Após enfrentar os sentinelas no mundo real, Neo (Keanu Reeves) tem sua mente presa em um local que fica entre a Matrix e a realidade, do qual apenas poderá sair com a ajuda de Trainman (Bruce Spence). Após perceberem que as ondas cerebrais de Neo são idênticas as de uma pessoa conectada à Matrix, Trinity (Carrie-Anne Moss) e Morpheus (Laurence Fishburne) buscam a ajuda da Oráculo (Mary Alice) e Seraph (Sing Ngai). Trinity, Morpheus e Seraph vão em busca de Merovingian (Lambert Wilson), que possui controle sobre Trainman e pode libertar Neo. Após obterem sucesso no resgate, o trio se divide em duas missões: enquanto Morpheus e a tripulação de duas naves parte rumo a Zion, na tentativa de ajudar no combate contra as máquinas, Neo e Trinity se dirigem à cidadela das máquinas.
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Esse filme é o pior da série! Não explica absolutamente nada que ficou incógnito nos outros dois filmes. Só tem porrada e tiroteio, um saco! Aconselho ver é lógico, uma vez que Matrix é o tipo de filme que cada um que assiste tem a sua opinião. Além disso, é longo demais! O agente Smith continua sendo o personagem mais carismático. |
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GASTEI MEU DINHEIRO ATOA AO ASSISTIR ESSE FILME NO CINEMA,O 1 EO 2 ATÉ QUE FORAM LEGAIS MAIS O REVOLUTIONS FOI UMA...SE VC FOR ASSISTIR ALGUM FIME ASSISTA TROIA ESSE EU AGARANTIO. |
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Por mais incômodos que se revelem enquanto limitadores do potencial discursivo de uma obra, os modismos desempenham uma função muito relevante no entendimento elementar de certos contextos culturais. Podendo descambar tanto para boas quanto más intenções aproximativas, tais modismos tornam-se cada vez numerosos nos tempos atuais. No campo cinematográfico, por exemplo, detecta-se um claro embate modista entre os ‘filmes de ação' e os chamados ‘filmes de arte', entendendo-se os primeiros como sendo aqueles em que a adrenalina do espectador é estimulada a qualquer preço e os segundos como sendo aquelas tramas "cerebrais" e/ou verborrágicas em que o espectador é obrigado a confessar que não entendeu o que acabara de ser projetado diante de seus sentidos. A terceira parte da saga de "ação artÃstica" concebida pelos irmãos Wachowski é um demonstrativo perfeito das lacerações intelectuais que são provocadas pela submissão leviana à inautenticidade conceptual de modismos exteriorizados. Nesse sentido, emerge como principal defeito de "Matrix Revolutions" a insistência progressiva dos diretores-roteiristas em apresentar dados fÃlmicos inconclusos que, ao prolongarem exageradamente seus caracteres sofistas, ludibriam com êxito a receptividade espectatorial. Como exemplos perigosos dessa tendência genérica, destacam-se: a inscrição onipresente e anagramática ("Mobil Ave") que percebemos na mal explorada seqüência do purgatório ferroviário; os diálogos afetados e vazios do Oráculo, da famÃlia indiana e do personagem francês no primeiro quartel do filme; as minúcias literais que podem ser lidas nos cantos inexpressivos de alguns cenários (como o botão ‘HELL' no teclado de um elevador); e a propensão cada vez mais inevitável por transformar a trajetória conjunta de Neo, Trinity e Morpheus numa filosofice cristã. Vale acrescentar que os prejuÃzos causados por estes atropelos condutivos tornam-se ainda mais desoladores quando se percebe a mediocridade interpretativa da garotinha Tanveer K. Atwal, quando constatamos que os humanos de Zion fazem questão de lutar contra as máquinas munidos de imensas construções robóticas e quando sentimos na pele neuronial a maior contradição antitética que é legitimada (involuntariamente?) pelo roteiro do filme: a sobreposição do estupor numérico à s necessidades de completeza nomenclatória. Ao seguir um nÃvel constante de perspicácia analógica na catalogação dos elementos teoréticos deste filme, pode-se perceber a recorrência significativa com que se exibem seqüências preenchidas por hordas indistintas de soldados (tanto humanos quanto virtuais) em detrimento das situações em que os apelidos dos personagens são reduzidos a formas paulatinamente compactas. Isso parece diagnosticar um problema matricial do público recente de Cinema, aqui exposto de forma curiosamente inquestionada: a superioridade pirotécnica é cada vez mais atrelada ao reducionismo verbal. Ou seja, a aparência tem maior valor de troca que o conteúdo. Portanto, não é nada surpreendente que o preconceituoso e amaldiçoado Agente Smith (intensamente vivido por Hugo Weaving) insista em chamar Neo pelo seu sobrenome sistemático (Sr. Anderson) e que este último reduza o apelido cibernético de sua amada para o monossÃlabo Trin. Na cena em que Trinity, Morpheus e Seraph visitam a festa ‘rave' promovida por Merovingian, esse personagem é chamado apenas de Merv. Por outro lado, a infinitude germinal de sentinelas mecânicas na batalha do hangar é absolutamente impressionante, quiçá o momento técnico mais bem planejado dos primeiros 100 minutos de projeção. É importante perceber que essa grandiosidade componedora é também pretendida na seqüência em que se mostra a legião homogênea de clones do Agente Smith e o exército muito bem equipado dos defensores de Zion que, apesar de seu prestÃgio bélico, não conseguem evitar a formulação de outro paradoxo prototÃpico da modernidade: se a guerra em que eles estavam tão veementemente envolvidos era contra as máquinas da Matrix, por que razão o roteiro "humanista" do filme insiste tanto em apresentá-los vestindo máquinas imensas de defesa [que lembram bastante as empilhadeiras patenteadas no filme "Aliens, O Resgate"(1986)]? Seria um reflexo inevitável das próprias limitações sugestivas de Hollywood – que insiste em promulgar a prepotência da raça humana sobre a égide dos efeitos especiais (aqui sob o comando laudável de John Gaeta)? Que venham mais e mais dúvidas endo-moralistas! Nesse terceiro exemplar da cinessérie wachowskiana, algumas peculiaridades actanciais merecem destaque pelo modo com que influenciam certas interpretações das perguntas formuladas no parágrafo anterior. O trabalho de Mary Alice como novo avatar cênico do Oráculo é um excelente exemplo, visto que pronuncia algumas justificativas trans-anatômicas dispensáveis e engendra vocalmente um conjunto pouco suportável de engodos pseudo-existenciais. O papel de Tanveer K. Atwal (Sati) segue a mesma linha intelecto-degenerativa, sendo piorada pela má interpretação desta irritante criança, bem como pela precariedade representativa de seus figurantes paternos e da grande maioria dos habitantes de Zion, destacados sem maior convencimento funcional. Por outro lado, Seraph (Collin Chou) desfruta de um importante amadurecimento signÃco, no sentido de que é historicamente vinculado à figura hedonista de Merovingian (aqui desperdiçado pelo roteiro e servindo de mero pretexto acompanhante para que se exibam os seios comprimidos e arrebatadores de Monica Bellucci, momentaneamente perfeita – mais uma vez! – como Persephone). O nÃvel truncado das frases pronunciadas por essa dupla de personagens deixa entrever a hipótese de que Seraph – assim como Merovingian e Neo – também seria um dos "predestinados" da Matrix, de modo que cada um resolveu seguir caminhos diferentes: enquanto Neo embrenha-se num simulacro jesuÃta e Merovingian aproveita todas as possibilidades de satisfação corpórea associados à sua fleuma européia, Seraph une-se ao Oráculo numa cruzada assistencialista em favor daqueles que conseguem transcender as programações matriciais. Laurence Fishburne e Carrie-Anne Moss (nos papéis de Trinity e Morpheus, outrora auxiliados pelo Oráculo) são relegados a um plano quase imperceptÃvel de atuação personalÃstica, não contribuindo muito para a conclusão surpreendente do enredo [quando Neo se assume como agente implÃcito da Matrix!], em que o desempenho de Keanu Reeves torna-se literalmente crucial, visto que as cenas finais são fecundas em metáforas religiosas perfeitamente inteligÃveis, como a visão anÃmica que ultrapassa a cegueira ocular de Neo e os crucifixos luminosos que emergem de seu corpo flamejante e moribundo. Ao final dos 129 minutos de existência projectiva deste filme, sentimo-nos até recompensados pelo incômodo fatalista do pródromo e do desenvolvimento insatisfatórios de "Matrix Revolutions", pela saturação prepotente de anagramas irrelevantes (em especial, durante a já citada seqüência da estação de trem) e pela beligerância automática das inúmeras cenas de combate [quando somos apresentados a personagens e situações inconsistentes, como a dedicação do Capitão Mifune (Nathaniel Less), a ambição heróica de um Garoto bajulador (Clayton Watson) e vários outros deslizes raivosos que advêm de cisões militares e administrativas]. A sub-repção criativa do longo diálogo entre Neo e a variação satânica da Matrix (creditada como Deus Ex-Machina) é tão fabulosa que compensa as derrapadas modistas e sofÃsticas do roteiro. Nesse colóquio, percebemos finalmente que a função para a qual Neo fora verdadeiramente destinado é conformar os habitantes da cidade [virtual] de Zion com a ilusão de paz para com as máquinas. Em outras palavras: de evitar ao máximo que novos seres percebam que existem camadas de realidade superiores à s que eles já estão vivendo. Ao mesmo tempo em que fora tomado por salvador de Zion, Neo aperfeiçoa (inconscientemente) seus atributos de anticristo, no sentido de que labutara intensamente para fazer com que o Deus Ex-Machina dos campos bioenergéticos pudesse dizer: "a Missão está cumprida!". Daà por diante, as configurações hologramáticas de Matrix são refeitas, as cores da aurora boreal fulgem novamente no horizonte e o Oráculo e o Arquiteto (respectivamente, pai e mãe de todos os seres binários – como quase percebe o Agente Smith) travam mais um de seus diálogos circulares, no qual fica evidente que a História se repetirá, que novas pessoas ansiarão por liberdade e que os humanos ainda são uma espécie a ser superada. A música de Don Davis [ajudado por Ben Watkins] então surge. Não mais grupos de rock como Rage Against the Machine e Linkin Park preenchem nossas cavidades auriculares. Percebemos agora o lirismo tecnocrático de canções intituladas "Tetsujin" e "Navras", conjugando o misticismo hinduÃsta à catarse dançante dos ritmos urbanos. Em meio à s citações, percebemos novamente um tÃtulo musical de Duke Ellington ("I'm Beggining to See the Light") que pode ser estendido com louvor à proposta final do filme: encontrar a Verdade, reescondê-la novamente e expor suas pistas cifradas para uma mirÃade inicialmente voltÃvola de espectadores que, da mesma forma que ocorreu com os diferentes Predestinados, têm vários caminhos de existência religiosa para percorrer. Torçamos somente para que cada um se apaixone em completude pela opção que pretende seguir, não confundindo os significados divergentes das palavras real e Real. |
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O filme é pessimo assim como toda a triologia , que pena que criaram personagens bons como agente smith e os demais agentes para um filme fraco e sem graça. |
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A última das 3 obras cinematográficas que entraram para a história. Só o filme que será lançado , provavelmente em 2010, a Fundação, baseada na melhor obra de ficção científica de todos os tempos, será digno ou poderá superar essa trilogia. Então vamos aguardar. |
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Acabou de uma forma não merecida a trilogia. Um final muito superior podia ter sido elaborado, a morte sem graça de Trinity acabou com a historia, a luta entre Neo e Smith ja era esperada desde o começo do 2 e não deixou a desejar, sua morte porem era cantada a muito tempo pelo desenrolar da trama, não foi surpresa, não chorem. E tudo que acontece no filme é só um aperitivo e enrolação pra essa batalha final entre os 2. Bom filme, porem deixou a desejar. |
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