do filme. Deixou muito a desejar. |
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