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Marcas da Violência

titulo original: (A History of Violence)

lançamento: 2005 (EUA)

direção: David Cronenberg

atores: Viggo Mortensen , Maria Bello , Ed Harris , William Hurt , Ashton Holmes

duração: 96 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:A History of Violence
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 36 min
  • ano de lançamento:2005
  • site oficial:http://www.historyofviolence.com/
  • estúdio:New Line Productions Inc. / Bender-Spink Inc.
  • distribuidora:New Line Cinema / PlayArte
  • direção: David Cronenberg
  • roteiro:Josh Olson, baseado em graphic novel de John Wagner e Vince Locke
  • produção:Chris Bender, David Cronenberg e J.C. Spink
  • música:Howard Shore
  • fotografia:Peter Surschitzky
  • direção de arte:James McAteer
  • figurino:Denise Cronenberg
  • edição:Ronald Sanders
  • efeitos especiais:Mr. X Inc.

imagens - 11

Marcas da Violência Marcas da Violência Marcas da Violência Marcas da Violência Marcas da Violência Marcas da Violência Marcas da Violência Marcas da Violência Marcas da Violência Marcas da Violência Marcas da Violência

sinopse:

Tom Stall (Viggo Mortensen) leva uma vida tranquila e feliz na pequena cidade de Millbrook, no estado de Indiana, onde mora com sua esposa Edie (Maria Bello) e seus dois filhos. Um dia esta rotina de calmaria é interrompida quando Tom consegue impedir um assalto em seu restaurante. Percebendo o perigo, Tom se antecipa e consegue salvar seus clientes e amigos e, em legítima defesa, mata dois criminosos. Considerado um herói, Tom tem sua vida inteiramente transformada a partir de então. A mídia passa a segui-lo, o que o obriga a falar com ela regularmente e faz com que ele deseje que sua vida retorne à calmaria anterior. Surge então em sua vida Carl Fogarty (Ed Harris), um misterioso homem que acredita que Tom lhe fez mal no passado.

elenco:

  • Viggo Mortensen (Tom Stall)
  • Maria Bello (Edie Stall)
  • Ed Harris (Carl Fogarty)
  • William Hurt (Richie Cusack)
  • Ashton Holmes (Jack Stall)
  • Peter MacNeill (Xerife Sam Carney)
  • Stephen McHattie (Leland Jones)
  • Greg Bryk (William Orser)
  • Sumela Kay (Judy Danvers)
  • Kyle Schmid (Bobby Jordan)
  • Deborah Drakeford (Charlotte)
  • Gerry Quigley (Mick)
  • Heidi Hayes (Sarah Stall)
  • Aidan Devine (Charlie Roarke)

comentários

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Michael
02/01/2005
nota:Rate010
Filme com narrativa eletrizante e original,fotografia extraordinaria,sem falar dos interpretes que estão muito bem. Só pode ser nota dez!
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César Reis
03/01/2005
nota:Rate02
O pior filme do Cronenberg!Filme sem pulso e que não atrai a atenção do espectador... perdeu uma grande chance de fazer uma obra prima, pois o roteiro e a história sao ótimos. Uma pena!
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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
04/01/2005
nota:Rate08
Certamente este é o filme dentre aqueles dirigidos pelo diretor canadense nos últimos anos capaz de atingir o grande público, sem perder a qualidade. Na primeira cena vemos dois ladrões profissionais assassinando um criança com um tiro na cabeça. Aqueles que estão habituados com o trabalho de Cronenberg ("MISTÉRIO E PAIXÕES", "SPIDER", "A MOSCA" e "GÊMEOS - MÓRBIDA SEMELHANÇA") deduzem de imediato que ele percorrerá a trilha da bizarria, da violência teatralizada. Nada mais errado. Em seguida entramos em contato com a realidade de Tom Stall (Viggo Mortensen), dono de uma lanchonete na cidade de Milbrook, no estado de Indiana. Tom é casado com Edie (Maria Bello) e tem um casal de filhos. Mora numa cidade pequena que todos o respeitam. Tem um casamento feliz. A vida dele se aproxima do esteriótipo do sonho americano. Esse clima bucólico que exala alegria nunca foi uma das características do cinema de Cronenberg. Os rumos da história mudam quando a dupla que aparece no início do filme assassinando a garota invade o comércio de Tom com o objetivo de assaltá-lo. Tom reage e mata os dois ladrões. Com isso ele ganha notoriedade por ter salvo a vida de vários inocentes. No entanto, os 15 minutos de fama de Tom custaram-lhe muito: foi descoberto por Carl Fogarty (Ed Harris), um gangster de Filadélfia, que há muitos anos estava no seu encalço. Trocando em miúdos: o cidadão modelo tinha um passado "negro", que até a sua esposa desconhecia. Por sinal, Edie se revolta ao saber desses fatos e o casamento passa a correr riscos. Os dois protagonizam um ato sexual, nessa altura, em que a agressividade e o desejo se confundem, de uma beleza estética poucas vezes vista no cinema. Não resta outra opção a Tom a não ser enfrentar o seu passado. Belíssimo reencontro de David Cronenberg com o grande público, ou seja, com Hollywood.
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Alfredo Magnussen
05/01/2005
nota:Rate09
Além de ser um filme muito bem filmado, com roteiro bem amarrado e de ritmo perfeito... O filme guarda emsua última seqüência um momento antológico do cinema. Talvez dos mais tristes e amargos filmes que já vi. Que filme! Quanta dor!
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Isabel Canko Minottoa
06/01/2005
nota:Rate09
Não é um filme incrível como foi o Cubo e outros do Cronemberg. Mas prende a gente na cadeira do cinema do início ao fim. O filme passa rápido, pois coloca situações inesperadas o tempo todo, e a violência explítica não choca por ser parte da vida real. Não é um "american life dream",são fatos que estão nos jornais todos os dias. Achei o filme ótimo.
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Sheyla Reola
07/01/2005
nota:Rate08
Os exageros de violência são totalmente justificáveis já que o filme foi baseado numa estória em quadrinhos. Bem diferente de tudo o que tem sido lançado ultimamente, sem galãs e ceninhas clichês, o filme que começa parado tornasse de repente um filme de muita ação. Vale a pena ser assistido.
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Tadeu
08/01/2005
nota:Rate010
O caminho para Cronenberg esta aberto com uma conversa habitual, calmamente ao sair do quarto que hospedavam-se dois indivíduos preparam para cair na estrada e fazer o que antes disso? Acertar as contas e se possível bem certeira e de forma silenciosa ou melhor ágil. Torna-se engraçado o sentido que o filme Marcas Da Violência segue após esse início, a vida é pacata na cidade onde a família de Tom Stall vive, bela, perfeita e/ou também fútil, que se parece com um sonho... mas espera aí... o sonho já existe, então o que esperar do futuro? Quem determinará? Provavelmente o destino que seguirá fixo as consequências que Tom vai ser jogado e obrigado a aceitar ou melhor lutar. Tom com sua vida e família moldada a perfeição, gastou tempo para chegar nessa forma de beleza e não serão pessoas estranhas, mas nem sempre confusas que irão acabar com sua história. O rítmo que se segue é cheio de transformações e movimentado, gerando impacto cena à cena, onde está o limite para satisfazer a segurança de Tom, e, para Cronenberg a obra? Bastava só o início com cerca de 20 minutos para Cronenberg concluir com chave de ouro Marcas Da Violência, mas como para o cinema o maior feitio é o longa-metragem, então Cronenberg consegue ultrapassar os limites do ouro e com precisão finaliza o filme mostrando que mesmo na violência que hoje muitas vezes é utilizada com humor, aqui pode tornar-se utilizável com seriedade estando em outras mãos. Cronenberg, me diz quem é Joey!
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Flávia Matosa
09/01/2005
nota:Rate05
Cronenberg decepcionou... O diretor de A MOSCA, M.BUTTERFLY E SPIDER acabou engatando um filme inconsistente... A culpa não é só dele (coitado!) Com aquele elenco nem que fosse o Tarantino dirigindo o filme P@$*#. Interpretações mais superficiais que aquelas só em seriado americano. O roteiro poderia ter sido melhor adaptado. Os dialógos tem raros momentos sólidos. Enfim... para quem foi ao cinema esperando um filmão acabou saindo cabisbaixa (alguns momentos da interpretação do Mortessen estão tão ruins, mas tão ruins que chega a dar vontade de rir...).
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Bruno
10/01/2005
nota:Rate010
Filme muito bom, você fica sem saber o que vai acontecer no final, não é do tipo de filme pragmático no qual você se senta no cinema e já sabe o que vai acontecer no final, tem um enredo muito interessante!
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Julien
15/10/2009
nota:Rate02

Assiti em DVD, e achei de uma gande chatice. Ritmo muito lento. Final estranho e facil demais. A cena de sexo na escada (e aquela com a Maria Bello vestida de cheerleaders) são totalmente dispensaveis, e gratuitas.

 

As cenas violentas são muito estranhas tambem, os "vilões" são muito fracos, muito devagar, e o Viggo faz dois movimentos e mata todo mundo? Por favor...

 

Achei bem decepcionante vindo do Cronenberg, que fez tantos outros filmes bem mais interessantes.


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