1245095845 mensageirododiaboposter01 thumb

O Mensageiro do Diabo

titulo original: (The Night of the Hunter)

lançamento: 1955 (EUA)

direção: Charles Laughton

atores: Robert Mitchum , Shelley Winters , Lillian Gish , James Gleason , Evelyn Varden

duração: 93 min

gênero: Ficção

status: arquivado

envie
comentar
newsletter
twitter
rss
favorito
separar os e-mails por vírgulas
limitado em 600 caracteres

Faça o login, para usar essa ferramenta.

ficha técnica:

  • título original:The Night of the Hunter
  • gênero:Ficção
  • duração:01 hs 33 min
  • ano de lançamento:1955
  • site oficial:
  • estúdio:United Artists / Paul Gregory Productions
  • distribuidora:United Artists / Columbia Pictures Corporation Ltd.
  • direção: Charles Laughton
  • roteiro:James Agee, baseado em livro de Davis Grubb
  • produção:Paul Gregory
  • música:Walter Schumann
  • fotografia:Stanley Cortez
  • direção de arte:Hilyard M. Brown
  • figurino:Jerry Bos
  • edição:Robert Golden
  • efeitos especiais:

imagens - 12

O Mensageiro do Diabo O Mensageiro do Diabo O Mensageiro do Diabo O Mensageiro do Diabo O Mensageiro do Diabo O Mensageiro do Diabo O Mensageiro do Diabo O Mensageiro do Diabo O Mensageiro do Diabo O Mensageiro do Diabo O Mensageiro do Diabo O Mensageiro do Diabo

sinopse:

Durante a Depressão, no início dos anos 30, Ben Harper (Peter Graves) roubou o banco de West Virginia, matou duas pessoas e fugiu para sua casa com 10 mil dólares, que escondeu na boneca de sua filha. Antes de ser preso Ben fez que John (Billy Chapin) e Pearl (Sally Jane Bruce), seu casal de filhos, jurassem que nunca iriam dizer onde o dinheiro estava escondido. Harry Powell (Robert Mitchum), um assassino que se faz passar por pregador, é preso em uma casa de espetáculos por ter roubado um carro e mandado para a mesma cela de Ben, que foi condenado a morrer na forca. Enquanto esperava a execução Ben tinha sonhos que revelavam algo sobre o dinheiro, mas não tudo. Ben é executado e Harry, após cumprir uma pena de 30 dias, é libertado e então ruma para a casa de Ben. Harry chega ao lugarejo onde a família de Ben vivia e se insinua com os vizinhos Icey (Evelyn Varden) e Walt Spoon (Don Beddoe), que têm uma loja de doces, e impressiona o casal com seus dons como pregador. Willa Harper (Shelley Winters), a viúva de Ben, fica deslumbrada por Harry e logo os dois estão casados. Quando Henry constata que ela será um obstáculo para o dinheiro, corta sua garganta e joga seu corpo dentro do rio. Ele tenta fazer com que as crianças digam onde está o dinheiro, mas se Pearl mostra sinais de fraqueza John vigia sua irmã para que nada revele. Quando a situação fica insustentável as crianças fogem, descendo o rio em um pequeno barco. Mas Powell está determinado em conseguir o dinheiro e vai no encalço de John e Pearl.

elenco:

  • Robert Mitchum (Harry Powell)
  • Shelley Winters (Willa Harper)
  • Lillian Gish (Rachel Cooper)
  • James Gleason (Birdie Steptoe)
  • Evelyn Varden (Icey Spoon)
  • Peter Graves (Ben Harper)
  • Don Beddoe (Walt Spoon)
  • Billy Chapin (John Harper)
  • Sally Jane Bruce (Pearl Harper)
  • Gloria Castillo (Ruby)

comentários

para deixar um comentário você precisa fazer o login
Default thumb
Rony Fernandes
02/01/2001
nota:Rate08
O único filme dirigido por Charles Laughton é considerado um dos filmes mais assustadores de todos os tempos. Não é tudo isso, mas é maravilhoso. seu trabalho de Direção deixa o expectador sufocado, principalmente nas cenas de perseguição do maníaco salvador de almas, interpretado soberbamente por Robert Mitchum. Há cenas bonitas como a imagem da esposa morta, interpretada por Shelley Winters, no fundo do mar. E a fuga onírica das crianças do louco num barquinho pelo rio até o aparecimento de Lilian Gish,a cristã dos contos de fadas. Bom filme.
Default thumb
Ayres Pereira Filho
03/01/2001
nota:Rate010
10 mil dólares, produto de um roubo a banco, era o dinheiro que Ben Harper (Peter Graves) escamoteara antes que os soldados chegassem à sua arruinada e singela propriedade ribeirinha. As cédulas, ainda ensangüentadas do ferimento de bala que tinha no ombro, eram confiadas a seus filhos Pearl (Sally Jane Bruce) e John (Bill Chapin), duas crianças. A mãe, a notável atriz do meio do século passado Shelley Winters, ficara sem saber do segredo mantido entre os três. É aí que começa o fio da meada, o início de uma história aterrorizante, maniqueísta, a imagem do bem contra o mal, a caça do gato e do rato, a noite do caçador, como bem diz o título em inglês. Mas isso só é possível porque entra em cena o dono do filme, um ministro pretensamente religioso e psicopata, um diabólico mensageiro do medo, um personagem composto de forma brilhante pelo ator Robert Mitchum. Este é o filme que pela vez primeira lançou as palavras amor (love) e ódio (hate) tatuadas nas falanges dos dedos de um personagem, o que serviu de inspiração para outros filmes. Há uma passagem em que o ministro se dirige ao pequeno John e diz: "Ah, meu filho, vejo que está olhando para os meus dedos. Quer que lhe conte a história da mão direita e da mão esquerda, a história do bem e do mal? Foi com esta mão esquerda que Caim matou o seu irmão mais moço. E agora está vendo a mão direita? Esta mão tem veias que vão diretamente ao coração! É a mão do amor!" Shelley Winters serve de apoio nas emoções da parte inicial, Robert Mitchum e as crianças dão vida ao filme na fuga e perseguição e a já veterana Lillian Gish, como a criadora de órfãos Rachel Cooper, enriquece a parte final. É dela a frase como a justificar a criação de tantos órfãos: "Sou uma árvore forte, com galhos para abrigar muitas aves". Um belo filme, com uma fotografia em preto-e-branco irrepreensível. A tomada em que Mitchum, num cavalo roubado e na claridade, passa lentamente à distância entoando um hino, ao tempo em que as crianças se escondem no escuro do rancho, formando um contraste de imagem, é prova evidente disso, do mais puro cinema de arte. Grande direção do excelente ator inglês Charles Laughton, que infelizmente se ateve a só essa rica experiência. Injustiçado no começo, é verdade, hoje é cultuado por uma legião de cinéfilos que valorizam o cinema que se fazia na década de 50. Vi essa obra ainda nos anos 50, época em que só as salas de cinema a exibiam, e quando há oportunidade a revejo, mesmo em vídeo, por considerá-la um dos grandes filmes do cinema. Com os recursos tecnológicos de agora, 50 anos depois, é de se supor que as suas imagens não se perderão jamais. Ainda bem. Grande filme, inesquecível, que não envelheceu.
Default thumb
Fernando Vasconcelos
23/12/2009
nota:Rate010

Uma palavra com oito letras sintetiza o meu conceito sobre este filme: "PERFEITO".


votos dos usuários

4.5
3 voto(s)

crítica do adorocinema

publicidade

últimas notícias

tags