Título original: (The Time Machine)
Lançamento: 2002 (EUA)
Direção: Simon Wells
Atores: Guy Pearce, Jeremy Irons, Yancey Arias, Mark Addy.
Duração: 96 min
Gênero: Ficção Científica
Status: Arquivado
Alexander Hartlegen (Guy Pearce) é um cientista que acredita piamente que seja possível viajar no tempo. Após sua namorada Emma (Sienna Guillory) ser assassinada, ele decide então passar da teoria à prática e consegue construir uma máquina do tempo. Só que, ao testá-la, Alexander viaja mais de 800 mil anos rumo ao futuro, onde encontra o planeta Terra sendo dominado por duas raças distintas: os Morlock e os Eloi.
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Senhor Ivan em 14/07/2010Nota: 5
Uma grande produção.Adorei esse sucesso do cinema.Tá impecável.ASSISTAM.
Gargamel_DF em 07/03/2010Nota: 5
sem muitos comentários a serem desferidos não podemos deixar de atentar aos detalhes de maquiagem figurino e elenco que ficou Excepcional e não fugiram ao primeiro filme feito em 1960 simplesmente SHOW... se não assistiram não percam tempo corram até a locadora mais próxima preparem a pipoca e o refigerante e bom filme...
Paty em 27/02/2010Nota: 5
Mas uma vez a WARNER esta de parabens por fazer um filme maravilhoso igual a este.Que filme inteligente,bem produzido,bom roteiro,e como sempre um bom cenario.Esse sim e um verdadeiro filme que alguem nao assiste so uma vez,e maravilhoso,nao me canso de assistir.RECOMENDO.
Francisco Russo em 03/01/2002Nota: 1.5
Não vi o "A Máquina do Tempo" original nem li o livro de H.G. Wells que originou estes dois filmes, mas já li o bastante sobre ambos para conhecer um pouco sobre a história do livro e do filme. Talvez até por isso a sensação que tive ao ver este novo "A Máquina do Tempo" foi da mais completa decepção. A história original foi bastante alterada, incluindo novos personagens que acabaram prejudicando a história. Jeremy Irons, por exemplo, fica em cena apenas 15 minutos - ou até menos que isso - e ainda por cima é mal aproveitado. A trama inicial, envolvendo a morte da namorada de Alexander, serve apenas de pretexto para a viagem rumo ao futuro, mas ainda assim é um pretexto muito mal elaborado, já que o motivo que faz com que Alexander decida ir para um futuro incerto é pífio. Somando-se a isso dezenas de furos de roteiro, a "atuação" de Samantha Mumba, a decepcionante cena da queda da Lua e ainda a péssima maquiagem dos morlocks - compare com os orcs de "O Senhor dos Anéis" e perceba a diferença gritante -, "A Máquina do Tempo" não passa de um filme ruim que nem divertir consegue. Somente Guy Pearce consegue se salvar em meio a tantos desastres."
Gláucio Santos dos Reis em 13/01/2002Nota: 3.5
Esta segunda adaptação do clássico homônimo de H. G. Wells é ainda menos fiel ao livro que a primeira, dirigida por George Pal em 1960. O diretor Simon Wells mostra pouco respeito pela obra do bisavô e conta uma história totalmente diferente. Algumas modificações até são bem-vindas, pois o livro, se lido apenas como aventura, é fraco. Por exemplo, o herói, que no livro enfrenta os nem tão temíveis morlocks para recuperar a máquina do tempo e voltar para casa, agora encara morlocks marombados para salvar a "donzela em perigo" e tentar consertar o mundo. Por outro lado, o espírito da obra, de crítica social, perdeu-se.O filme começa bem, com boa reconstrução do século XIX. Há até tiradas espertas, como a referência a um certo jovem chamado Einstein. O cientista Alexander Hartdegen (Guy Pierce), que no livro é referido apenas como o "Viajante do Tempo", ganha no filme uma motivação romântica para inventar a máquina: ele deseja voltar ao passado e impedir a morte da noiva. Não conseguindo mudar o destino dela, viaja ao futuro, em busca de uma resposta, mas se decepciona ao descobrir que em 2030 as viagens no tempo ainda são ficção científica - com direito a menção ao próprio livro em que o filme é baseado. Um acidente faz a máquina avançar mais 800 mil anos e Alexander se depara com um mundo tecnologicamente atrasado, onde o pacífico povo dos elois é caçado pelos morlocks, monstruosos habitantes dos subterrâneos.No livro, a divisão da humanidade em morlocks e elois é uma extrapolação das relações entre a burguesia e o proletariado. H. G. Wells previu um distanciamento crescente entre as classes: os pobres, cada vez mais pobres, trabalhando para tornar os ricos cada vez mais ricos. Sem lugar nas cidades superpovoadas, os trabalhadores são obrigados a viver debaixo delas, sofrendo uma degeneração progressiva que os transforma nos simiescos morlocks, enquanto a burguesia indolente se transforma nos frágeis elois, que passam o tempo desfrutando dos prazeres simples da vida. O interessante é que a relação entre as classes continua: os morlocks trabalham para o conforto dos elois, provendo-lhes roupas e comida, mas vêm à noite para cobrar um alto preço. Todavia, nada disso, exceto o preço, está no filme. Os elois, que no livro são louros e delicados, com um metro e vinte de altura, no filme são humanos perfeitamente normais, e o principal deles é a bela mulata Mara (a estreante Samantha Mumba).O filme se assume de vez como aventura, quando, de repente, o pacato cientista vira um intrépido herói capaz das maiores façanhas atléticas. Mas não vou criticar muito esse detalhe, pois eu mesmo já fiz algo parecido em meu livro "Viajantes do Tempo" - que cito aqui apenas para pagar meu tributo a H. G. Wells, o vedadeiro inventor da máquina do tempo na literatura.Continuando... Depois de algumas seqüências de ação, a resposta de Alexander vem na forma de um paradoxo banal e é dada por um líder dos morlocks (Jeremy Irons, que parece estar se especializando em vilões de filmes que ficam abaixo do esperado, como "Dungeons & Dragons"). O filme termina antes que possa empolgar. Ficam evidentes os problemas de produção e a montagem feita às pressas. É tudo muito rápido, muito fácil para o herói.Há que se mencionar os efeitos digitais, que criam belas cenas para mostrar a passagem acelerada do tempo, embora nem sempre o resultado seja muito realista. E que também substituem os atores em roupas de espuma de borracha, quando os morlocks precisam de mais ação. Pena que, na preocupação excessiva de não ferir sensibilidades e em nome do politicamente correto, ficou de fora a cena que mostraria a destruição de Nova Iorque.O elenco não é muito exigido e não compremete. O diretor é apenas medíocre, exceto na interessante fusão de passado e futuro na cena final. Parece mesmo que deram a direção ao inexperiente Simon Wells numa jogada de marketing.No balanço final, "A Máquina do Tempo" é até um bom filme, do qual é fácil gostar, se não se for ao cinema com muitas expectativas. Com uns quinze ou vinte minutos a mais, poderia ser ótimo. E o problema é justamente esse, a sensação de que podia ter sido muito melhor.
Fernanda Prevedello em 18/01/2002Nota: 2.5
Efeitos especiais bons, qualidade do filme bem esperada... Mas o que na minha concepção deveria ser evolução tornou-se idade da pedra neste filme. Como pode um simples cidadão e respeitável professor e cientista poder virar em poucas horas um guerreiro caçador de criaturas da lua? O desfecho foi totalmente decepcionante por um filme que eu esperava mais.
Helena em 16/01/2002Nota: 4
O filme é sensacional. Os efeitos especiais são super interessantes (preste atenção a como é mostrada a passagem do tempo) e nos leva a refletir muito sobre a tecnologia. Quando Alexander para em 2030 a Lua é praticamente um "resort" e, anos mais tarde, ele descobre que a Terra sofreu um colapso devido às "demolições" feitas nas construçoes existentes na Lua que atrapalharam sua órbita. Impressionante a mensagem que H. G. Wells queria nos passar! Pensar sobre o futuro da humanidade e nossa megalomania.
Victor Leme Gonçalves em 12/01/2002Nota: 5
Simplesmente genial! A história é, em todos os aspectos, perfeitamente aceitável, diferentemente de outros filmes do gênero onde não conseguimos "engolir" certos efeitos ou ações dos personagens. Muito bem dirigido, bons atores e cenas de deixar qualquer um com receio do futuro. Atenção à cena em que a Lua se despedaça e começa a cair na Terra, é simplesmente uma imagem chocante. Um filme que deve ser visto por todos e apreciado pelos fãs do cinema de ficção.
Wagner em 17/01/2002Nota: 1.5
Detestei. Comparado com o clássico de 1960 este remake deixou muito a desejar. Não era para menos, colocar o neto do escritor como diretor é lamentável. Foi uma pena que Steven Spielberg não o tenha dirigido, a história seria outra. Quem sabe para a continuação, mas eu acho que isso não vai acontecer. Esse filme provavelmente foi fracasso de bilheteria. Para o clássico com Rod Taylor, nota 10.
É uma pena que você tenha visto o filme sob esse ponto de vista, Benedito. Quanto ao final...
por Atena Negra, 14/02/2012 às 18:04
Superestimado filme de Scott , deixou muita gente deslumbrada .Uma aventura de liberalismo f...
por Benedito, 14/02/2012 às 17:22
Filme recomendado. Análise: Roteiro bom, atuações regulares, fotografia regular, trilha s...
por NEO, 14/02/2012 às 17:10
O filme ainda tem seus encantos e originalidade , graças ao choque de cultura do personagem...
por Benedito, 14/02/2012 às 17:05