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Se Peck houvesse aceito o papel teria se dado bem. Depois de "Duelo ao Sol" (49), "Céu Amarelo" e um outro filme que fez, também western, dirigido por Henry King, "O Matador", teria se dado bem neste de Zinneman. Mas Cooper está impecável. Pena que em toda sua carreira lhe deram apenas poucos papéis significantes e que justificassem expôr toda sua carga dramática. Por seu tipo, sempre lhe deram papéis de mocinhos em pequenos westerns e todos até gostávamos, pois nos divertíamos. Mas ele se foi, nos deixando o legado de toda sua obra. Excepcionalmente este, um grande western!" |
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Um filme extremamente cativante! Ótima atuação de Gary Cooper e Grace Kelly. O filme prende pelo suspense e pelo desfecho final. É o chamado western na linha psicológica: o medo, a angústia estampada no rosto de cada personagem, a lealdade, a gratidão, a fuga. Vale a pena ver!" |
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Jamais um Oscar de Edição foi tão bem concedido! Afinal de contas, trata-se de uma ação que transcorre em tempo real, das 10h40 às 12h, o que é algo fenomenal! |
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Já foi dito muito a respeito desse [otimo filme), cuja caracteristica principal é observarmos a simplicidade do rotério, que espelha uma história, que poderia acontecer de forma absolutamente normal em uma cidadizinha igual a da ficcão ali exposta. Quem sabe por isso se tornado uma óra de arte do genero, embora elaborado em 1.952, com parcos recursos tecnicos. |
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Se houvesse nota Mil esta teria que ser dada para este filme.Tudo funciona á perfeição,como um relógio suiço.A direção de Fred Zinemann é perfeita,nada falta.O roteiro de Carl Foreman é uma aula de tão bem escrito.E o que falar da interpretação de Gary Cooper para o xerife esquecido por tudo e por todos,para defender a mesma cidade que o rejeitou.Sua performance é a um só tempo vulnerável e forte,como na cena em que a cam~era dá um close no seu rosto no momento da chegada do trem.Em uma palavra:antológica interpretação. Matar ou morrer é o filme que figura no topo da minha lista particular dos melhores filmes de todos os tempos. |
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Quando contratado para as filmagens, o diretor Fred Zinnemann sugeriu aos produtores os nomes de Montgomery Clift ou Marlon Brando para o papel do xerife Will Kane. Os então jovens atores, que vinham de indicação ao Oscar de protagonistas em 1951 por Um Lugar ao Sol e Uma Rua Chamada Pecado, não foram aceitos justamente pelo noviciado e por conseqüente falta de chamariz de bilheteria. Com isso, contatou-se Gregory Peck, um ator mais experiente e que já havia feito faroestes como Duelo ao Sol (1946) e O Matador (1950), mas ele recusou e lamentou até a sua morte não ter aceitado ser o xerife de Matar ou Morrer. Então, finalmente o papel ficou com Gary Cooper. O filme é todo dele, um xerife sóbrio numa luta solitária contra pistoleiros e seu aguardado chefe, bandido que chegava no trem de meio-dia. Embora deslocado no papel de noivo de Grace Kelly (ele com 51 e ela com 23 anos de idade), Gary Cooper segura muito bem o filme (ganhou o Oscar, inclusive), com ação contada em tempo real, período que marca um suspense angustiante nos momentos que precedem a chegada do bandido maior. Pode até não ser o melhor deles, pois é de pequena duração e de uma simplicidade invulgar para os padrões da época, mas, indubitavelmente, se inclui entre os dez maiores faroestes que vi ao longo de minha vida de cinéfilo. Pena que o gênero, tão forte nos anos 50, tenha se esgotado, esvaído lá longe, em algum lugar do passado, pois a última coisa boa que se fez a respeito e que merece registro data de 1992 e se chama Os Imperdoáveis. |
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