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Parabéns a Ron Howard pela sua mais nova investida no cinema."Uma mente brilhante" não tem brilhante apenas no nome, e sim no conteúdo. O filme conta a história de John Nash, um brilhante matemático que, famoso por uma de suas teses, acabou sendo indicado e recebendo o prêmio Nobel de economia. Entre sua tese e o recebimento do prêmio o filme conta a vida de Nash, que foi diagnosticado com esquizofrenia e teve que aprender a superá-la. Russel Crowe foi o escolhido para interpretar o matemático, um tipo bem diferente de seus personagens em filmes anteriores, porém Crowe se sai magnificamente bem. Ele está perfeito como uma pessoa problemática e cheia de "tiques". Ao lado dele está Jennifer Connely, que interpreta a mulher de Nash (ela também está muitíssimo bem). De certo modo ela faz a mesma personagem que interpretou em "Pollock", onde no caso era a mulher de Ed Harris, um pintor com um parafuso a menos. Falando em Ed Harris, ele também participa do filme, como um agente do Departamento de Defesa americano. Para terminar, o filme tem tudo para se dar bem (no Oscar). Já recebeu alguns Globos de Ouro (melhor filme, ator, atriz coadjuvante, etc...) e certamente tem de tudo para emplacar. Russell Crowe sem dúvida merece o Oscar para o qual foi indicado (assim como também o merece Jennifer Connelly), mas isso fica muito difícil de acontecer, visto que ele recebeu Oscar por "Gladiador" no ano passado e é muito raro a Academia premiar o mesmo ator duas vezes seguidas (as únicas exceções são Spencer Tracy e Tom Hanks)." |
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Grande vencedor da última edição do Globo de Ouro e forte candidato ao Oscar 2002, "Uma Mente Brilhante" é um filme simples e bem categórico, porém de enorme qualidade. Talvez seja a simplicidade da película que conquiste o espectador. Eu particularmente esperava ver um filme mais "dramalhão", entretanto não é o que acontece. Ron Howard com muita competência mescla um bonito drama com algumas pitadas de humor e ingenuidade. Uma coisa deve ser avisada, "Uma Mente Brilhante" é um filme lentíssimo e até mesmo monótono, por isso é preciso muita atenção nos diálogos, pois são eles que apresentam tudo.O filme narra a história verídica de John Nash (Crowe), um matemático bastante incomum. Diferente dos outros, ele sempre procura uma idéia original para compor os seus trabalhos e foge do óbvio. Nash passa a trabalhar em segredo para uma organização onde ele tem de descobrir códigos secretos através da matemática. No mesmo momento, ele trabalha como professor. É onde ele conhece Alice (Connelly), uma jovem e bela garota. O tempo passa, eles se casam e têm um filho, mas Nash descobre que tem uma doença: esquizofrenia. O que isso significa? Nem tudo aquilo que ele conhece e acredita que faz é real. Muitas coisas, algumas pessoas são criação de sua mente. A partir daí, desviar a atenção do filme é uma tarefa impossível.É emocionante e tocante a jornada que o personagem entra. Não saber o que é real e criação de sua mente passa a ser uma experiência bem estranha. A grande sacada de Ron Howard é no começo fazer com que o espectador também não saiba exatamente o que é real ou ilusão. Nós ficamos na mesma situação do personagem, querendo descobrir o que é real mesmo e o que não é. A trama é muito envolvente e inteligente. Já perto do final é impossível não se emocionar com a história. Pois depois de ver tudo aquilo que o personagem passou nós notamos o quanto foi desgastante sua luta contra sua própria mente. O pior é ignorar pessoas queridas, que ele descobre ser mera ilusão. Como eu já disse, existem toques de humor no filme e são geniais. Pois são ingênuos e naturais; isso é conquistador.O roteiro é excelente e a direção de Ron Howard é, como sempre, muito bem feita. Mas se existe algo realmente brilhante é o elenco. Russell Crowe certamente irá ganhar o Oscar. Ganhador do ano passado por "Gladiador" e indicado em 2000 por "O Informante", Crowe simplesmente brilha durante o filme inteiro, provando ser um dos grandes atores do momento. Sua atuação de John Nash é fenomenal. Em primeiro lugar ele consegue em poucos minutos de projeção a empatia da platéia; logo em seguida Crowe começa a dar um show de expressões e gestos; e na chegada das cenas difíceis Crowe parece sentir na pele a dor do personagem. Existe uma cena que é muito chocante, principalmente pela incorporação de Crowe. No mesmo time ainda temos a Jennifer Connelly vivendo a mulher de Nash. Além de aparecer belíssima em cena, ela protagoniza uma cena angustiante de melancólica. Uma grande promessa para o futuro.Não posso deixar de comentar um pouco da produção do filme. O que mais me conquistou foi o trabalho de Roger Deakins; sua fotografia é genial e com diversos toques de originalidade. Outra parte de produção bem caprichada é a trilha sonora feita por James Horner. As músicas são bem construídas e bem colocadas, cada uma representa bem a tensão e a força da cena. Ron Howard além de fazer um filme bem conduzido e com diálogos inteligentes, tem um filme de visual e impressão belíssimo."Uma Mente Brilhante" provavelmente será o ganhador do Oscar e, se ganhar, será muito merecido. Não é o meu filme preferido do ano - gosto mais de "Moulin Rouge" e "Senhor dos Anéis" - porém o filme tem em si méritos para ser um campeão. "Uma Mente Brilhante" não é o melhor trabalho de Ron Howard, porém só é um pouco inferior a "Um Sonho Distante". O filme tem uma história simples sobre um matemático esquizofrênico que ganhou o Prêmio Nobel em 1994 por sua grande inteligência, entretanto o filme é mais que isso. É uma verdadeira viagem na mente humana. |
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Eu tive a oportunidade de assistir a pré-estréia do filme e achei fa-bu-lo-so!!! O filme tem ótima fotografia, ótimo roteiro e conta com a super e brilhante atuação de Russell Crowe, que com certeza e sem sombra de dúvidas merece receber o 2º Oscar consecutivo de melhor ator. Como o filme é uma história real, ele nos dá uma verdadeira lição de vida. O que eu tenho para dizer desse filme, realmente e sinceramente, não cabe em poucas linhas... |
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Com uma interpretação nota 10, Russell Crowe tem a facilidade de prender o público na história de Nash, um gênio da matemática que se depara com a esquizofrenia. O filme traz, e com muita clareza, o drama de Nash que para mostrar suas descobertas e ser reconhecido antes teve que passar pela verdadeira face da vida e pelo sentido do amor, que foi sem dúvidas nenhuma a mais importante de suas descobertas. |
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Belíssima interpretação de Russell Crowe e também de Jennifer Connelly que, de certa forma, merecem ganhar o Oscar. Quanto ao filme, relata realmente a vida dos gênios e também a ignorância da Ciência Humana quando classifica o quadro clínico de John Nash, sendo que na verdade sofria de obsessão por três espíritos que o perseguiam. |
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Sem dúvida um filme ótimo, com uma história verídica bem montada e um roteiro muito bom. Mas o show é de Russell Crowe, que interpreta John Nash um superdotado de inteligência que é preso em um manicômio diagnosticado como esquizofrênico. Ele é a alma do filme, uma interpretação absolutamente impecável e sensacional que emociona até os mais duros corações. Sem contar Jeniffer Conelly, que também está maravilhosa como a mulher de John Nash no filme. Os dois conduzem o filme de uma maneira brilhante e sem frescuras, fazendo "Uma Mente Brilhante" um forte candidato ao Oscar 2002. Se a Academia for coerente dará, sem pestanejar, o Oscar a Russell Crowe, que assim se juntaria a um seleto grupo de atores que ganharam dois Oscars seguidos. Apenas Spencer Tracy e Tom Hanks conseguiram tal proeza e seria uma total justiça com esse superator que está no seu auge. Enfim, "Uma Mente Brilhante" é um ótimo filme com interpretações sensacionais e que prendem a atenção até o final, vale a pena curtir esse grande filme. |
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"Uma mente brilhante" é um bom filme. Fui meio desavisado ver este filme, mas valeu a pena. Russell Crowe dá um show! Devo confessar que não acreditava que ele poderia fazer algo tão profundo. O resultado final de "Uma mente brilhante" é verdadeiramnte agradável e proveitoso, uma bela história sem frivulises com um bom texto. Vale o ingresso. |
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A narrativa lenta e verborrágica da metade inicial da história é compensada pela reviravolta do roteiro, que acontece em uma seqüência tensa e angustiante. A partir daí o filme cresce em emoção e conquista o espectador. Ótima atuação de Russell Crowe, melhor aqui do que em "Gladiador", mas Jennifer Connelly não justifica sua indicação ao Oscar de atriz coadjuvante. E Ed Harris, na pele de um personagem perturbador, poderia ter sido indicado para coadjuvante. De qualquer modo o filme agrada bastante, mas não é nenhuma obra-prima. |
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Um filmaço de primeira. Tem todo o equilíbrio de um drama, com cenas tocantes, cenas fortes e uma belíssima história que conta quase toda a vida de John Nash. Além de tudo temos acrescentados a isso uma ótima interpretação de Russell Crowe e Jennifer Connely. Um filme com todos os ingredientes para se fazer um bom drama e o melhor é que sabemos que a história é real. Mas, cá entre nós, parece que o filme foi feito para ganhar o Oscar, né? Tem o tom sério com cenas fortes, o tom irônico com piadinhas para descontrair e, claro, o grande discurso do final. Adorei o filme!!! Muito bom mesmo!!! O que era pra ser um drama virou uma experiência!!! Todas as indicações foram merecidas. Até a maquiagem é muito bem feita. |
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A história prende realmente o espectador no cinema e chega a emocionar no seu desfecho, porém o filme não supera "O Senhor do Anéis" como melhor filme, no meu ponto de vista. O maior destaque deste filme é, sem dúvida, a atuação de Russell Crowe. Impecável. |
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Assim como o título, o filme também é brilhante. Russell Crowe está perfeito no papel de John Nash. Ele mereceu ter ganho o Globo de Ouro de melhor ator, como também merece ganhar o Oscar. O próprio filme tem o estilo que a Academia gosta e tenho quase certeza que ele irá faturar a estatueta de melhor filme. Apesar das mais de 2 horas de duração, o belo roteiro e a boa direção fazem com que o filme não seja nem um pouco cansativo. A bela atuação de Jennifer Connelly também vale o ingreso. É um filme para se ver mais de uma vez. |
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Agora sim Russell Crowe merece ganhar o Oscar de melhor ator por sua atuação incrível neste filme. Jennifer Connelly está ótima também. Tenho que comentar a trilha sonora, que deu um aspecto mágico ao filme. Que James Horner ganhe outro Oscar. O filme mostra que um bom diretor, atuações maravilhosas, uma ótima trilha sonora podem transformar uma história simples num grande filme. Um filme que deve ser aplaudido no final. |
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O melhor entre os filme indicados ao Oscar deste ano que já estrearam no Brasil. O projeto do filme já nasceu como um provável ganhador de Oscar, mas causou desconfiança o fato da direção ter ficado a cargo de Ron Howard, já que seu último trabalho era o carnavalesco e péssimo "O Grinch". Mas Howard volta ao seu tempo de "Apollo 13" e tem uma direção bastante eficaz. Já Russell Crowe dá um show como John Nash, interpretando o esquizofrênico matemático sem cair no estereótipo de um. Jennifer Connely brilha como a fiel esposa de Nash. Se for o ganhador do Oscar será justíssimo. |
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Bom filme! Uma boa história, com um bom roteiro, contada por um bom elenco. Tinha tudo pra ser um melodrama, mas o filme consegue ser real sem ser piegas! Excelentes interpretações de Jennifer Connelly e de Russell Crowe, que só agora merece o Oscar! |
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Puxa! Simplesmente demais! O filme faz jus às 8 indicações ao Oscar que recebeu! Russell Crowe está impecável no papel do fabuloso gênio da matemática John Nash. Destaque também para a excelente interpretação de Jennifer Connelly (no papel de Alicia Nash, esposa de John), a qual já lhe rendeu um Globo de Ouro. Além disso, a trilha sonora, que leva a assinatura do "fera" James Horner, não deixa a desejar. |
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Demente brilhante "A ambição universal dos homens é viver colhendo o que nunca plantaram" Adam Smith (economista inglês, 1723-1790) Mais uma vez as "pathias" desfilam em Hollywood. Em 89, "Rain Main". Em 92, o canibalesco "O Silêncio dos Inocentes". Em 95, a caixa de bombons de "Forrest Gump". Agora é a esquizofrenia. Indicações: oito, incluindo melhor filme e ator (Russell Crowe). "Uma Mente Brilhante" ('A beautiful mind', de Ron Howard), um filme real sobre a mente brilhante e excêntrica, ganhadora do Nobel de Economia em 94, de John Forbes Nash Jr., matemático e... esquizofrênico.John Nash, interpretado genialmente por Russell Crowe, é um matemático estranho que buscava de forma estranha - e doentia - demonstrar sua 'estranha' superioridade intelectual - porém, obsessivamente original. Com 21 anos desbanca o 'mestre' Adam Smith. Bem ao estilo de Escher, Nash rabiscava suas visões complexas da "realidade" nas janelas de Princeton. Realidade, explico, esquizofrênica. O que rende ao roteiro uma fantasia digna de um "Diário de um Louco", de Gogol. Fantástica tambémé a atuação de Russell Crowe, o qual pode ocupar a seleta galeria de atores 'debilitados' e suas estatuetas maravilhosas, tais como: Al Pacino ("Perfume de mulher"/92), Tom Hanks ("Filadélfia"/93 e "Forrest Gump"/94), Geoffrey Rush ("Shine"/96), Jack Nicholson ("Um Estranho no Ninho"/75 e "Melhor é impossível"/98). Loucuras à parte, roteiro (não tão) bem adaptado do livro "A beautiful mind: a biography of John Forbes Nash Jr.", de Sylvia Nascar (que já não era bem adaptado!, mas... um bom filme. Talvez Ron Howard possa desfilar nas passarelas do Oscar de mãos dadas com os hobbits, elfos, orcs e seus 'anéis'. Quem sabe?! |
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Russell Crowe, já se pode dizer, está no nível Tom Hanks de atuação: um trabalho competente, adorado pela Academia de Hollywood e com uma ousadia friamente calculada. A interpretação dele é o que há de melhor no filme, que apesar de ser muito bem realizado nada mais é do que uma boa cinebiografia que lapida os fatos reais para transformar o biografado numa espécie de mártir-semideus-exemplo-de-coragem. Um fator que chama a atenção também (além da beleza da atriz coadjuvate) é a maneira como a doença mental do protagonista é retratada: pena que a insistência nos mesmos artifícios torne a encenação, às vezes, um pouco ridícula. |
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Uma história muito comovente e uma lição de vida deste casal que venceu pelo amor. Conteúdo muito bom. Atuação de Crowe muito acima de em "Gladiador" (não merecido o seu Oscar 2001). Criatividade do diretor em alta com os personagens "fantasmas". Faltou mais dinâmica e menos diálogos monótonos. |
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Sou obrigado a dizer que mais uma vez o prepotente ator Russel Crowe ("Gladiador") trabalhou incondicionalmente bem, foi perfeito do início ao fim e provou que merecia ser indicado novamente ao Oscar, sendo um dos favoritos ao prêmio. A atriz, que me esqueci o nome, também mereceu sua indicação a atriz coadjuvante. Mesmo que tivesse trabalhado mal, sua beleza valeria o prêmio do ingresso. Não irei torcer para "Uma mente brilhante", muitíssimo menos para seu protagonista, mas torcerei pela atriz sem nome. Este filme me surpreendeu, tem um final chato que eu acho que poderia ser melhor trabalhado. Mas o desenrolar me prendeu, nem pisquei durante as duas horas de pura emoção e aprendizado que este épico representa. Quanto ao Russell não gosto dele, por essa razão quero que ele perca, mas como bom crítico sei reconhecer seu, sempre, excelente trabalho. Enfim, não recebeu dez por causa de certos elementos que o diretor não soube realizar, mas ainda assim é um filme digno de Oscar. |
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O filme inicia-se em enredo interessante e busca recontar a história de um grande matemático ( john Nash )que recebe um Nobel de Economia,porém peca pela fantasia de alguns fatos recriados da vida real do protagonista e deixa de citar aspectos importantes do momento acadêmico Norte Americano.Aspectos importantes poderiam ter sido abordados, tais como as questões pedagógicas,políticas e da genialidade de John, porém se atém a fatos excessivos de sua suposta esquizofrenia.Creio que o diretor poderia abordar outras mentes brilhantes que favoreceram o trabalho de Nash. |
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UM FILME MARAVILHOSO, UMA DAS HISTÓRIAS MAIS LINDAS QUE JÁ VI. ASSISTI 2 VEZES E CHOREI DE TÃO EMOCIONANTE. O TRABALHO DOS ATORES É SIMPLESMENTE FANTÁSTICO. UM DOS MELHORES FILMES DO MUNDO. |
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Impressionante!!! Não, brilhante! O adjetivo que qualifica a mente de John Nash e compõe o título do filme, sem dúvida, caracteriza a história e o desempenho do elenco. O que se aprende com um filme desses? Equações? A exatidão, a lógica da matemática? Um impulso à carreira? Muito mais, uma lição de vida, a descoberta que é muito pequena a fronteira entre a genialidade e a loucura, entre a razão e os sentimentos... E a maior de todas as descobertas: só o amor é capaz de vencer todas as barreiras e fazer uma mente doente e doentia brilhar! É nele que se encontra a cura... Simples, não? |
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"Uma Mente Brilhante" é um filme excelente! Uma história verdadeira em que se mostra a luta contra algo que pensamos que a partida irá nos vencer. Não desistindo de lutar não se desiste de vencer. Este filme tem para mim nota 10 pela sua história e pelo desempenho dos atores. Penso também que a escolha para o desempenho do papel principal não poderia ter sido melhor. Um filme brilhante! |
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Acredito que qualquer filme é para fazer sonhar e às vezes viajar num mundo irreal. Se o Russell Crowe não ganhar o Oscar ficarei muito triste, melhor atuação que a sua é impossível. Ele deve ter dado o melhor dele para interpretar o papel de John Nash, que por sinal foi excelente. O filme mostra que para ficar louco demora pouco e que todo gênio é meio louco. |
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"Uma Mente Brilhante" é um ótimo filme. O motivo está na história de um homem que foi, na falta de um adjetivo melhor, brilhante. Russell Crowe interpreta de maneira extraordinária o matemático John Nash, ganhador do prêmio Nobel, possuidor de uma inteligência invejável e vencedor de uma batalha contra o seu principal dom: sua mente. Tudo no filme está no seu devido lugar e a direção de Ron Howard presenteou a sétima arte com um dos indicados ao Oscar mais memoráveis de toda a história do cinema. |
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O filme é bom, mas não tanto para ser indicado ao Oscar de melhor filme. Russell Crowe parece que se livrou daquela imagem de "Gladiador" e se mostrou um dos melhores atores da atualidade. Aqui aquela imagem de homem com sede de vingança dá lugar a um homem frágil e inseguro. Já Jennifer Connelly toca o espectador na pele da apaixonada Alicia Nash. Dou nota 8 porque achei o filme um tanto cansativo. Quem sabe se fosse menor... |
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O filme é lindo, de emocionar qualquer um. O ator principal representa um portador de esquizofrenia de forma a comover quem está assistindo o filme. Não ganha 10 pelo fato de não contar exatamentamente a história de Nash, mas vale a pena assistir. Com certeza eu recomendo. Levem um lenço para conter as lágrimas. |
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Excelente atuação de Russell Crowe! Por diversas vezes, é possível entrar em dúvida se as pessoas imaginárias são reais ou não. O filme é uma lição de como sermos felizes, apesar de nossas limitações e problemas pessoais. |
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É pena não haver nota 11! O filme é simplesmente fora de série!! Russell Crowe no seu melhor! Nunca pensei que Crowe fosse capaz de uma atuação destas, embora muito bem bem acompanhado por Jennifer Connelly. Oscar para estes dois, JÁ!!! |
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Um dos melhores filmes que eu já vi na minha vida. A esquizofrenia de Nash dá ao entender completo que é verdade, fazendo você e ele parecerem esquizofrênicos (mais ele é esquizofrênico). Realmente merece ganhar o Oscar de melhor filme, eu sou fã de "O senhor dos anéis" e reconheço que "Uma mente brilhante" foi melhor que "O senhor dos anéis", não em efeitos especias e roteiro mas sim como filme. Com certeza merece ganhar o Oscar de melhor filme. |
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Bom, para começar posso lhes dizer que Russell Crowe mais uma vez se superou. Uma interpretação fantástica, digna de mais uma premiação pela Academia. Quanto ao filme, posso destacar o belo roteiro, a maquiagem, esta em destaque principalmente na cena em que John Nash (Crowe) recebe o Prêmio Nobel (este o momento mais emocionante do filme), e também a grande interação dos personagens, em destaque, claro, Crowe e Jennifer Connelly. Esta que, com sua interpretação maravilhosa sendo a esposa de John Nash realmente mereceu ser indicada pela academia. Viva "A Beautiful Mind"! Viva Russell Crowe, o melhor ator da atualidade. |
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Muito bom e bastante intrigante a história. Quem assiste fica sem saber o que é real e o que é ilusão. É como se todo o cinema vivesse o drama de John Nash. Uma lição de vida bem apurada. Russell Crowe, como sempre, excelente. Acompanhado de um belo diretor e um roteiro espetacular só poderia resultar numa produção de dar gosto. Realmente muito bom!!! |
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Perfeito. O Russell Crowe disse que ia encerrar a carreira quando tivesse feito o melhor filme de sua vida. Pode parar. A Jennifer Connelly é linda e simplesmente arrebentou em seu papel. Adorei. Sem falar na maquiagem, que só perde para "Moulin Rouge". |
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"UMA MENTE BRILHANTE" NÃO É SOMENTE UM FILME E SIM UMA LICAO DE VIDA PARA TODAS PESSOAS CONSIDERADAS "NORMAIS", POIS RETRATA A REALIDADE DE ESQUIZOFRÊNICOS, OS QUAIS ESTAMOS ACOSTUMADOS A VER ABANDONADOS PELA FAMÍLIA EM MANICÔMIOS. NÃO EXISTE AINDA MEDICAMENTO PARA A CURA, PORTANTO O AMOR VERDADEIRO É A ÚNICA FORMA DE AMENIZAR O SOFRIMENTO DE UMA PESSOA PORTADORA DE ESQUIZOFRENIA. OBS. NÃO DEIXEM DE ASSISTIR. |
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O filme nos faz relembrar a excelência do amor verdadeiro pela pessoa humana. Nos faz relembrar que sempre há uma luz no fim do túnel. MARAVILHOSO! Que seja uma lição de vida e de amor para as nossas vidas! |
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Não tenham dúvidas que o Oscar de melhor filme e de melhor ator vai para "Uma mente brilhante" e Russell Crowe (respectivamente), porque esse filme é simplesmente o tipo de filme que a Academia gosta de premiar: é dramático, emotivo, trata de personagens não convencionais... Mas, em seu conjunto, tornou-se um dos melhores do ano. Russell Crowe está magnífico no papel do matemático esquizofrênico. Não se pode deixar de comentar também a atuação de Jennifer Connely, que consegue passar com primor toda a angústia e a força de sua personagem. |
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Esse seria o Oscar ideal para Russell Crowe. Seu trabalho é muito bom. O filme também. Mas o grande trabalho foi de Ron Howard, que dirigiu brilhantemente e fez com que o filme nos envolvesse o tempo todo. Merecido Oscar de Melhor Filme, embora "Moulin Rouge" seria a melhor opção. |
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Não que o filme seja ruim, mas que "Uma Mente Brilhante" segue rigorosamente a fórmula para se conquistar os principais prêmios do Oscar isso ninguém pode negar. É um filme interessante, onde o seu maior trunfo são as atuações do seu elenco, com destaque para Russell Crowe e Jennifer Connelly. A direção é apenas eficiente e o roteiro é perfeito, mas nada de admirável. É um bom filme, mas não para melhor do ano. Numa lista dos 5 melhores do ano eu fico com: "Moulin Rouge", "O Senhor dos Anéis", "Amnésia", "Os Excêntricos Tenenbaums" e "Entre Quatro Paredes". |
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Adorei a atuação do ator, que soube interpretar uma pessoa que sofre de uma doença horrível. Soube este demonstrar o grande preconceito existente e também o talento de uma pessoa que sofre dessa doença. Esse filme pode ser considerado uma lição de vida. |
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O filme é simplesmente fantástico! É realmente um dos melhores filmes que já vi. Mais uma vez Russell Crowe mostrou seu potencial como ator. Jennifer Connelly também não fica atrás. Os dois juntos fazem do filme o que ele é. Ron Howard foi um ótimo diretor. O filme é espetacular. |
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Para começar, gostaria de dar uma sugestão aos organizadores do Troféu Framboesa. Façam uma categoria "Maior fora do ano" e com certeza deêm à Academia do Oscar. Sou grande fã do Denzel Washington, é um ator maravilhoso, porém nada explica ele ser o vencedor. Mas tudo bem, Russell não vai parar aí! |
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Gostei do filme, mas não merecia todos esse alvoroço! Destaque para a atuação de Russell Crowe, que me surpreendeu, pois particularmente não gosto dele atuando. A maquiagem não merecia nem ter sido indicada ao Oscar, apesar de ser muito bom o envelhecimento dos atores. Porém, esta é uma maquiagem não tão difícil de se fazer... Merecia "Planeta dos Macacos", ao menos, a indicação. |
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É um filme excelente. Russell Crowe e Jennifer Connelly fizeram atuações incríveis. Quem não viu ainda deve assistir, pois não vai se arrepender. Filmes como este devem ser vistos mais de uma vez. Os cenários, os figurinos e os efeitos visuais são ótimos! |
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Dos cinco indicados ao prêmio de melhor filme, "Uma Mente Brilhante" é o mais fraquinho. Não foi de se admirar, portanto, que ele levasse a estatueta pra casa. "Uma mente brilhante" tem um roteiro extremamente americanóide, cheio de frases de efeito e com aquela idéia de que "o amor derruba qualquer barreira". O filme funciona (saímos até empolgados da sessão), mas não é um filme recheado de sinceridade. É um filme milimetricamente calculado para ganhar prêmio, sabemos exatamente em que cena o diretor vai nos fazer chorar, rir, ficar com raiva, etc. E como muitos filmes que ganham o Oscar, sempre temos a impressão que teria sido melhor se não tivesse sido feito pra ganhar. Mas assim como em "O Paciente Inglês" (outro filme milimetricamente calculado), tem de bom aqui a atriz coadjuvante, porque Jennifer Connelly brilha como ouro em pó numa personagem extremamente difícil. Não existe nada mais complicado que interpretar uma pessoa normal, merecendo todos os prêmios que ganhou. Russell Crowe até que está bem, mas muitas vezes ele nos faz crer que John Nash é um retardado e não um esquizofrênico! A maquiagem de envelhecimento dele está perfeita, mas Connelly ficou muito estranha velha, parecia um "gato intoxicado". |
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Amei este filme ,pois alem da interpretaçao de russeu crower e jennifer connely serem formidaveis explendidas... é um filme para refletir pois "jon nasch! teve muita força de vontade apesarde tudo e a mulher dele em di apoialo enao abandonalo em hora nenhuma.e um filme que reflete um pouco da realidade mas tambem um filme para ensinar a todos nos como combatelo. |
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Tão emocionante quanto "À espera de um milagre".Sem sombra de dúvida esse é o melhor papel da carreira do Russell Crowe.Ele ficou perfeito na pele de um esquizofrênico. |
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O filme é mil, adorei a história, o roteiro, a direção, enfim, o conjunto. Assisti-o uma sete vezes e cada vez mais uma coisa eu entendia. Agora estou terminando de ler o livro, que também é fantástico. |
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Filme mediano, com atuação fraca de Russel, comparado ao também robótico Tom Hanks. Indicado apenas para pseudointelectuais de plantão. Não recomendado por quem realmente entende de arte! |
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Achei interessante como foi exposta a esquizofrenia, pois é relatada exatamente como se da está doença, para quem tem alguém próximo com esta doença ajuda a entender o que se passa com esta pessoa. |
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Não sei explicar o quanto amo este filme, só posso dizer que é uma lição de vida, asistam e comprovem. Sua trilha sonora é muito bonita, tenho o filme e a trilha, são de fazer qual quer um se emocionar. Abss! |
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Este filme está entre os melhores que já vi. Sempre o levarei comigo. Emocionante! |
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