John Nash (Russell Crowe) é um gênio da matemática que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou sua genialidade e o tornou aclamado no meio onde atuava. Mas aos poucos o belo e arrogante John Nash se transforma em um sofrido e atormentado homem, que chega até mesmo a ser diagnosticado como esquizofrênico pelos médicos que o tratam. Porém, após anos de luta para se recuperar, ele consegue retornar à sociedade e acaba sendo premiado com o Nobel.
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Luiz Fecaso
O longa é "impecavelmente" brilhante.Com um eixo narrativo inteligente e inovador.Tratando de um tema tão controverso : a esquizofrenia.Sem repetir "clichês" e nem simplificando cenas para alcançar o publico.Ron Howard(Apollo 13) dirige com firmeza,sem extrapolar:Acredito que seja seu melhor trabalho em direção.Russell Crowe(Gladiador) esta formidável:Em uma interpretação superior a de Gladiador-a qual lhe rendeu o Oscar em 2000-Meu querido Ed Harris(As horas) agrega uma tonalidade forte ao longa.Jennifer Connely(Casa de Areia e Nevoa) em sua maior concentração,reflete e centraliza as emoções incalculáveis dessa mulher que se vê entre a cruz e a espada..e nisso escolhe acreditar no amor.Connely mereceu o Oscar.Paul Bettany(O Código Da Vinci) trouxe um grande sorisso ao meu rosto,não mais e nem menos,interpretou na medida certa!E realmente parece aquele amigo que todos temos(ou queríamos ter).Texto excelente,fazendo nos refletir sobre "temas" que evitamos a responder.Fotografia leve.Edição e Montagem perfeitas.Um dos filmes da minha vida.
Ana Carol
Sabe aquele filme que te engana? Aquele que vc desconfia que é ruim, mas também desconfia que pode ter alguma coisa. Bem, este é o filme “Uma mente brilhante”, com o canastrão do Rusel Crow.
Cai na conversa e assisti um pedaço. Não deu para ir até o fim, enjoativo, tipo filme para mulher.
É a história de um matemático que sofre de esquizofrenia mas é redimido pelo amor. Pelo amor de deus, quem acredita que uma mulher vai ficar lambendo a bunda de um cara durante 30 anos? (ele ficou internado este tempo).
Dando uma pesquisada na internet, levantei que o John Nash, este era o nome da boneca, era gay, tendo sido demitido do governo por flagra em banheiro público. É além de bom matemático ele gostava de fazer aquele boquete pra galera. Também gosta de beijoquinhas nos corredores da universidade.
Pura mentira a tal história que a mulher ficou lambendo ele durante 30 anos, a primeira esposa ficou de saco cheio e largou ele internado em um hospício.
Em uma das melhoras a boneca teve um caso com uma enfermeira, resultando em um filho. Como grande pai ele queria colocar a criança para adoção. Também não casou com a moça, pois ela era pobre e ignorante. Grande cara.
Em resumo, o sujeito era um pulha, viado, fascista, anti-semita e malucão.
É incrível como Hollywood consegue transformar a história de um traste em um traste de filme ruim.
Este filme é bom apenas para as bestas que gostam de cinema comercial burro de Hollywood.
PS. Como economista eu afirmo que a grande descoberta de Nash, a teoria dos jogos, é uma coisa estúpida para nerd americano, não tem nenhuma serventia no mundo normal.