Marcas da Violência

Marcas da Violência 2010-05-22 Francisco

Título original: (A History of Violence)

Lançamento: 2005 (EUA)

Direção: David Cronenberg

Atores: Viggo Mortensen, Maria Bello, Ed Harris, William Hurt.

Duração: 96 min

Gênero: Drama

Status: Arquivado

5           10 14 5

(14 votos)

                   

Sinopse

Tom Stall (Viggo Mortensen) leva uma vida tranquila e feliz na pequena cidade de Millbrook, no estado de Indiana, onde mora com sua esposa Edie (Maria Bello) e seus dois filhos. Um dia esta rotina de calmaria é interrompida quando Tom consegue impedir um assalto em seu restaurante. Percebendo o perigo, Tom se antecipa e consegue salvar seus clientes e amigos e, em legítima defesa, mata dois criminosos. Considerado um herói, Tom tem sua vida inteiramente transformada a partir de então. A mídia passa a segui-lo, o que o obriga a falar com ela regularmente e faz com que ele deseje que sua vida retorne à calmaria anterior. Surge então em sua vida Carl Fogarty (Ed Harris), um misterioso homem que acredita que Tom lhe fez mal no passado.

 

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Elenco

Viggo Mortensen

(Tom Stall)

Maria Bello

(Edie Stall)

Ed Harris

(Carl Fogarty)

  • William Hurt (Richie Cusack)
  • Ashton Holmes (Jack Stall)
  • Peter MacNeill (Xerife Sam Carney)
  • Stephen McHattie (Leland Jones)
  • Greg Bryk (William Orser)
  • Sumela Kay (Judy Danvers)

Comentários

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Carlos em 26/12/2011

...Terrível, esse diretor só faz filme pra andróide assistir, e como ainda não existe tais seres, ele deve é ficar no vácuo existencial, seu lugar merecido.

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GI123 em 27/11/2011Nota: 7     

O enredo é interessante, mas o filme podia ser melhor.

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Fernando Schiavi Leite em 27/11/2011Nota: 9     

Mais um filme fantástico de David Cronenberg. Se trata antes de mais nada de um filme de qualidade apuradíssima, muito mais do que um filme tecnicamente perfeito, mas sim com um elenco incrível.

O que ocorreria se um homem que busca levar uma outra vida fosse perseguido por seu passado? Tom vive em um uma cidade tranquila e bucólica com sua esposa Edie e seus filhos Jack e Sarah, porém quando dois bandidos entram em seu restaurante e Tom surpreendentemente consegue impedir o assalto. Com isso ele ganha fama na pequena cidade e vira um herói local, mas ele não contava que a notoriedade ganha lhe traria antigos fantasmas do passado que ele queria tanto esquecer. É aí que ele tem que enfrentar pela última vez o seu passado e colocará à prova seu casamento e sua relação com a família já que ela não seria mais a mesma.

O filme possui um roteiro sensacional de John Olson em que ele soube expressar em palavreas o drama e suspense necessários, além de criar cenas memoráveis e originais neste longa. A obra ainda possui uma fotografia fantástica, uma direção precisa, sensível e habilidosa de Cronenberg, em especial para a cena de abertura com os bandidos em um bar e a última cena quando Tom chega em casa onde somente com gestos os protagonistas conseguem expressar uma dor incrível e o início de uma nova vida para a família baseada na verdade e na confiança. São cenas marcantes do cinema atual e que não deixam dúvidas de que o filme foi dirigido por Cronenberg. Destaco aqui também a trilha sonora perfeita de Howard Shore, e evidentemente o elenco incrível encabeçado pelo sempre ótimo Viggo Mortensen, pela ótima Maria Bello, pela boa revelação Ashton Holmes e pelas não tão extensas mas marcantes presenças na tela de William Hurt e Ed Harris, que conseguiram em poucas cenas colocar sarcasmo, inteligência e impor um clima de suspense impressionante ao filme.

Sem dúvida um dos melhores dramas/suspenses dos últimos anos e com a marca Cronenberg. Imperdível para quem diz que gosta de cinema, realmente sensacional!

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Fernando Schiavi Leite em 27/11/2011Nota: 9     

Mais um filme fantádtico de David Cronenberg. Se trata antes de mais nada de um filme de qualidade apuradíssima, muito mais do que um filme tecnicamente perfeito, mas sim com um elenco incrível.

O que ocorreria se um homem que busca levar uma outra vida fosse perseguido por seu passado? Tom vive em um uma cidade tranquila e bucólica com sua esposa Edie e seus filhos Jack e Sarah, porém quando dois bandidos entram em seu restaurante e Tom surpreendentemente consegue impedir o assalto. Com isso ele ganha fama na pequena cidade e vira um herói local, mas ele não contava que a notoriedade ganha lhe traria antigos fantasmas do passado que ele queria tanto esquecer. É aí que ele tem que enfrentar pela última vez o seu passado e colocará à prova seu casamento e sua relação com a família já que ela não seria mais a mesma.

O filme possui um roteiro sensacional de John Olson em que ele soube expressar em palavreas o drama e suspense necessários, além de criar cenas memoráveis e originais neste longa. A obra ainda possui uma fotografia fantástica, uma direção precisa, sensível e habilidosa de Cronenberg, em especial para a cena de abertura com os bandidos em um bar e a última cena quando Tom chega em casa onde somente com gestos os protagonistas conseguem expressar uma dor incrível e o início de uma nova vida para a família baseada na verdade e na confiança. São cenas marcantes do cinema atual e que não deixam dúvidas de que o filme foi dirigido por Cronenberg. Destaco aqui também a trilha sonora perfeita de Howard Shore, e evidentemente o elenco incrível encabeçado pelo sempre ótimo Viggo Mortensen, pela ótima Maria Bello, pela boa revelação Ashton Holmes e pelas não tão extensas mas marcantes presenças na tela de William Hurt e Ed Harris, que conseguiram em poucas cenas colocar sarcasmo, inteligência e impor um clima de suspense impressionante ao filme.

Sem dúvida um dos melhores dramas/suspenses dos últimos anos e com a marca Cronenberg. Imperdível para quem diz que gosta de cinema, realmente sensacional!

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Rafael Vespasiano em 13/05/2010Nota: 4     

Marcas da Violência:
"Marcas da Violência", de 2005, dirigido pelo grande David Cronenberg, é um filme diferente dos seus outros filmes, que puxaram mais para o terror, vide: "A Mosca", "Gêmeos - Mórbida Semelhança" e "Scanners - Sua Mente Pode Destruir"; em "Marcas da Violência", o diretor preferiu contar uma história mais "normal", mas com bastante violência, marca de seus filmes e o que se promete com o próprio título do filme, contudo a história não tem nada da morbidez e da escatologia de algumas obras anteriores, já que nesse filme, Cronenberg trabalha com um roteiro sobre um homem comum, mas que esconde de sua família e da pequena cidade em que mora, o seu passado de violência, ou seja, uma história mais comum e já recorrente em Hollywood. Elenco formado pelos ótimos: Viggo Mortensen, Maria Bello, Ed Harris e William Hurt. A direção de Cronenberg, como sempre, é eficiente e competente! nota: 8,0.

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Tadeu em 08/01/2005Nota: 5     

O caminho para Cronenberg esta aberto com uma conversa habitual, calmamente ao sair do quarto que hospedavam-se dois indivíduos preparam para cair na estrada e fazer o que antes disso? Acertar as contas e se possível bem certeira e de forma silenciosa ou melhor ágil. Torna-se engraçado o sentido que o filme Marcas Da Violência segue após esse início, a vida é pacata na cidade onde a família de Tom Stall vive, bela, perfeita e/ou também fútil, que se parece com um sonho... mas espera aí... o sonho já existe, então o que esperar do futuro? Quem determinará? Provavelmente o destino que seguirá fixo as consequências que Tom vai ser jogado e obrigado a aceitar ou melhor lutar. Tom com sua vida e família moldada a perfeição, gastou tempo para chegar nessa forma de beleza e não serão pessoas estranhas, mas nem sempre confusas que irão acabar com sua história. O rítmo que se segue é cheio de transformações e movimentado, gerando impacto cena à cena, onde está o limite para satisfazer a segurança de Tom, e, para Cronenberg a obra? Bastava só o início com cerca de 20 minutos para Cronenberg concluir com chave de ouro Marcas Da Violência, mas como para o cinema o maior feitio é o longa-metragem, então Cronenberg consegue ultrapassar os limites do ouro e com precisão finaliza o filme mostrando que mesmo na violência que hoje muitas vezes é utilizada com humor, aqui pode tornar-se utilizável com seriedade estando em outras mãos. Cronenberg, me diz quem é Joey!

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Michael em 02/01/2005Nota: 5     

Filme com narrativa eletrizante e original,fotografia extraordinaria,sem falar dos interpretes que estão muito bem. Só pode ser nota dez!

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Bruno em 10/01/2005Nota: 5     

Filme muito bom, você fica sem saber o que vai acontecer no final, não é do tipo de filme pragmático no qual você se senta no cinema e já sabe o que vai acontecer no final, tem um enredo muito interessante!

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César Reis em 03/01/2005Nota: 1     

O pior filme do Cronenberg!Filme sem pulso e que não atrai a atenção do espectador... perdeu uma grande chance de fazer uma obra prima, pois o roteiro e a história sao ótimos. Uma pena!

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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR em 04/01/2005Nota: 4     

Certamente este é o filme dentre aqueles dirigidos pelo diretor canadense nos últimos anos capaz de atingir o grande público, sem perder a qualidade. Na primeira cena vemos dois ladrões profissionais assassinando um criança com um tiro na cabeça. Aqueles que estão habituados com o trabalho de Cronenberg ("MISTÉRIO E PAIXÕES", "SPIDER", "A MOSCA" e "GÊMEOS - MÓRBIDA SEMELHANÇA") deduzem de imediato que ele percorrerá a trilha da bizarria, da violência teatralizada. Nada mais errado. Em seguida entramos em contato com a realidade de Tom Stall (Viggo Mortensen), dono de uma lanchonete na cidade de Milbrook, no estado de Indiana. Tom é casado com Edie (Maria Bello) e tem um casal de filhos. Mora numa cidade pequena que todos o respeitam. Tem um casamento feliz. A vida dele se aproxima do esteriótipo do sonho americano. Esse clima bucólico que exala alegria nunca foi uma das características do cinema de Cronenberg. Os rumos da história mudam quando a dupla que aparece no início do filme assassinando a garota invade o comércio de Tom com o objetivo de assaltá-lo. Tom reage e mata os dois ladrões. Com isso ele ganha notoriedade por ter salvo a vida de vários inocentes. No entanto, os 15 minutos de fama de Tom custaram-lhe muito: foi descoberto por Carl Fogarty (Ed Harris), um gangster de Filadélfia, que há muitos anos estava no seu encalço. Trocando em miúdos: o cidadão modelo tinha um passado "negro", que até a sua esposa desconhecia. Por sinal, Edie se revolta ao saber desses fatos e o casamento passa a correr riscos. Os dois protagonizam um ato sexual, nessa altura, em que a agressividade e o desejo se confundem, de uma beleza estética poucas vezes vista no cinema. Não resta outra opção a Tom a não ser enfrentar o seu passado. Belíssimo reencontro de David Cronenberg com o grande público, ou seja, com Hollywood.

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